Questões de Concurso Sobre português

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Q3631809 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto II


    Dizem que a separação nunca é um núcleo, uma urgência. Dizem que ela começa em seu avesso. E que é justamente no momento mais suave, o primeiro encontro, o primeiro olhar, que a separação começa a existir. Eu prefiro acreditar que a separação nunca termina, e que o último dia, a última noite, é um instante que se repete, a cada espera, a cada volta, cada vez que sinto a tua falta, cada vez que pronuncio teu nome. Eu acredito que, ao te chamar, uma estratégia, um encanto, eu seja capaz de fazer com que você se vire e olhe, e, sem perceber, estenda entre nós um atalho, uma ponte.

    Mas como a gente chama alguém que foi embora? Alguém que está longe, alguém que não está? A distância deveria imediatamente impor um tom mais solene, ou menos íntimo, afinal há a distância. Mas como a gente trata com distanciamento alguém que acabou de estar tão perto? [...]


(SAAVEDRA, Carola. Flores Azuis. São Paulo: Companhia das Letras, 2008) 
No primeiro parágrafo, a palavra “avesso” expressa uma ideia:
Alternativas
Q3631808 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto II


    Dizem que a separação nunca é um núcleo, uma urgência. Dizem que ela começa em seu avesso. E que é justamente no momento mais suave, o primeiro encontro, o primeiro olhar, que a separação começa a existir. Eu prefiro acreditar que a separação nunca termina, e que o último dia, a última noite, é um instante que se repete, a cada espera, a cada volta, cada vez que sinto a tua falta, cada vez que pronuncio teu nome. Eu acredito que, ao te chamar, uma estratégia, um encanto, eu seja capaz de fazer com que você se vire e olhe, e, sem perceber, estenda entre nós um atalho, uma ponte.

    Mas como a gente chama alguém que foi embora? Alguém que está longe, alguém que não está? A distância deveria imediatamente impor um tom mais solene, ou menos íntimo, afinal há a distância. Mas como a gente trata com distanciamento alguém que acabou de estar tão perto? [...]


(SAAVEDRA, Carola. Flores Azuis. São Paulo: Companhia das Letras, 2008) 
Considerando os critérios tradicionalmente adotados para a distinção entre textos literários e não literários, assinale a alternativa que melhor caracteriza o tipo de construção textual apresentado no fragmento de Saavedra.
Alternativas
Q3631807 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto II


    Dizem que a separação nunca é um núcleo, uma urgência. Dizem que ela começa em seu avesso. E que é justamente no momento mais suave, o primeiro encontro, o primeiro olhar, que a separação começa a existir. Eu prefiro acreditar que a separação nunca termina, e que o último dia, a última noite, é um instante que se repete, a cada espera, a cada volta, cada vez que sinto a tua falta, cada vez que pronuncio teu nome. Eu acredito que, ao te chamar, uma estratégia, um encanto, eu seja capaz de fazer com que você se vire e olhe, e, sem perceber, estenda entre nós um atalho, uma ponte.

    Mas como a gente chama alguém que foi embora? Alguém que está longe, alguém que não está? A distância deveria imediatamente impor um tom mais solene, ou menos íntimo, afinal há a distância. Mas como a gente trata com distanciamento alguém que acabou de estar tão perto? [...]


(SAAVEDRA, Carola. Flores Azuis. São Paulo: Companhia das Letras, 2008) 
A forma com que o tema da separação é tratado no texto ganha expressividade por meio do predomínio da função da linguagem que: 
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Q3631806 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto I


    Quando começou a enterrar os seus mortos, quando de algum modo construiu um ritual funeral, o homo sapiens há cem mil anos já tinha consciência de sua finitude, de sua presença provisória no mundo. E este ritual funeral marca um novo estágio na vida da espécie homo, a consciência: nasce o homo sapiens sapiens, aquele que tem consciência do próprio saber, aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada, mantida. 

    Foi a necessidade de expansão da vida humana no mundo, foi o seu fortalecimento que nos fez de algum modo pensar: “Preciso me precaver, conhecer as estações, preciso plantar o próprio alimento, cultivar as ervas que curam, preciso fabricar armas, ferramentas, preciso festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque a vida é curta e eu quero viver”. 

    Foi a consciência da fragilidade da vida, do quanto tudo é provisório e instável, que impulsionou os humanos em direção à cultura, mas esta relação entre a vida pensada como natureza, e a cultura no sentido de ação, de intervenção humana no mundo, sempre foi uma relação difícil. É esta relação entre o conhecimento, produto da linguagem e da consciência, e a vida, como a totalidade que nos é dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como a espécie humana se relaciona com a natureza, o mundo, a exterioridade que a cerca, mas também com a natureza que traz em seu próprio corpo e que a constitui. 

    O que Nietzsche faz é propor um exercício de autognose, ou seja, de autoconhecimento da humanidade, como se a própria espécie se colocasse em questão e pensasse: O que temos feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos tornamos? É com este objetivo que Nietzsche percorre a história da humanidade procurando não aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura esconde: O que de fato move a nossa ação no mundo? Que valores reproduz?


(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
Com base nas regras do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que o emprego do hífen está totalmente adequado. 
Alternativas
Q3631805 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto I


    Quando começou a enterrar os seus mortos, quando de algum modo construiu um ritual funeral, o homo sapiens há cem mil anos já tinha consciência de sua finitude, de sua presença provisória no mundo. E este ritual funeral marca um novo estágio na vida da espécie homo, a consciência: nasce o homo sapiens sapiens, aquele que tem consciência do próprio saber, aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada, mantida. 

    Foi a necessidade de expansão da vida humana no mundo, foi o seu fortalecimento que nos fez de algum modo pensar: “Preciso me precaver, conhecer as estações, preciso plantar o próprio alimento, cultivar as ervas que curam, preciso fabricar armas, ferramentas, preciso festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque a vida é curta e eu quero viver”. 

    Foi a consciência da fragilidade da vida, do quanto tudo é provisório e instável, que impulsionou os humanos em direção à cultura, mas esta relação entre a vida pensada como natureza, e a cultura no sentido de ação, de intervenção humana no mundo, sempre foi uma relação difícil. É esta relação entre o conhecimento, produto da linguagem e da consciência, e a vida, como a totalidade que nos é dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como a espécie humana se relaciona com a natureza, o mundo, a exterioridade que a cerca, mas também com a natureza que traz em seu próprio corpo e que a constitui. 

    O que Nietzsche faz é propor um exercício de autognose, ou seja, de autoconhecimento da humanidade, como se a própria espécie se colocasse em questão e pensasse: O que temos feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos tornamos? É com este objetivo que Nietzsche percorre a história da humanidade procurando não aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura esconde: O que de fato move a nossa ação no mundo? Que valores reproduz?


(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
Ao observar as formas de particípio em “A vida é rara, deve ser cuidada, cultivada, mantida.” (1º§), é correto afirmar, segundo à morfossintaxe, que elas são: 
Alternativas
Q3631804 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto I


    Quando começou a enterrar os seus mortos, quando de algum modo construiu um ritual funeral, o homo sapiens há cem mil anos já tinha consciência de sua finitude, de sua presença provisória no mundo. E este ritual funeral marca um novo estágio na vida da espécie homo, a consciência: nasce o homo sapiens sapiens, aquele que tem consciência do próprio saber, aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada, mantida. 

    Foi a necessidade de expansão da vida humana no mundo, foi o seu fortalecimento que nos fez de algum modo pensar: “Preciso me precaver, conhecer as estações, preciso plantar o próprio alimento, cultivar as ervas que curam, preciso fabricar armas, ferramentas, preciso festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque a vida é curta e eu quero viver”. 

    Foi a consciência da fragilidade da vida, do quanto tudo é provisório e instável, que impulsionou os humanos em direção à cultura, mas esta relação entre a vida pensada como natureza, e a cultura no sentido de ação, de intervenção humana no mundo, sempre foi uma relação difícil. É esta relação entre o conhecimento, produto da linguagem e da consciência, e a vida, como a totalidade que nos é dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como a espécie humana se relaciona com a natureza, o mundo, a exterioridade que a cerca, mas também com a natureza que traz em seu próprio corpo e que a constitui. 

    O que Nietzsche faz é propor um exercício de autognose, ou seja, de autoconhecimento da humanidade, como se a própria espécie se colocasse em questão e pensasse: O que temos feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos tornamos? É com este objetivo que Nietzsche percorre a história da humanidade procurando não aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura esconde: O que de fato move a nossa ação no mundo? Que valores reproduz?


(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
Nos três primeiros parágrafos, o verbo “foi” aparece repetidamente no início de orações. Essa repetição cumpre, principalmente, a seguinte função no texto:
Alternativas
Q3631803 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto I


    Quando começou a enterrar os seus mortos, quando de algum modo construiu um ritual funeral, o homo sapiens há cem mil anos já tinha consciência de sua finitude, de sua presença provisória no mundo. E este ritual funeral marca um novo estágio na vida da espécie homo, a consciência: nasce o homo sapiens sapiens, aquele que tem consciência do próprio saber, aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada, mantida. 

    Foi a necessidade de expansão da vida humana no mundo, foi o seu fortalecimento que nos fez de algum modo pensar: “Preciso me precaver, conhecer as estações, preciso plantar o próprio alimento, cultivar as ervas que curam, preciso fabricar armas, ferramentas, preciso festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque a vida é curta e eu quero viver”. 

    Foi a consciência da fragilidade da vida, do quanto tudo é provisório e instável, que impulsionou os humanos em direção à cultura, mas esta relação entre a vida pensada como natureza, e a cultura no sentido de ação, de intervenção humana no mundo, sempre foi uma relação difícil. É esta relação entre o conhecimento, produto da linguagem e da consciência, e a vida, como a totalidade que nos é dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como a espécie humana se relaciona com a natureza, o mundo, a exterioridade que a cerca, mas também com a natureza que traz em seu próprio corpo e que a constitui. 

    O que Nietzsche faz é propor um exercício de autognose, ou seja, de autoconhecimento da humanidade, como se a própria espécie se colocasse em questão e pensasse: O que temos feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos tornamos? É com este objetivo que Nietzsche percorre a história da humanidade procurando não aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura esconde: O que de fato move a nossa ação no mundo? Que valores reproduz?


(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
Observando o sentido do fragmento: “Quando começou a enterrar os seus mortos, quando de algum modo construiu um ritual funeral.” (1º§), assinale a alternativa em que a reformulação para a voz passiva analítica está correta.
Alternativas
Q3631802 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto I


    Quando começou a enterrar os seus mortos, quando de algum modo construiu um ritual funeral, o homo sapiens há cem mil anos já tinha consciência de sua finitude, de sua presença provisória no mundo. E este ritual funeral marca um novo estágio na vida da espécie homo, a consciência: nasce o homo sapiens sapiens, aquele que tem consciência do próprio saber, aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada, mantida. 

    Foi a necessidade de expansão da vida humana no mundo, foi o seu fortalecimento que nos fez de algum modo pensar: “Preciso me precaver, conhecer as estações, preciso plantar o próprio alimento, cultivar as ervas que curam, preciso fabricar armas, ferramentas, preciso festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque a vida é curta e eu quero viver”. 

    Foi a consciência da fragilidade da vida, do quanto tudo é provisório e instável, que impulsionou os humanos em direção à cultura, mas esta relação entre a vida pensada como natureza, e a cultura no sentido de ação, de intervenção humana no mundo, sempre foi uma relação difícil. É esta relação entre o conhecimento, produto da linguagem e da consciência, e a vida, como a totalidade que nos é dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como a espécie humana se relaciona com a natureza, o mundo, a exterioridade que a cerca, mas também com a natureza que traz em seu próprio corpo e que a constitui. 

    O que Nietzsche faz é propor um exercício de autognose, ou seja, de autoconhecimento da humanidade, como se a própria espécie se colocasse em questão e pensasse: O que temos feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos tornamos? É com este objetivo que Nietzsche percorre a história da humanidade procurando não aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura esconde: O que de fato move a nossa ação no mundo? Que valores reproduz?


(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
Na passagem “como se a própria espécie se colocasse em questão e pensasse: O que temos feito? Que caminhos trilhamos?” (4º§), o valor semântico das formas verbais nas perguntas indicam, respectivamente, uma ação:
Alternativas
Q3631801 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto I


    Quando começou a enterrar os seus mortos, quando de algum modo construiu um ritual funeral, o homo sapiens há cem mil anos já tinha consciência de sua finitude, de sua presença provisória no mundo. E este ritual funeral marca um novo estágio na vida da espécie homo, a consciência: nasce o homo sapiens sapiens, aquele que tem consciência do próprio saber, aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada, mantida. 

    Foi a necessidade de expansão da vida humana no mundo, foi o seu fortalecimento que nos fez de algum modo pensar: “Preciso me precaver, conhecer as estações, preciso plantar o próprio alimento, cultivar as ervas que curam, preciso fabricar armas, ferramentas, preciso festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque a vida é curta e eu quero viver”. 

    Foi a consciência da fragilidade da vida, do quanto tudo é provisório e instável, que impulsionou os humanos em direção à cultura, mas esta relação entre a vida pensada como natureza, e a cultura no sentido de ação, de intervenção humana no mundo, sempre foi uma relação difícil. É esta relação entre o conhecimento, produto da linguagem e da consciência, e a vida, como a totalidade que nos é dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como a espécie humana se relaciona com a natureza, o mundo, a exterioridade que a cerca, mas também com a natureza que traz em seu próprio corpo e que a constitui. 

    O que Nietzsche faz é propor um exercício de autognose, ou seja, de autoconhecimento da humanidade, como se a própria espécie se colocasse em questão e pensasse: O que temos feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos tornamos? É com este objetivo que Nietzsche percorre a história da humanidade procurando não aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura esconde: O que de fato move a nossa ação no mundo? Que valores reproduz?


(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
Considere a passagem “Foi a consciência da fragilidade da vida, do quanto tudo é provisório e instável, que impulsionou os humanos em direção à cultura” (3º§). Assinale a alternativa em que se faz uma afirmação correta acerca do verbo em destaque.
Alternativas
Q3631800 Português
Analise o texto abaixo e responda à questão.


Texto I


    Quando começou a enterrar os seus mortos, quando de algum modo construiu um ritual funeral, o homo sapiens há cem mil anos já tinha consciência de sua finitude, de sua presença provisória no mundo. E este ritual funeral marca um novo estágio na vida da espécie homo, a consciência: nasce o homo sapiens sapiens, aquele que tem consciência do próprio saber, aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada, mantida. 

    Foi a necessidade de expansão da vida humana no mundo, foi o seu fortalecimento que nos fez de algum modo pensar: “Preciso me precaver, conhecer as estações, preciso plantar o próprio alimento, cultivar as ervas que curam, preciso fabricar armas, ferramentas, preciso festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque a vida é curta e eu quero viver”. 

    Foi a consciência da fragilidade da vida, do quanto tudo é provisório e instável, que impulsionou os humanos em direção à cultura, mas esta relação entre a vida pensada como natureza, e a cultura no sentido de ação, de intervenção humana no mundo, sempre foi uma relação difícil. É esta relação entre o conhecimento, produto da linguagem e da consciência, e a vida, como a totalidade que nos é dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como a espécie humana se relaciona com a natureza, o mundo, a exterioridade que a cerca, mas também com a natureza que traz em seu próprio corpo e que a constitui. 

    O que Nietzsche faz é propor um exercício de autognose, ou seja, de autoconhecimento da humanidade, como se a própria espécie se colocasse em questão e pensasse: O que temos feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos tornamos? É com este objetivo que Nietzsche percorre a história da humanidade procurando não aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura esconde: O que de fato move a nossa ação no mundo? Que valores reproduz?


(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
A partir de sua análise atenta e do sentido global do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3631659 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado. 


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental.


Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Alternativas
Q3631658 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado. 


O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Em relação ao sentido empregado na expressão "pilhas crescentes de tarefas administrativas", é correto afirmar que se trata de linguagem: 

Alternativas
Q3631656 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado. 


Apesar de a maioria "relatar" satisfação com o trabalho, "surgiram" indícios claros dessa condição.

Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:

Alternativas
Q3631653 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado. 


A crescente burocratização do ensino superior, "com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas", reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:

Alternativas
Q3631651 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado. 


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados.


Assinale a alternativa que contenha um adjetivo seguido de um substantivo, respectivamente: 

Alternativas
Q3631650 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'


O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.


Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.


Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.


O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.


Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.


O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado. 


O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional.


Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.


Do ponto de vista da coerência e coesão textual entre os trechos mencionados, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q3631599 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Morango do amor: por que doce 'viral' preocupa dentistas 


 O morango do amor tornou-se a nova sensação da confeitaria brasileira. Composto por morangos cobertos com brigadeiro branco e envoltos por uma espessa camada de caramelo vermelho brilhante, o doce atraiu milhares de admiradores nas redes sociais. A aparência chamativa e os vídeos virais impulsionaram a curiosidade do público e aqueceram as vendas em docerias de todo o país.


No entanto, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) emitiu um alerta sobre os riscos que o doce representa à saúde bucal. O morango do amor pode provocar sérios danos aos dentes, comprometer próteses e restaurações e até causar fraturas dentárias. Registros em vídeo mostram pessoas que, ao tentarem morder o doce, acabaram quebrando dentes ou deslocando peças protéticas. Por isso, a recomendação é de cautela, especialmente para quem já possui algum tratamento odontológico.


A dentista Fernanda Paixão Malufe, de Americana (SP), relata aumento no número de pacientes com lesões causadas pelo consumo do doce. Ela orienta que o ideal é cortar a casca caramelizada com uma faca antes de mastigar. Segundo Malufe, os danos variam: há casos em que apenas uma pequena parte do dente se rompeu e pôde ser restaurada, mas também houve fraturas que atingiram a raiz, exigindo a extração e substituição por implantes.


O CFO reforça que a cobertura do morango do amor é extremamente dura, podendo quebrar dentes e restaurações, sobretudo nos dentes da frente. Pessoas com restaurações extensas devem redobrar os cuidados. A recomendação é consumir o doce em pequenos pedaços, evitando morder diretamente com os dentes incisivos. Se optar por morder, o mais seguro é escolher áreas com caramelo mais fino e usar os molares, que são mais resistentes.


 O risco é ainda maior para quem utiliza facetas, próteses ou aparelhos ortodônticos. A combinação da textura rígida com a aderência do caramelo causa deslocamentos, danos permanentes ou ferimentos na boca. Nesses casos, a orientação é evitar completamente o consumo do doce e buscar alternativas com ingredientes menos agressivos à saúde bucal.


 Além das fraturas e quebras, há o risco de cárie. O doce possui alto teor de açúcar, que, associado ao acúmulo de biofilme e à ingestão frequente de carboidratos fermentáveis, provoca a desmineralização dos dentes. A escovação imediata após o consumo é fundamental, com atenção especial à limpeza entre os dentes, já que o caramelo se fixa nas superfícies dentárias por longos períodos.


Em caso de acidente, o CFO orienta que o paciente procure atendimento odontológico imediatamente. A conselheira Bianca Zambiasi, professora universitária e doutora em Odontologia, enfatiza que pacientes com próteses, lentes, facetas ou aparelhos evitem alimentos duros e pegajosos. Contudo, mesmo quem não apresenta tratamentos odontológicos prévios está sujeito a acidentes e precisa tomar cuidado ao morder e mastigar. Se algum problema ocorrer, a busca pelo cirurgião-dentista deve ser imediata para atendimento de urgência.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cdx0vnwgvwko.adaptado. 

 A cobertura do morango do amor é extremamente dura, podendo quebrar dentes e restaurações, sobretudo nos dentes da frente.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3631598 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Morango do amor: por que doce 'viral' preocupa dentistas 


 O morango do amor tornou-se a nova sensação da confeitaria brasileira. Composto por morangos cobertos com brigadeiro branco e envoltos por uma espessa camada de caramelo vermelho brilhante, o doce atraiu milhares de admiradores nas redes sociais. A aparência chamativa e os vídeos virais impulsionaram a curiosidade do público e aqueceram as vendas em docerias de todo o país.


No entanto, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) emitiu um alerta sobre os riscos que o doce representa à saúde bucal. O morango do amor pode provocar sérios danos aos dentes, comprometer próteses e restaurações e até causar fraturas dentárias. Registros em vídeo mostram pessoas que, ao tentarem morder o doce, acabaram quebrando dentes ou deslocando peças protéticas. Por isso, a recomendação é de cautela, especialmente para quem já possui algum tratamento odontológico.


A dentista Fernanda Paixão Malufe, de Americana (SP), relata aumento no número de pacientes com lesões causadas pelo consumo do doce. Ela orienta que o ideal é cortar a casca caramelizada com uma faca antes de mastigar. Segundo Malufe, os danos variam: há casos em que apenas uma pequena parte do dente se rompeu e pôde ser restaurada, mas também houve fraturas que atingiram a raiz, exigindo a extração e substituição por implantes.


O CFO reforça que a cobertura do morango do amor é extremamente dura, podendo quebrar dentes e restaurações, sobretudo nos dentes da frente. Pessoas com restaurações extensas devem redobrar os cuidados. A recomendação é consumir o doce em pequenos pedaços, evitando morder diretamente com os dentes incisivos. Se optar por morder, o mais seguro é escolher áreas com caramelo mais fino e usar os molares, que são mais resistentes.


 O risco é ainda maior para quem utiliza facetas, próteses ou aparelhos ortodônticos. A combinação da textura rígida com a aderência do caramelo causa deslocamentos, danos permanentes ou ferimentos na boca. Nesses casos, a orientação é evitar completamente o consumo do doce e buscar alternativas com ingredientes menos agressivos à saúde bucal.


 Além das fraturas e quebras, há o risco de cárie. O doce possui alto teor de açúcar, que, associado ao acúmulo de biofilme e à ingestão frequente de carboidratos fermentáveis, provoca a desmineralização dos dentes. A escovação imediata após o consumo é fundamental, com atenção especial à limpeza entre os dentes, já que o caramelo se fixa nas superfícies dentárias por longos períodos.


Em caso de acidente, o CFO orienta que o paciente procure atendimento odontológico imediatamente. A conselheira Bianca Zambiasi, professora universitária e doutora em Odontologia, enfatiza que pacientes com próteses, lentes, facetas ou aparelhos evitem alimentos duros e pegajosos. Contudo, mesmo quem não apresenta tratamentos odontológicos prévios está sujeito a acidentes e precisa tomar cuidado ao morder e mastigar. Se algum problema ocorrer, a busca pelo cirurgião-dentista deve ser imediata para atendimento de urgência.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cdx0vnwgvwko.adaptado. 

A escovação imediata após o consumo é fundamental, com atenção especial à limpeza entre os dentes, já que o caramelo se fixa nas superfícies dentárias por longos períodos.


Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Alternativas
Q3631597 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Morango do amor: por que doce 'viral' preocupa dentistas 


 O morango do amor tornou-se a nova sensação da confeitaria brasileira. Composto por morangos cobertos com brigadeiro branco e envoltos por uma espessa camada de caramelo vermelho brilhante, o doce atraiu milhares de admiradores nas redes sociais. A aparência chamativa e os vídeos virais impulsionaram a curiosidade do público e aqueceram as vendas em docerias de todo o país.


No entanto, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) emitiu um alerta sobre os riscos que o doce representa à saúde bucal. O morango do amor pode provocar sérios danos aos dentes, comprometer próteses e restaurações e até causar fraturas dentárias. Registros em vídeo mostram pessoas que, ao tentarem morder o doce, acabaram quebrando dentes ou deslocando peças protéticas. Por isso, a recomendação é de cautela, especialmente para quem já possui algum tratamento odontológico.


A dentista Fernanda Paixão Malufe, de Americana (SP), relata aumento no número de pacientes com lesões causadas pelo consumo do doce. Ela orienta que o ideal é cortar a casca caramelizada com uma faca antes de mastigar. Segundo Malufe, os danos variam: há casos em que apenas uma pequena parte do dente se rompeu e pôde ser restaurada, mas também houve fraturas que atingiram a raiz, exigindo a extração e substituição por implantes.


O CFO reforça que a cobertura do morango do amor é extremamente dura, podendo quebrar dentes e restaurações, sobretudo nos dentes da frente. Pessoas com restaurações extensas devem redobrar os cuidados. A recomendação é consumir o doce em pequenos pedaços, evitando morder diretamente com os dentes incisivos. Se optar por morder, o mais seguro é escolher áreas com caramelo mais fino e usar os molares, que são mais resistentes.


 O risco é ainda maior para quem utiliza facetas, próteses ou aparelhos ortodônticos. A combinação da textura rígida com a aderência do caramelo causa deslocamentos, danos permanentes ou ferimentos na boca. Nesses casos, a orientação é evitar completamente o consumo do doce e buscar alternativas com ingredientes menos agressivos à saúde bucal.


 Além das fraturas e quebras, há o risco de cárie. O doce possui alto teor de açúcar, que, associado ao acúmulo de biofilme e à ingestão frequente de carboidratos fermentáveis, provoca a desmineralização dos dentes. A escovação imediata após o consumo é fundamental, com atenção especial à limpeza entre os dentes, já que o caramelo se fixa nas superfícies dentárias por longos períodos.


Em caso de acidente, o CFO orienta que o paciente procure atendimento odontológico imediatamente. A conselheira Bianca Zambiasi, professora universitária e doutora em Odontologia, enfatiza que pacientes com próteses, lentes, facetas ou aparelhos evitem alimentos duros e pegajosos. Contudo, mesmo quem não apresenta tratamentos odontológicos prévios está sujeito a acidentes e precisa tomar cuidado ao morder e mastigar. Se algum problema ocorrer, a busca pelo cirurgião-dentista deve ser imediata para atendimento de urgência.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cdx0vnwgvwko.adaptado. 

 A linguagem utilizada no trecho "O 'morango do amor' tornou-se a nova sensação da confeitaria brasileira" contribui para a construção de um tom expressivo e cativante.


De acordo com os recursos linguísticos empregados, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3631596 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Morango do amor: por que doce 'viral' preocupa dentistas 


 O morango do amor tornou-se a nova sensação da confeitaria brasileira. Composto por morangos cobertos com brigadeiro branco e envoltos por uma espessa camada de caramelo vermelho brilhante, o doce atraiu milhares de admiradores nas redes sociais. A aparência chamativa e os vídeos virais impulsionaram a curiosidade do público e aqueceram as vendas em docerias de todo o país.


No entanto, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) emitiu um alerta sobre os riscos que o doce representa à saúde bucal. O morango do amor pode provocar sérios danos aos dentes, comprometer próteses e restaurações e até causar fraturas dentárias. Registros em vídeo mostram pessoas que, ao tentarem morder o doce, acabaram quebrando dentes ou deslocando peças protéticas. Por isso, a recomendação é de cautela, especialmente para quem já possui algum tratamento odontológico.


A dentista Fernanda Paixão Malufe, de Americana (SP), relata aumento no número de pacientes com lesões causadas pelo consumo do doce. Ela orienta que o ideal é cortar a casca caramelizada com uma faca antes de mastigar. Segundo Malufe, os danos variam: há casos em que apenas uma pequena parte do dente se rompeu e pôde ser restaurada, mas também houve fraturas que atingiram a raiz, exigindo a extração e substituição por implantes.


O CFO reforça que a cobertura do morango do amor é extremamente dura, podendo quebrar dentes e restaurações, sobretudo nos dentes da frente. Pessoas com restaurações extensas devem redobrar os cuidados. A recomendação é consumir o doce em pequenos pedaços, evitando morder diretamente com os dentes incisivos. Se optar por morder, o mais seguro é escolher áreas com caramelo mais fino e usar os molares, que são mais resistentes.


 O risco é ainda maior para quem utiliza facetas, próteses ou aparelhos ortodônticos. A combinação da textura rígida com a aderência do caramelo causa deslocamentos, danos permanentes ou ferimentos na boca. Nesses casos, a orientação é evitar completamente o consumo do doce e buscar alternativas com ingredientes menos agressivos à saúde bucal.


 Além das fraturas e quebras, há o risco de cárie. O doce possui alto teor de açúcar, que, associado ao acúmulo de biofilme e à ingestão frequente de carboidratos fermentáveis, provoca a desmineralização dos dentes. A escovação imediata após o consumo é fundamental, com atenção especial à limpeza entre os dentes, já que o caramelo se fixa nas superfícies dentárias por longos períodos.


Em caso de acidente, o CFO orienta que o paciente procure atendimento odontológico imediatamente. A conselheira Bianca Zambiasi, professora universitária e doutora em Odontologia, enfatiza que pacientes com próteses, lentes, facetas ou aparelhos evitem alimentos duros e pegajosos. Contudo, mesmo quem não apresenta tratamentos odontológicos prévios está sujeito a acidentes e precisa tomar cuidado ao morder e mastigar. Se algum problema ocorrer, a busca pelo cirurgião-dentista deve ser imediata para atendimento de urgência.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cdx0vnwgvwko.adaptado. 

O morango do amor pode "provocar" sérios danos aos dentes.


De acordo com as regras de regência verbal, é correto afirmar que, nesta frase, o verbo destacado comporta-se como um verbo.

Alternativas
Respostas
34661: A
34662: A
34663: D
34664: B
34665: C
34666: A
34667: B
34668: D
34669: B
34670: C
34671: B
34672: D
34673: A
34674: C
34675: B
34676: D
34677: D
34678: C
34679: A
34680: D