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Questões de Concurso Sobre português

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Foram encontradas 252.002 questões

Q3793684 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma expressão que está grafada de acordo com as normas vigente em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3793683 Português
“O livro desanda quando a gente deixa de tomar conta.” (João Ubaldo Ribeiro)

A expressão verbal destacada no pensamento acima exprime o sentido de:
Alternativas
Q3793682 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica sobre a esperança


    De acordo com o dicionário da língua portuguesa, a esperança é a confiança de que algo bom vai acontecer, ou a espera baseada no desejo de que algo bom vá se tornar realidade. O certo é que durante muito tempo a esperança foi debatida por pensadores, filósofos, poetas, políticos e tantos outros que veem nesta ora uma virtude ora um subterfúgio para a fuga da realidade.

    Albert Camus, por exemplo, sempre pessimista, disse que “toda a infelicidade dos homens nasce da esperança”. O grande mestre romano da política, Sêneca, foi peremptório: “deixarás de temer quando deixares de ter esperança”. Mas o mesmo Sêneca afirma que “os desejos da vida formam uma corrente cujos elos são as esperanças”.

    Quando falamos de esperança, tratamos, indiscutivelmente, de valores que, para muitos, são essenciais, na medida que é através destes sentimentos que encontramos sentido para a realização de sonhos, de desejos, de utopias. A esperança, portanto, é um ponto de partida, uma busca por algo que acreditamos ser possível alcançar, e quando isto deixa de existir, morrem-se os sonhos e, consequentemente, surge a infelicidade.

    Neste sentido, não há contradição nas assertivas de Camus e de Sêneca. Se existe medo de algo ruim, é porque existe a expectativa de algo bom. Logo, o fim da esperança é o fim do medo, mas ao mesmo tempo pode significar o fim do desejo de lutar. E é evidente que o fim das esperanças traz infelicidades, pois estas são uma consequência da não realização das expectativas quanto a determinado fato ou situação.

    Desta forma, a esperança, antes de tudo, é elemento que impulsiona a nossa vontade construtora, uma arma poderosa para enfrentar as dificuldades, e um caminho para chegar a determinado fim. É possível que as esperanças sejam exageradas, absurdas? Talvez, mas como disse certa vez Albert Einstein, “se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela”. Logo ele, o mestre do impossível, o homem que relativizou a própria matemática... (...)


MIRANDA, Sandro Ari Andrade de. Crônica sobre a esperança. Diário Liberdade. Disponível em <https://gz.diarioliberdade.org/mundo/item/123599-cronica-sobre-a-esperanca.html>. 


(I) “toda a infelicidade dos homens nasce da esperança”

(II) “os desejos da vida formam uma corrente cujos elos são as esperanças”
(III) “a esperança, antes de tudo, é (...) uma arma poderosa para enfrentar as dificuldades”
(IV) “a esperança é a confiança de que algo bom vai acontecer”

Analise os trechos acima e assinale a alternativa que apresenta todos os que estão elaborados em sentido figurado. 
Alternativas
Q3793681 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica sobre a esperança


    De acordo com o dicionário da língua portuguesa, a esperança é a confiança de que algo bom vai acontecer, ou a espera baseada no desejo de que algo bom vá se tornar realidade. O certo é que durante muito tempo a esperança foi debatida por pensadores, filósofos, poetas, políticos e tantos outros que veem nesta ora uma virtude ora um subterfúgio para a fuga da realidade.

    Albert Camus, por exemplo, sempre pessimista, disse que “toda a infelicidade dos homens nasce da esperança”. O grande mestre romano da política, Sêneca, foi peremptório: “deixarás de temer quando deixares de ter esperança”. Mas o mesmo Sêneca afirma que “os desejos da vida formam uma corrente cujos elos são as esperanças”.

    Quando falamos de esperança, tratamos, indiscutivelmente, de valores que, para muitos, são essenciais, na medida que é através destes sentimentos que encontramos sentido para a realização de sonhos, de desejos, de utopias. A esperança, portanto, é um ponto de partida, uma busca por algo que acreditamos ser possível alcançar, e quando isto deixa de existir, morrem-se os sonhos e, consequentemente, surge a infelicidade.

    Neste sentido, não há contradição nas assertivas de Camus e de Sêneca. Se existe medo de algo ruim, é porque existe a expectativa de algo bom. Logo, o fim da esperança é o fim do medo, mas ao mesmo tempo pode significar o fim do desejo de lutar. E é evidente que o fim das esperanças traz infelicidades, pois estas são uma consequência da não realização das expectativas quanto a determinado fato ou situação.

    Desta forma, a esperança, antes de tudo, é elemento que impulsiona a nossa vontade construtora, uma arma poderosa para enfrentar as dificuldades, e um caminho para chegar a determinado fim. É possível que as esperanças sejam exageradas, absurdas? Talvez, mas como disse certa vez Albert Einstein, “se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela”. Logo ele, o mestre do impossível, o homem que relativizou a própria matemática... (...)


MIRANDA, Sandro Ari Andrade de. Crônica sobre a esperança. Diário Liberdade. Disponível em <https://gz.diarioliberdade.org/mundo/item/123599-cronica-sobre-a-esperanca.html>. 


“O grande mestre romano da política, Sêneca, foi peremptório

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra destacada no trecho acima.
Alternativas
Q3793680 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica sobre a esperança


    De acordo com o dicionário da língua portuguesa, a esperança é a confiança de que algo bom vai acontecer, ou a espera baseada no desejo de que algo bom vá se tornar realidade. O certo é que durante muito tempo a esperança foi debatida por pensadores, filósofos, poetas, políticos e tantos outros que veem nesta ora uma virtude ora um subterfúgio para a fuga da realidade.

    Albert Camus, por exemplo, sempre pessimista, disse que “toda a infelicidade dos homens nasce da esperança”. O grande mestre romano da política, Sêneca, foi peremptório: “deixarás de temer quando deixares de ter esperança”. Mas o mesmo Sêneca afirma que “os desejos da vida formam uma corrente cujos elos são as esperanças”.

    Quando falamos de esperança, tratamos, indiscutivelmente, de valores que, para muitos, são essenciais, na medida que é através destes sentimentos que encontramos sentido para a realização de sonhos, de desejos, de utopias. A esperança, portanto, é um ponto de partida, uma busca por algo que acreditamos ser possível alcançar, e quando isto deixa de existir, morrem-se os sonhos e, consequentemente, surge a infelicidade.

    Neste sentido, não há contradição nas assertivas de Camus e de Sêneca. Se existe medo de algo ruim, é porque existe a expectativa de algo bom. Logo, o fim da esperança é o fim do medo, mas ao mesmo tempo pode significar o fim do desejo de lutar. E é evidente que o fim das esperanças traz infelicidades, pois estas são uma consequência da não realização das expectativas quanto a determinado fato ou situação.

    Desta forma, a esperança, antes de tudo, é elemento que impulsiona a nossa vontade construtora, uma arma poderosa para enfrentar as dificuldades, e um caminho para chegar a determinado fim. É possível que as esperanças sejam exageradas, absurdas? Talvez, mas como disse certa vez Albert Einstein, “se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela”. Logo ele, o mestre do impossível, o homem que relativizou a própria matemática... (...)


MIRANDA, Sandro Ari Andrade de. Crônica sobre a esperança. Diário Liberdade. Disponível em <https://gz.diarioliberdade.org/mundo/item/123599-cronica-sobre-a-esperanca.html>. 


Em relação ao texto “Crônica sobre a esperança”, é correto afirmar que o autor:
Alternativas
Q3793650 Português
Considerando as classificações dos vícios de linguagem, em especial, há um que se manifesta através de desvios de natureza sintática. Analise o trecho abaixo:
"Iremos nas festas de final de ano celebrar nossa conquista."

Assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo de vício de linguagem presente na oração: 
Alternativas
Q3793541 Português
A estrutura da oração na língua portuguesa é organizada a partir da relação entre seus constituintes, que se distribuem entre termos essenciais, integrantes e acessórios. O domínio dessa classificação é indispensável à análise sintática, já que cada termo desempenha papel específico na construção do sentido. Com base nessas informações, analise as afirmativas a seguir:

I.O sujeito e o predicado são termos essenciais da oração, pois sem eles não há estrutura oracional completa.
II.O complemento nominal é um termo integrante que completa o sentido de nomes.
III.O adjunto adnominal é termo integrante do sujeito, estabelecendo ligação direta com o verbo transitivo.
IV.O agente da passiva é termo acessório da oração, introduzido pela preposição "por" ou "de", e indica o responsável pela ação em construções na voz passiva.

Em quais afirmativas todas as classificações e definições estão corretas? 
Alternativas
Q3793442 Português


Imagem associada para resolução da questão

JUNIÃO. Escolas transformadoras. Disponível em <https://juniao.com.br/chargecartum/>.



Na fala do personagem da charge acima, o termo “sem wi-fi” é um termo que:

Alternativas
Q3793440 Português
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta em relação ao emprego do “a” ou “à”.
Alternativas
Q3793439 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta o emprego correto da palavra destacada.
Alternativas
Q3793438 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras grafadas corretamente, de acordo com a norma-padrão vigente da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3793437 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O tempo


     Há quem diga que não se pode brincar com o tempo, que ele é a solução de todas as coisas. Então é só olhar para o relógio e analisar os ponteiros; sempre em sentido horário, eles nos dão a resposta de sempre, que é tida como uma ordem, que é o seguir em frente. A cada avanço do ponteiro, é como se fosse para completar um ciclo e logo iniciar outro, seguir em frente!

     Por mais que desejemos que um único segundo nessa vida mudasse contra a sua forma natural, não saberíamos como agir ou reagir, iríamos querer alterar algumas atitudes, muitas vezes feitas por relances e mal pensadas. Mas isso não está ao alcance dos nossos modestos desejos, ou simplesmente da grande revolta do trabalho contínuo dos ponteiros.

    O tempo passa rápido demais, até despercebido. Por isso cada atitude deve ser sempre analisada com todos os seus prós e contras; um minuto perdido é muito tempo quando se trata de uma vida, que não se tem tempo definido para obter um fim.

    O relógio cumpre apenas o seu papel: de marcar o tempo. O que foi e que não voltará mais e o que virá, no amanhã. Mostra o que perdemos de fazer naquele exato momento e que talvez não tenha tempo suficiente para possuir uma nova oportunidade, é como um abraço e um adeus. É a marca do esquecimento e da lembrança perfeita, é a combinação de emoções e atitudes. Por isso não podemos perder para esse relógio vital. Seguir é o rumo e desistir é o verbo que será inexistente quando o seu sonho for a coisa mais importante para o seu hoje e o amanhã, coisas que nem o tempo irá apagar e nem a memória irá esquecer!


ROCHA, Andressa Francielli. O tempo. Folha de
Londrina. Disponível em
<https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---o-tempo-854738.html?d=1>.
“Então é só olhar para o relógio e analisar os ponteiros; sempre em sentido horário, eles nos dão a resposta de sempre, que é tida como uma ordem

Na expressão destacada do trecho acima, a forma como são apresentados os ponteiros do relógio se utiliza da figura de linguagem conhecida por:
Alternativas
Q3793435 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O tempo


     Há quem diga que não se pode brincar com o tempo, que ele é a solução de todas as coisas. Então é só olhar para o relógio e analisar os ponteiros; sempre em sentido horário, eles nos dão a resposta de sempre, que é tida como uma ordem, que é o seguir em frente. A cada avanço do ponteiro, é como se fosse para completar um ciclo e logo iniciar outro, seguir em frente!

     Por mais que desejemos que um único segundo nessa vida mudasse contra a sua forma natural, não saberíamos como agir ou reagir, iríamos querer alterar algumas atitudes, muitas vezes feitas por relances e mal pensadas. Mas isso não está ao alcance dos nossos modestos desejos, ou simplesmente da grande revolta do trabalho contínuo dos ponteiros.

    O tempo passa rápido demais, até despercebido. Por isso cada atitude deve ser sempre analisada com todos os seus prós e contras; um minuto perdido é muito tempo quando se trata de uma vida, que não se tem tempo definido para obter um fim.

    O relógio cumpre apenas o seu papel: de marcar o tempo. O que foi e que não voltará mais e o que virá, no amanhã. Mostra o que perdemos de fazer naquele exato momento e que talvez não tenha tempo suficiente para possuir uma nova oportunidade, é como um abraço e um adeus. É a marca do esquecimento e da lembrança perfeita, é a combinação de emoções e atitudes. Por isso não podemos perder para esse relógio vital. Seguir é o rumo e desistir é o verbo que será inexistente quando o seu sonho for a coisa mais importante para o seu hoje e o amanhã, coisas que nem o tempo irá apagar e nem a memória irá esquecer!


ROCHA, Andressa Francielli. O tempo. Folha de
Londrina. Disponível em
<https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---o-tempo-854738.html?d=1>.
Em relação ao texto “O tempo”, é correto afirmar que a autora: 
Alternativas
Q3793418 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente o trecho abaixo:

“Como manifestação presente à experiência vital, a curiosidade humana vem sendo histórica e socialmente construída e reconstruída. Precisamente porque a promoção da ingenuidade para a criticidade não se dá automaticamente, umas das tarefas precípuas da prática educativoprogressista é exatamente o desenvolvimento da curiosidade               .” (FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia.)
Alternativas
Q3793398 Português
Assinale a alternativa que apresenta concordância correta da forma verbal destacada.
Alternativas
Q3793396 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O tempo


     Há quem diga que não se pode brincar com o tempo, que ele é a solução de todas as coisas. Então é só olhar para o relógio e analisar os ponteiros; sempre em sentido horário, eles nos dão a resposta de sempre, que é tida como uma ordem, que é o seguir em frente. A cada avanço do ponteiro, é como se fosse para completar um ciclo e logo iniciar outro, seguir em frente!

     Por mais que desejemos que um único segundo nessa vida mudasse contra a sua forma natural, não saberíamos como agir ou reagir, iríamos querer alterar algumas atitudes, muitas vezes feitas por relances e mal pensadas. Mas isso não está ao alcance dos nossos modestos desejos, ou simplesmente da grande revolta do trabalho contínuo dos ponteiros.

    O tempo passa rápido demais, até despercebido. Por isso cada atitude deve ser sempre analisada com todos os seus prós e contras; um minuto perdido é muito tempo quando se trata de uma vida, que não se tem tempo definido para obter um fim.

    O relógio cumpre apenas o seu papel: de marcar o tempo. O que foi e que não voltará mais e o que virá, no amanhã. Mostra o que perdemos de fazer naquele exato momento e que talvez não tenha tempo suficiente para possuir uma nova oportunidade, é como um abraço e um adeus. É a marca do esquecimento e da lembrança perfeita, é a combinação de emoções e atitudes. Por isso não podemos perder para esse relógio vital. Seguir é o rumo e desistir é o verbo que será inexistente quando o seu sonho for a coisa mais importante para o seu hoje e o amanhã, coisas que nem o tempo irá apagar e nem a memória irá esquecer!


ROCHA, Andressa Francielli. O tempo. Folha de
Londrina. Disponível em
<https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---o-tempo-854738.html?d=1>.
“iríamos querer alterar algumas atitudes, muitas vezes feitas por relances e mal pensadas.”

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de algum ato ou acontecimento:
Alternativas
Q3793395 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O tempo


     Há quem diga que não se pode brincar com o tempo, que ele é a solução de todas as coisas. Então é só olhar para o relógio e analisar os ponteiros; sempre em sentido horário, eles nos dão a resposta de sempre, que é tida como uma ordem, que é o seguir em frente. A cada avanço do ponteiro, é como se fosse para completar um ciclo e logo iniciar outro, seguir em frente!

     Por mais que desejemos que um único segundo nessa vida mudasse contra a sua forma natural, não saberíamos como agir ou reagir, iríamos querer alterar algumas atitudes, muitas vezes feitas por relances e mal pensadas. Mas isso não está ao alcance dos nossos modestos desejos, ou simplesmente da grande revolta do trabalho contínuo dos ponteiros.

    O tempo passa rápido demais, até despercebido. Por isso cada atitude deve ser sempre analisada com todos os seus prós e contras; um minuto perdido é muito tempo quando se trata de uma vida, que não se tem tempo definido para obter um fim.

    O relógio cumpre apenas o seu papel: de marcar o tempo. O que foi e que não voltará mais e o que virá, no amanhã. Mostra o que perdemos de fazer naquele exato momento e que talvez não tenha tempo suficiente para possuir uma nova oportunidade, é como um abraço e um adeus. É a marca do esquecimento e da lembrança perfeita, é a combinação de emoções e atitudes. Por isso não podemos perder para esse relógio vital. Seguir é o rumo e desistir é o verbo que será inexistente quando o seu sonho for a coisa mais importante para o seu hoje e o amanhã, coisas que nem o tempo irá apagar e nem a memória irá esquecer!


ROCHA, Andressa Francielli. O tempo. Folha de
Londrina. Disponível em
<https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---o-tempo-854738.html?d=1>.
Em relação ao texto “O tempo”, é correto afirmar que a autora:
Alternativas
Q3793352 Português

Imagem associada para resolução da questão



GALVÃO, Jean. Disponível em . GALVÃO, Jean. Disponível em

<https://pt.scribd.com/document/778827560/RPE-3a-Serie-30a-SemanaPORT-1-11>.



Assinale a figura de linguagem presente na charge acima, juntamente com sua descrição correta.


Alternativas
Q3793351 Português
Assinale a alternativa em que o elemento destacado na frase substitui um termo que vai ser apresentado após ele.
Alternativas
Q3793350 Português
Assinale a alternativa que apresenta explicitamente, na oração, o agente responsável pela ação verbal. 
Alternativas
Respostas
23381: D
23382: B
23383: C
23384: A
23385: B
23386: C
23387: D
23388: E
23389: B
23390: C
23391: A
23392: E
23393: A
23394: D
23395: B
23396: D
23397: A
23398: C
23399: B
23400: A