Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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I – Na tira 1, as palavras “composição” e “conservação” são adjetivos empregados com função adverbial.
II – Na tira 1, o termo “mim” é um pronome oblíquo.
III – Na tira 2, a retirada do ponto após “Não” causaria prejuízo ao sentido do texto.
IV – Os termos “Imenso” e “Minúsculo” (tiras 1 e 2, respectivamente) são adjetivos e não possuem o mesmo sentido.
A quantidade de itens certos é igual a
I – No texto, o sinal indicativo de crase empregado na expressão “à mão” (linha 24) é facultativo.
II – Os dois-pontos inseridos na linha 18 podem ser substituídos por um ponto sem causar prejuízo gramatical.
III – A expressão “que derivam” (linha 21) possui valor restritivo e está no plural para concordar com o seu referente “medidas inglesas” (linha 20).
IV – A palavra “detratores” (linha 12) pode ser substituída por depreciadores sem causar prejuízo semântico ao texto.
V – As palavras “polegar”, “utilizar” e “estimar” são verbos e, ao mesmo tempo, vocábulos paroxítonos.
A sequência correta é:
I – A expressão “convicção” (linha 10) pode ser substituída por certeza sem causar prejuízo de sentido ao texto.
II – Em suas três ocorrências, o termo “que” (linhas 1 e 15) é um pronome relativo com função restritiva.
III – As duas vírgulas inseridas imediatamente após “Anaxágoras” (linha 13) e “depois” (linha 13) são obrigatórias.
IV – A substituição do termo “sobretudo” (linha 20) por contanto que não acarretaria prejuízo de sentido ao texto, já que os dois termos possuem valor adversativo.
V – A oração “Heráclito deitou-se” (linha 7) denota uma ação reflexiva cujo agente da ação é também paciente.
Estão certos apenas os itens
I - “é inevitável: um deles põe o celular (...) em cima da mesa”. (L. 25-26)
II - “...só tem uma solução: engolir (...) um tranquilizante tarja preta.” (L. 27-28)
III - “Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga.” (L. 61-62)
O sinal de dois pontos pode ter vários empregos na língua e um deles é mostrar que o que vem após os dois pontos expande a palavra que vem imediatamente antes. Isso acontece APENAS em

Ainda tirei o maço de cigarros do bolso para conferir novamente o número do apartamento, que anotara: 910. Apertei
o botão da campanhia. Atrás de mim, o Moreira, muito sujo, arfava; subíramos os últimos andares pela escada, por
precaução; depois de um mês de cadeia ele não estava muito forte. Soube que mais de uma vez fora surrado; ficara dias
sem comer e sem sair de seu cubículo escuro, e por isto tinha aquela cara de retirante ou de cão batido. Não cão batido,
pois seus olhos estavam muito acesos, como se tivesse febre, e sua voz me parecia ao mesmo tempo rouca e mais alta.
Sua aparência me impressionava; mas acima de qualquer sentimento eu tinha o desgosto de vê-lo tão sujo; de suas roupas
miseráveis desprendia-se um cheiro azedo; e eu tinha a penosa impressão de que ele não dava importância alguma a isso.
É estranho que ele me tratasse agora com certa superioridade; entretanto, eu tinha pena dele; pena e desgosto.
(Rubem Braga, 200 crônicas escolhidas/Fragmento)
( ) Em “... enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes,...” (1º§), a expressão destacada indica tempo.
( ) Em “Dizem que nossa economia floresce,...” (8º§), a autora faz uso da linguagem conotativa.
( ) Em “só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.” (4º§), os termos destacados indicam condição.
( ) A eliminação das vírgulas altera o sentido do trecho: “No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de conhecimentos deve aumentar.” (5º§)
( ) Em “... mas a cultura, senhores, que inclui a educação...” (8º§), o uso da vírgula é facultativo.
A sequência está correta em:
Era um equívoco. Julgavamter descoberto uma agressão à lógica embutida no idioma, mas ficaram na superfície do problema, incapazes de fazer uma análise linguística mais sofisticada e compreender que risco vida é risco a vida, ou seja, risco de (perder a) vida. O que, convenhamos, nemteria sido tão difícil. (parágrafo 3)
É inaceitável, do ponto de vista das normas em vigor, a mudança de pontuação sugerida em:
I – O conector “que” (linha 2) introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, já que restringe um fato expresso na oração principal.
II – O emprego proclítico do pronome átono em “não nos consideram” (linha 20) é justificado por haver a atração de uma palavra de sentido negativo.
III – A inserção de uma vírgula imediatamente após “condição” (linha 8) e “Precisamos” (linha 11) acarretaria prejuízo gramatical ao texto.
IV – A forma verbal “têm” (linha 4) recebe acento circunflexo por se encontrar no plural, mas, neste caso, poderia também receber, facultativamente, o acento agudo.
A quantidade de itens certos é igual a
I – O conector “que” (linha 2) introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, já que restringe um fato expresso na oração principal.
II – O emprego proclítico do pronome átono em “não nos consideram” (linha 20) é justi?cado por haver a atração de uma palavra de sentido negativo.
III – A inserção de uma vírgula imediatamente após “condição” (linha 8) e “Precisamos” (linha 11) acarretaria prejuízo gramatical ao texto.
IV – A forma verbal “têm” (linha 4) recebe acento circunflexo por se encontrar no plural, mas, neste caso, poderia também receber, facultativamente, o acento agudo.
A quantidade de itens certos é igual a
Neste ano, o número 1 entre os mais de 2.200 trabalhos inscritos alcançou o topo graças ao inusitado. O que parece ser as linhas de um monitor cardíaco, daqueles usados para acompanhar pacientes em hospitais, é uma foto das fibras do coração de um mosquito, realizada com o auxílio de reagentes fluorescentes e ampliada 100 vezes. “Meu trabalho é entender como os mosquitos transportam nutrientes, hormônios e doenças como a malária”, diz o autor da imagem, o pesquisador da Universidade Vanderbilt (EUA), Jonas King. Mãos à obra!
O processo de licenciamento de Angra III foi mais uma demonstração de como estamos despreparados para conceber uma sociedade que, efetivamente, seja a base para a preservação do planeta. Falas de autoridades públicas, de editoriais e até de alguns ambientalistas defenderam esse tipo de energia com argumentos de que se trata de uma energia limpa, já que não agrava o efeito estufa, e que o Brasil precisa reforçar sua matriz energét ica para se desenvolver a taxas cada vez maiores. Sem contar o absurdo de chamar de energia limpa a fissão nuclear e o seu perigoso lixo atômico, fica evidente que poucos se perguntam sobre as consequências ambientais de se defender cada vez mais o desenvolvimento. Para frear o drama ambiental planetário que se avizinha, precisamos é de menos desenvolvimento e de menos consumo de energia e de recursos naturais.
Entrou na moda a expressão desenvolvimento sustentável. Empresários verdes, ambientalistas, setores sociais variados agora adoram usar esse termo ecológico. Mas a realidade é que qualquer desenvolvimento, por menor que seja, não é sustentável. A não ser que sejam estancados o crescimento populacional planetário e essa busca desesperada para atingirmos o modelo consumista predatório da natureza das naçõesmais ricas.
De que maneira participamos do ciclo perverso que começa na extração dos recursos naturais, passa pela produção e distribuição e chega até ao consumidor? Conhecer a cadeia que rege o consumo fica muito claro em vídeo, que circula pela internet, realizado pela ativista Annie Leonard, o original Story Of Stuff. Essa animação bem construída explica a desastrosa cadeia que começa devastando o meio ambiente até chegar ao inconsequente consumidor.
Já se foi o tempo em que se alimentar e vestir era algo complementar à vida do indivíduo. Hoje em dia, esses hábitos se tornaram uma corrida insana para quem quer que seja se sentir alguém. Os manipuladores da indústria da moda não se cansam de alternar tendências, para que a cada estação tenhamos que renovar o guarda-roupa da cabeça aos pés . Com os eletrodomésticos e eletrônicos em geral, a coisa fica mais cabeluda. Mal aprendemos a utilizar um novo laptop- e já explode no mercado outro mais repleto de possibilidades! Para resistir à pressão do mercado, é preciso muita força de vontade. E como nem todo mundo tem, aí eles fazem a festa! Dessa forma, subvertemos a lei natural e o ser humano passa a valer menos que o sistema por ele criado. Carros, sapatos, computadores descartáveis, uma corrida desenfreada em busca do último modelo para alimentar a cadeia de
objetos descartáveis para pessoas descartáveis.
Mas o que fazer e como fazer para parar esse movimento destrutivo? Conhecer os ensinamentos de grandes filósofos como Platão, Buda, Jesus, Gandhi e tantos outros que dedicaram suas vidas para mostrar que a verdadeira realidade se encontra no interior do ser humano. O grande vazio é que nos faz comer demais, comprar demais, amar demais sem conseguir suprir a fome existencial. Para esses líderes espirituais, uma maior consciência do nosso Eu Superior se refletirá num contato mais próximo com a natureza, produzindo uma sociedade mais consistente e feliz. E sem dúvida faz parte dessa busca sermos capazes de viver uma vida mais frugal.
(RESENDE, Célia & LIMA, Ronie. JB Ecológico: 07 / 01/ 2008, p. 54)
“Entrou namoda a expressão desenvolvimento sustentável. Empresários verdes, ambientalistas, setores sociais variados agora adoram usar esse termo ecológico. Mas a realidade é que qualquer desenvolvimento, por menor que seja, não é sustentável. A não ser que sejam estancados o crescimento populacional planetário e essa busca desesperada para atingirmos o modelo consumista predatório da natureza das nações mais ricas.”
Para reescrevê-lo num período único, deve-se - eliminando, obviamente, as maiúsculas e respeitando as normas de pontuação vigentes - substituir, pela ordem, os pontos usados por:






