Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q125260 Português
Jovial

            Só em teoria podemos falar no sentido “verdadeiro” das palavras. Na prática, um vocábulo terá o significado que os falantes de uma determinada época atribuírem a ele- é simples e trágico assim. Vejam o que vem acontecendo com jovial, que significava precisamente “alegre, folgazão, divertido, espirituoso”. Derivado de Júpiter (ou Jovis), (o mesmo Zeus dos gregos), este adjetivo entrou na língua por meio das duas irmãs, a Astrologia e a Astronomia, que eram muito mais próximas na Antiguidade Clássica do que hoje. Os astrônomos romanos só conheciam, além da Terra, os cinco planetas observáveis a olho nu, todos batizados com nomes do panteão divino: Júpiter, Mercúrio, Marte, Vênus e Saturno. Ao que parece, o batismo desses planetas seguiu mais ou menos um critério de comparação de sua aparência e de seu comportamento com as características de cada divindade. Mercúrio ganhou o nome do veloz mensageiro dos deuses por causa da rapidez com que se move; Júpiter recebeu o nome do deus supremo do Olimpo por seu brilho intenso e por sua trajetória peculiar, mais lenta e majestosa que a dos planetas mais próximos. E assim por diante.
            Para os romanos, as pessoas nascidas sob a influência de um planeta deveriam apresentar as características do deus correspondente. Júpiter era visto como uma divindade feliz, exuberante, alegre- daí o adjetivo jovialis, do Latim Tardio, pai de nosso jovial e avô de jovialidade e jovializar. Apreciem, prezados leitores, a clareza do bom Morais, cujo dicionário é de 1813: “Jovial- amigo de rir, e fazer rir”! E o Machado, então? O exemplo que trago, do conto Uma Noite, fala mais que qualquer dicionário: “Isidoro não se podia dizer triste, mas estava longe de ser jovial”.
            Este vocábulo e seus descendentes nada têm a ver com jovem e juventude, que vêm de família completamente diferente; no entanto, a grande semelhança entre os dois radicais (e o desconhecimento da origem mitológica de jovial) está fazendo muita gente usar um pelo outro. Todo santo dia, deparo com artigos que falam de pele jovial, roupa jovial, corte de cabelo mais jovial, onde há uma clara referência a jovem. Evolução? Não acho; a perda de uma diferença na língua sempre será um momento de luto, porque nos empobrece.

                                                                                                                        (MORENO, Claúdio. O Prazer das Palavras. p. 74)


Em: “Apreciem, prezados leitores, a clareza do bom Morais, cujo dicionário é de 1813”. As duas primeiras vírgulas servem:
Alternativas
Q121760 Português
Julgue os itens a seguir, de acordo com o texto II.
Julgue os itens a seguir, de acordo com o texto II.
I. Considerando o texto, depreende-se do trecho ‘A "conversa" entre o generalista e o especialista pode muitas vezes não resultar em um diálogo.’ (linhas 24 a 26) que possivelmente generalista e especialista não dominem o mesmo código específico.

II. O uso de aspas em “conversa” (linha 24) denota o uso da linguagem não-padrão.

III. Por ser do gênero informativo, o texto dispensa o uso de objetividade e clareza.

IV. Em “(...) uma área da própria empresa faz um pedido à equipe de TI,” (linhas 7 e 8) a crase torna-se necessária pela regência do verbo fazer.
A quantidade de itens certos é igual a

Alternativas
Q121579 Português

Imagem associada para resolução da questão
Julgue os itens a seguir acerca do texto I.

I. Em “pois os afazeres privados difere dos públicos somente em magnitude" (linhas 7 e 8) há um problema de concordância, pois o verbo deveria concordar com seu sujeito que está posposto ao verbo.

II. Em “gerem negócios privados; e os que sabem empregá- los" (linhas 13 e 14) o ponto e vírgula foi empregado porque a conjunção “e" foi utilizada inadequadamente em uma enumeração.

III. O vocábulo “Nicomaquides" (linha 5) exerce função de aposto.

IV. O vocábulo “ambos" (linha 17) é um elemento anafórico que retoma os tipos de negócios mencionados em “conduzem tanto os negócios públicos quanto os privados, judiciosamente," (linhas 14 e 15).

A quantidade de itens certos é igual a
Alternativas
Q120980 Português
Atenção: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

Vários estudos têm alertado que tanto a população da
Terra quanto os níveis de consumo crescem mais rapidamente
do que a capacidade de regeneração dos sistemas naturais. Um
dos mais recentes, o relatório Planeta Vivo elaborado pela ONG
internacional WWF, estima que atualmente três quartos da
população mundial vivem em países que consomem mais
recursos do que conseguem repor.
Só Estados Unidos e China consomem, cada um, 21%
dos recursos naturais do planeta. Até 1960, a maior parte dos
países vivia dentro de seus limites ecológicos. Em poucas
décadas do atual modelo de produção e consumo, a humanida-
de exauriu 60% da água disponível e dizimou um terço das
espécies vivas do planeta.
"O argumento de que o crescimento econômico é a
solução já não basta. Não há recursos naturais para suportar o
crescimento constante. A Terra é finita e a economia clássica
sempre ignorou essa verdade elementar", afirma o ecoecono-
mista Hugo Penteado. Ele não está sozinho. A urgência dos
problemas ambientais e suas implicações para a economia das
nações têm sido terreno fértil para o desenvolvimento da
ecoeconomia, ou economia ecológica, que não é exatamente
nova. Seus principais expoentes começaram a surgir na década
de 1960. Hoje, estão paulatinamente ganhando projeção graças
à visibilidade que o tema sustentabilidade conquistou.
Para essa escola, as novas métricas para medir o cres-
cimento não bastam, embora sejam bem-vindas em um proces-
so de transição. Para a ecoeconomia, é preciso parar de cres-
cer em níveis exponenciais e reproduzir – ou "biomimetizar" – os
ciclos da natureza: para ser sustentável, a economia deve cami-
nhar para ser cada vez mais parecida com os processos
naturais.
"A economia baseada no mecanicismo não oferece mais
respostas. É preciso encontrar um novo modelo, que dê res-
postas a questões como geração de empregos, desenvolvi-
mento com qualidade e até mesmo uma desmaterialização do
sistema. Vender serviços, não apenas produtos, e também pro-
duzir em ciclos fechados, sem desperdício", afirma o professor
Paulo Durval Branco, da Escola Superior de Conservação
Ambiental. De acordo com ele, embora as empresas venham
repetindo a palavra sustentabilidade como um mantra, são pou-
quíssimas as que fizeram mudanças efetivas em seus modelos
de negócio. O desperdício de matérias-primas, o estímulo ao
consumismo e a obsolescência programada (bens fabricados
com data certa para serem substituídos) ainda ditam as re-
gras.


(Texto adaptado do artigo de Andrea Vialli. O Estado de S.
Paulo,
H4 Especial, Vida &Sustentabilidade, 15 de maio de 2009)

Houve promessas de que o crescimento do PIB seria importante para reduzir a pobreza.

As desigualdades econômicas se mantêm.

A cada US$ 160 produzidos no mundo, só US$ 0,60 chegam efetivamente aos mais pobres.

As frases acima articulam-se em um único período com correção, clareza e lógica, em:
Alternativas
Q120976 Português
Atenção: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

Vários estudos têm alertado que tanto a população da
Terra quanto os níveis de consumo crescem mais rapidamente
do que a capacidade de regeneração dos sistemas naturais. Um
dos mais recentes, o relatório Planeta Vivo elaborado pela ONG
internacional WWF, estima que atualmente três quartos da
população mundial vivem em países que consomem mais
recursos do que conseguem repor.
Só Estados Unidos e China consomem, cada um, 21%
dos recursos naturais do planeta. Até 1960, a maior parte dos
países vivia dentro de seus limites ecológicos. Em poucas
décadas do atual modelo de produção e consumo, a humanida-
de exauriu 60% da água disponível e dizimou um terço das
espécies vivas do planeta.
"O argumento de que o crescimento econômico é a
solução já não basta. Não há recursos naturais para suportar o
crescimento constante. A Terra é finita e a economia clássica
sempre ignorou essa verdade elementar", afirma o ecoecono-
mista Hugo Penteado. Ele não está sozinho. A urgência dos
problemas ambientais e suas implicações para a economia das
nações têm sido terreno fértil para o desenvolvimento da
ecoeconomia, ou economia ecológica, que não é exatamente
nova. Seus principais expoentes começaram a surgir na década
de 1960. Hoje, estão paulatinamente ganhando projeção graças
à visibilidade que o tema sustentabilidade conquistou.
Para essa escola, as novas métricas para medir o cres-
cimento não bastam, embora sejam bem-vindas em um proces-
so de transição. Para a ecoeconomia, é preciso parar de cres-
cer em níveis exponenciais e reproduzir – ou "biomimetizar" – os
ciclos da natureza: para ser sustentável, a economia deve cami-
nhar para ser cada vez mais parecida com os processos
naturais.
"A economia baseada no mecanicismo não oferece mais
respostas. É preciso encontrar um novo modelo, que dê res-
postas a questões como geração de empregos, desenvolvi-
mento com qualidade e até mesmo uma desmaterialização do
sistema. Vender serviços, não apenas produtos, e também pro-
duzir em ciclos fechados, sem desperdício", afirma o professor
Paulo Durval Branco, da Escola Superior de Conservação
Ambiental. De acordo com ele, embora as empresas venham
repetindo a palavra sustentabilidade como um mantra, são pou-
quíssimas as que fizeram mudanças efetivas em seus modelos
de negócio. O desperdício de matérias-primas, o estímulo ao
consumismo e a obsolescência programada (bens fabricados
com data certa para serem substituídos) ainda ditam as re-
gras.


(Texto adaptado do artigo de Andrea Vialli. O Estado de S.
Paulo,
H4 Especial, Vida &Sustentabilidade, 15 de maio de 2009)

Em relação aos sinais de pontuação empregados no 4o parágrafo do texto, está INCORRETO o que se afirma em:

I. Os travessões em – ou "biomimetizar" – salientam um determinado sentido, especificado pelo verbo.

II. As aspas em "biomimetizar" indicam intenção específica no uso desse verbo, cujo sentido vem explícito no mesmo parágrafo.

III. Os dois-pontos introduzem um segmento explicativo, correspondente à afirmativa anterior.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q120641 Português
Texto 1

Ex-fumantes já superam fumantes no Brasil
Pesquisa do IBGE mostra que o número de dependentes de cigarro caiu pela metade nos últimos 15 anos no país.
Ao revelar, ontem, que o índice de fumantes no Brasil teve uma queda surpreendente nos últimos 15 anos – ele caiu pela metade –, o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou também um estudo inédito: um perfil detalhado daqueles que ainda
não conseguiram largar o vício.
A equipe que percorreu o País de cima a baixo em setembro de 2008, para produzir a Pesquisa Especial de Tabagismo (Petab),
registrou um segundo detalhe igualmente extraordinário: o número de ex-fumantes (26 milhões de pessoas) passou a ser maior do
que o de fumantes (24,6 milhões). Dessa forma, os que deixaram o cigarro são equivalentes a 18,2% da população com mais de 15
anos de idade; e os que continuam fumando representam 17,2%.
Ao receber as informações, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, exaltou o êxito da intensa campanha antitabagista
desenvolvida ao longo de uma década e meia. Afinal, 65% dos fumantes disseram que as advertências nos maços de cigarros
fizeram com que eles pensassem em parar de fumar. No entanto, logo em seguida, ele disse que os brasileiros não devem esperar
quedas tão significativas daqui por diante.

PASSOS, José Meirelles. Jornal O Globo, Caderno O País, 28 nov. 2009, p.13. (Fragmento)

No primeiro parágrafo do texto, os travessões foram empregados para
Alternativas
Q120639 Português
Texto 1

Ex-fumantes já superam fumantes no Brasil
Pesquisa do IBGE mostra que o número de dependentes de cigarro caiu pela metade nos últimos 15 anos no país.
Ao revelar, ontem, que o índice de fumantes no Brasil teve uma queda surpreendente nos últimos 15 anos – ele caiu pela metade –, o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou também um estudo inédito: um perfil detalhado daqueles que ainda
não conseguiram largar o vício.
A equipe que percorreu o País de cima a baixo em setembro de 2008, para produzir a Pesquisa Especial de Tabagismo (Petab),
registrou um segundo detalhe igualmente extraordinário: o número de ex-fumantes (26 milhões de pessoas) passou a ser maior do
que o de fumantes (24,6 milhões). Dessa forma, os que deixaram o cigarro são equivalentes a 18,2% da população com mais de 15
anos de idade; e os que continuam fumando representam 17,2%.
Ao receber as informações, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, exaltou o êxito da intensa campanha antitabagista
desenvolvida ao longo de uma década e meia. Afinal, 65% dos fumantes disseram que as advertências nos maços de cigarros
fizeram com que eles pensassem em parar de fumar. No entanto, logo em seguida, ele disse que os brasileiros não devem esperar
quedas tão significativas daqui por diante.

PASSOS, José Meirelles. Jornal O Globo, Caderno O País, 28 nov. 2009, p.13. (Fragmento)

O emprego dos dois-pontos, no 1o parágrafo justifica-se por anteceder um(a)
Alternativas
Q120602 Português
Das frases abaixo, assinale a que NÃO está pontuada de acordo com o padrão formal da língua.
Alternativas
Q120560 Português
Em cada alternativa a seguir, é feita uma interpretação de palavra ou expressão do texto I. Assinale aquela que contém interpretação correta, de acordo com a norma culta padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q120487 Português
Assinale a alternativa em que um dos asteriscos da frase deve ser substituído por dois pontos.
Alternativas
Q120447 Português
Em – ... dois jovens manifestantes, um de apoio e outro de oposição ao governo, morreram. – empregam-se as vírgulas, pois elas separam uma expressão
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDC Órgão: FUNASA Prova: FDC - 2010 - FUNASA - Técnico de Contabilidade |
Q120398 Português
A explicação entre parênteses – (bem, a pesquisa é britânica) – se justifica porque:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDC Órgão: FUNASA Prova: FDC - 2010 - FUNASA - Técnico de Contabilidade |
Q120396 Português
O termo “sofrimento psicológico” aparece entre aspas porque:
Alternativas
Q120339 Português
De acordo com os aspectos gramaticais e semânticos apresentados na charge, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

Imagem 005.jpg

I – Caso o trecho “Houve um tempo” fosse substituído por Houveram tempos, haveria somente prejuízo semântico ao texto, mas a concordância se manteria preservada.
II – A inclusão de uma vírgula imediatamente após o vocábulo “tempo” não causaria prejuízo gramatical ao texto, ao contrário, ela se faz necessária.
III – A substituição da forma verbal “eram” por foram, embora aceita pelo padrão culto da Língua Portuguesa, daria um novo sentido à informação, prejudicando, dessa forma, o sentido da charge.
IV – O acento agudo do vocábulo “árvores” se justfica por se tratar de uma palavra paroxítona terminada em -es.
V – A colocação do acento circunflexo no vocábulo “que” não configuraria erro gramatical na frase “O que são árvores papá?”.

A sequência correta é:
Alternativas
Q120331 Português
A respeito da pontuação empregada no texto, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q120273 Português
Cada uma das alternativas a seguir apresenta reescritura de fragmento do texto I. Assinale aquela em que a reescritura não apresenta erro de pontuação.
Alternativas
Q119929 Português
Analise as afirmações e marque a alternativa CORRETA.

I- “Alugamos o apartamento! – respondeu um deles.”, a pontuação exclamativa mostra o espanto pela pergunta do emissor.
II- “Quem chegava primeiro...” está em relação antitética com “os outros”, no primeiro episódio narrado.
III- “A mocinha fez cara de paisagem.” Mostra a profunda consternação da atendente. IV- “Meus pais já têm idade”, há falha na concordância verbal.
Alternativas
Q119878 Português
É INCORRETO afirmar sobre a estrutura: “Tento realizar as posturas: giro a cabeça, estico uma perna, estendo o braço, me contorço”.
Alternativas
Q119876 Português
Justifica o emprego das vírgulas no excerto: “Basta Guilherme, meu atual professor, entrar no elevador no térreo para Merlin esticar o rabo...”
Alternativas
Q119692 Português
Considerando os fragmentos a seguir, de acordo com o texto “O Homem e o Universo”, quanto à pontuação, tem-se que em
Alternativas
Respostas
14761: A
14762: A
14763: A
14764: D
14765: E
14766: E
14767: D
14768: C
14769: C
14770: A
14771: C
14772: D
14773: B
14774: D
14775: D
14776: D
14777: E
14778: E
14779: C
14780: E