Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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Assinale a única alternativa em que há um erro de português na frase, ou seja, em que ela não está de acordo com as regras gramaticais da língua portuguesa.
Em relação à estruturação das frases e pontuação realizadas no trecho acima, transcrito do texto, é CORRETO afirmar que
Depois gritou, com o espelho nas mãos: - Mas o que é que o retrato de meu pai está fazendo aqui?
Reescrevendo o trecho acima, fica CORRETA a seguinte alternativa:
O texto a seguir é de autoria de Yulia Novytska, ucraniana de 18 anos e relata a raiva e o horror de quem viu ruir o mundo que conhecia em virtude dos ataques da Rússia. Leia-o para responder às questões 4 e 5:
POEMA
A terra que pertence ao meu povo e a mim,
onde soa minha língua, onde vibram meus pensamentos.
Volto com eles à terra que amo e,
sempre que penso na estepe, sou atingida pelo medo,
como o vento da primavera que ressoa
com mísseis amaldiçoados que caem ao chão.
Morte, medo e ódio.
Quando há guerra, não há vento calmo no horizonte,
não há narcisos ao redor da escola.
Em breve, as escolas podem nem mais existir.
Busco força para pensar uma nova realidade,
mas a mente alcança o que era antes, o que já não é.
As imagens fluem como areia e tudo volta
para a guerra.
Sobre o que estou escrevendo?
Aqui, o mundo está quieto e a terra é doce.
Poderei viver em paz?
Observe o emprego das vírgulas nos fragmentos retirados do poema:
I – “Quando há guerra, não há vento calmo no horizonte...”
II – “Em breve, as escolas podem nem mais existir.”
III – “Busco força para pensar uma nova realidade, mas a mente alcança o que era antes...”.
IV – “Aqui, o mundo está quieto e a terra é doce.”
Consciente de que o emprego da vírgula auxilia na construção de textos mais claros, pode-se afirmar que esse sinal de pontuação foi empregado corretamente em



Assinale a alternativa em que se tenha construído pontuação igualmente correta para o período acima.

A presença de aspas simples no segmento acima se justifica porque




Assinale a alternativa em que se tenha apresentado pontuação igualmente correta para o período acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
FIM DO MUNDO
Carlos Drummond de Andrade
Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.
O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas.
Pessoas que aí estão vivas assistiram à morte do mundo em agosto de 1914, mas estavam lendo jornal e não compreenderam no momento. Era apenas mais uma guerra na Europa, mas acabou com a belle époque, a douceur de vivre, a respeitabilidade vitoriana, o franco, a supremacia da libra, os suspensórios, o rapé, os conceitos econômicos, políticos e éticos do século XIX − mundo que parecia eterno. Pedaços dele andam por aí, vagando, como o colonialismo, a opressão de grupos financeiros, a servidão civil da mulher, mas pertencem a um contexto liquidado, rabo de lagartixa vibrando depois que o corpo foi abatido.
(...)
Aos sete anos de idade imaginei que ia presenciar a morte do mundo, ou antes, que morreria com ele. Um cometa mal-humorado visitava o espaço. Em certo dia de 1910, sua cauda tocaria a Terra; não haveria mais aula de aritmética, nem missa de domingo, nem obediência aos mais velhos. Essas perspectivas eram boas. Mas também não haveria mais geleia, Tico-Tico, a árvore de moedas que um padrinho surrealista preparava para o afilhado que ia visitá-lo. Ideias que aborreciam. Havia ainda a angústia da morte, o tranco final, com a cidade inteira (e a cidade, para o menino, era o mundo) se despedaçando − mas isso, afinal, seria um espetáculo. Preparei-me para morrer, com terror e curiosidade.
O que aconteceu à noite foi maravilhoso. O cometa Halley apareceu mais nítido, mais denso de luz airosamente deslizou sobre nossas cabeças sem dar confiança de exterminar-nos. No ar frio, o véu dourado baixou ao vale, tornando irreal o contorno dos sobrados, da igreja, das montanhas. Saíamos para a rua banhados de ouro, magníficos e esquecidos da morte, que não houve. Nunca mais houve cometa igual, assim terrível, desdenhoso e belo. (...)
Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.
(Fonte: A bolsa e a vida. Rio de Janeiro: Record, 2008.)
O trecho acima foi reescrito de várias maneiras. Assinale a alternativa em que a forma reescrita se mantém DE ACORDO com a norma padrão da língua portuguesa.
I. O noivo desceu do carro elegantemente e entrou na capela.
II. O noivo, elegantemente, desceu do carro e entrou na capela.
III. Desceu do carro elegantemente, o noivo, e entrou na capela.
IV. Desceu do carro, o noivo e entrou na capela, elegantemente.
V. Elegantemente: o noivo, desceu do carro e entrou na capela.
Assinale a correta:
(1) Separar palavras em uma enumeração. (2) Separar a explicação de um termo anterior. (3) Separar um termo cuja função é chamar alguém.
( ) Pedro gosta de bolos de chocolate, morango, baunilha creme. ( ) João, você poderia desligar a luz? ( ) Marta, a irmã de Paulo, comprou um carro novo.
Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?
O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração. O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.
A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta). Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos dos que já morreram iriam se misturar com os vivos. Em resposta ____ medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas.
Outra história associada ____ escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis “passar ____ perna” no diabo e acabou castigado por isso. De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, _______ uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o espírito com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.
No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma. Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico e popular das comemorações do Halloween.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Conforme a pontuação utilizada, é possível indicar diferentes intenções de significação em um texto escrito. Nesse sentido, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Afirmação.
(2) Admiração.
(3) Questionamento.
( ) Nelson Mandela ganhou o prêmio Nobel da Paz!
( ) Nelson Mandela ganhou o prêmio Nobel da Paz.
( ) Nelson Mandela ganhou o prêmio Nobel da Paz?
Coluna 01:
(__) O sol brilha intensamente no céu azul. (__) Não há nuvens no horizonte, o dia está perfeito. (__) Você gostaria de participar do evento no próximo sábado? (__) Que dia maravilhoso faz hoje!
Coluna 02:
I. Afirmativa. II. Exclamativa. III. Interrogativa. IV. Negativa.
Correlaciona ambas as colunas e indique a sequência CORRETA:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 09 a seguir para responder à questão.

I. A forma verbal “vai” deveria ser substituída pela forma vão.
II. A forma verbal “vai” deveria ser substituída pela forma “irá”.
III. O texto apresenta também um problema em sua pontuação.
IV. A finalização do texto deve ser marcada com o ponto final.
V. O uso da vírgula após o termo “lixo” poderia ser dispensado.
Estão CORRETAS as afirmativas