Questões de Concurso Sobre português

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Q3826341 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo. 


Frases de Luis Fernando Verissimo


1) “Só há o agora. Tempo passado é lembrança e tempo futuro é adivinhação. Só o presente é legítimo.

2) “Conhece-te a ti mesmo, mas não fique íntimo.

3) “Eu não sei para onde caminha a humanidade. Mas, quando souber, vou para o outro lado.”

4) “A corrupção é muito antiga no Brasil. As contas que o Cabral trocou com os índios já não fechavam.”


Frases de Luis Fernando Verissimo

A relação intertextual -  frase, momentos literários brasileiros e semântica textual - falha na alternativa:
Alternativas
Q3826340 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estudos históricos.


A letra era trêmula. A ortografia, vacilante. Escrita no papel oficial de uma prisão, com um lápis tão gasto que quase não deixava marca, aquela petição de cinco páginas mal lembrava os elegantes documentos que costumavam chegar ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos.


Mas, em 8 de janeiro de 1962, quando a carta manuscrita de Clarence Earl Gideon alcançou a mais alta instância do país, ela trazia uma pergunta tão simples — e ao mesmo tempo tão profunda — que os nove juízes não puderam ignora-la:  


"A questão é muito simples. Pedi ao tribunal que me designasse um advogado, e o tribunal recusou."


Um caminho que começou com um erro  


Dezoito meses antes, no sufocante verão da Flórida de 1961, a vida de Gideon — 51 anos, pobre, errante, quase sem educação formal — havia tomado o rumo que mudaria para sempre o direito criminal americano. 


Em 3 de junho daquele ano, a sala de bilhar Bay Harbor, em Panama City, fora arrombada. Uma porta partida, uma máquina de cigarros vandalizada, algumas moedas, cinco dólares, garrafas de cerveja e refrigerante faltando. Nada além disso. 


Ainda assim, uma única testemunha afirmou té-lo visto por ali. Bastou para que fosse preso. Gideon jurou inocência. Poucos ouviram. Um pedido simples — e negado 


Em 4 de agosto de 1961, ele se apresentou ao tribunal:


sem advogado, sem dinheiro, sem sequer compreender a linguagem das leis. Com a humildade de quem mal sabe como se dirigir a um juiz, fez o pedido que acreditava lhe ser garantido pela Constituição


"Meritíssimo, peço que me seja designado um advogado."  


O juiz Robert L. McCrary Jr. respondeu com cortesia, mas sem espago para esperança: "Desculpe, Sr. Gideon. A lei da Flórida só permite nomeação em casos de pena de morte."


Ele teria de enfrentar o Estado sozinho. Perguntar, argumentar, defender-se — tudo com apenas o oitavo ano de escolaridade. Não foi suficiente. O júri o declarou culpado. No dia 25 de agosto, recebeu a sentença máxima: cinco anos na prisão estadual. 


Do silêncio de uma cela, nasceu uma revolução


A maioria teria desistido. Gideon não. Na biblioteca da prisão, mergulhou em livros que mal conseguia compreender. Aos poucos, decifrou o sentido da Sexta Emenda, que garante assistência de advogado. Leu a Décima Quarta, que protege o devido processo legal. 


E então percebeu a verdade: Se os ricos têm advogados, por que os pobres devem enfrentar o sistema sozinhos?


Apresentou uma petição ao Supremo Tribunal da Flórida. Rejeitada sem explicações. E assim, com o mesmo lápis curto, escreveu ao Supremo Tribunal dos EUA. Uma carta simples, torta, quase infantil.


Um homem pobre, pedindo justiça ao país inteiro. E contra todas as probabilidades, o tribunal atendeu.  


O caso que escreveu a lei. Em 4 de junho de 1962, o Supremo resolveu ouvir a sua causa. E como Gideon não podia contratar ninguém, recebeu um dos maiores advogados do país: Abe Fortas, que anos depois se tornaria ministro do próprio tribunal.


A pergunta diante dos juízes era tão clara quanto revolucionária: Um réu pobre tem direito a um advogado fornecido pelo Estado?


Desde 1942, o precedente Betts v. Brady dizia que não — salvo "circunstâncias especiais"”. Mas a consciência jurídica do país havia mudado. 


Em 15 de janeiro de 1963, Fortas apresentou sua defesa:


Se até Clarence Darrow, o maior criminalista da América, contratou um advogado quando ele próprio foi acusado, como um homem pobre poderia defender-se sozinho?


A resposta, enfim, era evidente. Um veredicto que ecoou por gerações


Em 18 de março de 1963, o Supremo Tribunal divulgou sua decisão:


Unânime. 9 a 0.


O direito a um advogado não era luxo. Não era favor. Era fundamental para que houvesse justiça.


Gideon teria um novo julgamento.


O dia em que ele finalmente foi ouvido


Desta vez, com o advogado Fred Turner, tudo mudou. Ele expôs falhas, desmontou a principal testemunha, mostrou incoerências que antes haviam passado despercebidas.


Em 5 de agosto de 1963, o mesmo tribunal, o mesmo juiz, o mesmo réu — mas agora com defesa — ouviu um veredicto completamente diferente:


Inocente.


Depois de dois anos atrás das grades por um crime que não cometeu, Gideon saiu livre. Um legado maior do que sua própria vida  


Gideon voltou a uma vida simples, marcada por problemas de saúde e um quinto casamento. Morreu em 1972, pobre, enterrado inicialmente numa sepultura sem nome. Anos depois, ganhou uma lapide da ACLU com as palavras que ele mesmo escreveu a Fortas:


"Cada era encontra uma melhoria na lei para o bem da humanidade."


Hoje, sempre que um juiz diz: "Se não puder pagar, será designado um advogado."  


essas palavras existem porque um homem pobre, numa cela, se recusou a aceitar a injustiça como destino.


O poder de uma única voz


A história de Clarence Earl Gideon lembra uma verdade profunda:  


Nem sempre são os poderosos que mudam o mundo.


As vezes é alguém invisível. Alguém ignorado. Alguém cujas letras tremem no papel —mas cuja convicção permanece firme. 


Um homem que pegou um lápis curto e escreveu:


"Isto não esta certo."


E o mundo, por fim, concordou.  


Estudos históricos. 

“Sem sequer compreender a linguagem das leis” / “Aos poucos decifrou o sentido da Sexta Emenda”, os excertos denotam a dificuldade de entender o código linguístico pelo emprego de:
Alternativas
Q3826339 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estudos históricos.


A letra era trêmula. A ortografia, vacilante. Escrita no papel oficial de uma prisão, com um lápis tão gasto que quase não deixava marca, aquela petição de cinco páginas mal lembrava os elegantes documentos que costumavam chegar ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos.


Mas, em 8 de janeiro de 1962, quando a carta manuscrita de Clarence Earl Gideon alcançou a mais alta instância do país, ela trazia uma pergunta tão simples — e ao mesmo tempo tão profunda — que os nove juízes não puderam ignora-la:  


"A questão é muito simples. Pedi ao tribunal que me designasse um advogado, e o tribunal recusou."


Um caminho que começou com um erro  


Dezoito meses antes, no sufocante verão da Flórida de 1961, a vida de Gideon — 51 anos, pobre, errante, quase sem educação formal — havia tomado o rumo que mudaria para sempre o direito criminal americano. 


Em 3 de junho daquele ano, a sala de bilhar Bay Harbor, em Panama City, fora arrombada. Uma porta partida, uma máquina de cigarros vandalizada, algumas moedas, cinco dólares, garrafas de cerveja e refrigerante faltando. Nada além disso. 


Ainda assim, uma única testemunha afirmou té-lo visto por ali. Bastou para que fosse preso. Gideon jurou inocência. Poucos ouviram. Um pedido simples — e negado 


Em 4 de agosto de 1961, ele se apresentou ao tribunal:


sem advogado, sem dinheiro, sem sequer compreender a linguagem das leis. Com a humildade de quem mal sabe como se dirigir a um juiz, fez o pedido que acreditava lhe ser garantido pela Constituição


"Meritíssimo, peço que me seja designado um advogado."  


O juiz Robert L. McCrary Jr. respondeu com cortesia, mas sem espago para esperança: "Desculpe, Sr. Gideon. A lei da Flórida só permite nomeação em casos de pena de morte."


Ele teria de enfrentar o Estado sozinho. Perguntar, argumentar, defender-se — tudo com apenas o oitavo ano de escolaridade. Não foi suficiente. O júri o declarou culpado. No dia 25 de agosto, recebeu a sentença máxima: cinco anos na prisão estadual. 


Do silêncio de uma cela, nasceu uma revolução


A maioria teria desistido. Gideon não. Na biblioteca da prisão, mergulhou em livros que mal conseguia compreender. Aos poucos, decifrou o sentido da Sexta Emenda, que garante assistência de advogado. Leu a Décima Quarta, que protege o devido processo legal. 


E então percebeu a verdade: Se os ricos têm advogados, por que os pobres devem enfrentar o sistema sozinhos?


Apresentou uma petição ao Supremo Tribunal da Flórida. Rejeitada sem explicações. E assim, com o mesmo lápis curto, escreveu ao Supremo Tribunal dos EUA. Uma carta simples, torta, quase infantil.


Um homem pobre, pedindo justiça ao país inteiro. E contra todas as probabilidades, o tribunal atendeu.  


O caso que escreveu a lei. Em 4 de junho de 1962, o Supremo resolveu ouvir a sua causa. E como Gideon não podia contratar ninguém, recebeu um dos maiores advogados do país: Abe Fortas, que anos depois se tornaria ministro do próprio tribunal.


A pergunta diante dos juízes era tão clara quanto revolucionária: Um réu pobre tem direito a um advogado fornecido pelo Estado?


Desde 1942, o precedente Betts v. Brady dizia que não — salvo "circunstâncias especiais"”. Mas a consciência jurídica do país havia mudado. 


Em 15 de janeiro de 1963, Fortas apresentou sua defesa:


Se até Clarence Darrow, o maior criminalista da América, contratou um advogado quando ele próprio foi acusado, como um homem pobre poderia defender-se sozinho?


A resposta, enfim, era evidente. Um veredicto que ecoou por gerações


Em 18 de março de 1963, o Supremo Tribunal divulgou sua decisão:


Unânime. 9 a 0.


O direito a um advogado não era luxo. Não era favor. Era fundamental para que houvesse justiça.


Gideon teria um novo julgamento.


O dia em que ele finalmente foi ouvido


Desta vez, com o advogado Fred Turner, tudo mudou. Ele expôs falhas, desmontou a principal testemunha, mostrou incoerências que antes haviam passado despercebidas.


Em 5 de agosto de 1963, o mesmo tribunal, o mesmo juiz, o mesmo réu — mas agora com defesa — ouviu um veredicto completamente diferente:


Inocente.


Depois de dois anos atrás das grades por um crime que não cometeu, Gideon saiu livre. Um legado maior do que sua própria vida  


Gideon voltou a uma vida simples, marcada por problemas de saúde e um quinto casamento. Morreu em 1972, pobre, enterrado inicialmente numa sepultura sem nome. Anos depois, ganhou uma lapide da ACLU com as palavras que ele mesmo escreveu a Fortas:


"Cada era encontra uma melhoria na lei para o bem da humanidade."


Hoje, sempre que um juiz diz: "Se não puder pagar, será designado um advogado."  


essas palavras existem porque um homem pobre, numa cela, se recusou a aceitar a injustiça como destino.


O poder de uma única voz


A história de Clarence Earl Gideon lembra uma verdade profunda:  


Nem sempre são os poderosos que mudam o mundo.


As vezes é alguém invisível. Alguém ignorado. Alguém cujas letras tremem no papel —mas cuja convicção permanece firme. 


Um homem que pegou um lápis curto e escreveu:


"Isto não esta certo."


E o mundo, por fim, concordou.  


Estudos históricos. 

A argumentação de defesa empregada por Abe Fortas fundamentou-se:

Alternativas
Q3826337 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


“Gemeu roucamente um rugido abafado.

Ouviu-o Hortência no quarto contíguo e, assustada, julgando o irmão doente, perguntou-lhe:

— Tens alguma coisa, Lourenço?

— Não, não é nada...

E ficou muito quieto durante alguns momentos.

A pouco e pouco foi-se-lhe a imaginação despertando novamente, porém tomando agora outro destino para as suas fantasias. Entrou a pensar na irmã, na idade dela, nas suas bonitas formas de virgem — com uma grande volúpia no fundo dos olhos. Apertou os braços sobre o peito, como abraçando alguém... Idealizava formosamente apetitoso o corpo de Hortência e começou a experimentar vagos desejos de vê-la, de sentir-lhe o calor do sangue de encontro a seu corpo, de afagá-la carinhosamente, longamente, nos êxtases da criminosa paixão, e súbitas erguida em seu dissoluto espírito libérrimo. A norte-americana do circo foi substituída por Hortência. O desejo banal e comum cedeu lugar à aspiração incestuosa.”



Fragmento do romance Hortência, de Marques de Carvalho.

Analise as afirmativas e assinale a alternativa correta.


I - O pronome pessoal tem função sintática de adjunto adnominal em: “...sentir-lhe o calor do sangue”.
II - “...êxtases da criminosa paixão” sugere ação cometida por emoções intensas e avassaladoras.
III - Em “A norte-americana do circo foi substituída por Hortência”, tem-se uma perífrase como núcleo do sujeito agente.
IV - Lourenço apresenta romântica idealização pela figura da irmã.
Alternativas
Q3826307 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ordem na casa



Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e desamor.


Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E às vezes você precisa escutá-la. Às vezes tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.

A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.

Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?

Ou você mesma? O Super que há em você?

Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve.

Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões. A soma de todos os afetos.)

“Você também erra, também se atrasa, (...) também tem vontade de mandar tudo praquele lugar.” Falhou a análise do excerto em:
Alternativas
Q3826189 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ordem na Casa

Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Vocé não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e vocé se submete a isso.
Permite que ele dé as cartas porque tem medo. Medo de ser excluida, ser alvo de criticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por tás de toda docilidade e condescendéncia, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que nao é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, auténtico. E as vezes vocé precisa escuta-la. As vezes tem que abrir a jaula e deixa-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E vocé tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que vocé seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para vocé?
Seus fantasmas, seu passado, sua educagao rigida?
Ou vocé mesma?O Super que ha em vocé?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por tras de um véu de justificativas quando o que vocé quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir a balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusavel", que nao da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que ndo pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Vocé também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.

(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)
Preencha os parénteses com Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa correta.
A crônica é tecida em forma de conversa em que o emissor, de forma didatica, instrui o receptor, ( ) que fica na postura de ouvinte (__), sobre como esse deve se posicionar, sendo uma pessoa isenta de falhas em relagdo a vida, (/ ) colocando ordem na casa -existéncia - () e livrando-se, assim, de somatização de patologias.( ). 
Alternativas
Q3826186 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ordem na Casa

Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Vocé não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e vocé se submete a isso.
Permite que ele dé as cartas porque tem medo. Medo de ser excluida, ser alvo de criticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por tás de toda docilidade e condescendéncia, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que nao é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, auténtico. E as vezes vocé precisa escuta-la. As vezes tem que abrir a jaula e deixa-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E vocé tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que vocé seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para vocé?
Seus fantasmas, seu passado, sua educagao rigida?
Ou vocé mesma?O Super que ha em vocé?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por tras de um véu de justificativas quando o que vocé quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir a balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusavel", que nao da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que ndo pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Vocé também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.

(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)
Assinale a alternativa em que ha falha no uso dos pronomes. 
Alternativas
Q3826181 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ordem na Casa

Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Vocé não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e vocé se submete a isso.
Permite que ele dé as cartas porque tem medo. Medo de ser excluida, ser alvo de criticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por tás de toda docilidade e condescendéncia, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que nao é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, auténtico. E as vezes vocé precisa escuta-la. As vezes tem que abrir a jaula e deixa-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E vocé tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que vocé seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para vocé?
Seus fantasmas, seu passado, sua educagao rigida?
Ou vocé mesma?O Super que ha em vocé?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por tras de um véu de justificativas quando o que vocé quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir a balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusavel", que nao da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que ndo pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Vocé também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.

(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)
Identifique o fragmento que contém lronia. 
Alternativas
Q3826178 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ordem na Casa

Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Vocé não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e vocé se submete a isso.
Permite que ele dé as cartas porque tem medo. Medo de ser excluida, ser alvo de criticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por tás de toda docilidade e condescendéncia, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que nao é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, auténtico. E as vezes vocé precisa escuta-la. As vezes tem que abrir a jaula e deixa-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E vocé tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que vocé seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para vocé?
Seus fantasmas, seu passado, sua educagao rigida?
Ou vocé mesma?O Super que ha em vocé?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por tras de um véu de justificativas quando o que vocé quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir a balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusavel", que nao da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que ndo pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Vocé também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.

(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)
Entre as característcas da pessoa que recebe a mensagem não consta:
Alternativas
Q3826149 Português
"Acompanhe ao vivo o lançamento do foguete Hanbit-Nano no CLA, Maranhao, nesta sexta-feira (19). Seguranga e inovação marcam este evento histórico." (Fonte: Dol.com). Sobre este lançamento noticiado apenas não se pode afirmar:  
Alternativas
Q3826140 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ordem na Casa

Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Vocé não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e vocé se submete a isso.
Permite que ele dé as cartas porque tem medo. Medo de ser excluida, ser alvo de criticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por tás de toda docilidade e condescendéncia, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que nao é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, auténtico. E as vezes vocé precisa escuta-la. As vezes tem que abrir a jaula e deixa-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E vocé tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que vocé seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para vocé?
Seus fantasmas, seu passado, sua educagao rigida?
Ou vocé mesma?O Super que ha em vocé?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por tras de um véu de justificativas quando o que vocé quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir a balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusavel", que nao da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que ndo pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Vocé também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.

(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)
Entre as caracteristicas da pessoa que recebe a mensagem nao consta: 
Alternativas
Q3826131 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ordem na Casa

Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Vocé não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e vocé se submete a isso.
Permite que ele dé as cartas porque tem medo. Medo de ser excluida, ser alvo de criticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por tás de toda docilidade e condescendéncia, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que nao é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, auténtico. E as vezes vocé precisa escuta-la. As vezes tem que abrir a jaula e deixa-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E vocé tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que vocé seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para vocé?
Seus fantasmas, seu passado, sua educagao rigida?
Ou vocé mesma?O Super que ha em vocé?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por tras de um véu de justificativas quando o que vocé quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir a balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusavel", que nao da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que ndo pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Vocé também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.

(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)
A análise está inadequada em relação a concordância: "Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte tambem.". 
Alternativas
Q3826101 Português
"Acompanhe ao vivo o lançamento do foguete Hanbit-Nano no CLA, Maranhão, nesta sexta-feira (19). Seguranga e inovagdo marcam este evento historico." (Fonte: Dol.com). Sobre este lançamento noticiado apenas nao se pode afirmar: 
Alternativas
Q3826079 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ordem na Casa

Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Vocé não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e vocé se submete a isso.
Permite que ele dé as cartas porque tem medo. Medo de ser excluida, ser alvo de criticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por tás de toda docilidade e condescendéncia, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que nao é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, auténtico. E as vezes vocé precisa escuta-la. As vezes tem que abrir a jaula e deixa-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E vocé tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que vocé seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para vocé?
Seus fantasmas, seu passado, sua educagao rigida?
Ou vocé mesma?O Super que ha em vocé?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por tras de um véu de justificativas quando o que vocé quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir a balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusavel", que nao da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que ndo pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Vocé também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.

(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)

Sobre o uso de frases interrogativas, no texto, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3825716 Português
        Também, como já mencionado, nos anos finais do ensino fundamental, os conhecimentos sobre a língua, sobre as demais semioses e sobre a norma padrão se articulam aos demais eixos em que se organizam os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento de língua portuguesa. Dessa forma, as abordagens linguística, metalinguística e reflexiva ocorrem sempre a favor da prática de linguagem que está em evidência nos eixos de leitura, escrita ou oralidade.

        Os conhecimentos sobre a língua, as demais semioses e a norma padrão não devem ser tomados como uma lista de conteúdos dissociados das práticas de linguagem, mas como propiciadores de reflexão a respeito do funcionamento da língua no contexto dessas práticas. A seleção de habilidades na BNCC está relacionada com aqueles conhecimentos fundamentais para que o estudante possa apropriar-se do sistema linguístico que organiza o português brasileiro.

        Alguns desses objetivos, sobretudo aqueles que dizem respeito à norma, são transversais a toda a base de língua portuguesa. O conhecimento da ortografia, da pontuação, da acentuação, por exemplo, deve estar presente ao longo de toda escolaridade, abordado conforme o ano da escolaridade. Assume-se, na BNCC de língua portuguesa, uma perspectiva de progressão de conhecimentos que vai das regularidades às irregularidades e dos usos mais frequentes e simples aos menos habituais e mais complexos.

Internet:<basenacionalcomum.mec.gov.br>  (com adaptações).
Assinale a opção correta em relação a esse texto e aos princípios gerais da BNCC para o componente de língua portuguesa. 
Alternativas
Q3825715 Português
Trem de ferro

Manuel Bandeira

Café com pão
Café com pão
Café com pão
(...)

Oô..
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pato
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
De ingazeira
Debruçada
Que vontade
De cantar!

Manuel Bandeira. Manuel Bandeira – poesia completa e prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1990, p. 236-7 (com adaptações).
Uma análise semiótica do poema apresentado deve
Alternativas
Q3825714 Português
Imagem associada para resolução da questão Internet:<encrypted-tbn0.gstatic.com/images> .
A BNCC prevê a seguinte habilidade: “identificar e analisar os efeitos de sentido que fortalecem a persuasão nos textos publicitários, relacionando as estratégias de persuasão e apelo ao consumo com os recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempo verbal, jogos de palavras, figuras de linguagem etc., com vistas a fomentar práticas de consumo conscientes”. Em conformidade com essa habilidade, é correto afirmar que a apreensão global da mensagem do texto anterior, criado para uma campanha de conscientização ambiental, requer do leitor
Alternativas
Q3825710 Português
        Quando de madrugada se levantava — passado o instante de vastidão em que se desenrolava toda — vestia-se correndo, mentia para si mesma que não havia tempo de tomar banho, e a família adormecida jamais adivinhara quão poucos ela tomava. Sob a luz acesa da sala de jantar, engolia o café. Mal tocava no pão que a manteiga não amolecia. Com a boca fresca de jejum, os livros embaixo do braço, abria enfim a porta, transpunha a mornidão insossa da casa, galgando-se para a gélida fruição da manhã. Então já não se apressava mais.
Clarice Lispector. Preciosidade. In: Clarice Lispector. Laços de família. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1983.
Considerando esse fragmento do conto Preciosidade, de Clarice Lispector, julgue os itens a seguir.
I No primeiro período, os travessões demarcam uma situação anterior ao momento aludido na oração que inicia o fragmento.
II As relações coesivas do fragmento permitem concluir que a palavra banhos está elíptica após o segmento “quão poucos” (primeiro período).
III No último período, o vocábulo “já” demarca temporalmente o início da experiência de “fruição da manhã”.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825709 Português
Texto 12A2-I

        A variação existente hoje, no português do Brasil, que nos permite reconhecer uma pluralidade de falares, é fruto da dinâmica populacional e da natureza do contato dos diversos grupos étnicos e sociais nos diferentes períodos da história. São fatos dessa natureza que demonstram que não se pode pensar no uso de uma língua em termos de “certo” e “errado” e em variante regional “melhor” ou “pior”, “bonita” ou “feia”. No ensino da língua escrita, contudo, procura-se neutralizar as marcas identificadoras de cada grupo social, a fim de atingir um padrão idealizado, que seja supranacional. O paradoxo está em que cada falar tem sua norma, variantes que prevalecem, mas que não anulam a ocorrência de outras. Por exemplo, o segmento r, no contexto final de sílaba, como em carta ou porto. Suas múltiplas realizações são encontradas tanto em Porto Alegre quanto no Rio de Janeiro. O que singulariza uma ou outra cidade é a predominância de determinada variante sobre as outras. Também os empréstimos lexicais não colocam a língua “em perigo”. São apenas reflexos de contatos culturais, ontem e hoje. Convivemos perfeitamente bem com palavras como álcool e almofada, do árabe, garagem e personagem, do francês, e futebol, do inglês. E mais recentemente temos de conviver também com deletar, por empréstimo ao inglês, que, por sua vez, tem origem no latim (delere, deletum).

Yonne Leite e Dinah Callou. Como falam os brasileiros.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2004, p. 57-59 (com adaptações). 
Nos dois últimos períodos do texto 12A2-I, o uso da flexão verbal na primeira pessoa do plural, em “Convivemos” e “temos de conviver”, indica que
Alternativas
Q3825708 Português
Texto 12A2-I

        A variação existente hoje, no português do Brasil, que nos permite reconhecer uma pluralidade de falares, é fruto da dinâmica populacional e da natureza do contato dos diversos grupos étnicos e sociais nos diferentes períodos da história. São fatos dessa natureza que demonstram que não se pode pensar no uso de uma língua em termos de “certo” e “errado” e em variante regional “melhor” ou “pior”, “bonita” ou “feia”. No ensino da língua escrita, contudo, procura-se neutralizar as marcas identificadoras de cada grupo social, a fim de atingir um padrão idealizado, que seja supranacional. O paradoxo está em que cada falar tem sua norma, variantes que prevalecem, mas que não anulam a ocorrência de outras. Por exemplo, o segmento r, no contexto final de sílaba, como em carta ou porto. Suas múltiplas realizações são encontradas tanto em Porto Alegre quanto no Rio de Janeiro. O que singulariza uma ou outra cidade é a predominância de determinada variante sobre as outras. Também os empréstimos lexicais não colocam a língua “em perigo”. São apenas reflexos de contatos culturais, ontem e hoje. Convivemos perfeitamente bem com palavras como álcool e almofada, do árabe, garagem e personagem, do francês, e futebol, do inglês. E mais recentemente temos de conviver também com deletar, por empréstimo ao inglês, que, por sua vez, tem origem no latim (delere, deletum).

Yonne Leite e Dinah Callou. Como falam os brasileiros.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2004, p. 57-59 (com adaptações). 
No trecho “Convivemos perfeitamente bem com palavras como álcool e almofada, do árabe, garagem e personagem, do francês, e futebol, do inglês” (penúltimo período do texto 12A2-I), o sentido produzido pela linguagem figurada na expressão “Convivemos perfeitamente bem com palavras” indica que os falantes usam essas palavras de forma 
Alternativas
Respostas
22381: C
22382: A
22383: A
22384: D
22385: B
22386: D
22387: D
22388: A
22389: D
22390: D
22391: C
22392: C
22393: A
22394: B
22395: E
22396: B
22397: E
22398: E
22399: E
22400: B