Questões de Concurso Sobre português

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Q4101731 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

Considerando a construção temática do texto, sua organização discursiva, os efeitos de sentido produzidos ao longo da argumentação e os elementos relacionados ao gênero e à tipologia textual, analise as partes que seguem:
(1a parte): A leitura global do texto permite inferir que sua ideia central e sua finalidade comunicativa concentram-se na reconstrução cronológica dos grandes conflitos armados do século XX utilizando os relatos memorialísticos de Stefan Zweig como estratégia argumentativa para atribuir responsabilidade histórica direta aos agentes que provocaram o colapso da hegemonia cultura europeia.
(2a parte)Considerando os aspectos composicionais, estilísticos e discursivos do texto, é possível classificá-lo, respectivamente, como crônica literária de caráter predominantemente narrativo, uma vez que o eixo central da produção textual reside na ficcionalização do convívio cotidiano e das interações subjetivas estabelecidas entre intelectuais europeus em contexto histórico específico.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4101730 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No quarto parágrafo, ao relatar a conclusão de Freud sobre as causas da guerra e da violência, o filosofo Denis Rosenfield utiliza a seguinte estrutura: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana. A partir da análise léxica do texto, o emprego do termo enraizada confere ao argumento a ideia de que a violência é um elemento:
Alternativas
Q4101729 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No quarto parágrafo, o texto expõe a estrutura teórica desenvolvida por Freud para explicar a recorrência dos conflitos armados: A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. Considerando a expressão sublinhada, pode-se afirmar que ocorre a figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q4101728 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

O quinto parágrafo cita o escritor Stefan Zweig e sua obra "O mundo de ontem" para ilustrar a frustração de uma geração de intelectuais do início do século XX. A partir da leitura desse trecho, fica pressuposto que a eclosão das guerras mundiais:
Alternativas
Q4101727 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No terceiro parágrafo do texto, ao analisar o posicionamento dos intelectuais diante da guerra, o filósofo afirma: O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Do ponto de vista da sintaxe da oração, o termo sublinhado classifica-se como:
Alternativas
Q4101726 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

De acordo com a análise do filosofo Denis Rosenfield sobre a correspondência entre Einstein e Freud, a principal divergência na postura intelectual dos dois pensadores diante da guerra consistia no fato de que:
Alternativas
Q4101694 Português
Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Eufemismo. B- Antítese. C- Hipérbole. D- Metáfora. E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- Esperei por esta notícia a vida inteira. 2- Ela riu primeiro, depois chorou. 3- Tal notícia foi um banho de água fria. 4- A água não para de chorar. 5- Sua namorada tem excesso de peso.
Alternativas
Q4101693 Português
A respeito do correto sinal indicativo de crase, marque a alternativa indevida.
Alternativas
Q4101692 Português
Abordando tipologia textual, leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Discurso indireto: pronomes e flexão verbal em 1ª ou 2ª pessoa. Exemplo: - Quero estudar, disse a menina.
( ) Discurso direto: tempos verbais (ordenados em relação ao momento da fala), presente do indicativo, (A nota é a mesma, afirmou o professor); pretérito perfeito, (Tudo continuou na mesma, retrucou a mulher); futuro do presente, (A tarefa estará terminada, sentenciou o patrão); modo imperativo, (Não saia daqui, afirmou a mãe).
( ) Discurso indireto: pronomes e flexão verbal em 3ª pessoa. Exemplo: A criança disse que queria brincar.
( ) Discurso indireto: tempos verbais (em correlação com o tempo em que se situa o narrador), pretérito imperfeito, (O professor confirmou que a nota era a mesma); pretérito mais-queperfeito, (O médico disse que tudo permanecera como antes); futuro do pretérito, (A namorada sentenciou que tudo estaria terminado em pouco tempo); modo subjuntivo, (A secretária determinou que não entrasse na sala).
Alternativas
Q4101691 Português
Reportando-se ao uso, ou não do hífen, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4101690 Português
Tratando-se de concordância nominal, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4101689 Português
 Em significação das palavras, os pares antigo/velho; aberto/fechado; apóstrofe/apóstrofo; afim/a fim, são respectivamente
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Q4101688 Português

Leia o texto para responder à questão.


A perca. (Martha Medeiros).


Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”


A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.


Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven.

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando. A perda é para sempre. As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “inusitada” significa: 
Alternativas
Q4101687 Português

Leia o texto para responder à questão.


A perca. (Martha Medeiros).


Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”


A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.


Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven.

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando. A perda é para sempre. As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.

Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (surpreendente, simplória, vocabulário), são respectivamente: 
Alternativas
Q4101686 Português

Leia o texto para responder à questão.


A perca. (Martha Medeiros).


Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”


A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.


Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven.

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando. A perda é para sempre. As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.

Analise o texto e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4101668 Português
Sobre os principais livros de literatura infantil, no que tange a obra "Bisa Bia, Bisa Be", de Ana Maria Machado, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4101658 Português
Com base na relação entre família, escola e desenvolvimento infantil, analise as assertivas a seguir:
A. O distanciamento das relações familiares e a fragilidade do convívio cotidiano podem repercutir negativamente no comportamento, na socialização e na aprendizagem da criança no ambiente escolar.
B. A formação integral da criança envolve responsabilidades compartilhadas entre família e escola, considerando que ambas influenciam o desenvolvimento social, afetivo e educacional infantil.
Sobre as assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101635 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades


    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante  destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

A análise da estrutura e dos processos de formação das palavras permite compreender como os morfemas constroem o sentido dos vocábulos no texto. Com base nos conceitos de morfologia e nos termos empregados no texto, analise as afirmações a seguir:
I. O elemento "des" em desigualdades é um prefixo que acrescenta à palavra a ideia de intensidade.
II. Na palavra analisar, o elemento sublinhado corresponde à vogal temática do verbo.
III. A palavra alunos apresenta desinência de gênero masculino marcada pela letra "s".
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101634 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades


    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante  destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

Analise o uso do conectivo destacado no seguinte trecho do último parágrafo: Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial. Do ponto de vista da coesão textual, a substituição de apesar de mantém a coerência e a correção gramatical do trecho em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto Legalle Órgão: Prefeitura de São Vendelino - RS Provas: Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Educação Infantil | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Ciências | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Matemática | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência na disciplina de Português | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Ensino Fundamental docência nas disciplinas de História/Geografia | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor de Educação Básica - Séries ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Inglês | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência nas disciplinas de Artes | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Servente | Instituto Legalle - 2026 - Prefeitura de São Vendelino - RS - Professor Educação Básica - para a docência na disciplina de Língua Estrangeira Moderna) Alemão |
Q4101633 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



A Educação no Brasil: entre metas e desigualdades


    O IBGE lançou no final de 2025 a Síntese de Indicadores Sociais (SIS): Uma análise das condições de vida da população brasileira 2025. A publicação examinou a frequência escolar e o nível de instrução, comparando-os com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A taxa de frequência escolar bruta (mede a proporção de crianças e jovens em determinada faixa etária que frequentam a escola, estando ou não na série adequada à idade) para crianças de 0 a 3 anos chegou a 39,7% em 2024, apontando uma melhoria de mais de 9 pontos percentuais em relação a 2016 (início da série histórica dessa publicação).


    Mas esses percentuais ainda estão abaixo da Meta 1 do PNE, que tem o objetivo de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Na faixa etária de 0 a 3 anos, o principal motivo para a criança não ter frequentado a escola foi por opção dos pais. A falta de escolas ou vagas era um fator também bastante  destacado, mais fortemente na Região Norte.


    Na faixa intermediária (de 6 a 14 anos), a taxa ficou estável, com 99,5% em 2024. Já para a faixa etária de 15 a 17 anos, que está majoritariamente no Ensino Médio, a taxa de frequência escolar bruta alcançou 93,5% em 2024, um dos avanços mais significativos da série. No entanto, a Meta 3 do PNE, que buscava a universalização total (100%) do atendimento escolar para essa faixa, ainda não foi plenamente atingida. Já para os jovens de 18 a 24 anos, a taxa de frequência bruta ficou em 31,5% em 2024, retornando ao patamar de 2016, mas permanecendo abaixo da Meta 12 do PNE (50%). Essa taxa havia tido uma redução entre 2019 (31,3%) e 2022 (30,6%).


    A pesquisa também avaliou a qualidade do fluxo escolar, ou seja, se os alunos estão na série correta para a idade, usando a Taxa Ajustada de Frequência Escolar Líquida (TAFEL). Para a faixa do Ensino Médio (15 a 17 anos), a TAFEL teve um aumento contínuo e chegou a 76,8% em 2024. Outro ponto positivo é que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos em 2024, ficando muito próxima da Meta 8 do PNE, que almeja um mínimo de 12 anos. Isso mostra que, em média, a juventude está passando mais tempo na escola. Essa média, no entanto, não mostra desigualdades, pois a média era 9,4 anos para moradores da zona rural. Médio, o estudo revela uma grande desigualdade entre homens e mulheres. Para os homens, o motivo mais citado para não frequentar a escola foi a necessidade de trabalhar, alcançando 61,2% em 2024. Já para as mulheres, os principais motivos estavam ligados ao trabalho não remunerado: gravidez e ter que realizar afazeres domésticos e de cuidados (38,2%). Isso indica que as responsabilidades domésticas e de cuidado ainda são um grande obstáculo para a educação feminina.


    As desigualdades regionais, de renda e de cor ou raça ainda persistem. Por exemplo, a Região Nordeste ainda enfrenta um grande desafio no letramento, registrando uma taxa de analfabetismo de 11,1% para pessoas com 15 anos ou mais em 2024, o que é duas vezes maior do que a média nacional (5,3%). A desigualdade de renda também e clara: enquanto os jovens de 18 a 29 anos nos 25% com menores rendimentos tinham em média 10,6 anos de estudo, aqueles no quartil de maiores rendimentos alcançaram uma média de 13,5 anos. Além disso, apesar de as mulheres brancas terem a maior taxa de frequência escolar líquida (TAFEL) em relação a todos os outros grupos, a vantagem feminina não supera a desigualdade racial, e as mulheres e homens pretos ou pardos ainda tinham as taxas mais baixas no Ensino Superior.


Fonte: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-

especiais/23113-a-educacao-no-brasil-entre-metas-e-

desigualdades.html (com adaptações).

No quarto parágrafo, o texto afirma que a média de anos de estudo para os jovens de 18 a 29 anos atingiu 11,9 anos, aproximando-se da Meta 8 do PNE. Em seguida, pondera que esse dado não mostra as desigualdades locais (como os 9,4 anos na zona rural). A relação lógica e a hierarquia de ideias estabelecidas entre essas duas informações configuram uma relação de:
Alternativas
Respostas
2841: C
2842: A
2843: D
2844: A
2845: B
2846: B
2847: A
2848: B
2849: D
2850: B
2851: A
2852: B
2853: B
2854: C
2855: D
2856: B
2857: C
2858: A
2859: D
2860: B