Questões de Concurso Sobre português
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( ) No período “A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047”, a oração subordinada introduzida pela palavra “que” exerce função de objeto direto, complementando o verbo “indicar”.
( ) No sintagma “dependia de soluções precárias e machistas”, a regência preposicionada mantém-se obrigatória porque o verbo “depender” é regido pela preposição “de”.
( ) Na oração “cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos”, a forma “poderá se ter” seria preferencial em razão da próclise obrigatória após verbo auxiliar no futuro do presente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. A apresentação de projeções numéricas sobre a proporção de idosos compõe argumento de autoridade e constitui a ideia principal estruturante do texto, que sugere a manutenção dos modelos de cuidado em relação às pessoas idosas.
II. O trecho que afirma que “cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos” introduz uma inferência hipotética, projetando consequência provável.
III. A descrição da aceleração demográfica é apresentada como ideia secundária, porque não articula relação lógica com as demais afirmações do texto, mantendo função meramente informativa.
“Como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais”.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Em relação ao termo destacado, é correto afirmar que: