Questões de Concurso Sobre português

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Q3784942 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa na qual as duas palavras possuam dígrafos:  
Alternativas
Q3784941 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa que apresente termo que, ao ser usado no período, estabeleça o sentido contrário ao original no texto: É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. 
Alternativas
Q3784940 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa que apresente o tipo de relação estabelecida entre os períodos do texto pelo termo em destaque no período: Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. 
Alternativas
Q3784900 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encanto ou Ilusão



Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!


André corria e gritava:


— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.


Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.


A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.



ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.

No trecho do texto — "Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana." — a vírgula foi utilizada com uma função específica. A partir dessa observação, assinale a alternativa que apresenta corretamente o motivo do uso da vírgula nesse caso. 
Alternativas
Q3784665 Português
"Os financiamentos poderão ser contratados por estados, municípios e o Distrito Federal, com juros abaixo do mercado e prazos de pagamento de até 20 anos. No caso da saúde, também estão aptas a participar organizações filantrópicas e sociais conveniadas ao SUS, como Santas Casas e Organizações Sociais (OS). As inscrições estão abertas desde 13 de outubro e seguem até 7 de novembro."
Quanto às regras de acentuação, julgue as afirmativas a seguir:
I.A palavra 'municípios' é proparoxítona, ou seja, a antepenúltima sílaba é a tônica. Segundo a regra, todas as palavras proparoxítonas são acentuadas.
II.A forma verbal 'poderão' recebe acento gráfico diferencial, pois refere-se à forma verbal do verbo 'poder', que é acentuada para se diferenciar da 3ª pessoa do singular.
III.O vocábulo 'saúde' está corretamente acentuado pela regra do 'u' tônico que forma hiato com a vogal anterior. A mesma regra se aplica ao vocábulo 'feiúra', que também está grafado corretamente com acento.
IV.O vocábulo 'até' recebe acento por ser uma palavra oxítona terminada em 'e'. As oxítonas terminadas em 'e' e 'o' também são acentuadas.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3784664 Português
"Os trabalhadores terceirizados são parte fundamental da Administração Pública Federal e da implementação de políticas públicas para a população. Com base nisso, o MGI publicou o Decreto 12.174/24, que estabelece novas regras para garantir direitos mínimos, como salário-base e benefícios."
O vocábulo 'salário-base' está corretamente grafado com hífen. Analise o emprego do hífen nos vocábulos a seguir e assinale aquele que apresenta grafia incorreta: 
Alternativas
Q3784603 Português
O estudo da língua e da linguagem é fundamental, pois constituem instrumentos essenciais de interação humana. Por meio da linguagem, podem ser expressos sentimentos, ideias e conhecimentos, bem como exercida influência sobre os interlocutores. Na contemporaneidade, marcada por transformações sociais e pelo avanço tecnológico, diferentes linguagens − verbais e não verbais − se cruzam e se modificam continuamente. Assim, o conhecimento linguístico não deve ser mecânico, mas articulado às múltiplas formas de comunicação atuais, como cinema, fotografia, música, quadrinhos e mídias digitais. O objetivo central é que o estudante compreenda a língua como um processo dinâmico de interação social, capaz de orientar ações e promover interlocução significativa.
Com base nos conceitos, princípios e objetivos do ensino de Língua Portuguesa, identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3784601 Português
Há diversos tipos de textos, e cada um deles apresenta estruturas próprias, linguagem específica, vocabulário característico, construções frasais particulares, tempos verbais adequados, relações lógicas distintas e modos específicos de interação com o leitor. A identificação da tipologia textual exige a observação de aspectos sintáticos e lexicais.
Considerando os tipos de textos classificados segundo estruturas específicas — narrativo, descritivo, expositivo, dissertativo e injuntivo — complete as lacunas a seguir.
I.Uma das características fundamentais do texto____ é a presença de um narrador, cuja função é relatar um enredo constituído por elementos como tempo, espaço, personagens e ações.
II.A principal característica do texto____é apresentar, de modo detalhado, algo ou alguém, permitindo ao leitor formar uma imagem clara do objeto retratado. Para favorecer a compreensão e a adequada estruturação desse tipo de texto, empregam-se adjetivos, verbos de ligação, bem como recursos expressivos, como metáforas e comparações.
III.O texto___ tem como finalidade informar e esclarecer o leitor por meio da apresentação de um determinado assunto ou tema. Esse tipo de texto não busca convencer, mas apenas expor conhecimentos, ideias e pontos de vista, empregando uma linguagem clara e concisa.

A sequência correta que preenche as lacunas, respectivamente, é:
Alternativas
Q3784598 Português
O texto constitui um conjunto harmônico de elementos articulados por processos de coordenação ou subordinação. A união de períodos dá origem aos parágrafos; estes, por sua vez, interligam-se para formar o produto final, isto é, o texto.
Nesse processo, determinados recursos garantem a inteligibilidade do texto, assegurando que suas partes se relacionem de maneira adequada. Quando essas ligações não são estabelecidas de forma eficiente, o sentido lógico do texto fica comprometido.
Com base nisso e nos conhecimentos acerca dos recursos de coesão e coerência, julgue as afirmativas a seguir:
I.Um texto coerente pressupõe a ausência de contradições, evitando que o leitor seja conduzido a interpretações equivocadas. Para garantir a clareza textual, o autor deve adotar certos cuidados, entre os quais se destaca a necessidade de evitar construções suscetíveis de gerar múltiplas interpretações. Um exemplo disso é a frase 'Carolina, funcionária pública, pediu a Marcos para sair antes do horário', enunciado que pode gerar interpretação dúbia.
II.A pontuação desempenha papel fundamental na escrita, pois organiza as ideias, regula o ritmo da leitura, substitui elementos da oralidade — como entonação e gestos — e assegura a clareza e o sentido de frases e textos. A vírgula, por exemplo, é um sinal de pontuação que pode, em certos contextos, ser acrescentado ao enunciado sem alterar o sentido, apenas tornando a frase mais fluida, como se observa nos exemplos a seguir: 'A professora agitada corria pelo corredor da escola'. 'A professora, agitada, corria pelo corredor da escola'.
III.Os pronomes demonstrativos figuram entre os principais conectores da língua portuguesa, pois estabelecem relações entre termos no tempo, no espaço e no próprio texto. O exemplo a seguir ilustra o uso adequado desse tipo de conector:
O professor e o aluno estavam felizes. Aquele por ter passado no concurso, este por ter ganhado a olimpíada de matemática.
IV.O paralelismo é um recurso associado à coordenação de segmentos que apresentam valores sintáticos equivalentes, conteúdos semânticos semelhantes e estruturas gramaticais paralelas. O emprego adequado desse recurso pode ser observado no enunciado: 'A professora pediu para a aluna ir à biblioteca e que, na volta, passasse na sala dos professores'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3784596 Português
Professor tem direito à meia-entrada?

No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal.

A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores.

Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação.

Por exemplo, em São Paulo, a Lei Estadual n.º 10.858/2001 concede meia-entrada a professores das redes públicas estadual e municipal.

Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham esse benefício.

Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.

Em algumas regiões, tanto professores da rede pública quanto da privada têm acesso ao benefício. Por exemplo, no estado de Goiás, a Lei Estadual n.º 17.575/2012 assegura meia-entrada a professores das redes pública e privada.

Entretanto, em outras localidades, o benefício pode ser restrito apenas a docentes da rede pública. Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.


Professor tem direito a meia-entrada em quais eventos?

Professores têm esse direito em diversos eventos culturais, esportivos e de lazer, como em jogos de futebol, cinema, teatros e outros tipos de eventos. Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada.

A meia-entrada para professores funciona de forma semelhante ao benefício para estudantes e outros grupos, oferecendo 50% de desconto em ingressos.

No geral, para acessar o desconto, eles devem apresentar documentos que comprovem sua atuação profissional, como contracheques ou declarações das instituições onde trabalham.

Além disso, esses profissionais devem se informar sobre os locais onde esse direito é aceito e as condições específicas de cada estabelecimento, pois algumas instituições exigem comprovações adicionais ou limitam o benefício a determinados eventos.


https://meutudo.com.br/blog/professor-tem-direito-a-meia-entrada/
"Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação."
No trecho, se a expressão 'esse direito' fosse substituída por um pronome oblíquo, ocorreria a próclise, em razão de uma regra específica de colocação pronominal.
Analise agora as regras de colocação dos pronomes oblíquos, conforme a norma-padrão, considerando sua posição em relação ao verbo.
I.Em locuções verbais formadas por um verbo auxiliar mais verbo no infinitivo, o pronome pode vir enclítico ao auxiliar, sem o emprego do hífen, como em 'Eu quero lhe falar'.
II.Em locuções verbais formadas por um verbo auxiliar mais verbo no infinitivo, o pronome pode vir enclítico ao verbo principal ligado por hífen, como em 'Eu quero falar-lhe'.
III.A próclise ocorre quando há palavras atrativas próximas ao verbo, como advérbios, pronomes demonstrativos e conjunções subordinativas. No entanto, quando o verbo estiver no infinitivo, pode ocorrer ênclise, mesmo na presença dessas palavras atrativas.
IV.A próclise ocorre com o gerúndio precedido de preposição 'em', como em 'Em se tratando de dinheiro, não fale comigo'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3784595 Português
Professor tem direito à meia-entrada?

No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal.

A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores.

Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação.

Por exemplo, em São Paulo, a Lei Estadual n.º 10.858/2001 concede meia-entrada a professores das redes públicas estadual e municipal.

Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham esse benefício.

Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.

Em algumas regiões, tanto professores da rede pública quanto da privada têm acesso ao benefício. Por exemplo, no estado de Goiás, a Lei Estadual n.º 17.575/2012 assegura meia-entrada a professores das redes pública e privada.

Entretanto, em outras localidades, o benefício pode ser restrito apenas a docentes da rede pública. Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.


Professor tem direito a meia-entrada em quais eventos?

Professores têm esse direito em diversos eventos culturais, esportivos e de lazer, como em jogos de futebol, cinema, teatros e outros tipos de eventos. Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada.

A meia-entrada para professores funciona de forma semelhante ao benefício para estudantes e outros grupos, oferecendo 50% de desconto em ingressos.

No geral, para acessar o desconto, eles devem apresentar documentos que comprovem sua atuação profissional, como contracheques ou declarações das instituições onde trabalham.

Além disso, esses profissionais devem se informar sobre os locais onde esse direito é aceito e as condições específicas de cada estabelecimento, pois algumas instituições exigem comprovações adicionais ou limitam o benefício a determinados eventos.


https://meutudo.com.br/blog/professor-tem-direito-a-meia-entrada/
"Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.
A oração iniciada por 'que' é classificada como:
Alternativas
Q3784594 Português
Professor tem direito à meia-entrada?

No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal.

A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores.

Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação.

Por exemplo, em São Paulo, a Lei Estadual n.º 10.858/2001 concede meia-entrada a professores das redes públicas estadual e municipal.

Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham esse benefício.

Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.

Em algumas regiões, tanto professores da rede pública quanto da privada têm acesso ao benefício. Por exemplo, no estado de Goiás, a Lei Estadual n.º 17.575/2012 assegura meia-entrada a professores das redes pública e privada.

Entretanto, em outras localidades, o benefício pode ser restrito apenas a docentes da rede pública. Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.


Professor tem direito a meia-entrada em quais eventos?

Professores têm esse direito em diversos eventos culturais, esportivos e de lazer, como em jogos de futebol, cinema, teatros e outros tipos de eventos. Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada.

A meia-entrada para professores funciona de forma semelhante ao benefício para estudantes e outros grupos, oferecendo 50% de desconto em ingressos.

No geral, para acessar o desconto, eles devem apresentar documentos que comprovem sua atuação profissional, como contracheques ou declarações das instituições onde trabalham.

Além disso, esses profissionais devem se informar sobre os locais onde esse direito é aceito e as condições específicas de cada estabelecimento, pois algumas instituições exigem comprovações adicionais ou limitam o benefício a determinados eventos.


https://meutudo.com.br/blog/professor-tem-direito-a-meia-entrada/
"Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada."
O verbo 'depender', geralmente, atua como transitivo indireto, ou seja, exige um complemento introduzido por preposição. Alguns verbos da língua portuguesa, entretanto, podem apresentar diferentes transitividades, dependendo do contexto em que são empregados.
Com base nisso, analise as frases a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas, considerando a regência e a transitividade dos verbos apresentados.
(__)O verbo 'abraçar', no sentido de 'apertar com os braços', 'tomar entre os braços', pede objeto direto, como em 'Eu o abracei pelo seu aniversário'.
(__)O verbo 'agradar', quando usado no sentido de 'acariciar' ou 'fazer carinho', atua como transitivo direto, como em 'O professor o agradava'. Por outro lado, no sentido de 'ser agradável', exige objeto indireto, como em: 'A resposta do professor não lhe agradou'.
(__)O verbo 'aspirar', no sentido de 'pretender' com ardor', 'desejar', pede complemento preposicionado. Podendo seu complemento ser representado pelo pronome átono 'lhe', como em 'Jamais aspirou a uma promoção' = Jamais lhe aspirou.
(__)O verbo 'chamar', no sentido de 'dar nome', 'apelidar', pede objeto direto ou complemento preposicionado e predicativo do objeto, com o sem preposição, como em 'Chamam a isso heroísmo'; 'Chamavam-lhe de tolo' e 'Chamavam-lhe tolo'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3784593 Português
Professor tem direito à meia-entrada?

No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal.

A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores.

Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação.

Por exemplo, em São Paulo, a Lei Estadual n.º 10.858/2001 concede meia-entrada a professores das redes públicas estadual e municipal.

Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham esse benefício.

Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.

Em algumas regiões, tanto professores da rede pública quanto da privada têm acesso ao benefício. Por exemplo, no estado de Goiás, a Lei Estadual n.º 17.575/2012 assegura meia-entrada a professores das redes pública e privada.

Entretanto, em outras localidades, o benefício pode ser restrito apenas a docentes da rede pública. Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.


Professor tem direito a meia-entrada em quais eventos?

Professores têm esse direito em diversos eventos culturais, esportivos e de lazer, como em jogos de futebol, cinema, teatros e outros tipos de eventos. Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada.

A meia-entrada para professores funciona de forma semelhante ao benefício para estudantes e outros grupos, oferecendo 50% de desconto em ingressos.

No geral, para acessar o desconto, eles devem apresentar documentos que comprovem sua atuação profissional, como contracheques ou declarações das instituições onde trabalham.

Além disso, esses profissionais devem se informar sobre os locais onde esse direito é aceito e as condições específicas de cada estabelecimento, pois algumas instituições exigem comprovações adicionais ou limitam o benefício a determinados eventos.


https://meutudo.com.br/blog/professor-tem-direito-a-meia-entrada/
"No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal"
A forma "meia-entrada" configura uma composição lexical cuja grafia está alinhada às determinações do Novo Acordo Ortográfico, que unificou critérios de acentuação e padronizou diferentes casos de hifenização na língua portuguesa.
A seguir, analise as proposições relativas às alterações implementadas pelo Novo Acordo Ortográfico.
I.Nos verbos terminados em '-guar', '-quar', e '-quir' (aguar, apaziguar, enxaguar, obliquar, delinquir, etc), as flexões podem ser pronunciadas com acento tônico na sílaba do 'u' ou, como no Brasil, na sílaba anterior. No primeiro caso cai o acento do 'u', no segundo, a vogal tônica da sílaba anterior recebe acento agudo. Assim 'agúo' passa a ser 'aguo' ou 'águo', conforme a pronúncia.
II.O acento agudo das vogais tônicas 'i' e 'u' de palavras paroxítonas, quando antecedidas de ditongo, caiu. Dessa forma, boiuno e alauita, que antes eram acentuados em 'boiúno' e 'alauíta', perderam o acento.
III.Os vocábulos formados por prefixo que termina na mesma vogal pela qual começa o segundo elemento passam a ser grafados com hífen. Exemplos dessa regra são 'anti-inflacionário' e 'neo-ortodoxia', antes grafados como 'antiinflacionário' e 'neoortodoxia'.
IV.As locuções em geral não são grafadas com hífen, como em 'cão de guarda' e 'cor de vinho'. Todavia, alguns vocábulos são exceções à regra e devem ser escritos com hífen, como 'cor-de-rosa' e 'água-de-colônia'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3784592 Português
Professor tem direito à meia-entrada?

No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal.

A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores.

Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação.

Por exemplo, em São Paulo, a Lei Estadual n.º 10.858/2001 concede meia-entrada a professores das redes públicas estadual e municipal.

Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham esse benefício.

Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.

Em algumas regiões, tanto professores da rede pública quanto da privada têm acesso ao benefício. Por exemplo, no estado de Goiás, a Lei Estadual n.º 17.575/2012 assegura meia-entrada a professores das redes pública e privada.

Entretanto, em outras localidades, o benefício pode ser restrito apenas a docentes da rede pública. Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.


Professor tem direito a meia-entrada em quais eventos?

Professores têm esse direito em diversos eventos culturais, esportivos e de lazer, como em jogos de futebol, cinema, teatros e outros tipos de eventos. Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada.

A meia-entrada para professores funciona de forma semelhante ao benefício para estudantes e outros grupos, oferecendo 50% de desconto em ingressos.

No geral, para acessar o desconto, eles devem apresentar documentos que comprovem sua atuação profissional, como contracheques ou declarações das instituições onde trabalham.

Além disso, esses profissionais devem se informar sobre os locais onde esse direito é aceito e as condições específicas de cada estabelecimento, pois algumas instituições exigem comprovações adicionais ou limitam o benefício a determinados eventos.


https://meutudo.com.br/blog/professor-tem-direito-a-meia-entrada/
Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.
O verbo 'ser' no trecho está empregado corretamente no singular, seguindo uma regra específica de concordância.
Vale destacar que a concordância desse verbo pode ocorrer de maneira diferente da regra geral de concordância verbal.
Com base nisso, analise o seu uso nas assertivas abaixo:
I.A provisão eram alguns quilos de mantimentos.
II.Cinquenta reais é pouco para prestarmos auxílio ao jovem necessitado.
III.Quis saber quem eram meus pais.
IV.Isto não são conversas para crianças.

A concordância está de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3784591 Português
Professor tem direito à meia-entrada?

No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal.

A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores.

Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação.

Por exemplo, em São Paulo, a Lei Estadual n.º 10.858/2001 concede meia-entrada a professores das redes públicas estadual e municipal.

Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham esse benefício.

Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.

Em algumas regiões, tanto professores da rede pública quanto da privada têm acesso ao benefício. Por exemplo, no estado de Goiás, a Lei Estadual n.º 17.575/2012 assegura meia-entrada a professores das redes pública e privada.

Entretanto, em outras localidades, o benefício pode ser restrito apenas a docentes da rede pública. Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.


Professor tem direito a meia-entrada em quais eventos?

Professores têm esse direito em diversos eventos culturais, esportivos e de lazer, como em jogos de futebol, cinema, teatros e outros tipos de eventos. Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada.

A meia-entrada para professores funciona de forma semelhante ao benefício para estudantes e outros grupos, oferecendo 50% de desconto em ingressos.

No geral, para acessar o desconto, eles devem apresentar documentos que comprovem sua atuação profissional, como contracheques ou declarações das instituições onde trabalham.

Além disso, esses profissionais devem se informar sobre os locais onde esse direito é aceito e as condições específicas de cada estabelecimento, pois algumas instituições exigem comprovações adicionais ou limitam o benefício a determinados eventos.


https://meutudo.com.br/blog/professor-tem-direito-a-meia-entrada/
"Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham meia-entrada."
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como os extraídos do texto-base, julgue as afirmativas:
I.O vocábulo 'além' é acentuado por se tratar de uma oxítona terminada em 'em'. Os monossílabos tônicos com essa mesma terminação também recebem acento, pois as regras de acentuação das oxítonas e dos monossílabos, na maior parte dos casos, coincidem.
II.O vocábulo 'Goiás' recebe acento pela regra das vogais tônicas que formam hiato com a vogal anterior.
III.O acento na palavra 'público' evidencia que, devido à variabilidade de sua posição, o acento pode exercer valor distintivo, de natureza fonológica, uma vez que a localização da sílaba tônica é suficiente para estabelecer oposição e produzir uma diferença de sentido.
IV.O vocábulo 'benefício' possui duas classificações quanto à acentuação tônica.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3784590 Português
Professor tem direito à meia-entrada?

No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal.

A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores.

Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação.

Por exemplo, em São Paulo, a Lei Estadual n.º 10.858/2001 concede meia-entrada a professores das redes públicas estadual e municipal.

Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham esse benefício.

Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.

Em algumas regiões, tanto professores da rede pública quanto da privada têm acesso ao benefício. Por exemplo, no estado de Goiás, a Lei Estadual n.º 17.575/2012 assegura meia-entrada a professores das redes pública e privada.

Entretanto, em outras localidades, o benefício pode ser restrito apenas a docentes da rede pública. Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.


Professor tem direito a meia-entrada em quais eventos?

Professores têm esse direito em diversos eventos culturais, esportivos e de lazer, como em jogos de futebol, cinema, teatros e outros tipos de eventos. Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada.

A meia-entrada para professores funciona de forma semelhante ao benefício para estudantes e outros grupos, oferecendo 50% de desconto em ingressos.

No geral, para acessar o desconto, eles devem apresentar documentos que comprovem sua atuação profissional, como contracheques ou declarações das instituições onde trabalham.

Além disso, esses profissionais devem se informar sobre os locais onde esse direito é aceito e as condições específicas de cada estabelecimento, pois algumas instituições exigem comprovações adicionais ou limitam o benefício a determinados eventos.


https://meutudo.com.br/blog/professor-tem-direito-a-meia-entrada/
Ao lado das relações sintáticas, a gramática estuda as unidades linguísticas em sua constituição morfológica, analisando como aparecem e se organizam no discurso.
No trecho "A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores", podemos observar diversos aspectos morfológicos: substantivos, verbos, adjetivos e sua função de ligação entre orações.
Dessa forma, a análise morfológica permite compreender a forma das palavras e como elas se combinam para construir significado.
Com base nas classes gramaticais que são o estudo da morfologia, julgue as afirmativas:
I.O substantivo 'presidente' é de dois gêneros, podendo ser utilizado como: o presidente, a presidente ou a presidenta.
II.Os adjetivos 'cheio' e 'feio' são exemplos de palavras que, ao formarem o grau superlativo sintético, apresentam duplicação da vogal 'i'. Isso ocorre porque, nos adjetivos terminados em '−io', o '− o' final é eliminado antes da anexação do sufixo −íssimo, originando as formas 'cheiíssimo' e 'feiíssimo'. Embora alguns autores ainda utilizem a grafia com apenas um 'i', a norma-padrão prescreve o uso de dois is nessas formações.
III.O pronome 'algum', quando anteposto ao substantivo, possui valor positivo, como em 'Recebeu algum recado importante'. Quando posposto ao nome, assume valor negativo, podendo ser substituído pelo indefinido 'nenhum', como em 'Resultado algum saiu do inquérito'.
IV.A palavra 'que' pode pertencer a várias classes de palavras. Na frase 'A verdade é que a professora não chegará a tempo para a palestra', é classificado como conjunção integrante, ao passo que, em 'O livro que o professor indicou é de um escritor brasileiro', é pronome relativo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3784394 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote

A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.

O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.

Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.

Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.

Texto Adaptado

PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Considerando a estrutura sintática do trecho "deixar a trama inacabada" em "Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista", avalie o uso da crase antes do termo "trama" e com base nos princípios da regência verbal e da estrutura da frase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3784393 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote

A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.

O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.

Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.

Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.

Texto Adaptado

PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Considerando os recursos discursivos empregados pelo narrador e a estrutura composicional do texto, analise as proposições a seguir. A alternativa correta é aquela que traduz, com precisão interpretativa, os mecanismos de sentido presentes na crônica. 
Alternativas
Q3784392 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote

A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.

O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.

Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.

Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.

Texto Adaptado

PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Com base nos princípios da análise sintática oracional e na estrutura dos termos essenciais e acessórios da frase "A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um 'cachorro'", assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das orações e seus elementos constituintes no trecho apresentado.
Alternativas
Q3784391 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote

A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.

O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.

Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.

Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.

Texto Adaptado

PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Com base na análise do termo destacado em ""Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema" e no funcionamento da oração em que ele está inserido, assinale a alternativa correta quanto à sua classificação morfológica, valor sintático e contribuição para a construção do sentido no texto.
Alternativas
Respostas
22601: D
22602: A
22603: C
22604: E
22605: B
22606: D
22607: A
22608: D
22609: A
22610: A
22611: D
22612: D
22613: A
22614: B
22615: C
22616: A
22617: D
22618: C
22619: B
22620: B