Questões de Concurso Sobre português

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Q3824847 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

A alternativa que denuncia o problema referido no "Texto 01" e na "Charge 01"  
Alternativas
Q3824846 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

"Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio.", a predicação do verbo, no período, é:  
Alternativas
Q3824845 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

A transposição de "(...) levando no bolso da camisa a carta." a voz passiva analítica ocorre em:  
Alternativas
Q3824844 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

A "Charge 01" contém uma relação com o "Texto 01" da alternativa:  
Alternativas
Q3824843 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

"Raimundo foi cedo para a lida." Não substitui adequadamente o termo "lida":  
Alternativas
Q3824842 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

Marque a alternativa que substitua os seguintes termos da oração corretamente: "O intento de aprender se rendeu a precisão."
Alternativas
Q3824841 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

Assinale a alternativa em que a palavra não vai ao plural.  
Alternativas
Q3824840 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

O pronome pessoal de: "(...) o que ela diz (...)" remete:  
Alternativas
Q3824839 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

A alternativa em que ocorre falha no uso da norma culta é:  
Alternativas
Q3824838 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

A frase que resume determinismo existencial para a personagem é:  
Alternativas
Q3824837 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo  


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.


A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.


O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.


Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.


(A palavra que resta. Sténio Gardel) 





Charge 01 


(Amâncio)  

A análise de "Gaudêncio" está inadequada em:  
Alternativas
Q3824750 Português
"(...) promete apoio à Venezuela contra bloqueio dos EUA. Ministros de Relações Exteriores discutem crise no Caribe e apoio (...) em resposta a bloqueio naval."(Fonte: Dol.com). Quem está prometendo apoio à Venezuela segundo a reportagem?  
Alternativas
Q3824726 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Charge 01


                                                     

(Alexandre Esteves)


Paulinho Neco intitulou a charge como: "A natureza é braba", levando em consideração a linguagem verbal e não-verbal não se pode afirmar:  
Alternativas
Q3824725 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Charge 01


                                                     

(Alexandre Esteves)


Analise as afirmações sobre o verbo "atrever" e assinale a alternativa com análise correta.
I- O verbo atrever é pronominal
II- É usado, quase sempre, na voz reflexiva.
III- Significa ter coragem, ousar.   
IV- Abster-se é antônimo da forma atrever.
Alternativas
Q3824724 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Charge 01


                                                     

(Alexandre Esteves)


A alternativa em que há 2 vocábulos homônimos perfeitos é:
Alternativas
Q3824723 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Texto 02


"A Terra fornece o suficiente para satisfazer as necessidades de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens."


(Mahatma Ghandhi)  

O verbo "fornecer" presente na frase está:  
Alternativas
Q3824722 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Texto 02


"A Terra fornece o suficiente para satisfazer as necessidades de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens."


(Mahatma Ghandhi)  

Quanto à composição do período, é correto afirmar:  
Alternativas
Q3824721 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Texto 02


"A Terra fornece o suficiente para satisfazer as necessidades de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens."


(Mahatma Ghandhi)  

Os conectivos "para’ e "mas" expressam respectivamente:  
Alternativas
Q3824720 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Texto 02


"A Terra fornece o suficiente para satisfazer as necessidades de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens."


(Mahatma Ghandhi)  

Sobre o núcleo do sujeito da primeira oração não se pode afirmar:  
Alternativas
Q3824719 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Texto 02


"A Terra fornece o suficiente para satisfazer as necessidades de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens."


(Mahatma Ghandhi)  

A frase do líder espiritual e ativista indiano denuncia:  
Alternativas
Respostas
22441: B
22442: D
22443: D
22444: C
22445: C
22446: B
22447: A
22448: A
22449: C
22450: C
22451: D
22452: B
22453: D
22454: C
22455: D
22456: C
22457: D
22458: D
22459: B
22460: D