Questões de Concurso Comentadas sobre por que- porque/ porquê/ por quê em português

Foram encontradas 904 questões

Q3213212 Português
A única alternativa que traz a grafia correta da palavra sublinhada é:
Alternativas
Q3210233 Português
FOLCLORE

        Por folclore entendemos as manifestações da cultura popular que caracterizam a identidade social de um povo. O folclore pode ser manifestado tanto de forma coletiva quanto individual e reproduz os costumes e as tradições de um povo, transmitidos de geração para geração. Sendo assim, todos os elementos que são parte da cultura popular e que estão enraizados na tradição desse povo são parte do folclore.
        As manifestações do folclore dão-se por meio de mitos, lendas, canções, danças, artesanatos, festas populares, brincadeiras, jogos etc. O folclore é parte integrante da cultura de um povo e, por isso, é considerado pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial, sendo imprescindível a realização de esforços para a sua preservação.
        As características do que pode ser definido ou não como folclore foram arduamente debatidas por intelectuais europeus e americanos. Esse debate, no entanto, não se encerrou, e aqui no Brasil diversos elementos do que se caracteriza como folclore ou são rebatidos ou são relativizados. Sendo assim, percebe-se que não existe um consenso entre os especialistas.
        O folclore naturalmente não é um elemento presente em lugares específicos, mas é algo manifestado por todas as culturas, pois todas elas têm o seu conjunto de crendices, mitos, tradições e personagens que compõem seu saber popular.

Fonte: Brasil Escola (UOL) — Adaptado.
Com base no texto e no trecho abaixo retirado dele, assinalar a alternativa que preenche a lacuna com o uso CORRETO dos porquês.
Esse debate, no entanto, não se encerrou, _________ no Brasil diversos elementos do que se caracteriza como folclore ou são rebatidos ou são relativizados (3º parágrafo).
Alternativas
Q3205384 Português
Leia o texto para responder à questão.


Esse poema é para quem?


As aparências enganam. Sempre existe a nudez da verdade por baixo das casualidades


Publicado em 17 de novembro de 2023 | Por Fabrício Carpinejar


O ciúme é falar sem pensar. É falhar sem pensar.


    Se você tivesse se reservado o direito de meditar por alguns minutos, chegaria à conclusão de que não há nada de comprometedor no comportamento do outro. 

    As aparências enganam. Sempre existe a nudez da verdade por baixo das casualidades.

    Eu diria até que o ciúme é mais preventivo do que real. Você o usa para sondar, para avisar, para advertir, nem tem aquela pretensão toda de desmascarar alguém.

    Eu sinto ciúme, minha esposa sente ciúme. Tentamos controlar o nosso radar para não culminar na chatice da possessividade e na arbitrariedade do controle. 

    Já protagonizei cenas em que falei algo e me arrependi de ter duvidado de Beatriz. Foi bobagem da minha parte sob o pretexto de preocupação e receio quanto à segurança. Antes — hoje confesso com vergonha — achava um perigo ela ir sozinha a uma roda de samba. Como se ela não pudesse se defender. Como se ela fosse minha filha menor de idade. Só faltava recomendar não beber.

    O melhor ciúme é o que se mostra mesmo infundado, o que deixa o ciumento com cara de detetive fracassado e renova a lealdade entre o casal.

    Minha esposa encontrou uma folha com a minha letra em cima da mesa.

Estava escrito:

“Por muito tempo achei que a ausência é falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

    A ausência é um estar em mim.

    E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim”.

    E logo veio me questionar, brandindo a folha, sobre para quem eu tinha feito aquele poema lindo.

Já chegou chutando a porta:

    — Espero que não tenha sido para nenhuma ex!

    Ela pensava que eu estava tendo uma recaída. Não tinha cabimento. Escorpianos não têm recaídas. São vingativos, ora bolas. Quando esquecem uma pessoa, enterram-na para sempre.

    Fiz cara de culpado para criar suspense — não sou bobo de perder essa chance de ter razão, são momentos raros no meu relacionamento — e respondi:

    — Foi um sentimento sincero. Não podemos censurar. Trata-se de uma saudade violenta.

Ela se mostrava contrariada:

— Tá confessando, então…

Antes que apanhasse sem concluir a história, larguei uma charada:

    — Mas acho que será difícil descobrir de quem o poema fala.

Ela ficou intrigada:

— __________?

Eu esclareci:

    — Pois a pessoa que escreveu está morta. É um poema de Carlos Drummond de Andrade.

    — Da próxima vez que sentir ciúme, saiba com quem está casada. Eu não escrevo tão bem.


CARPINEJAR, Fabrício. Esse poema é para quem? O Tempo, 17 de novembro de 2023. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/essepoema-e-para-quem-1.3275457. Acesso em: 10 jan. 2024. Adaptado.
Ao fim do texto, foi inserida uma lacuna, que deve ser preenchida por uma das expressões a seguir. Assinale a alternativa que preenche corretamente tal lacuna
Alternativas
Q3203744 Português
Assinale a alternativa que apresenta o uso correto do “porquê”:
Alternativas
Q3185905 Português
Assinale a frase em que a grafia do termo sublinhado está correta. 
Alternativas
Q3179751 Português
Indique a alternativa que completa corretamente a frase:
Não fui à festa ___________ choveu.
Alternativas
Q3179105 Português
Marque a alternativa que completa corretamente a frase. _________________ você não estudou para a prova? 
Alternativas
Q3177550 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Fechando os olhos para escrever


A vida é espantosamente linda. Só parece curta porque percebemos as dádivas exclusivamente no período em que estamos apaixonados por alguém.


Como a paixão acontece pouco, até cinco vezes numa trajetória, terminamos por desprezar e desmerecer grande parte da beleza dos acasos. Não desfrutamos da tela LED do coração. Das cores. Da exuberância das sutilezas. Da vibração das coincidências. Não aproveitamos o manancial interior, aquela sensação de leveza, de emparelhamento com o destino.


Transferimos a responsabilidade a um outro pelo nosso enamoramento. Dependemos de um romance para experimentar esse superpoder, que fica adormecido longamente em nossa história. Não nos achamos bonitos com frequência, não nos achamos atraentes com constância. 


O fato é que somos pouco apaixonados por nós mesmos. Se o despertar fosse por nós, pela nossa própria personalidade, compensaríamos o tempo perdido e inativo da entressafra dos relacionamentos amorosos. Resgataríamos o nosso dom, que somente é explorado a partir de terceiros.


O pessimismo se infiltra na rotina, e não nos permitimos as descobertas. Permanecemos no mesmo lugar conhecido, ainda que não seja nosso lugar predileto, justamente porque nos falta paixão.


Quem tem paixão tem também coragem, tem iniciativa, tem curiosidade. Os dias nunca serão iguais. Existe a disponibilidade para se aventurar. Se você está apaixonado por quem quer que seja, larga o pijama e a série para ir a uma festa desconhecida.


Não se trata de atentar mais para o entorno, para os lados, mas de dar mais chance para o nosso interior. Por que, nos momentos mais profundos da nossa existência, fechamos os olhos?


Quando beijamos quem amamos, fechamos os olhos.

Quando rezamos, fechamos os olhos. Quando cantamos uma música significativa, fechamos os olhos. Ou seja, nos instantes de maior emoção, ao invés de abrir os olhos e enxergar o que está ocorrendo, preferimos não ver nada. Para unicamente sentir. Sentir a pulsação desordenada e caótica da vida.


Fechar os olhos é a prova de que você se entregou ao momento. É quando você está inteiramente presente. É quando você confia de verdade. É quando você finalmente se escuta.


No fundo, nascemos para sonhar. Então, fechamos os olhos, para celebrar o autoencontro.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/12/27/fechando-os-olhos-para-escrever

No contexto da frase "Só parece curta porque percebemos as dádivas exclusivamente no período em que estamos apaixonados por alguém", o uso de "porque" está correto. Muitas vezes, o uso dos diferentes tipos de "porque" gera dúvidas. Assinale a alternativa em que o "porque" também está corretamente empregado:
Alternativas
Q3173238 Português
Adolescentes e a busca pelo corpo perfeito


      Autoestima e autocuidado são atributos significativos para uma vida de bem−estar. No entanto, o equilíbrio é sempre bem−vindo. Dependendo do nível de exigência com a autoimagem, a busca pelo corpo perfeito pode trazer prejuízos e sofrimento.

     Nunca se falou tanto em saúde mental infantil e do adolescente como nos últimos tempos. Isso é positivo, pois abre portas para que as pessoas possam refletir sobre assuntos relevantes, tendo a oportunidade de mudar comportamentos e pensamentos inadequados.

    A adolescência é um momento sensível. A fase marca a despedida da infância e a entrada para um mundo cheio de obrigações e cobranças.

    É nesse estágio que as pessoas dão mais importância para o social, buscando aceitação dos pares e identificação com grupos específicos. É também a época em que despertam os interesses sexuais, aumentando a preocupação com a aparência e o julgamento.

    O uso exagerado de filtros do Instagram é um bom exemplo nesse sentido, já que a motivação por trás é se mostrar interessante para alcançar a aceitação social. No fundo, o jovem altera a própria imagem na tentativa de esconder o “eu real” a fim de se transformar em um “eu idealizado” para os outros.

   A perfeição é impossível de ser atingida. Buscar algo inviável gera frustração, aumento da insatisfação, sofrimento e prejuízos afetivos, sociais e profissionais.


Fonte: Hospital Santa Mônica — Adaptado.
A respeito do emprego dos porquês, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) “Por que” é utilizado em perguntas. ( ) “Por quê” possui valor de substantivo e indica motivo. ( ) “Porque” é utilizado em respostas. ( ) “Porquê” é utilizado no fim das frases.
Alternativas
Q3168007 Português
Nas frases a seguir, emprega-se indiscriminadamente a palavra “porque”. Sabendo da existência dos parônimos dessa expressão, identifique a sentença em que a palavra dada deveria ser grafada separadamente, como “por que”. 
Alternativas
Q3152203 Português
Por que o mar é salgado se é alimentado principalmente por rios de água doce?

À primeira vista, pode parecer estranho, principalmente quando consideramos que a água que chega ao oceano vem de rios e córregos, que são de água doce. A resposta a esta pergunta nos leva a estudar complexos processos naturais que moldaram o nosso planeta durante milhões de anos.

A água doce que chega ao oceano não é totalmente livre de sais e minerais. Estes se dissolvem nas rochas terrestres, processo que começa com a chuva, que contém pequenas quantidades de dióxido de carbono do ar, gerando um ácido fraco.

Quando esta chuva cai sobre as rochas, o ácido dissolve pequenas partículas de minerais e sais, que são transportados por rios e riachos, levando-os finalmente ao oceano.

Porém, não notamos sabor salgado em rios, córregos e lagos. Isso ocorre porque a água doce, sendo constantemente renovada pela chuva, dilui as quantidades de sais dissolvidos. O volume de água doce é muito maior que o de minerais dissolvidos.

Quando a água doce dos rios flui para o oceano, ela carrega consigo esses minerais. Mas o oceano, ao contrário dos lagos e rios, é um sistema cumulativo.

O sal e os minerais não são facilmente removidos e se acumulam com o tempo. Além disso, existe outro processo fundamental que adiciona minerais ao oceano: as fontes hidrotermais no fundo do mar.

Nas profundezas do oceano, a água escoa através de fendas na crosta terrestre, onde é aquecida pelo magma subterrâneo. A água quente (que pode chegar a 400ºC) atua sobre as rochas, dissolvendo sais e minerais de forma semelhante ao açúcar em um copo de leite quente.

Essa mistura enriquecida com minerais é liberada de volta ao oceano através das aberturas, adicionando ainda mais componentes dissolvidos à água do mar.

Os vulcões subaquáticos também desempenham um papel importante na salinidade dos oceanos. Durante as erupções, eles libertam uma mistura de minerais e gases dissolvidos que enriquecem a água do mar com uma variedade de íons.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c70889eyk4no.adaptado.
'Por que' o mar é salgado se é alimentado principalmente por rios de água doce?
Assinale a opção correta sobre a ortografia oficial do 'porquê' de acordo com seu uso na frase.
Alternativas
Q3142894 Português
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do período a seguir.

Ela se afastou de sua amiga, _______ estava enciumada. Não queria saber o _________ de suas atitudes. Esperava apenas que não se encontrassem mais pelas ruas _______ passavam.
Alternativas
Q3139043 Português
De acordo com o uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
Eu não fui à festa _________ estava muito cansado. Meu amigo queria saber o ________ de não ter ido e __________ não o avisei. 
Alternativas
Q3545663 Português
Por que as pessoas trocam presentes?

Sem dúvida, os presentes servem a muitos propósitos. Alguns psicólogos observam um "brilho no olhar" — um prazer intrínseco — associado ao ato de dar presentes.

Os teólogos notaram como presentear é uma forma de expressar valores morais — como amor, bondade e gratidão — no catolicismo, no budismo e no islamismo. E filósofos consideravam presentear como a melhor demonstração de altruísmo.

Não é de admirar que os presentes sejam uma parte central do Natal e de outros feriados de fim de ano − e que algumas pessoas possam até ficar tentadas a considerar a Black Friday, o dia das ofertas da época de compras de fim de ano, como um feriado em si.

Mas de todas as explicações sobre a razão pela qual as pessoas dão presentes, a que considero mais convincente foi dada em 1925 por um antropólogo francês chamado Marcel Mauss.

Mauss observou que os presentes criam três ações distintas, mas extremamente relacionadas. Presentes são dados, recebidos e retribuídos.

O primeiro ato de dar estabelece as virtudes de quem dá. Ele expressa sua generosidade, bondade e honra.

O ato de receber o presente, por sua vez, mostra a disposição da pessoa em ser homenageada. Essa é uma forma de quem recebe mostrar sua generosidade, mostrar que está disposto a aceitar o que lhe foi oferecido.

O terceiro componente é a reciprocidade, retribuindo o que foi dado primeiro. Essencialmente, espera-se − implícita ou explicitamente − que agora a pessoa que recebeu o presente devolva um presente ao doador original.

Mas então, é claro, assim que a primeira pessoa receber algo em troca, ela deverá devolver outro presente à pessoa que recebeu o presente original. Dessa forma, presentear se torna um ciclo interminável de dar e receber.

Este último passo − a reciprocidade − é o que torna os presentes únicos. Ao contrário de comprar algo em uma loja, em que a troca termina quando o dinheiro é trocado por mercadorias, dar presentes constrói e sustenta relacionamentos. Esta relação entre quem dá e quem recebe está ligada à moralidade. Presentear é uma expressão de justiça porque cada presente geralmente tem valor igual ou maior do que o último dado. E presentear é uma expressão de respeito porque mostra vontade de homenagear a outra pessoa.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/clmenny 99veo.Adaptado. 

'Por que' as pessoas trocam presentes?


Assinale a opção que contenha a nova frase com o uso correto do termo destacado.

Alternativas
Q3509327 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Mito ou morte? Extinção das abelhas seria apocalipse para humanos?

    Você já deve ter ouvido falar que se as abelhas sumissem, nós, seres humanos, também sumiríamos da Terra. Mas ______? Qual é o real impacto que a vida das abelhas tem no ciclo de vida da natureza? Ecoa conversou com dois pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e eles dizem que não, a situação não seria tão fatídica assim. Não seria o fim de nossa vida, mas, de certa forma, seria o fim de como a nossa vida é hoje. Sem as abelhas muitas coisas poderiam ser alteradas, produtos ficariam mais caros e até mesmo o chocolate poderia desaparecer.
    As abelhas são as principais responsáveis pela polinização, ou seja, são elas que transferem o pólen entre as partes reprodutoras masculinas e femininas de uma planta, possibilitando que haja a formação dos frutos e sementes e a consequente reprodução das espécies vegetais. Alguns frutos que dependem quase totalmente da polinização animal são a maçã, o maracujá e o cacau. “Se as abelhas forem extintas, podemos ter a redução e até mesmo o sumiço dessas frutas. Ou vai ser caro demais ou não vai ser mais possível obtê-las”, diz Maria Teresa Rego Lopes, pesquisadora da Embrapa. Ou seja, sim, sem as abelhas o cacau pode desaparecer e, com ele, o chocolate!
    Quem também depende das abelhas para sobreviver são as matas nativas, mesmo que indiretamente. Maria Teresa afirma que, conforme estudos, a dependência dessas plantas pode ser superior a 90% em alguns ecossistemas. Quando se trata de plantas cultivadas, o déficit na produção pode ser enorme, dependendo do grau de dependência da cultura. Por exemplo, cerca de 30% das principais culturas mundiais poderia sofrer redução de 40% a 90% na produção se faltassem polinizadores.
    Isso sem contar que, muitas vezes, a planta depende desses insetos para se reproduzir. A alfafa, por exemplo, é fornecida como alimento a animais que depois serão consumidos por seres humanos. “Se as abelhas sumirem, haverá um grande desequilíbrio em toda a cadeia alimentar e no ciclo de vida da natureza”, diz a pesquisadora.
    O engenheiro ambiental, pesquisador da Embrapa e do comitê científico da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A), Décio Gazzoni, explica que existem outros agentes polinizadores, como pequenos mamíferos, algumas aves, morcegos e o próprio vento, mas as abelhas são a espécie mais eficiente. Mundialmente, a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) conta com 128 países signatários em busca das melhores práticas de uso sustentável da natureza e conservação do ecossistema. Eles produzem ainda informações para fomentar a decisão em políticas públicas. Diversos órgãos do governo têm legislação para o manejo das abelhas. Elas estão em esfera estadual, municipal, e nacional, pelo Ministério do Meio Ambiente/Ibama e o da Agricultura.
    Dentro dessas diretrizes, estão as regras para uso de agrotóxicos de maneira controlada e seguindo as instruções da bula, de modo que sua aplicação ocorra nos horários em que esses insetos não estejam fazendo a polinização no local. O pesquisador avalia que estamos pagando um preço enorme com as alterações climáticas ocasionadas por agressões dos seres humanos na natureza. “Precisamos entender a importância desses insetos na natureza e aprender a coexistir com eles.”


Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2023/07/09/e-verdade-que-o-fim-das-abelhas-seria-o-fim-tambem-da-nossa-vida.htm. Adaptado. 
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna no texto.  
Alternativas
Q3509296 Português
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.


MOTIVO

No mundo que combato morro
no mundo por que luto nasço
(Mia Couto)


Meu filho chegou da escola mais contente hoje. Não tem sido assim. Desde que mudamos de cidade e de escola, é uma queixa atrás da outra.

Um colega empurra, outro debocha, outro se junta com outro e brinca de repórter de TV pra gravar a fala dele. Coração de mãe, você já sabe. Tenho vontade de ir lá e rufar a mão na cara da molecada. Falo com a diretora, entendo que as crianças são danadas, que revidar não é o melhor caminho, que é preciso uma orientação adequada.

Em casa faço o que posso. Escuto meu filho, aconselho, digo que o melhor a fazer é não dar tanta bola pra isso. Vai saber o motivo de esses meninos serem tão agressivos. Vai ver são maltratados em casa. Conto que minha mãe, no meu tempo, nem me escutava.

Eu tentava dizer alguma coisa e ela: não me venha com queixa. Não repito o procedimento. Acredito que muita coisa pode melhorar com a força de uma boa palavra.

Depois de algum tempo, de muita conversa e idas e vindas à escola, finalmente chegou o dia em que ele se sentiu mais ambientado, mais feliz.

Reparei, no final da tarde, naquele intervalo em que ficam brincando antes de virem pra casa, que o grupinho de uns três se fortalecia. Falei. Eu já sei por que você acabou tendo mais afinidade com o Vinícius e o Julio. Porque, coincidentemente, vocês três são filhos únicos, a falta de um irmãozinho a gente acaba compensando com o colega, não é mesmo?

A reposta que veio a seguir me arrebentou por dentro. Ainda teria muito por fazer.

— Não, mamãe, nós três ficamos amigos porque somos os três da sala que têm defeito.

— Como assim, defeito?

— Sim, o Vinícius é gordo, o Julio é negro e eu sou gago.


(COCCO, Marta H. Não presta pra nada. Carlini & Caniato: Cuiabá-MT, 2016.)
Não, mamãe, nós três ficamos amigos porque somos os três da sala que têm defeito. Sobre a palavra em destaque, marque a afirmativa correta.
Alternativas
Q3487330 Português

Analise as sentenças a seguir quanto ao emprego das expressões “porque”, “por que”, “porquê” e “por quê”:


I. Estou resfriada, …… tomei chuva.


II. …… você está tão zangado?


III. Ficou chateada durante o jantar, mas não disse o …… .


Assinale a alternativa que apresenta opções que preencham correta e respectivamente cada uma das lacunas das sentenças apresentadas. 

Alternativas
Q3482984 Português
Analise as assertivas e assinale onde o uso dos porquês está aplicado de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3471696 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Esquecer é uma função normal da memória

Esquecer-se de coisas no dia a dia pode ser um pouco irritante ou, à medida que envelhecemos, um pouco assustador. Mas é parte da função normal da memória, permitindo-nos seguir em frente ou abrir espaço para novas informações.

As nossas memórias não são, na verdade, tão confiáveis quanto pensamos. Mas que nível de esquecimento é normal? Analisemos as evidências.

Quando nos lembramos de algo, nossos cérebros precisam aprender a memória, mantê-la segura e recuperá-la quando necessário. E o esquecimento ocorre em qualquer parte desse processo.

Ao receber informação sensorial pela primeira vez, o cérebro não processa tudo. Assim, usamos nossa atenção para filtrar as informações importantes.

Isso significa que, quando codificamos nossas experiências, codificamos principalmente aquilo em que prestamos atenção.

Quando alguém se apresenta em um jantar enquanto prestamos atenção em outra coisa, não codificamos o nome. É uma falha de memória, mas é totalmente normal e bastante comum.

Hábitos e estrutura, como sempre colocar as chaves no mesmo lugar para que não tenhamos que codificar sua localização, ajudam-nos a contornar o problema.

Ensaiar também é importante para a memória. As memórias que mais duram são aquelas que ensaiamos e recontamos, embora, muitas vezes, adaptamo-las a cada releitura e, provavelmente, nos lembremos do último ensaio em vez do evento real em si.

Na década de 1880, o psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus ensinou a um grupo de pessoas sílabas sem sentido, que elas nunca tinham ouvido antes, e analisou o quanto lembraram delas ao longo do tempo. Ele mostrou que, sem ensaio, a maior parte da nossa memória desaparece dentro de um ou dois dias.

No entanto, as pessoas que ensaiaram as sílabas, repetindo-as em intervalos regulares, puderam lembrar por mais de um dia o número de sílabas.

Mas essa necessidade de ensaio pode ser outra causa do esquecimento diário. Quando vamos ao supermercado, codificamos onde estacionamos o carro, mas quando entramos na loja, ocupamo-nos de outras coisas que precisamos lembrar, como nossa lista de compras. Como resultado, esquecemos a localização do carro.

Outra coisa que nos revela característica do esquecimento: podemos esquecer informações específicas, mas lembrar da essência. Quando saímos da loja e percebemos que não lembramos onde estacionamos o carro, provavelmente lembramos se era à esquerda ou à direita da porta da loja, no limite do estacionamento ou mais para o centro.

E, assim, em vez de ter que percorrer todo o estacionamento até encontrá-lo, fazemos a busca em uma área relativamente definida.

À medida que as pessoas envelhecem, elas se preocupam mais com a memória. É verdade que nosso esquecimento se torna mais pronunciado.

Quanto mais tempo vivemos, temos mais experiências e lembranças. Mas as experiências têm muito em comum, o que significa que pode se tornar complicado separar esses eventos em nossa memória.

Se você só passou férias na praia na Espanha uma vez, você se lembrará com grande clareza. Agora, se você já foi de férias para a Espanha muitas vezes, visitou diversas cidades em momentos diferentes, lembrar se algo aconteceu na primeira vez em Barcelona ou na segunda, ou se seu irmão estava nas férias em Maiorca ou Ibiza, torna-se mais desafiador.

A sobreposição de memórias, ou interferência, atrapalha a recuperação de informação. Imagine arquivar documentos no seu computador. Ao iniciar o processo, você tem um sistema claro, em que saberá onde encontrar cada documento que guardar.

Mas à medida que mais e mais documentos entram, fica difícil decidir a qual das pastas ele pertence. Você também começa a colocar muitos documentos em uma pasta porque todos eles estão relacionados a um mesmo item.

Isso significa que, com o tempo, torna-se difícil recuperar o documento certo quando precisar dele, seja porque você não consegue saber onde o colocou, ou porque sabe onde ele deve estar, mas há muitas outras coisas para pesquisar.

Mas não esquecer também pode ser perturbador. O transtorno de estresse pós-traumático é um exemplo de uma situação em que as pessoas não conseguem esquecer. A memória é persistente, não desaparece e, muitas vezes, interrompe a vida diária.

Há experiências semelhantes com memórias persistentes no luto ou em casos de depressão, condições que dificultam o esquecimento de informações negativas, quando esquecer seria extremamente útil.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72gx0x7zl1o.adaptado.
'Por que' esquecer é uma função normal da memória
Assinale a opção correta do termo destacado de acordo com as regras gramaticais: 
Alternativas
Q3449788 Português
FELIZ ANO NOVO COM A CERTEZA DE MUITO AMOR


(1º§) Este ano, quero aprender algo mais, algo que ainda nem sei o que é. Quero, em comparação com os anos anteriores, amar e me dedicar bem mais ao outro. Será um ano promissor, fértil e de realizações, mas preciso assumir uma posição, bem rápido, quão mais rápido seja possível.

(2º§) Este ano, quero ser mais, ouvir mais, saber mais, dizer mais vezes a palavra não e pensar mais vezes ao dizer a palavra sim, e vice-versa. Quero decidir minha vida, amar e amar tão intensamente, para, então, me sentir feliz!

(3º§) Este ano, quero prestar mais a atenção ao cheiro das coisas. Preciso ouvir tudo de coração; sentir tocar na minha pele as vibrações positivas, quero abraçar meu próximo e saborear o doce dos pequenos e grandes momentos da vida.

(4º§) Este ano, quero ser uma ave sem precisar me estipular limites. Quero me conhecer mais, olhar para o meu íntimo e ver como realmente sou eu.

(5º§) Este ano, quero tirar as máscaras que ainda restam e sem que as pessoas percebam, o meu eu vá aparecendo e conquistando, agradando, causando sutis escândalos.

(6º§) Este ano, quero continuar atenta a tudo, prestando atenção às cores dos relacionamentos que surgem e desaparecem.

(7º§) Este ano, sei que será diferente dos demais, alguns já não estão mais tão perto e outros estão apenas pensando em se aconchegar.

(8º§) Este ano, eu quero saber diferenciar o ontem do hoje, quero medir o que há de bom ou ruim, o suficiente, o bastante para eu reforçar o amor a alguém, à minha volta. Quero além de sentir o cheiro das coisas, saber lidar com todos os cheiros, enxergar as flores do jardim e tocar na mais linda e perfumada de todas elas.

(9º§) Este ano, a tendência da paixão é certa e a decepção pode ser perigosa e triste. Não que ser peregrina, preciso criar um nexo para minha vida.

(10º§) Este ano está com cara de bossa-nova. Sinto o cheiro da melodia no ar. Suave e harmonioso na minha pele, no meu peito, no meu interior.

(11º§) Este ano, eu estou começando a compor. Será um ano de tentativas e de vitórias!

(12º§) Este ano, sim, serei bela como a vida, ardente de paixão para aumentar o brilho de nossas vidas. Fixe a ideia de que o melhor virá junto com o Ano Novo. Junte suas forças e lute por seu grande amor!

(13º§) Quero sugar o mel das coisas boas da vida e com ele vou me deliciar da doçura dos meus sonhos. Nada de sombra e luzes artificiais. Somente luz natural.

(14º§) O que eu realmente quero para este ano, é morrer de amor! Simplesmente morrer de amor! Entenda agora e venha comigo!


(Por: Cláudia K. da Luz) – (Texto adaptado)


(https://www.pensador.com/textos_de_feliz_ano_novo)
Marque a frase que apresenta desvio / erro no uso do “Porquê”
Alternativas
Respostas
101: D
102: B
103: C
104: C
105: E
106: D
107: C
108: C
109: D
110: B
111: D
112: C
113: C
114: A
115: D
116: B
117: D
118: D
119: A
120: A