Questões de Concurso Comentadas sobre português
Foram encontradas 182.771 questões
I. A longa permanência dos árabes na Península Ibérica deixou uma contribuição expressiva para o léxico do português e do espanhol.
II. O artigo “al” era empregado, na língua árabe, antes de qualquer substantivo, sem distinção de gênero ou número.
Pode-se afirmar que:
No Meio do Caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra
Nunca me esquecerei desse acontecimento
Na vida de minhas retinas tão fatigadas
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
(Carlos Drummond de Andrade)
I. Pedra tem sentido conotativo e a metade do caminho é no sentido literal;
II. A palavra “fatigadas” tem valor semântico de violentadas;
III. No texto, o eu-lírico está na primeira pessoa do singular;
IV. A pedra tem sentido denotativo e caminho sentido conotativo;
V. Pedra tem sentido conotativo e caminho também.
(Chico Buarque de Holanda)
Todo dia ela faz tudo sempre igual/ Me sacode às seis horas da manhã/Me sorri um sorriso pontual/E me beija com a boca de hortelã
Olhar 43
(RPM)
Seu corpo é fruto proibido/É a chave de todo pecado e da libido/E prum garoto introvertido como eu/É a pura perdição
É um lago negro o seu olhar/É água turva de beber, se envenenar/Nas suas curvas derrapar, sair da estrada/E morrer no mar (no mar)
Quanto aos termos da oração em negrito, seguindo os fragmentos das músicas “Cotidiano (Chico Buarque de Holanda)” e “Olhar 43 (RPM)”, assinale a alternativa correta quanto à função sintática dos termos destacados.
Cotidiano
(Chico Buarque de Holanda)
Todo dia ela faz tudo sempre igual/ Me sacode às seis horas da manhã/Me sorri um sorriso pontual/E me beija com a boca de hortelã
Olhar 43
(RPM)
Seu corpo é fruto proibido/É a chave de todo pecado e da libido/E prum garoto introvertido como eu/É a pura perdição
É um lago negro o seu olhar/É água turva de beber, se envenenar/Nas suas curvas derrapar, sair da estrada/E morrer no mar (no mar)
Inútil
(Ultraje a rigor)
A gente não sabemos
escolher presidente
a gente não sabemos
tomar conta da gente
a gente não sabemos
nem escovar os dente
tem gringo pensando
que nóis é indigente...
Inútil!
A gente somos inútil!
Inútil!
A gente somos inútil!
A gente faz carro
E não sabe guiar
A gente faz trilho
E não tem trem pra botar
A gente faz filho
E não consegue criar
A gente pede grana
E não consegue pagar
[...]
A gente faz música
E não consegue gravar
A gente escreve livro
E não consegue publicar
A gente escreve peça
E não consegue encenar
A gente joga bola
E não consegue ganhar...
I. Prefiro minha blusa a de Camila;
II. Fomos à Portugal ano passado;
III. Estaremos aqui às cinco da tarde amanhã;
IV. Iremos a casa de João e Márcia hoje;
V. Estou a distância de cinco metros de minha casa.
Marque a alternativa onde todos os vocábulos estão corretamente grafados:
No trecho, a concordância do verbo 'fazer' com o sujeito só pode ser estabelecida de uma forma, concordando com o núcleo do sujeito 'genes'. Nos enunciados a seguir, também só a uma forma de concordância, EXCETO:
A forma pronominal 'la' em 'colocá-la em prática' e o pronome pessoal do caso reto 'ela' em 'atenha a ela' referem-se, respectivamente:
A seguir, os vocábulos também estão grafados corretamente sem hífen, EXCETO:
1.Há alguma mudança que você gostaria de fazer na sua vida
2.Quando começar a vacilar na sua meta, pensar neste motivo pessoal ajudará você a seguir adiante.
3.Se você for professor, precisa trabalhar de acordo com o horário da escola, quer goste ou não.
I.O enunciado 1 apresenta uma oração sem sujeito e uma com sujeito simples.
II.A expressão destacada na oração 2 representa o sujeito do verbo 'ajudar'.
III.Na oração 3, o 'se' é uma partícula apassivadora.
IV.Na oração 3, a expressão destacada é uma oração subordinada adverbial condicional.
Estão corretas:
O termo destacado possui a mesma função sintática do termo destacado na alternativa:
Analise a regência do verbo 'anunciar' no trecho acima e, em seguida, identifique a alternativa em que o verbo, no contexto empregado, apresenta uma transitividade diferente da do trecho apresentado.
A expressão 'no entanto' exprime a ideia de:
Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.
Cardápio existencial
Antônio Carlos de Farias
– E se a vida for como um cardápio?
A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.
– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.
Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.
– Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...
– Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.
– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]
Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.
Cardápio existencial
Antônio Carlos de Farias
– E se a vida for como um cardápio?
A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.
– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.
Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.
– Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...
– Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.
– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]
Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.
Cardápio existencial
Antônio Carlos de Farias
– E se a vida for como um cardápio?
A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.
– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.
Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.
– Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...
– Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.
– E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]
Releia o trecho a seguir e responda à questão:
– Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.
[...]
– Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar.
Assinale a alternativa que melhor descreve o nível de linguagem predominante nas falas da personagem Rosinha: