Questões de Concurso Sobre português
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Malu voltou ao tema em outra coluna: “A atuação da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, em defesa do Banco Master, não é desconhecida apenas no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). No Banco Central, também não há registros de acesso da advogada, apesar de o contrato milionário firmado com o Master prever expressamente a atuação dela perante a instituição”.
( ) Nota-se que as aspas presentes isolam uma fala a qual não pertence ao autor do texto, justificando-se, desse modo, por reproduzir um discurso direto.
( ) O termo “mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes” encontra-se isolado obrigatoriamente por vírgulas por se tratar de um Aposto explicativo.
( ) O termo “No Banco Central” está isolado por uma vírgula facultativa por exercer a função sintática de Adjunto adnominal no contexto.
( ) A vírgula usada antes de “apesar de o contrato milionário firmado com o Master prever expressamente a atuação dela perante a instituição” se justifica por isolar uma oração subordinada adverbial concessiva.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que, pela ordem, a sequência correta é:
I. Em “Um total de R$ 129 milhões em três anos ou R$ 3,6 milhões mensais, sendo que R$ 79 milhões foram efetivamente recebidos para atuar no Judiciário, MPF, PF, BC, Receita Federal, PGFN e Cade.”, nota-se que as expressões em destaque sofreram o processo de Abreviação vocabular.
II. Em “Também de O Globo, Lauro Jardim comentou sobre o silêncio geral acerca do assunto explosivo...”, nota-se um equívoco gramatical, pois deveria haver a contração obrigatória entre a Preposição “de” e o Artigo definido “O”, possibilitando a escrita do trecho da seguinte forma: “Também do Globo”.
III. Em “Em qualquer país normal, essas informações seriam suficientes para uma hecatombe política!”, a expressão destacada é um adjetivo que passaria a sofrer o processo de derivação imprópria caso o fragmento fosse reescrito da seguinte forma “...essas informações seriam o suficiente para uma hecatombe política!”, não prejudicando o sentido do contexto.
IV. Em “Ninguém sabe como Moraes será parado.”, o elemento em destaque funciona como uma conjunção integrante, já que inicia uma oração subordinada substantiva no contexto em relação à oração principal antecedente.
Pode-se dizer que está correto o que se afirmou somente em:
“Enquanto Alexandre de Moraes segue praticando o mal, abusando dos direitos humanos, atropelando os demais poderes, perseguindo conservadores e ignorando o maior escândalo de corrupção do STF de que se tem notícia, o país se mostra sob anestesia geral. Uns fingem que há normalidade institucional no Brasil, outros até aplaudem Moraes, pois não gostam dos bolsonaristas. E o arbítrio avança a todo vapor e sem qualquer pudor.”
Assinale a alternativa cuja palavra em destaque esteja classificada morfologicamente de modo incorreto entre parênteses.
“Na mesma semana, Moraes condenava Filipe Martins a mais de 20 anos de prisão, mesmo sem qualquer prova do crime. Ao contrário, a defesa apresentou fartas evidências de que o exassessor de Bolsonaro desejava aceitar o resultado das eleições, não saiu do país, não participou de qualquer reunião com os militares etc. Nada disso valeu qualquer coisa.”
Os elementos coesivos sequenciais servem para ligar de modo evidente as ideias estabelecidas entre as diferentes partes de um texto. A partir disso, nota-se que, no contexto em que se insere o período em destaque, poder-se-ia acrescentar antes dele um elemento adequado para a manutenção do seu valor semântico, o que se apresenta em:
( ) Em “A promiscuidade no Poder Judiciário é conhecida, com palestras para eventuais réus, caronas em jatinhos ou escritórios de cônjuges atuando nos tribunais de seus parceiros sem qualquer constrangimento ou suspeição.”, a palavra em destaque reforça a crítica feita pelo articulista, na medida em que representa uma oposição lógica para a enumeração dos fatos expostos.
( ) Em “Nada disso parece importar. No lançamento do SBT News, lá estava Alexandre de Moraes como convidado de honra, com direito a discurso em que agradeceu ao presidente Lula pelo empenho em derrubar a Lei Magnitsky. O ministro celebrou a sua revogação numa festa com ícones dos três Poderes. Novamente, promiscuidade é pouco para descrever tanta indecência.”, a parte em destaque reitera a crítica do articulista quanto à corrupção decorrente no âmbito político.
( ) Em “Em qualquer país normal, essas informações seriam suficientes para uma hecatombe política!”, o articulista inclui contextualmente o Brasil na afirmação destacada por eximi-lo do crime de tráfego de influência no Poder Judiciário, já que, diferentemente de ditaduras, o país se mantém como regime democrático.
( ) Em “Flávio Dino, o comunista, afirmou que foi um julgamento técnico, sem qualquer vingança, e Moraes endossou o mesmo discurso. Mas todos viram que foi um teatro soviético que instalou de vez no Brasil o ‘crime de opinião’.”, o articulista expõe ironicamente que o Estado brasileiro prescinde de um Poder judiciário isento nos julgamentos feitos, uma vez que este preza por fatores como isonomia e imparcialidade nos julgamentos feitos.
( ) Em “Quem, nesse cenário, acredita em eleição limpa, ainda mais com Flávio Bolsonaro disputando contra o sistema, demonstra muita ingenuidade.”, o autor sugere, em consonância com o gênero textual criado, a opinião de que a expressão destacada não contradirá as denúncias apresentadas, reforçando a ideia do tráfego de influência instaurado no país, para beneficiar aliados e perseguir adversários.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pela ordem, a sequência correta do que se afirmou acima é:
Leia o fragmento abaixo antes de responder ao que se pede.
“Enquanto Alexandre de Moraes segue praticando o mal, abusando dos direitos humanos, atropelando os demais poderes, perseguindo conservadores e ignorando o maior escândalo de corrupção do STF de que se tem notícia, o país se mostra sob anestesia geral.”
Pelo contexto, a expressão em destaque significa uma crítica em relação à sociedade como um todo diante da denúncia feita. Assinale a alternativa que não representa essa ideia enquanto valor semântico.
I. O texto expõe a denúncia a respeito do crime de tráfego de influência para justificar o ato ilícito que ocorreu em troca de favorecimento judicial.
II. Nota-se que o articulista apresentou o julgamento de Filipe Martins como contraponto à conduta do Poder Judiciário, tanto no que diz respeito ao senso de justiça, quanto ao preceito moral do condenado.
III. O texto prescinde de críticas e análise do cenário político como forma de estender a denúncia feita sobre o Supremo Tribunal Federal.
IV. O autor do texto defende a ideia de que a denúncia feita por O Globo é de linha sensacionalista ao favorecer o esquema denunciado.
Pode-se afirmar que está correto o que se afirmou somente em:
Leia as afirmações abaixo sobre elementos constitutivos do texto I antes de julgar o que se pede.
I. Em “Fiz o que ele me mandou. Fui para a lateral e comecei a alongar.”, pode-se dizer que os pronomes destacados se referem à mesma pessoa.
II. Em “Aquele lampejo durou até o apito do juiz que o fizera não para acabar o jogo, mas para indicar mais um gol dos caras.”, enquanto o pronome demonstrativo “Aquele” que acompanha o substantivo “lampejo” é alusivo ao pensamento anterior idealizado por parte do narrador-personagem, o pronome oblíquo “o” representa a ação de apitar exercida pelo juiz.
III. Em “Irreconhecíveis em campo, errávamos tudo, e a impressão é a de que nem tínhamos treinado.”, as duas vírgulas foram usadas por motivos diferentes, segundo as regras de pontuação.
IV. Em “Aquilo mexeu no meu orgulho. Fiquei louco na hora. Ao mesmo tempo, deixando de lado o passional, refleti aos olhos da razão que ele não estava de todo errado.” O pronome destacado representa no contexto o nome “Madureira”.
Pode-se dizer que, a partir da leitura do texto I, encontra-se correto o que se afirmou somente em:
Leia o fragmento abaixo antes de analisar o que se pede.
“Era dia de jogo na várzea em uma cidade do interior baiano. Torneio local em campinho de terra. Porém, para mim, era final de Copa do Mundo. Campo apinhado, umas trezentas pessoas ou mais. Impossível não sentir o peso da atmosfera!”
(_) A palavra “apinhado” tem por sentido “deteriorado”, “estragado”.
(_) A palavra “local” é um Adjetivo que expressa uma característica do Substantivo “torneio”.
(_) A Conjunção “Porém” foi utilizada para marcar uma ideia de oposição entre os períodos.
(_) No fragmento “em uma cidade do interior baiano”, a palavra “uma” é um Artigo indefinido enquanto “trezentas”, na parte “trezentas pessoas” é um Numeral cardinal.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pela ordem, a sequência correta é:
Leia a passagem do texto I abaixo a fim de responder à questão
Fiz o que ele me mandou. Fui para a lateral e comecei a alongar. Foi então que um corneteiro virou para o meu lado e começou:
- Tu é muito ruim, galego. Perna de pau mesmo. Vai pra casa, carniça!
Não suportando a ofensa, me virei para ele e vociferei:
- Tu nunca me viu jogar. Fica quieto.
- E precisa? Reserva de um time desse?! – respondeu o torcedor.
Leia a passagem do texto I abaixo a fim de responder à questão
Fiz o que ele me mandou. Fui para a lateral e comecei a alongar. Foi então que um corneteiro virou para o meu lado e começou:
- Tu é muito ruim, galego. Perna de pau mesmo. Vai pra casa, carniça!
Não suportando a ofensa, me virei para ele e vociferei:
- Tu nunca me viu jogar. Fica quieto.
- E precisa? Reserva de um time desse?! – respondeu o torcedor.
TEXTO I
O RESERVA
Era dia de jogo na várzea em uma cidade do interior baiano. Torneio local em campinho de terra. Porém, para mim, era final de Copa do Mundo. Campo apinhado, umas trezentas pessoas ou mais. Impossível não sentir o peso da atmosfera!
Parece que não fui só eu quem sentiu! Irreconhecíveis em campo, errávamos tudo, e a impressão é a de que nem tínhamos treinado. Na verdade, não treinamos. Chico era carpinteiro, Manéu, ajudante de pedreiro, Timba da rua de baixo pintava casas. Fazer o quê? Pensamento alto de jogador que acha que é profissional ao dar palpite na partida do seu time de coração.
O fato é que trememos. Infelizmente. Quando dei por fé, o placar de três a zero no primeiro tempo, já com dez do segundo, ia em cinco, sem nem sequer sujarmos a roupa do goleiro deles. Nisso, a nossa torcida começou a protestar. Acreditem, nem a Gaviões da Fiel o faria do mesmo jeito. Sem alambrado, o campo hostil balançava. Pior, fazia tremer a terra. Uma La Bombonera do Sertão. Teve uma hora que pedi para meu São Judas Tadeu, na sua missão mais atarefada, me tirar dali.
Placar adverso, torcida visitante que ria – bater resenha faz parte – e a minha querendo nos matar. Não sei se disse que fiquei noventa por cento do jogo no banco de reservas. Já estava amuado. Foi então que Madureira olhou para o banco e me chamou finalmente.
- Aquece!
Me senti a arma secreta, o cara que ia mudar o jogo que já estava sete a um. Sim, fizemos um gol! Tudo bem que foi recuo errado deles que enlouqueceram com o coitado do goleiro o qual, sem nenhuma ação no jogo, disperso, deixou passar a bola. Mas gol é gol. Comemoramos muito.
Fiz o que ele me mandou. Fui para a lateral e comecei a alongar. Foi então que um corneteiro virou para o meu lado e começou:
- Tu é muito ruim, galego. Perna de pau mesmo. Vai pra casa, carniça!
Não suportando a ofensa, me virei para ele e vociferei:
- Tu nunca me viu jogar. Fica quieto.
- E precisa? Reserva de um time desse?! – respondeu o torcedor.
Aquilo mexeu no meu orgulho. Fiquei louco na hora. Ao mesmo tempo, deixando de lado o passional, refleti aos olhos da razão que ele não estava de todo errado. Minha verve deu uma abaixada. De motivado, passei a continuar meu aquecimento um pouco cabisbaixo.
Pensei: se entrar em campo e fizer mais oito gols calarei a boca deles, sairei nos braços do povo. Chegará um contrato, pois os blogs vão noticiar o feito, a Tevê virá me entrevistar, grandes clubes me farão uma proposta, irei para o exterior. Chegaria ao Real Madrid. Bola de ouro? Quem sabe? Galego do time da virada, Galego do time do Amor!
Aquele lampejo durou até o apito do juiz que o fizera não para acabar o jogo, mas para indicar mais um gol dos caras. Daí a invasão aconteceu. Uns trinta torcedores vinham em nossa direção e começamos a correr desesperadamente. Finalmente corremos. Já era hora. A gritaria tomou conta. Dá nele bola! Foi nego pra tudo que é lado. Jogo de vida ou morte.
TELLES, Jorge. Histórias Avulsas 2025.
Analise cada afirmação abaixo antes de julgar o que se pede:
( ) Em “Irreconhecíveis em campo, errávamos tudo, e a impressão é a de que nem tínhamos treinado. Na verdade, não treinamos. Chico era carpinteiro, Manéu, ajudante de pedreiro, Timba da rua de baixo pintava casas. Fazer o quê?”, a passagem em destaque evidencia que o baixo rendimento do time do narrador se justificava, pois estes eram atletas amadores os quais não possuíam entrosamento enquanto equipe.
( ) Em “Me senti a arma secreta, o cara que ia mudar o jogo que já estava sete a um. Sim fizemos um gol!”, o narrador justifica que, apesar do baixo desempenho do seu time, o gol mencionado foi fruto do mérito que a equipe dele teve em jogada ensaiada.
( ) Em “Pensei: se entrar em campo e fizer mais oito gols calarei a boca deles, sairei nos braços do povo. Chegará um contrato, pois os blogs vão noticiar o feito, a tevê virá me entrevistar, grandes clubes me farão uma proposta, irei para o exterior. Chegaria ao Real Madrid. Bola de ouro? Quem sabe? Galego do time da virada, Galego do time do Amor!”, nota-se que a passagem em evidência é desprovida de suposição a respeito de um sonho do narrador.
( ) Em “Daí a invasão aconteceu. Uns trinta torcedores vinham em nossa direção e começamos a correr desesperadamente. Finalmente corremos. Já era hora. A gritaria tomou conta. Dá nele bola! Foi nego pra tudo que é lado. Jogo de vida ou morte.”, a expressão em destaque, apesar de possuir um sentido de jogo decisivo no futebol, representa a fuga dos jogadores do time do narrador.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pela ordem, a sequência correta é:
TEXTO I
O RESERVA
Era dia de jogo na várzea em uma cidade do interior baiano. Torneio local em campinho de terra. Porém, para mim, era final de Copa do Mundo. Campo apinhado, umas trezentas pessoas ou mais. Impossível não sentir o peso da atmosfera!
Parece que não fui só eu quem sentiu! Irreconhecíveis em campo, errávamos tudo, e a impressão é a de que nem tínhamos treinado. Na verdade, não treinamos. Chico era carpinteiro, Manéu, ajudante de pedreiro, Timba da rua de baixo pintava casas. Fazer o quê? Pensamento alto de jogador que acha que é profissional ao dar palpite na partida do seu time de coração.
O fato é que trememos. Infelizmente. Quando dei por fé, o placar de três a zero no primeiro tempo, já com dez do segundo, ia em cinco, sem nem sequer sujarmos a roupa do goleiro deles. Nisso, a nossa torcida começou a protestar. Acreditem, nem a Gaviões da Fiel o faria do mesmo jeito. Sem alambrado, o campo hostil balançava. Pior, fazia tremer a terra. Uma La Bombonera do Sertão. Teve uma hora que pedi para meu São Judas Tadeu, na sua missão mais atarefada, me tirar dali.
Placar adverso, torcida visitante que ria – bater resenha faz parte – e a minha querendo nos matar. Não sei se disse que fiquei noventa por cento do jogo no banco de reservas. Já estava amuado. Foi então que Madureira olhou para o banco e me chamou finalmente.
- Aquece!
Me senti a arma secreta, o cara que ia mudar o jogo que já estava sete a um. Sim, fizemos um gol! Tudo bem que foi recuo errado deles que enlouqueceram com o coitado do goleiro o qual, sem nenhuma ação no jogo, disperso, deixou passar a bola. Mas gol é gol. Comemoramos muito.
Fiz o que ele me mandou. Fui para a lateral e comecei a alongar. Foi então que um corneteiro virou para o meu lado e começou:
- Tu é muito ruim, galego. Perna de pau mesmo. Vai pra casa, carniça!
Não suportando a ofensa, me virei para ele e vociferei:
- Tu nunca me viu jogar. Fica quieto.
- E precisa? Reserva de um time desse?! – respondeu o torcedor.
Aquilo mexeu no meu orgulho. Fiquei louco na hora. Ao mesmo tempo, deixando de lado o passional, refleti aos olhos da razão que ele não estava de todo errado. Minha verve deu uma abaixada. De motivado, passei a continuar meu aquecimento um pouco cabisbaixo.
Pensei: se entrar em campo e fizer mais oito gols calarei a boca deles, sairei nos braços do povo. Chegará um contrato, pois os blogs vão noticiar o feito, a Tevê virá me entrevistar, grandes clubes me farão uma proposta, irei para o exterior. Chegaria ao Real Madrid. Bola de ouro? Quem sabe? Galego do time da virada, Galego do time do Amor!
Aquele lampejo durou até o apito do juiz que o fizera não para acabar o jogo, mas para indicar mais um gol dos caras. Daí a invasão aconteceu. Uns trinta torcedores vinham em nossa direção e começamos a correr desesperadamente. Finalmente corremos. Já era hora. A gritaria tomou conta. Dá nele bola! Foi nego pra tudo que é lado. Jogo de vida ou morte.
TELLES, Jorge. Histórias Avulsas 2025.
Leia as afirmações abaixo sobre o texto I antes de julgar o que se pede.
I. Pode-se afirmar que o texto é de natureza essencialmente narrativa, já que apresenta elementos como narrador, personagens, enredo e cenário.
II. Por ser uma Narração, nota-se a ausência de características dos demais tipos de texto, como a Descrição.
III. Um dos aspectos do relato feito é a imparcialidade diante da visão de mundo objetiva quanto ao esporte em evidência.
IV. Prepondera, no relato feito, o aspecto otimista do narrador personagem diante da concretização das suas expectativas.
Pode-se dizer que, a partir da leitura do texto I, encontra-se correto o que se afirmou somente em: