Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
Foram encontradas 16.130 questões
Sobre o uso da vírgula, podemos dizer que se o adjunto adverbial for curto, o uso da vírgula é facultativo após esse termo.
Sobre o uso da vírgula, podemos dizer que se o adjunto adverbial for curto, o uso da vírgula é facultativo após esse termo.
Em relação ao emprego da vírgula, ela deve ser usada em intercalações, por cortarem o que está sintaticamente ligado, como em: O processo, creio eu, deverá ir logo a julgamento.


Internet:<https://engenhariaedesenvolvimentosustentavel.ufes.br>
Acerca das estruturas linguístico-gramaticais do texto, julgue o item.
Na linha 53, a vírgula empregada antes da
expressão “bem como” é de uso obrigatório, razão
por que não poderia ser suprimida sem que
prejudicasse a correção gramatical do texto.

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 36, a inserção de vírgula logo após
“descarte” manteria a correção gramatical do
texto.

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 3, a inserção de vírgula antes de “quanto”
mantém a correção gramatical.
Rio Pesquisa, ano 9, no 39, junho de 2017. Disponível em: https://siteantigo.faperj.br/downloads/revista/Rio_Pesquisa_39/
Rio Pesquisa, ano 9, no 39, junho de 2017. Disponível em: https://siteantigo.faperj.br/downloads/revista/Rio_Pesquisa_39/
Observe o trecho a seguir, retirado de uma redação de aluno do Ensino Médio:
A democracia é um sistema que permite a cada cidadão expressar suas opiniões sem medo de represálias e escolher quem representará nossos ideais. Tornando-a um dos melhores meios de organização governamental.
O trecho destacado apresenta problemas em sua estrutura, que
dizem respeito
Texto CB1A1
Um projeto de lei que determina critérios mínimos de qualidade para escolas públicas de educação básica foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, em abril deste ano. Conforme estabelece o projeto de lei, o poder público deverá equipar todas as unidades do ensino básico com bibliotecas, laboratórios de ciências e informática, acesso à Internet, quadras poliesportivas cobertas, instalações com condições adequadas de acessibilidade, energia elétrica, abastecimento de água potável, esgoto sanitário e manejo de resíduos sólidos.
“As condições listadas não constituem luxo ou privilégio, mas requisitos necessários ao estabelecimento de um padrão mínimo de qualidade nas escolas brasileiras e garantia do exercício digno do direito público subjetivo à educação básica”, justifica o autor da proposta.
“O que há no projeto é o mínimo para que uma escola funcione, atendendo os estudantes e os profissionais da educação com dignidade. A ausência de laboratórios, de Internet, de bibliotecas e de uma estrutura física adequada é algo que impacta diretamente na qualidade da educação oferecida aos estudantes, uma vez que a educação não é uma transmissão de conhecimento, mas sim a construção deste”, considera a secretária de assuntos educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Guelda Andrade.
“Um ar-condicionado, por exemplo, em algumas regiões do país, não é questão de luxo. É uma condição que faz parte dessa estrutura mínima e digna para que a educação aconteça... A falta disso traz prejuízos drásticos tanto no aprendizado dos estudantes quanto no cotidiano dos profissionais da educação”, reforça Guelda Andrade.
Internet: <https://cnte.org.br> (com adaptações).
Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o item a seguir.
No segundo período do último parágrafo, as reticências
indicam a incompletude da ideia expressa.
I. Atualmente, a vida está muito agitada nas cidades. II. O motorista novo errou o caminho. III. Ronaldinho, o jogador de futebol, foi homenageado. IV. Algumas pessoas, descobrem tarde o prazer pela vida.
A pontuação está plenamente CORRETA em:
A questão deverá ser respondida de acordo com o texto a seguir:
O Analfabeto
Sabendo que o vigário da paróquia estava precisando de um sacristão, o Nicola o procurou para candidatar-se ao lugar. Mas, por ser analfabeto, não foi aceito.
Tendo já, por esse mesmo motivo, perdido outros empregos, resolveu finalmente ganhar a vida trabalhando por conta própria, comprando aqui tudo quanto lhe aparecia: frutas, ferro velho, garrafas vazias, etc.
Trabalhador, ativo e extremamente econômico, não lhe foi difícil acumular, em pouco tempo, um bom capital.
Certo dia, foi ao Banco, com o qual mantinha grandes transações, para retirar alguns conhecimentos de embarque de café, que havia caucionado. Depois de preparar o recibo para a devolução daqueles documentos, o funcionário pediu-lhe que o datasse e assinasse, sobre as respectivas estampilhas. E, enquanto desenhava com dificuldade a assinatura, o Nicola ia dizendo:
− Eu assino e depois o senhor completa o resto, porque só sei escrever o meu nome.
Admirado, o funcionário comentou, delicadamente:
− Mas, como é isso, seu Nicola? Então o senhor, um homem rico com o é, não sabe escrever?
− Felizmente! Pois se eu soubesse ler e escrever, até hoje ainda seria
sacristão...
Ao contrário do que estamos acostumados, os especialistas em Economia deveriam usar uma linguagem mais clara e menos complexas ao falar para um público leigo, ou seja, esclarecer conceitos numa linguagem menos técnica e fechada.