Questões de Concurso Sobre português

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Q3768947 Português
Assinale a alternativa em que o verbo admite apenas uma regência.
Alternativas
Q3768946 Português
Assinale a alternativa em que há uma conjunção subordinada adverbial temporal.
Alternativas
Q3768945 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego das vírgulas na frase “Se o estagiário finalizar o trabalho, pensei comigo, irei elogiá-lo”.
Alternativas
Q3768944 Português
Assinale a alternativa que indica corretamente a figura de linguagem na frase “O poeta dos escravos deixou um legado duradouro na literatura brasileira”.
Alternativas
Q3768943 Português
Responda à questão de acordo com o poema.

Trecho do poema Mocidade e Morte

Oh! Eu quero viver, beber perfumes
Na flor silvestre, que embalsama os ares;
Ver minh’alma adejar pelo infinito,
Qual branca vela n’amplidão dos mares.
No seio da mulher há tanto aroma…
Nos seus beijos de fogo há tanta vida…
-Árabe errante, vou dormir à tarde
A sombra fresca da palmeira erguida.

Mas uma voz responde-me sombria:
Terás o sono sob a lájea fria.

Morrer…quando este mundo é um paraíso,
E a alma um cisne de douradas plumas:
Não! O seio da amante é um lago virgem…
Quero boiar à tona das espumas.
Vem! Formosa mulher – camélia pálida,
Que banharam de pranto as alvoradas,
Minh’alma é a borboleta, que espaneja
O pó das asas lúcidas, douradas…

E a mesma voz repete-me terrível,
Com gargalhar sarcástico: – impossível!


Do poeta Castro Alves.
Analise os versos abaixo:

Minh’alma é a borboleta, que espaneja
O pó das asas lúcidas, douradas…

Qual a figura de linguagem está presente nesses versos?
Alternativas
Q3768942 Português
Responda à questão de acordo com o poema.

Trecho do poema Mocidade e Morte

Oh! Eu quero viver, beber perfumes
Na flor silvestre, que embalsama os ares;
Ver minh’alma adejar pelo infinito,
Qual branca vela n’amplidão dos mares.
No seio da mulher há tanto aroma…
Nos seus beijos de fogo há tanta vida…
-Árabe errante, vou dormir à tarde
A sombra fresca da palmeira erguida.

Mas uma voz responde-me sombria:
Terás o sono sob a lájea fria.

Morrer…quando este mundo é um paraíso,
E a alma um cisne de douradas plumas:
Não! O seio da amante é um lago virgem…
Quero boiar à tona das espumas.
Vem! Formosa mulher – camélia pálida,
Que banharam de pranto as alvoradas,
Minh’alma é a borboleta, que espaneja
O pó das asas lúcidas, douradas…

E a mesma voz repete-me terrível,
Com gargalhar sarcástico: – impossível!


Do poeta Castro Alves.
Nos versos do poema, a imagem da morte aparece na palavra:
Alternativas
Q3768941 Português
Responda à questão de acordo com o poema.

Trecho do poema Mocidade e Morte

Oh! Eu quero viver, beber perfumes
Na flor silvestre, que embalsama os ares;
Ver minh’alma adejar pelo infinito,
Qual branca vela n’amplidão dos mares.
No seio da mulher há tanto aroma…
Nos seus beijos de fogo há tanta vida…
-Árabe errante, vou dormir à tarde
A sombra fresca da palmeira erguida.

Mas uma voz responde-me sombria:
Terás o sono sob a lájea fria.

Morrer…quando este mundo é um paraíso,
E a alma um cisne de douradas plumas:
Não! O seio da amante é um lago virgem…
Quero boiar à tona das espumas.
Vem! Formosa mulher – camélia pálida,
Que banharam de pranto as alvoradas,
Minh’alma é a borboleta, que espaneja
O pó das asas lúcidas, douradas…

E a mesma voz repete-me terrível,
Com gargalhar sarcástico: – impossível!


Do poeta Castro Alves.
Nesse trecho do poema, é abordado(a):
Alternativas
Q3768906 Português
Assinale a alternativa em que o uso ou não do acento indicativo de crase está correto segundo a norma culta da língua portuguesa.
Alternativas
Q3768905 Português
Analise as formações abaixo quanto ao uso ou não do hífen em palavras compostas por prefixação, recomposição e sufixação, conforme as regras vigentes:

1. O médico receitou um antinflamatório para aliviar a dor muscular.
2. A escola promoverá um curso pré-vestibular gratuito.
3. O pesquisador coordenará o grupo coeditor responsável pela revista científica.

Assinale a alternativa cujo conjunto de formações está totalmente correto segundo as regras de uso do hífen.
Alternativas
Q3768904 Português
Texto 1

Leia o poema de Adélia Prado:

Domingo


Na minha cidade, nos domingos de tarde,
as pessoas se põem na sombra com faca e laranjas.

Tomam a fresca e riem do rapaz de bicicleta,
a campainha desatada, o aro enfeitado de laranjas:

‘Eh bobagem!’

Daqui a muito progresso tecno-ilógico, quando for impossível detectar o domingo pelo sumo das laranjas no ar e bicicletas, em meu país de memória e sentimento, basta fechar os olhos:

é domingo, é domingo, é domingo


SÁLVA, Camila; DIEDRICH, Andressa. O cotidiano nos versos de Adélia Prado. Instituto Ling, 31 jul. 2020. Disponível em: https://institutoling.org.br/explore/o-cotidiano-nos-versos-deadelia-prado. Acessado em: 12/11/2025.
No poema (Texto 1) o eu-lírico em algum dos versos diz:

“Daqui a muito progresso tecno-ilógico,
quando for impossível detectar o domingo,
pelo sumo das laranjas no ar e bicicletas…”

A oração destacada tem valor de:
Alternativas
Q3768903 Português
Texto 1

Leia o poema de Adélia Prado:

Domingo


Na minha cidade, nos domingos de tarde,
as pessoas se põem na sombra com faca e laranjas.

Tomam a fresca e riem do rapaz de bicicleta,
a campainha desatada, o aro enfeitado de laranjas:

‘Eh bobagem!’

Daqui a muito progresso tecno-ilógico, quando for impossível detectar o domingo pelo sumo das laranjas no ar e bicicletas, em meu país de memória e sentimento, basta fechar os olhos:

é domingo, é domingo, é domingo


SÁLVA, Camila; DIEDRICH, Andressa. O cotidiano nos versos de Adélia Prado. Instituto Ling, 31 jul. 2020. Disponível em: https://institutoling.org.br/explore/o-cotidiano-nos-versos-deadelia-prado. Acessado em: 12/11/2025.
Ainda sobre o poema de Adélia Prado (Texto 1), no trecho:

“Na minha cidade, nos domingos de tarde,
as pessoas se põem na sombra com faca e laranjas.
Tomam a fresca e riem do rapaz de bicicleta,
a campainha desatada, o aro enfeitado de laranjas:
‘Eh bobagem!’”

o que acontece com o sujeito da oração destacada?
Alternativas
Q3768902 Português
Texto 1

Leia o poema de Adélia Prado:

Domingo


Na minha cidade, nos domingos de tarde,
as pessoas se põem na sombra com faca e laranjas.

Tomam a fresca e riem do rapaz de bicicleta,
a campainha desatada, o aro enfeitado de laranjas:

‘Eh bobagem!’

Daqui a muito progresso tecno-ilógico, quando for impossível detectar o domingo pelo sumo das laranjas no ar e bicicletas, em meu país de memória e sentimento, basta fechar os olhos:

é domingo, é domingo, é domingo


SÁLVA, Camila; DIEDRICH, Andressa. O cotidiano nos versos de Adélia Prado. Instituto Ling, 31 jul. 2020. Disponível em: https://institutoling.org.br/explore/o-cotidiano-nos-versos-deadelia-prado. Acessado em: 12/11/2025.
No poema Domingo (Texto 1), de Adélia Prado, é possível identificar o uso de figuras de linguagem para construir o tom do texto.

Considerando o exposto anteriormente, a expressão “meu país de memória e sentimento” é um exemplo de:
Alternativas
Q3768901 Português
Texto 1

Leia o poema de Adélia Prado:

Domingo


Na minha cidade, nos domingos de tarde,
as pessoas se põem na sombra com faca e laranjas.

Tomam a fresca e riem do rapaz de bicicleta,
a campainha desatada, o aro enfeitado de laranjas:

‘Eh bobagem!’

Daqui a muito progresso tecno-ilógico, quando for impossível detectar o domingo pelo sumo das laranjas no ar e bicicletas, em meu país de memória e sentimento, basta fechar os olhos:

é domingo, é domingo, é domingo


SÁLVA, Camila; DIEDRICH, Andressa. O cotidiano nos versos de Adélia Prado. Instituto Ling, 31 jul. 2020. Disponível em: https://institutoling.org.br/explore/o-cotidiano-nos-versos-deadelia-prado. Acessado em: 12/11/2025.
Interprete o poema Domingo (Texto 1) de Adélia Prado e analise as afirmativas a seguir:

1. O poema valoriza as pequenas cenas do cotidiano, como o ato de descascar laranjas à sombra.
2. Há uma crítica à modernidade, mostrando que ela apaga as memórias do passado do eu-lírico.
3. A repetição da expressão “é domingo” no final do poema reforça o tom de monotonia e tédio dos dias de descanso.
4. O “país de memória e sentimento” mencionado sugere um espaço simbólico onde o passado se conserva por meio da lembrança afetiva.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3768900 Português
As modalidades oral e escrita da línguagem possuem características distintas que se adaptam a diferentes situações de comunicação.
Relacione as modalidades com suas características.

Coluna 1 Modalidades

1. linguagem oral
2. linguagem escrita

Coluna 2 Características

( ) É permamente e possibilita planejamento e revisão.
( ) Permite emprego de coloquialidades, gírias e repetições enfáticas.
( ) Possibilita interação imediata.
( ) O emissor controla o ritmo e a direção da mensagem, sem interrupções.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3768899 Português
O textão é gênero resultante das redes sociais. Abaixo um exemplo fictício:
O show da vida perfeita e o preço que a gente paga
Gente, sério, preciso falar sobre um assunto que tá me incomodando real: a nossa geração e essa pira de querer mostrar que a vida é um comercial de margarina o tempo todo nas redes sociais.  Imagem associada para resolução da questão
A proposta da internet era conectar, mas parece que virou uma vitrine de egos. É foto do café da manhã perfeito, do corpo sarado na academia, da viagem dos sonhos… E a gente fica lá, rolando o feed, comparando nossa realidade (que tem boleto, espinha e dia ruim) com o palco dos outros. Isso é muito tóxico!
O problema não é só a “inveja” boba, é a pressão que a gente internaliza. A busca incessante por engajamento e aprovação mútua tá gerando uma ansiedade absurda. Quantas curtidas valem a sua saúde mental?
Vejo amigos fazendo de tudo por um story perfeito, ou pior, escondendo as dificuldades porque “pega mal” mostrar fraqueza. Que loucura é essa? A vida não é só filtro do Instagram. É sobre ser de verdade, com as imperfeições e tudo mais.
Precisamos de uma detox coletiva. De menos performance e mais essência. De menos tela e mais olho no olho. E de assumir que tá tudo bem não estar bem o tempo todo.
Fica a reflexão. Cuidem-se! Imagem associada para resolução da questão #VidaReal #SaúdeMental #SuperexposiçãoZero #GeraçãoZ #MenosFiltroMaisEssencia

Com base na análise do texto multimodal acima e nas expectativas para o gênero “postagem em rede social” (textão), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3768898 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A 1ª edição, dada à luz em 1902 pela Laemmert, do Rio de Janeiro, já alarmou seu Autor devido ao excesso de erros gráficos, conforme queixa ao amigo e mentor Francisco Escobar em carta datada de 19.10.1902.

Tenho passado mal. Chamaste-me a atenção para vários descuidos dos meus “Sertões”; fui lê-lo com mais cuidado – e fiquei apavorado! Já não tenho coragem de o abrir mais. Em cada página o meu olhar fisga um erro, um acento importuno, uma vírgula vagabunda, um (;) impertinente… Um horror! Quem sabe se isto não irá destruir todo o valor daquele pobre e estremecido livro? Manda-me dizer daí algo a respeito. Imagina que lá encontrei á facão, á pranchada, braço á braço, tempos á tempos, etc. etc.

Não te posso dizer como fiquei. Por fim – abrindo, ao acaso, depois do jantar, uma página, – encontrei isto:

– Não iludiu á história…

Não te descrevo o que houve! Quer isto dizer que estou à mercê de quanto meninote erudito brune as esquinas; e passível da férula brutal dos terríveis gramatiqueiros que passam por aí os dias a remascar preposições e a disciplinar pronomes!

Felizmente disseram também que o Victor Hugo não sabia francês.

Vou escrever ao Laemmert para reduzir quanto possível a 1ª edição, se houver tempo.

„ férula – autoridade rígida ou severa

„ brunir – lustrar, polir

„ remascar – mascar novamente


Galvão, Walnice Nogueira, Euclides da Cunha, Edição Crítica de Os Sertões, ed. Brasiliense, 1985, São Paulo, p. 18.
O emprego do sinal indicativo de crase assinala a contração de artigo com preposição.
Nos casos apontados abaixo, retirados do texto 2, foram empregados erradamente como acentos agudos.

1. Na frase “Não iludiu á história”, este a não deve receber acento indicativo de crase, por representar apenas preposição.
2. Na expressão “á facão”, este a representa apenas artigo, portanto também não deve receber acento indicativo de crase.
3. Na expressão “braço á braço”, este a representa apenas preposição, logo também não pode receber acento indicativo de crase.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3768897 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A 1ª edição, dada à luz em 1902 pela Laemmert, do Rio de Janeiro, já alarmou seu Autor devido ao excesso de erros gráficos, conforme queixa ao amigo e mentor Francisco Escobar em carta datada de 19.10.1902.

Tenho passado mal. Chamaste-me a atenção para vários descuidos dos meus “Sertões”; fui lê-lo com mais cuidado – e fiquei apavorado! Já não tenho coragem de o abrir mais. Em cada página o meu olhar fisga um erro, um acento importuno, uma vírgula vagabunda, um (;) impertinente… Um horror! Quem sabe se isto não irá destruir todo o valor daquele pobre e estremecido livro? Manda-me dizer daí algo a respeito. Imagina que lá encontrei á facão, á pranchada, braço á braço, tempos á tempos, etc. etc.

Não te posso dizer como fiquei. Por fim – abrindo, ao acaso, depois do jantar, uma página, – encontrei isto:

– Não iludiu á história…

Não te descrevo o que houve! Quer isto dizer que estou à mercê de quanto meninote erudito brune as esquinas; e passível da férula brutal dos terríveis gramatiqueiros que passam por aí os dias a remascar preposições e a disciplinar pronomes!

Felizmente disseram também que o Victor Hugo não sabia francês.

Vou escrever ao Laemmert para reduzir quanto possível a 1ª edição, se houver tempo.

„ férula – autoridade rígida ou severa

„ brunir – lustrar, polir

„ remascar – mascar novamente


Galvão, Walnice Nogueira, Euclides da Cunha, Edição Crítica de Os Sertões, ed. Brasiliense, 1985, São Paulo, p. 18.
No texto 2, Walnice Galvão, estudiosa da obra de Euclides da Cunha, analisa criticamente o livro Os Sertões.

Assinale alternativa cuja inferência é válida.
Alternativas
Q3768896 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A 1ª edição, dada à luz em 1902 pela Laemmert, do Rio de Janeiro, já alarmou seu Autor devido ao excesso de erros gráficos, conforme queixa ao amigo e mentor Francisco Escobar em carta datada de 19.10.1902.

Tenho passado mal. Chamaste-me a atenção para vários descuidos dos meus “Sertões”; fui lê-lo com mais cuidado – e fiquei apavorado! Já não tenho coragem de o abrir mais. Em cada página o meu olhar fisga um erro, um acento importuno, uma vírgula vagabunda, um (;) impertinente… Um horror! Quem sabe se isto não irá destruir todo o valor daquele pobre e estremecido livro? Manda-me dizer daí algo a respeito. Imagina que lá encontrei á facão, á pranchada, braço á braço, tempos á tempos, etc. etc.

Não te posso dizer como fiquei. Por fim – abrindo, ao acaso, depois do jantar, uma página, – encontrei isto:

– Não iludiu á história…

Não te descrevo o que houve! Quer isto dizer que estou à mercê de quanto meninote erudito brune as esquinas; e passível da férula brutal dos terríveis gramatiqueiros que passam por aí os dias a remascar preposições e a disciplinar pronomes!

Felizmente disseram também que o Victor Hugo não sabia francês.

Vou escrever ao Laemmert para reduzir quanto possível a 1ª edição, se houver tempo.

„ férula – autoridade rígida ou severa

„ brunir – lustrar, polir

„ remascar – mascar novamente


Galvão, Walnice Nogueira, Euclides da Cunha, Edição Crítica de Os Sertões, ed. Brasiliense, 1985, São Paulo, p. 18.
Em qual alternativa abaixo, retirada do texto 2, foi empregada linguagem denotativa.
Alternativas
Q3768895 Português
Catulo da Paixão Cearense (1863-1946) foi artista brasileiro, aclamado como o “Poeta do Sertão”. Popularizou o violão nos salões da elite carioca e difundiu a música popular brasileira no início do século XX.

Imagem associada para resolução da questão

Abaixo a letra da música Luar do Sertão, de Catulo da Paixão Cearense e de João Pernambuco.

Não há, oh gente, oh não Luar como este do sertão

Não há, oh gente, oh não Luar como este do sertão

Oh que saudade do luar da minha terra Lá na serra branquejando, foia seca pelo chão Este luar cá da cidade é tão escuro Não tem aquela saudade do luar do meu sertão

E a lua nasce por detrás da verde mata Mai parece um sor de prata prateando a solidão E a gente pega na viola que ponteia A canção e a lua cheia no bater do coração

Assinale a alternativa correta sobre a linguagem empregada na letra da música.
Alternativas
Q3768893 Português
O trecho final de Os Sertões, de Euclides da Cunha, transcrito abaixo, ao narrar a resistência final de Canudos, descreve a cena derradeira dos quatro últimos defensores – “um velho, dois homens feitos e uma criança” – diante de “cinco mil soldados”.

“Fechemos este livro. Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até o esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.”
Cunha, Euclides, Os Sertões, livraria Francisco Alves, 7ª ed, 1923, p. 611.

Assinale a alternativa que descreve corretamente como o texto literário, exemplificado pelo trecho de Euclides da Cunha, exerce a função humanizadora da literatura, segundo a BNCC.
Alternativas
Respostas
34601: C
34602: D
34603: B
34604: E
34605: D
34606: A
34607: E
34608: A
34609: D
34610: D
34611: C
34612: E
34613: B
34614: C
34615: A
34616: C
34617: D
34618: E
34619: E
34620: D