Questões de Concurso Comentadas sobre por que- porque/ porquê/ por quê em português

Foram encontradas 957 questões

Q3750196 Português
Mencionando-se os porquês, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3744599 Português
    Homens adoecem mais e vivem menos do que as mulheres em quase todos os países, segundo uma revisão global da Universidade do Sul da Dinamarca.

    A pesquisa analisou marcadores de gênero em saúde em mais de 200 países, focando em hipertensão, diabetes e HIV/Aids. Os resultados mostram que homens têm taxas mais altas dessas doenças, morrem mais cedo por causa delas e procuram menos o sistema de saúde, tanto para diagnóstico quanto para tratamento.

    O estudo aponta fatores sociais e culturais como principais explicações para esse padrão. As normas de gênero, os comportamentos de risco e a associação entre doença e fragilidade ajudam a afastar os homens do cuidado com a saúde. Eles costumam fumar mais, negligenciar prevenção e minimizar sintomas.

    "Historicamente, o estereótipo do 'ser homem', associado a fatores sociais, culturais, políticos e econômicos, causa impactos negativos na saúde do homem", diz o médico de família e comunidade Wilands Patrício Procópio Gomes, do Einstein Hospital Israelita. Entre os exemplos destacados por Gomes, estão a ideia de que estar doente é sinônimo de fragilidade e a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e os eventuais sintomas, além do medo de diagnósticos.

    No Brasil, dados do IBGE refletem esse cenário. Em 2023, a expectativa de vida masculina era de 73,1 anos, contra 79,7 anos das mulheres, uma diferença de quase sete anos. Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 82,3% das mulheres haviam ido ao médico no ano anterior, contra 69,4% dos homens.


Fonte: Revista Planeta. Adaptado.
Assinalar a alternativa em que o uso do porquê está INCORRETO.
Alternativas
Q3742213 Português
Leia as frases seguintes e observe o uso das diferentes formas de “por que”, “porque”, “por quê” e “porquê”: 

I. Por que você não gosta de maçã?  II. Não assisti ao filme porquê cheguei atrasado. III. Não me telefonou, por quê? IV. Acho que você já entendeu o porquê de aprender isto. 

Com base no emprego no emprego correto do vocábulo destacado em cada frase, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q3716830 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão.


Muitas famílias enfrentam dificuldades para conseguir uma vaga de creche para os filhos. Mesmo que a etapa não seja obrigatória, o impacto é grande na renda das famílias e no desenvolvimento das crianças. Um levantamento do Todos Pela Educação com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C) e do Censo Escolar divulgada revelou que quase 2,3 milhões de crianças de até 3 anos estão fora da creche por dificuldade de acesso. “As crianças que não têm acesso à educação infantil são privadas de ter um ambiente seguro que estimule o seu desenvolvimento e interação com adultos com os quais convivem, preparados para estimular o desenvolvimento das crianças”, disse Gabriel Corrêa, diretor de Políticas Públicas do Todos.


(Adaptado de g1.globo.com> Acesso em 21 de agosto de 2025).

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas das frases:


I- Ainda não entendi _______ ele desistiu do projeto tão repentinamente.

II- Não compareceu à reunião _______ estava doente.

III- Gostaria de saber _______ você não respondeu às mensagens ontem.

IV- O _______ de tanta confusão foi explicado apenas no final do encontro

Alternativas
Q3696026 Português
O emprego de “por que e/ou variações” está INCORRETO em:
Alternativas
Q3695534 Português
Analise as frases a seguir.

I. Tudo é uma questão que nem sei explicar o ___________. 
II. Já nem sei ____________ estamos tão aflitos.
III. Você não quer falar __________?
IV. Sei __________ procuro me informar sempre.

Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas nas frases a seguir.
Alternativas
Q3695234 Português
Analise as frases a seguir.

I. Tudo é uma questão que nem sei explicar o ___________.
II. Já nem sei ____________ estamos tão aflitos.
III. Você não quer falar __________?
IV. Sei __________ procuro me informar sempre.

Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas nas frases a segu
Alternativas
Q3654723 Português
Mencionando-se os porquês, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3653878 Português
Analise os usos dos porquês nas frases a seguir:

I.Por que parece que todo mundo está gripado?
II.Não há por que chorar dessa maneira.
III.Ninguém explicou o porquê de toda a rejeição.
IV.Monitoramos os casos graves dessas doenças respiratórias por quê?

São corretos os usos em:
Alternativas
Q3643671 Português
Cobra comendo cobra

Elas comem insetos, anfíbios, aves, mamíferos e até indivíduos da própria espécie. Sim, as serpentes (popularmente chamadas de cobras) têm uma alimentação muito diversificada e algumas delas são canibais. A gente se espanta, mas diferentes razões ecológicas explicam por que esses répiteis mantêm o hábito de comer seus iguais.

Existem mais de quatro mil espécies de serpentes espalhadas pelo mundo. Elas são encontradas em todos os lugares do planeta, menos nas regiões polares. Famosas pelos seus botes, são carnívoras e ótimas caçadoras, ocupando o topo da cadeia alimentar. Isso significa que são predadoras vorazes, devido à sua agilidade e outras características.

(https://chc.org.br/artigo/cobra-comendo-cobra/#:~:text=)
O trecho do texto que apresenta um vocábulo com uma palavra grafada de forma incorreta é: 
Alternativas
Q3642439 Português
Amor ao fracasso

Publicado em 15/03/2017 - 00:05
Por Arnaldo Jabor


Assim como o ‘atraso’ sempre foi uma escolha consciente, o ‘abismo’ é um desejo secreto.

     Há um grande amor brasileiro pelo fracasso. Quando ele acontece, é um alívio. O fracasso é bom porque nos tira a ansiedade da luta. Se já perdemos, para que lutar?

     Sempre que há uma crise ou uma catástrofe nacional, irrompe uma euforia de cabeça para baixo. É como se a opinião pública dissesse: “Eu não avisei? Não adianta tentar que sempre dá tudo errado”...

     Nada como um desastre ou escândalo para acalmar a plateia. Danem-se as questões importantes, dane-se a crise econômica, dane-se tudo. Bom é fofoca e denúncia. Nada acontece, dando a impressão de que muito está acontecendo.

    Temos a velha crença colonial de que nossa vida é um conto do vigário em que caímos. Somos sempre vítimas de alguém. Nunca somos nós mesmos. Ninguém se sente vigarista.

    O fracasso nos enobrece. O culto português das impossibilidades é famoso. Numa sociedade patrimonialista como Portugal do século 16, onde só o Estado-rei valia, a sociedade era uma massa sem vida própria. Suas derrotas eram vistas com bons olhos, pois legitimavam a dependência ao rei. Fomos educados para o fracasso.

    Quem tem coragem de ir à TV e dizer: “O Brasil está melhorando!”, mesmo que esteja? Ninguém diz. É feio. Falar mal do País é uma forma de se limpar. Sentimo-nos fora do poder, logo é normal sabotar.

    O fracasso é uma vitória para muitos. “Não fui eu que fracassei; foi o governo, o neoliberalismo, sei lá.” Nossos heróis todos fracassaram. 

    Enforcados, esquartejados, revoltas abortadas, revoluções perdidas lhes dão uma aura de martírio e santidade. Peguem um herói norte-americano: Paul Revere, por exemplo. Cavalgou 24 horas e conseguiu salvar tropas americanas na Guerra da Independência. Foi o herói da eficiência. Aqui, só os fracassados verão Deus.

     “Seja marginal, seja herói.” O fracasso é legal, a vitória é careta. A vitória dá culpa; o fracasso é um alívio.

     A crise, a catástrofe têm um sabor de “revolução”. É como se a explosão “revelasse” algo, uma tempestade de merda purificadora – depois de tudo arrasado, a pureza renasceria do zero.

     Agora, com a denúncia da Odebrecht, a denúncia do fim do mundo, não há mais o que analisar, o que prever, o que vai acontecer... Temos de nos calar diante do inenarrável. Estamos sem palavras diante da mais louca crise institucional que já vimos. Os escândalos “parecem” acontecimentos.

    A Lava Jato foi nosso grande ‘acontecimento’. Mas, agora, que a luta contra a corrupção já aconteceu, é preciso que as descobertas, as condenações levem a algum outro lugar além da moralidade pública, além da sensação de purificação da política. Espalhou-se a teoria de que o problema do Brasil é moral. Assim, muitos lutam pela moral, mas são contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. A Lava Jato tem de ser o começo da mudança de uma estrutura burocrática feita para dar errado sempre.

     Não nos esqueçamos que o Atraso é um desejo, não um acidente de percurso.

     Assim como o ‘atraso’ sempre foi uma escolha consciente no passado, o ‘abismo’, o brejo para nós são um desejo secreto. Há a esperança inconsciente de que do fundo do caos surja uma solução divina. Antigamente, achávamos que os fatos nos levariam a um futuro harmônico, que a vida era uma linha reta, que ia desde os macacos até o paraíso cristão ou, recentemente, ao fim da história.

    Não são as décadas que nos transformam; são os fatos. Eles cavam buracos no tempo e criam caminhos que não podemos prever. Há épocas lentas, há épocas sangrentas, épocas eufóricas e ingênuas, há épocas que parecem ataques epiléticos da história.

     Nossos intelectuais se deliciam numa teoria barroca da “zona” geral. O Brasil é visto como um grande bode sem solução, para a felicidade dos velhos militantes imaginários. Quem quiser positividade é traidor. Recebe um rótulo de neoliberal ou reacionário na hora. Não ocorre aos velhos comunas que pessoas possam evoluir politicamente, buscando soluções pragmáticas, mais possíveis. Não; é um dogma. A miséria tem de ser mantida in vitro, para justificar teorias e absolver incompetência. A Academia cultiva o insolúvel como uma flor. “Qual a solução para o Brasil?”, perguntam. Mas a própria ideia de ‘solução’ é um culto ao fracasso. Não lhes ocorre que a vida seja um processo, vicioso ou virtuoso, e que só a morte de uma pessoa ou de um país é a solução.

    Há um negativismo crônico no pensamento brasileiro. Paulo Prado contra Gilberto Freyre. Para eles, a esperança é ingênua; a desconfiança é sábia: “Aí tem dente de coelho, alguma ele fez...”.

   Jamais perdoaram o FHC por ter abandonado a utopia tradicional e aderido à ‘realpolitik’ da socialdemocracia.

    Foi queimado como traidor pela gangue de canalhas e ignorantes. Foi um dos maiores erros da chamada ‘esquerda’, talvez a maior perda de oportunidade da história. Foi aí que o PT iniciou sua rota para o nada.

    Agora, temos o ridículo fenômeno do ‘Fora Temer’, o mantra dos imbecis, que não conseguem entender que nosso problema é econômico – se o Temer pusesse o demônio no Congresso, valeria a pena.

    Se as reformas da Previdência e trabalhista e fiscal não forem feitas, bye bye Brazil...

     Repito o assessor do Clinton, James Carville: “Trata-se da Economia, estúpidos!”.

    As velhas categorias para explicar o Brasil morreram. Já há uma pós-corrupção, uma pós-direita (disfarçada de “esquerda”). Mas a burrice é uma força da natureza.

    Vejam como o Brasil se animou com a crise atual. Manifestações populares, panelas batendo, bandeiras brasileiras. Tudo bem, mas o que fazer estruturalmente? Além das reformas óbvias, ninguém sabe nada.

   Aliás, acho que estávamos precisando mesmo de um beco sem saída. Ele está chegando.

    Ninguém sabe o que vai acontecer. Se o governo Temer não conseguir reformar o Estado, será o primeiro grande trauma que os privilegiados sentirão. Os miseráveis já estão acostumados
Assinale a frase em que a grafia do vocábulo sublinhado está equivocada.
Alternativas
Q3615694 Português

Durante uma atividade de revisão gramatical, a professora pediu que os alunos associassem corretamente o uso dos diferentes tipos de "porquês" às frases apresentadas.


Associe a Coluna I às explicações da Coluna II:


Coluna I − Frases


I.Não fui ao cinema ontem, __________ estava muito cansado.

II.Você ainda não terminou o exercício, __________?

III.Gostaria de entender o __________ de tanta impaciência.

IV. __________ você não quis participar da reunião?



Coluna II − Uso dos porquês

(__)porque.

(__)por quê.

(__)porquê.

(__)por que.



Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3612190 Português

Imagem associada para resolução da questão



(Disponível em <https://www.fsp.usp.br/sustentarea/2023/06/17/dia-mundial-de-combate-adesertificacao-e-a-seca/>)



O enunciado empregado no cartaz acima pode ser reescrito corretamente da seguinte forma:

Alternativas
Q3580984 Português
A respeito do uso dos "porquês", assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3578734 Português
E esse milhinho assado? Tem sem ser transgênico?


Entre riscos à saúde e à biodiversidade, pequenos agricultores resistem ao domínio do milho modificado com o cultivo de sementes crioulas e práticas agroecológicas.

Dente de Burro, Sabugo Fino, Sol da Manhã, Batité, Landrês, Cateto, Cateto Kiriri, Eldorado, Branco de Angola, Catingueiro, Branco do Egito, Pontinha, Jaboatão e Roxo Peruano. Você já ouviu esses nomes antes? São alguns nomes de milhos orgânicos, de diferentes cores, preservados e produzidos por organizações brasileiras hoje.

Cada um deles é fruto de um processo que envolve agroecologia, mudança de manejo, agricultura familiar e resistência produtiva. Uma pesquisa identificou, aliás, 29 tipos diferentes de milho cultivados no Brasil e no Uruguai, todos cultivados justamente por pequenos agricultores.

A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e rajado —, e agroecológicos ? Antes de mais nada é importante entender como e porque o milho amarelo se tornou o queridinho. As justificativas são muitas: é cultivado em abundância desde o período da escravatura nos Estados Unidos, tem alto teor de amido, serve também como alimento para animais, fabricação de xarope, combustível, óleo etc. É ainda fácil de manipular geneticamente, o que muitos adjetivam como melhorias: essas são algumas das justificativas encontradas neste artigo da Embrapa, para o sucesso do milho amarelo. Mas a maior delas é a produtividade. É pela produtividade que deixamos para trás milénios de evolução, sabores diferentes, distintas regiões de plantio e épocas do ano para colheita.

A boa notícia é: tem gente fazendo diferente.

Do outro lado dessa moeda estão , por exemplo, as sementes agroecológicas produzidas pelo Movimento Camponês Popular (MCP) no Brasil, em especial em Pernambuco e Sergipe e da CoopBorborema, na Paraíba. As duas organizações têm como foco espalhar as sementes e o manejo agroecológico para pequenos produtores dos estados. "Que os camponeses tenham capacidade para produzir alimento para alimentar a nação", diz Sandreildo Santos, dirigente do MCP Pernambuco.


(Disponível em: https://ojoioeotrigo.com.br/2025/06/e-esse-milhinho-assado-tem-sem-s er-transgenico/. Acesso em 22 jul. 2025. Adaptado.)
No trecho que segue, os "porquês" foram usados de forma equivocada:
"A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e rajado —, e agroecológicos? Antes de mais nada é importante entender como e porque o milho amarelo se tornou o queridinho."

Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente o uso dos "porquês" no excerto:
Alternativas
Q3576641 Português
Analise as alternativas e assinale a que apresenta o uso correto dos "porquês":
Alternativas
Q3537114 Português
Sobre o uso dos porquês, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3536543 Português

Associe a primeira coluna com a segunda:


I- Por que 

II- Porque

III- Por quê 

IV- Porquê


( ) Final da resposta

( ) Como substantivo

( ) Pergunta, inicio da oração

( ) Resposta, explicação

Alternativas
Q3534074 Português
Considerando o emprego dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3527310 Português
Sobre o uso dos porquês, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
61: A
62: D
63: D
64: C
65: B
66: D
67: D
68: B
69: C
70: D
71: A
72: A
73: A
74: A
75: E
76: B
77: A
78: B
79: A
80: A