Questões de Concurso Sobre português

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Q3507626 Português
Assinale a alternativa em que há ERRO de acentuação em ao menos uma das palavras em destaque:
Alternativas
Q3507624 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


GRIPE AVIÁRIA


 O Instituto Butantan desenvolveu a primeira vacina brasileira contra a gripe aviária em seres humanos e está aguardando a autorização da Anvisa para começar os testes em voluntários. Esses testes, chamados de ensaios clínicos, serão realizados pelo Plátano Centro de Pesquisas Clínicas e vão envolver 700 pessoas nos estados de Pernambuco, Minas Gerais e São Paulo, com idades a partir de 18 anos.


O objetivo é verificar se a vacina é segura e se realmente estimula a proteção do organismo contra o vírus. Os voluntários receberão duas doses — da vacina ou de um placebo (substância sem efeito) — com 21 dias de intervalo entre elas. Depois disso, serão acompanhados por sete meses, com exames e visitas médicas regulares.


Antes de participar, todos passarão por uma triagem com exames no Real Hospital Português. Já a análise da resposta do sistema imunológico à vacina será feita na Fiocruz, em Pernambuco.


Essa vacina é chamada de "monovalente" porque é direcionada especificamente à cepa H5N8 do vírus da gripe aviária. A ideia é que ela ajude o Brasil a se preparar para possíveis surtos no futuro e contribua para a prevenção de novas pandemias.


Fonte: https://agenciagov.ebc.com.br/ (texto adaptado)

Por que a vacina é chamada de "monovalente", segundo o texto "GRIPE AVIÁRIA"?
Alternativas
Q3507623 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


GRIPE AVIÁRIA


 O Instituto Butantan desenvolveu a primeira vacina brasileira contra a gripe aviária em seres humanos e está aguardando a autorização da Anvisa para começar os testes em voluntários. Esses testes, chamados de ensaios clínicos, serão realizados pelo Plátano Centro de Pesquisas Clínicas e vão envolver 700 pessoas nos estados de Pernambuco, Minas Gerais e São Paulo, com idades a partir de 18 anos.


O objetivo é verificar se a vacina é segura e se realmente estimula a proteção do organismo contra o vírus. Os voluntários receberão duas doses — da vacina ou de um placebo (substância sem efeito) — com 21 dias de intervalo entre elas. Depois disso, serão acompanhados por sete meses, com exames e visitas médicas regulares.


Antes de participar, todos passarão por uma triagem com exames no Real Hospital Português. Já a análise da resposta do sistema imunológico à vacina será feita na Fiocruz, em Pernambuco.


Essa vacina é chamada de "monovalente" porque é direcionada especificamente à cepa H5N8 do vírus da gripe aviária. A ideia é que ela ajude o Brasil a se preparar para possíveis surtos no futuro e contribua para a prevenção de novas pandemias.


Fonte: https://agenciagov.ebc.com.br/ (texto adaptado)

Observe as palavras acentuadas no trecho abaixo, extraído do texto "GRIPE AVIÁRIA":


"O Instituto Butantan desenvolveu a primeira vacina brasileira contra a gripe aviária em seres humanos [...] Esses testes, chamados de ensaios clínicos , serão realizados pelo Plátano Centro de Pesquisas Clínicas [...]"


Com base nas regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3507620 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


SATÉLITE


O Brasil e a China estão avançando em sua cooperação espacial, com foco no desenvolvimento do satélite CBERS-5, projetado para melhorar o monitoramento terrestre no Brasil. Em 29 de abril de 2025, representantes dos dois países se reuniram no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para discutir o andamento e as próximas etapas do projeto.


O CBERS-5 será a evolução da série de satélites CBERS, operando em órbita geoestacionária para monitoramento contínuo do território brasileiro. Sua missão será o acompanhamento de fenômenos climáticos extremos e a coleta de dados sobre desmatamento e preservação ambiental.


O lançamento do satélite está previsto para 2030 e contará com tecnologias avançadas, ampliando a capacidade de observação e auxiliando na previsão de desastres naturais e gestão de recursos hídricos. A ministra Luciana Santos destacou o projeto como um marco na cooperação entre os dois países, com foco em inovações sustentáveis que beneficiem o meio ambiente e a sociedade.


A cooperação é parte de um esforço maior para estreitar os laços entre o Brasil e a China em alta tecnologia e inovação, alinhando-se aos princípios de desenvolvimento sustentável.


Fonte: https://agenciagov.ebc.com.br/ (texto adaptado)

Segundo o texto "SATÉLITE", o CBERS-5 contribuirá principalmente para:
Alternativas
Q3507582 Português
MANGUEZAIS 

O projeto BlueShore − Florestas de Carbono Azul, vinculado ao Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI/USP), visa quantificar a capacidade de sequestro de carbono dos manguezais brasileiros, ecossistemas costeiros que acumulam de três a cinco vezes mais carbono por hectare do que a Floresta Amazônica. Com aproximadamente 1 milhão de hectares, os manguezais brasileiros constituem a segunda maior extensão global desse tipo de floresta.

A pesquisa realiza coletas ao longo de todo o litoral nacional, considerando variáveis climáticas, geomorfológicas e geoquímicas que influenciam a dinâmica de armazenamento de carbono, majoritariamente concentrado nos solos (mais de 80%). O projeto também analisa o impacto antrópico regional sobre esses ecossistemas, como a urbanização, a expansão da carcinicultura e a conversão para pastagens, além de avaliar a biodiversidade local frente a concentrações elevadas de CO2.

Entre os objetivos específicos estão: desenvolver um índice de saúde do solo, caracterizar os mecanismos de estabilização do carbono nos sedimentos e identificar estratégias para integrar os manguezais ao mercado de créditos de carbono. Apesar da alta resiliência ecológica, esses ecossistemas apresentam vulnerabilidade à degradação decorrente da alteração no uso da terra, o que compromete sua função como sumidouro de carbono.

Fonte: Jornal da USP (disponível em https://jornal.usp.br - texto adaptado).
De acordo com o texto "MANGUEZAIS", o projeto BlueShore pretende criar um índice que:
Alternativas
Q3507224 Português
CULTURA LOCAL

A valorização da cultura local é o ato de reconhecer, preservar e promover as tradições, costumes, expressões artísticas e patrimônios culturais de uma comunidade. Isso fortalece a identidade do local e contribui para seu desenvolvimento social, econômico e turístico.

Valorizar a cultura é essencial para criar uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua história. Ao manter vivas as tradições, reforça-se a autoestima da população e o sentimento de pertencimento, além de garantir a transmissão desses saberes às próximas gerações.

A cultura local também movimenta a economia, especialmente por meio do turismo cultural, que atrai visitantes, gera empregos e amplia a renda da comunidade.

Preservar o patrimônio cultural — tanto os bens materiais como monumentos e objetos, quanto os imateriais como festas e danças — mantém viva a memória coletiva e reforça a identidade local, promovendo o respeito à diversidade.

Esse processo também está ligado ao desenvolvimento sustentável, pois estimula a economia sem degradar o meio ambiente. O turismo cultural é um bom exemplo de atividade econômica de baixo impacto. 

Quando a identidade cultural de uma comunidade é valorizada, seus moradores se sentem mais conectados ao lugar onde vivem. Isso fortalece os laços sociais e ajuda a construir uma sociedade mais justa, que respeita e celebra as diferenças.

Por Natanael Rocha, historiador.
Qual é o principal objetivo da valorização da cultura local, segundo o texto "CULTURA LOCAL"?
Alternativas
Q3507139 Português
CULTURA LOCAL

A valorização da cultura local é o ato de reconhecer, preservar e promover as tradições, costumes, expressões artísticas e patrimônios culturais de uma comunidade. Isso fortalece a identidade do local e contribui para seu desenvolvimento social, econômico e turístico.

Valorizar a cultura é essencial para criar uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua história. Ao manter vivas as tradições, reforça-se a autoestima da população e o sentimento de pertencimento, além de garantir a transmissão desses saberes às próximas gerações.

A cultura local também movimenta a economia, especialmente por meio do turismo cultural, que atrai visitantes, gera empregos e amplia a renda da comunidade.

Preservar o patrimônio cultural — tanto os bens materiais como monumentos e objetos, quanto os imateriais como festas e danças — mantém viva a memória coletiva e reforça a identidade local, promovendo o respeito à diversidade.

Esse processo também está ligado ao desenvolvimento sustentável, pois estimula a economia sem degradar o meio ambiente. O turismo cultural é um bom exemplo de atividade econômica de baixo impacto. 

Quando a identidade cultural de uma comunidade é valorizada, seus moradores se sentem mais conectados ao lugar onde vivem. Isso fortalece os laços sociais e ajuda a construir uma sociedade mais justa, que respeita e celebra as diferenças.

Por Natanael Rocha, historiador.
Segundo o texto "CULTURA LOCAL", como a valorização da cultura local impacta os moradores?
Alternativas
Q3507111 Português
Assinale a alternativa em que as palavras destacadas são homônimas.
Alternativas
Q3507110 Português
Qual das palavras abaixo é o antônimo de FELIZ
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Q3507109 Português
Qual das frases abaixo utiliza o ponto final corretamente? 
Alternativas
Q3507108 Português
Qual das palavras abaixo NÃO deveria ser acentuada segundo as regras do Novo Acordo Ortográfico?
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Q3507107 Português
Assinale a alternativa em que a separação das sílabas está correta.
Alternativas
Q3507106 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente, de acordo com a ortografia oficial da língua portuguesa.
Alternativas
Q3507105 Português

Texto I


O Gato no Telhado


Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.

— Oi, gatinho! — disse João.

O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.

Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.

No texto I, o que João fez depois de ajudar o gato? 
Alternativas
Q3507104 Português

Texto I


O Gato no Telhado


Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.

— Oi, gatinho! — disse João.

O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.

Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.

No texto I, quem ajudou o gato a descer? 
Alternativas
Q3507103 Português

Texto I


O Gato no Telhado


Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.

— Oi, gatinho! — disse João.

O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.

Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.

De acordo com o texto I, onde o gato estava?
Alternativas
Q3507102 Português

Texto I


O Gato no Telhado


Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.

— Oi, gatinho! — disse João.

O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.

Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.

O que João ouviu enquanto estava no quintal?
Alternativas
Q3507035 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

Considere estes dois periodos:
Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. (3° parágrafo)
Analisando-se a relação de sentido estabelecida entre esses dois períodos, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3507025 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós


        Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.


        Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.


        Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.


        Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em: 
Alternativas
Q3507024 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós


        Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.


        Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.


        Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.


        Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

Há no texto tanto o uso de conceitos como o de linguagem figurada, tal como ocorre, respectivamente, nas expressões 
Alternativas
Respostas
33021: D
33022: D
33023: B
33024: C
33025: B
33026: A
33027: C
33028: D
33029: C
33030: B
33031: E
33032: E
33033: D
33034: D
33035: C
33036: A
33037: B
33038: E
33039: D
33040: D