Questões de Concurso Sobre português
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A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
No período “Fartura mesmo só a de doce, geleias e pastéis fabricados pelas freiras nos conventos: era com que se arredondava a gordura dos frades e das sinhás‑donas”, evidencia‑se que quem mais consumia alimentos açucarados eram as elites e os religiosos, o que contribuía para o ganho de peso de alguns indivíduos, sem refletir a realidade nutricional da sociedade em geral.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
Compreende‑se do texto que a alimentação nas colônias brasileiras, durante os séculos XVI, XVII e XVIII, especialmente nas cidades, era caracterizada por má qualidade, escassez e deficiências nutricionais, com falta de proteínas de origem animal, vitaminas e minerais.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
Deduz‑se do texto que a epidemia de cárie dentária foi impulsionada, no Brasil, a partir do século XVII, em decorrência do aumento do consumo de cana‑de‑açúcar pelo povo brasileiro.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
No texto, de caráter injuntivo, aponta‑se para questões econômicas e para diferentes processos sociais que fazem parte da alimentação no Brasil colônia.
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
A partir da leitura do texto, analise as assertivas que seguem:
I.Para o porteiro, a flor murcha era lixo.
II.Para o homem, acompanhar a morte da flor foi uma consequência por ele tê-la furtado do jardim.
III.A frase "cor particular da morte" significa que a flor perdeu sua cor natural, seu vigor, sua vivacidade.
É correto o que se afirma em
Leia o texto que segue e complete as lacunas:
Aquário − 18 de Agosto
Estudos e trocas culturais ou filosóficas __________ favorecidos. É um bom dia para planejar algo a longo prazo ou dar um passo além num projeto mais ambicioso. Converse com quem costuma trazer outros pontos de vista para a mesa. Afinal, ideias _________ _________ abrir novos caminhos.
(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/aquario/horoscopo-do-dia/. Acesso em 18 ago. 2025. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do texto quanto à concordância verbal e nominal:
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
O texto "Furto de flor" é uma crônica. Analise a estrutura e o conteúdo dele e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do excerto que segue:
A crônica é um texto literário breve, em geral _______________, apresentando uma história, na maior parte das vezes, extraída do cotidiano.
Analise as frases abaixo:
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Considerando a Regência Verbal e o uso correto da crase, avalie as frases abaixo.
1. O soldado chegou no quartel, passava da meia-noite, mas com relação à incumbência recebida, ele a cumpriu sem esquecer-se de qualquer ação solicitada.
2. Referiu-se àquele policial que sempre preferiu a sexta-feira à sábados para seu plantão.
3. Esse é um direito que assiste a policial e também a aprendiz.
Assinale a alternativa correta.
Texto 1
Alta Velocidade
Já fazia um bom tempo que aquele policial estava de olho naquele motorista apressadinho. Ele pensou: “Amanhã esse cara não vai me escapar. Vou pará-lo e lhe darei uma multa daquelas bem salgadas. O engraçadinho não perde por esperar.”
No dia seguinte o policial fez o sinal para que o motorista infrator parasse. O motorista atendeu prontamente e parou o veículo. Sem perder tempo o policial foi logo dizendo:
— hãm!…hãm! Bonito hein! Até que enfim nos encontramos. Por acaso o senhor sabia que já faz um bom tempo que eu estava a sua espera.
— Puxa vida seu policial! Sinceramente, sinto muito! Eu juro que eu não sabia, só fiquei sabendo disso há alguns minutos atrás e, como o senhor mesmo viu, eu vim o mais rápido que pude…
(Edilson Rodrigues Silva)
Texto 1
Alta Velocidade
Já fazia um bom tempo que aquele policial estava de olho naquele motorista apressadinho. Ele pensou: “Amanhã esse cara não vai me escapar. Vou pará-lo e lhe darei uma multa daquelas bem salgadas. O engraçadinho não perde por esperar.”
No dia seguinte o policial fez o sinal para que o motorista infrator parasse. O motorista atendeu prontamente e parou o veículo. Sem perder tempo o policial foi logo dizendo:
— hãm!…hãm! Bonito hein! Até que enfim nos encontramos. Por acaso o senhor sabia que já faz um bom tempo que eu estava a sua espera.
— Puxa vida seu policial! Sinceramente, sinto muito! Eu juro que eu não sabia, só fiquei sabendo disso há alguns minutos atrás e, como o senhor mesmo viu, eu vim o mais rápido que pude…
(Edilson Rodrigues Silva)
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pérolas Carlos Drummond de Andrade
Dentro do pacote de açúcar, Renata encontrou uma pérola. A pérola era evidentemente para Renata, que sempre desejou possuir um colar de pérolas, entretanto, sua profissão de doceira não dava para isto.
— Agora vou esperar que cheguem as outras pérolas − disse Renata, confiante. E ativou a fabricação de doces para esvaziar mais pacotes de açúcar.
Os clientes queixavam-se de que os doces de Renata estavam demasiado doces, e muitos devolviam as encomendas. Por que não aparecia outra pérola? Renata deixou de ser doceira qualificada, e ultimamente só fazia arroz-doce. Envelheceu.
A menina que provou o arroz-doce, aquele dia, quase ia quebrando um dente ao mastigar um pedaço encaroçado. O caroço era uma pérola. A mãe não quis devolvê-la a Renata, e disse:
— Quem sabe se não aparecerão outras, e eu farei com elas um colar de pérolas? Vou encomendar arroz-doce toda semana.
(Carlos Drummond de Andrade, Contos plausíveis. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. Adaptado.)
"A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano".