Questões de Concurso Sobre português
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I. Em “um corredor sem janelas”, a expressão sugere uma experiência de confinamento, falta de perspectiva e dificuldade de vislumbrar saídas para os problemas contemporâneos.
II. Em “o mundo tivesse desaprendido a respirar”, a expressão indica a ausência de intervalos entre as crises, como se a realidade estivesse continuamente sufocada por novas urgências.
III. Em “anestesiados pela repetição do absurdo”, o termo destacado indica que as pessoas se tornaram mais sensíveis e reativas diante das crises sucessivas.
IV. Em “entre o medo e a esperança”, a expressão evidencia uma oscilação subjetiva diante da realidade, marcada simultaneamente por inquietação e expectativa de algum sentido possível.
Está correto o que se afirma em:
I. Obtu__o
II. Cafu__o
III. Ju__
IV. Parali__ar
___ proporção que foi vista _________ dia destruiu todas as nossas esperanças de um futuro melhor. ___ vista disso, ___ pessoa confiante compete o registro das suas escolhas futuras.
I. As professoras enviaram os atestados das suas faltas, _________ às procurações, para não sofrerem descontos.
II. __________ a mulher e o homem estão neste mundo.
III. Naquele mercantil, comprei melão e melancia ________.
IV. Não consigo imaginar ________ milhares de crianças nas ruas.
I. “O verdadeiro amor não se divide e há de ser voluntário e não forçado.” (Cervantes).
II. “Terás alegria, ou terás poder, disse Deus; não terás um e outro.” (Emerson).
III. “Os lábios do tolo entram na contenda, e a sua boca brada por açoites.” (Provérbios 18:6).
Está CORRETO o que se afirma:
( ) Nos tempos de guerra, na Itália, havia muitos facistas.
( ) No mês de maio, sou muito supersticioso.
( ) Mandaram embora todos aqueles bêbedos do bar.
( ) As bijouterias da vendedora foram roubadas.
Recomendações para quem já desenvolveu alguma doença
cardiovascular
O receio de praticar atividade física quando se tem o diagnóstico de uma doença no coração, de certa forma, tem uma justificativa. Isso porque existem cardiopatias que muitas vezes limitam temporariamente a prática da atividade física, mas que depois de controladas os indivíduos acometidos podem voltar à ativa. Nesse sentido, Cláudia Lúcia Forjaz, professora na Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, reforça que existem recomendações de atividade física de acordo com a doença apresentada ou até mesmo para o fator de risco presente no indivíduo, como por exemplo a obesidade.
Segundo ela, em termos de atividade física no sentido mais amplo, conforme apresentado pelo Guia de Atividade Física para a População Brasileira, todo mundo precisa ser mais ativo e praticar mais atividade física no seu dia a dia. Sempre respeitando os próprios limites. Do ponto de vista dos exercícios físicos, que são as atividades planejadas e estruturadas, é preciso uma prescrição profissional para as pessoas que sofrem com doenças do coração.
Dentro desse contexto, a especialista lista duas categorias que são as mais estudadas: exercícios aeróbicos e exercícios resistidos. Os exemplos de aeróbicos são: caminhada, dança ou natação. É o tipo de atividade mais recomendado, pois traz mais benefícios ao sistema cardiovascular. Já os exemplos de exercícios resistidos são: ginástica e musculação. São atividades que proporcionam mais benefícios musculoesqueléticos e menos no sistema cardiovascular.
Desde que observados os devidos cuidados e as devidas orientações, os exercícios resistidos podem complementar os aeróbicos, que são as indicações principais para quem sofre com doenças do coração ou apresenta condições de risco como a hipertensão. Isso porque, a depender da doença, um exercício de força pode prejudicar. Uma pessoa com hipertensão, por exemplo, pode apresentar contraindicações para trabalhar com altas intensidades na musculação. Isso aumentaria muito a sobrecarga cardiovascular. Mas de uma forma geral, é importante que as atividades físicas para esse público sejam preferencialmente leves a moderadas, explica a professora.
Fonte: Gov. Adaptado.
Recomendações para quem já desenvolveu alguma doença
cardiovascular
O receio de praticar atividade física quando se tem o diagnóstico de uma doença no coração, de certa forma, tem uma justificativa. Isso porque existem cardiopatias que muitas vezes limitam temporariamente a prática da atividade física, mas que depois de controladas os indivíduos acometidos podem voltar à ativa. Nesse sentido, Cláudia Lúcia Forjaz, professora na Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, reforça que existem recomendações de atividade física de acordo com a doença apresentada ou até mesmo para o fator de risco presente no indivíduo, como por exemplo a obesidade.
Segundo ela, em termos de atividade física no sentido mais amplo, conforme apresentado pelo Guia de Atividade Física para a População Brasileira, todo mundo precisa ser mais ativo e praticar mais atividade física no seu dia a dia. Sempre respeitando os próprios limites. Do ponto de vista dos exercícios físicos, que são as atividades planejadas e estruturadas, é preciso uma prescrição profissional para as pessoas que sofrem com doenças do coração.
Dentro desse contexto, a especialista lista duas categorias que são as mais estudadas: exercícios aeróbicos e exercícios resistidos. Os exemplos de aeróbicos são: caminhada, dança ou natação. É o tipo de atividade mais recomendado, pois traz mais benefícios ao sistema cardiovascular. Já os exemplos de exercícios resistidos são: ginástica e musculação. São atividades que proporcionam mais benefícios musculoesqueléticos e menos no sistema cardiovascular.
Desde que observados os devidos cuidados e as devidas orientações, os exercícios resistidos podem complementar os aeróbicos, que são as indicações principais para quem sofre com doenças do coração ou apresenta condições de risco como a hipertensão. Isso porque, a depender da doença, um exercício de força pode prejudicar. Uma pessoa com hipertensão, por exemplo, pode apresentar contraindicações para trabalhar com altas intensidades na musculação. Isso aumentaria muito a sobrecarga cardiovascular. Mas de uma forma geral, é importante que as atividades físicas para esse público sejam preferencialmente leves a moderadas, explica a professora.
Fonte: Gov. Adaptado.
( ) As palavras sublinhadas “segundo” e “conforme” têm, contextualmente, papel morfológico de conjunção.
( ) A palavra “que”, em suas duas ocorrências, morfologicamente, é um pronome relativo.
( ) No segmento “[...] sofrem com doenças do coração.”, caso mudássemos a preposição ‘com’ por ‘de’, haveria alteração sintático-semântica.
Recomendações para quem já desenvolveu alguma doença
cardiovascular
O receio de praticar atividade física quando se tem o diagnóstico de uma doença no coração, de certa forma, tem uma justificativa. Isso porque existem cardiopatias que muitas vezes limitam temporariamente a prática da atividade física, mas que depois de controladas os indivíduos acometidos podem voltar à ativa. Nesse sentido, Cláudia Lúcia Forjaz, professora na Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, reforça que existem recomendações de atividade física de acordo com a doença apresentada ou até mesmo para o fator de risco presente no indivíduo, como por exemplo a obesidade.
Segundo ela, em termos de atividade física no sentido mais amplo, conforme apresentado pelo Guia de Atividade Física para a População Brasileira, todo mundo precisa ser mais ativo e praticar mais atividade física no seu dia a dia. Sempre respeitando os próprios limites. Do ponto de vista dos exercícios físicos, que são as atividades planejadas e estruturadas, é preciso uma prescrição profissional para as pessoas que sofrem com doenças do coração.
Dentro desse contexto, a especialista lista duas categorias que são as mais estudadas: exercícios aeróbicos e exercícios resistidos. Os exemplos de aeróbicos são: caminhada, dança ou natação. É o tipo de atividade mais recomendado, pois traz mais benefícios ao sistema cardiovascular. Já os exemplos de exercícios resistidos são: ginástica e musculação. São atividades que proporcionam mais benefícios musculoesqueléticos e menos no sistema cardiovascular.
Desde que observados os devidos cuidados e as devidas orientações, os exercícios resistidos podem complementar os aeróbicos, que são as indicações principais para quem sofre com doenças do coração ou apresenta condições de risco como a hipertensão. Isso porque, a depender da doença, um exercício de força pode prejudicar. Uma pessoa com hipertensão, por exemplo, pode apresentar contraindicações para trabalhar com altas intensidades na musculação. Isso aumentaria muito a sobrecarga cardiovascular. Mas de uma forma geral, é importante que as atividades físicas para esse público sejam preferencialmente leves a moderadas, explica a professora.
Fonte: Gov. Adaptado.
I. Nem todos os exercícios físicos, a exemplo dos aeróbicos e resistidos, podem trazer benefícios ao órgão cardiovascular. As pessoas hipertensas são exemplo claro desse pressuposto.
II. A intensidade de exercícios deve ser de leve a moderada, já que, assim, não aumenta a sobrecarga do músculo cardíaco, proporcionando maiores benefícios ao paciente.
III. Os exercícios aeróbicos são os mais recomendados para benefício cardiovascular, pois os exercícios resistidos não trazem benefício ao coração.
Está CORRETO o que se afirma: