Questões de Concurso Sobre português

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Q3680244 Português
No período “As alunas preferem estudar gramática à literatura estrangeira”, a regência verbal merece atenção, pois o verbo “preferir” impõe exigência específica quanto à sua complementação.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3680243 Português
Leia o período: “As crianças, que brincavam na praça, alegravam a tarde com suas vozes.” O trecho “que brincavam na praça” estabelece uma relação sintática essencial para o entendimento da oração.

Assinale a alternativa que descreve corretamente sua classificação.
Alternativas
Q3680242 Português
A crônica urbana consolidou-se no Brasil a partir do século XIX como um gênero híbrido, situado entre o jornalismo e a literatura. Antonio Candido observa que sua força está em capturar a “poesia do banal”, revelando no cotidiano fragmentos de ironia, crítica social e reflexão existencial.

Assinale a alternativa que expressa adequadamente as características da crônica.
Alternativas
Q3680241 Português
A publicidade contemporânea apropria-se de múltiplas linguagens visual, verbal e sonora para associar produtos a valores culturais e subjetivos. Conforme discute Roland Barthes em Mitologias (1957), a mensagem publicitária raramente é neutra, pois funciona como mito moderno, atribuindo ao objeto significados que ultrapassam sua função prática.

Qual alternativa reflete esse efeito de sentido?
Alternativas
Q3680240 Português
No romance, a representação do discurso pode assumir diversas modalidades. O discurso indireto livre destaca-se por fundir a voz da personagem com a voz do narrador, criando uma zona de indistinção entre subjetividade e objetividade narrativa. Essa técnica foi explorada com maestria por autores como Machado de Assis, Clarice Lispector e Guimarães Rosa, cujas obras propõem ambiguidades e questionamentos interpretativos.

Qual alternativa exemplifica com precisão o uso do discurso indireto livre?
Alternativas
Q3680039 Português

Observe o trecho abaixo:


Durante o protesto, muitos exibiam cartazes com frases como ‘desumanização nunca mais’ e ‘reconstruamos a esperança’.


Com base na formação das palavras em destaque, assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3680038 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está plenamente correta, de acordo com a norma culta: 
Alternativas
Q3680037 Português
Assinale a alternativa em que o tempo verbal composto está empregado de forma gramaticalmente inadequada, de acordo com a norma culta:  
Alternativas
Q3680034 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

Considerando o texto como um todo, é possível afirmar que:
Alternativas
Q3680033 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

No trecho "há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias", o uso da metáfora do espelho tem a função de:
Alternativas
Q3680032 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

A escolha do título "Inteligência Artificial e o Espelho Ético" contribui para o texto ao: 
Alternativas
Q3680031 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

Ao dizer que "o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo", o autor: 
Alternativas
Q3680030 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

A principal tese desenvolvida no texto pode ser corretamente identificada como:
Alternativas
Q3679928 Português
Analise o texto abaixo, retirado do Caderno Pedagógico da Rede Municipal de Ensino de São José – Educação Infantil (2008, p. 70).

“A princípio víamos o ................................... somente como um documento para avaliar nossas crianças, entretanto, à medida que as discussões avançavam, passamos a perceber que, a partir desse documento, poderíamos também refletir sobre nossa prática pedagógica.”

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q3679443 Português
A respeito dos Gêneros Textuais, analise as sentenças a seguir:

I- O gênero charge combina elementos verbais e não verbais, geralmente com humor e crítica.
II- O gênero editorial é assinado pelo autor individual e sempre apresenta caráter narrativo.
III- O gênero carta aberta pode ser direcionado a um público amplo e publicado em meios de comunicação.
IV- O gênero ata registra fatos ocorridos em uma reunião, de forma objetiva e sem opiniões pessoais.

Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3679442 Português
Em relação aos Gêneros Textuais, uma resenha crítica se distingue de uma sinopse pois:
Alternativas
Q3679441 Português
A discussão dos Gêneros Textuais perpassa um entendimento amplo a respeito das suas tipologias e uso social. Assinale a alternativa em que todos os gêneros textuais pertencem à esfera publicitária.
Alternativas
Q3679440 Português
Leia os textos a seguir:

Texto 1

“O aumento no preço dos combustíveis exige que o governo apresente medidas concretas para conter o impacto no transporte e no custo de vida da população.”

Texto 2

“A partir da próxima segunda-feira, o preço da gasolina passará a custar R$ 6,50 em média nos postos da capital, segundo o Sindicato dos Revendedores.”

Com base na análise dos textos, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
32961: A
32962: E
32963: B
32964: C
32965: D
32966: A
32967: D
32968: D
32969: D
32970: C
32971: D
32972: D
32973: C
32974: C
32975: B
32976: C
32977: B
32978: D
32979: B
32980: B