Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q3707156 Português

Geração Beta: como serão as crianças que nascem a partir de agora


Para os nascidos em 2025, a inteligência artificial será uma presença constante: de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes para lares


Carlos Albuquerque 



A fila das gerações anda, embora os rótulos, marcas e conceitos, às vezes, se embolem. A escritora, poetisa e colecionadora de arte Gertrude Stein teria batizado uma das primeiras, a geração perdida, aquela nascida no fim do século retrasado, que viveu a Primeira Guerra Mundial.

Depois, vieram os chamados baby boomers, nascidos (na Europa e nos EUA) entre 1946 e 1964 (no Brasil, seriam chamados de “geração reprimida”, aquela que cresceu sob a ditadura militar). Em seguida, foi a vez da geração X (de 1965 a 1980), da geração Y ou Millennial (início dos 1980 até meados dos 90), da geração Z (que vai até o começo dos anos 2010) e da geração Alpha (até 2024). No paralelo, tivemos por aqui também, nas artes plásticas, a Geração 80 e, nas palavras de Renato Russo, a Geração Coca-Cola. Até chegarmos ao ponto de nos perguntarmos: como vem você, geração Beta?

Segunda a avançar no alfabeto grego, ela inclui todos aqueles (bebês) nascidos a partir de janeiro deste ano e além. Esses cidadãos do futuro devem herdar um mundo onde a complexidade e a inovação conviverão em ritmo acelerado. Recente artigo do Fórum Econômico Mundial indica que a geração Beta vai representar 18% da população mundial até 2050 e que seu crescimento, deslocamento e hábitos de consumo terão impacto significativo na economia global.

Será também, especula-se, uma geração ultraconectada, muitos cliques à frente dos imigrantes digitais (a geração X) e mesmo dos nativos digitais (da geração Y em diante), convivendo, desde as fraldas, com a inteligência artificial (IA) e com dispositivos inteligentes atuando como extensões naturais do seu próprio corpo. Aquele bebê que desde sempre interage com as telas, todo fofo, será somente o início da desenvoltura radicalmente digital. 

— Acho que nem vai se falar mais a palavra conexão porque já vai ser uma coisa dada, essa geração não vai mais reconhecer a diferença entre estar on-line ou não. Vai ser sempre on — aposta Daniela Klaiman, futurista, especialista em comportamento do consumidor e CEO da FutureFuture. — Essa vai ser a geração nativa de IA, aquela que nem vai pensar na tecnologia para resolver suas questões. Isso vai estar embutido no que ela vai fazer no dia a dia. Não vai ser mais a opinião de uma pessoa, vai ser a opinião dela somada a uma tecnologia, como se fosse uma duplinha trabalhando junta, um ser que não é só humano.

Essa conexão humana-máquina deve se tornar ainda mais “invisível”, mais integrada às nossas rotinas, acredita Bruno Natal, jornalista e apresentador do podcast “Resumido”, sobre o impacto da tecnologia em nossas vidas.

— A gente já vive com uma inteligência externa, nossos celulares são uma extensão do nosso raciocínio — constata ele.—Mas essa integração não vai significar necessariamente confusão. Acho que a diferença entre o que é digital e o que é real vai continuar existindo, mas de forma mais clara, mais consciente. A geração Beta talvez cresça entendendo melhor essa fronteira, justamente por já nascer com isso estabelecido — prevê.

A relação da geração Beta com a tecnologia, e em particular com a inteligência artificial, provavelmente será uma simbiose profunda. A IA não será apenas um instrumento, mas uma presença constante — de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes que poderão orquestrar lares e sistemas urbanos, e muito mais, que ainda não chegou ao público ou sequer foi inventado. Mas, em qualquer tempo, com qualquer geração, continuará não existindo almoço grátis: esse mix, porém, já traz efeitos colaterais, como as notícias falsas, cada vez mais aperfeiçoadas pela tecnologia, a ponto de se tornarem, a qualquer momento, indistinguíveis dos fatos. O antídoto para essa armadilha pode estar numa ferramenta de eterno valor: o pensamento crítico.

— Essa geração já chega num contexto que a gente pode chamar de pós-verdade, que é o uso de IA para emular realidades, tornando tecnicamente cada vez mais difícil distinguir o falso do real. E já não é nem uma questão de olhar tecnicamente para uma deep fake e ver se alguém tem seis dedos ou se o padrão da roupa está bagunçado — conta Paula Martini, jornalista, especializada em Futurismo e Novas Economias. Ela alerta que a geração Beta precisará de muito letramento digital, sem abrir mão da mais antiga e eficaz das ferramentas: a educação.

— É pensar que se determinado conteúdo me faz sentir raivosa, me dá vontade de contar para mais gente, de me engajar, tem grandes chances de ele ter sido criado justamente com esse fim. E não ser verdade. Esse contato com a IA, por exemplo, terá que vir a partir de boas perguntas.

Se tudo isso — além de um planeta provavelmente alterado pelas mudanças climáticas — parece ser suficientemente desafiador e estressante demais, a solução pode ser pedir um chazinho à moda da casa.

— A integração da geração Beta com a tecnologia vai ser tão mais natural ou talvez tão menos controlada que as pessoas vão detectar que estão nervosas e aí, pelo preset, automaticamente, vai chegar um chá calmante na casa delas, ou seja, a tecnologia vai tomar muitas decisões de compras por elas, num consumo inconsciente que pode trazer um risco gigantesco — afirma Daniela, que pede, no fim das contas, um equilíbrio nessas previsões. — Talvez seja bom buscarmos olhares mais neutros, nem tão positivos, do tipo “a geração tal vai salvar o mundo”, nem tão negativo, do tipo “a geração tal não fica no emprego”. Temos que aprender com todas elas, tirando o melhor de cada uma.



Disponível em:https://oglobo.globo.com/100- anos/noticia/2025/07/24/geracao-beta-comoserao-as-criancas-que-nascem-a-partir-deagora.ghtml. Adaptado.

No trecho “A gente vive com uma inteligência externa, nossos celulares são uma extensão do nosso raciocínio”, é possível substituir a vírgula, sem alterar o sentido da frase por: 
Alternativas
Q3706830 Português

Inteligência Artificial: entre o bem e o mal 


Por Vitor Magnani


Q1_10.png (692×577)


(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/forum-opiniao/inteligencia-artificial-entre-o-bem-e-o-mal/ - texto adaptado especialmente para esta prova).



Analise o uso dos sinais de pontuação nos trechos a seguir, extraídos do texto:

Trecho 1: "O mais recente movimento nesse sentido reuniu 350 executivos - entre eles o CEO da OpenAI, criadora do ChatGPT - para manifestar as suas preocupações sobre o avanço da IA no mundo".
Trecho 2: "No Brasil, o desenvolvimento de IA ainda é incipiente, mas já existem empresas brasileiras promissoras com potencial para colocar nosso país no ranking mundial".

Sobre os trechos acima e considerando a pontuação empregada, suas funções gramaticais e implicações de sentido, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3706270 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tiraram a plaquinha de aluga-se


(...) Me recordei rapidamente de todas as pessoas e coisas que perdi por ainda não estar preparada para elas, ou por ainda ter muita curiosidade de mundo e dificuldade em ser permanente ...


Recordei de amigos e parentes distantes, aqueles que eu sempre deixo para depois porque moram muito longe ou acabaram se tornando pessoas muito diferentes de mim, sempre penso "mês que vem faço contato com eles". E se não tiver mês que vem?


(...)



Bernardi, Tati. Tiraram a plaquinha de aluga-se [texto]. Disponível em: https://www.pensador.com/pequenos_textos/. Acesso em: 24 out. 2025.

Considere o excerto: "Recordei de amigos e parentes distantes, aqueles que eu sempre deixo para depois porque moram muito longe ou acabaram se tornando pessoas muito diferentes de mim." Com base nas regras normativas do uso dos sinais de pontuação e em sua função estilística e sintática no enunciado, analise as alternativas abaixo e assinale a que apresenta a interpretação correta do emprego da vírgula e sua função no trecho destacado.
Alternativas
Q3706138 Português

Julgue o item subsecutivo, com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue os seguintes itens.

Quanto à correta posição das aspas em frase contendo citação, quando não fizerem parte da citação, o ponto-de-interrogação e o ponto-deexclamação deverão vir depois das aspas.
Alternativas
Q3705959 Português

Texto para o item.  


    O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.


    Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.


    Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.


    Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.


    Mas os assaltos continuaram.


    Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.


       Mas os assaltos continuaram.


    Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram.


        Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.


       Mas os assaltos continuaram.


    Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.


    Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.


    Mas surgiu outro problema.


   As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.


    A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Segurança. In: Ana Maria Machado. (org.) Comédias para se ler na escola. 1.ª ed. Editora Objetiva, 2001 (com adaptações).



De acordo com as ideias do texto apresentado, julgue os itens a seguir. 

A eliminação da vírgula empregada após “guarda” (linha 42) resultaria em alteração do sentido do texto.
Alternativas
Q3705957 Português

Texto para o item.  


    O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.


    Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.


    Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.


    Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.


    Mas os assaltos continuaram.


    Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.


       Mas os assaltos continuaram.


    Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram.


        Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.


       Mas os assaltos continuaram.


    Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.


    Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.


    Mas surgiu outro problema.


   As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.


    A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Segurança. In: Ana Maria Machado. (org.) Comédias para se ler na escola. 1.ª ed. Editora Objetiva, 2001 (com adaptações).



De acordo com as ideias do texto apresentado, julgue os itens a seguir. 

Para dar mais ênfase ao sentido de adversidade da afirmação “Mas os assaltos continuaram” (linhas 19, 26, 33 e 44), seria correto inserir uma vírgula imediatamente após “Mas”. 
Alternativas
Q3705759 Português

Tolerância humana a ondas de calor pode estar próxima ao limite






(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/tolerancia-humana-a-ondas-de-calor-pode-estar-proximaao-limite/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o trecho abaixo, retirado do texto:

Para um pesquisador da Universidade de Oxford, essa situação vai variar de acordo com o local. Em regiões onde as construções e as pessoas não estão adaptadas ao calor, os efeitos podem ser maiores: “O que veremos, especialmente na Europa e na América do Norte é um aumento enorme na incidência dessas ondas de calor à medida que o mundo se aquece entre 1,5 e 2 °C”.

O emprego dos dois-pontos no trecho, imediatamente antes da abertura das aspas, tem a função específica de: 
Alternativas
Q3705703 Português
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito do uso da vírgula nos trechos a seguir, retirados do trecho. 
Alternativas
Q3705561 Português


(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cerebros-de-bebes-reconhecem-linguas-estrangeiras-queouviram-antes-do-nascimento/– texto adaptado especialmente para esta prova). 

Analise as assertivas abaixo sobre a função dos sinais de pontuação nos seguintes trechos do texto:



I. Em “Mas há quem comece bem antes: ainda dentro do útero” (l. 02), o uso dos dois-pontos tem a função de introduzir uma explicação ou detalhamento da afirmação anterior, atuando como um elemento coesivo que esclarece o contexto.


II. Em “A equipe liderada por Anne Gallagher, professora de neuropsicologia, recrutou 60 mulheres”, as vírgulas isolam a expressão “professora de neuropsicologia”, que sintaticamente funciona como um aposto explicativo sobre Anne Gallagher, que não pode ser suprimido sem que haja prejuízo da estrutura sintática principal da oração.


III. Em “Após o parto, entre 10 e 78 horas de vida, os recém-nascidos participaram da segunda etapa do experimento”, as vírgulas são empregadas para isolar uma oração subordinada temporal deslocada, já que “Após o parto” e “entre 10 e 78 horas de vida” indicam circunstâncias de tempo.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Q3705524 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


 [...]


A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

No trecho “As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto [...]”, as vírgulas cumprem a função de
Alternativas
Q3705406 Português

Conheça mais sobre o hidrogênio, a promissora alternativa aos combustíveis fósseis




(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/conheca-mais-sobre-o-hidrogenio-a-promissora-alternativaaos-combustiveis-fosseis/– texto adaptado especialmente para esta prova)

Analise as assertivas abaixo sobre o emprego dos sinais de pontuação nos trechos a seguir, identificando sua função sintática e semântica:

I. No trecho “Pilar do desenvolvimento humano, a energia tem sido usada desde os primórdios da civilização” (l. 01-02), a vírgula é utilizada para isolar um elemento de natureza adjetiva que funciona como um aposto deslocado, podendo ser suprimida sem prejuízo sintático.
II. Em “essas fontes não renováveis e altamente poluentes geram desafios profundos ao meio ambiente e à saúde humana” (l. 16-18), a omissão da vírgula após “poluentes” é obrigatória, pois separa o sujeito (“essas fontes não renováveis e altamente poluentes”) do seu predicado (“geram desafios profundos”).
III. No excerto “Entre as alternativas estão as energias solar, eólica, geotérmica, maremotriz e a obtida por biomassa” (l. 22-23), as vírgulas são empregadas para separar elementos que exercem a mesma função sintática, contribuindo para a clareza da lista.
IV. No trecho “o descongelamento do permafrost (que é o solo que passa todo o ano congelado e que cobre 25% da superfície terrestre do Hemisfério Norte)” (l. 37-38), os parênteses são usados para introduzir uma explicação ou detalhamento de um termo técnico, ajudando o público leigo a conhecer o vocabulário científico.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3705019 Português
Estudo emprega acelerador de partículas para descobrir o real formato de uma das primeiras espécies dotadas de esqueleto

Por Bruno Vaiano 


Captura_de tela 2025-11-05 084330.png (814×804)


(Disponível em: https://jornal.unesp.br/2025/09/15/novo-estudo-emprega-ate-acelerador-de-particulas-paradescobrir-o-real-formato-de-uma-das-primeiras-especies-dotadas-de-esqueleto/– texto adaptado especialmente para esta prova). 
No primeiro parágrafo, a seguinte passagem é destacada entre aspas: “Um penhasco desmoronou, e as criaturas lá embaixo, sepultadas pelo deslizamento de terra, foram pressionadas como flores contra um livro, suas características preservadas em detalhes prodigiosos”. Qual é a função gramatical principal das aspas duplas nesse contexto?
Alternativas
Q3704881 Português
Conheça mais sobre o hidrogênio, a promissora alternativa aos combustíveis fósseis


Por Vitor Francisco Ferreira 


Q1_10.png (704×625)

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/conheca-mais-sobre-o-hidrogenio-a-promissora-alternativaaos-combustiveis-fosseis/– texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo sobre o emprego dos sinais de pontuação nos trechos a seguir, identificando sua função sintática e semântica:

I. No trecho “Pilar do desenvolvimento humano, a energia tem sido usada desde os primórdios da civilização” (l. 01-02), a vírgula é utilizada para isolar um elemento de natureza adjetiva que funciona como um aposto deslocado, podendo ser suprimida sem prejuízo sintático.
II. Em “essas fontes não renováveis e altamente poluentes geram desafios profundos ao meio ambiente e à saúde humana” (l. 16-18), a omissão da vírgula após “poluentes” é obrigatória, pois separa o sujeito (“essas fontes não renováveis e altamente poluentes”) do seu predicado (“geram desafios profundos”).
III. No excerto “Entre as alternativas estão as energias solar, eólica, geotérmica, maremotriz e a obtida por biomassa” (l. 22-23), as vírgulas são empregadas para separar elementos que exercem a mesma função sintática, contribuindo para a clareza da lista.
IV. No trecho “o descongelamento do permafrost (que é o solo que passa todo o ano congelado e que cobre 25% da superfície terrestre do Hemisfério Norte)” (l. 37-38), os parênteses são usados para introduzir uma explicação ou detalhamento de um termo técnico, ajudando o público leigo a conhecer o vocabulário científico. 

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3704548 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Tiraram a plaquinha de aluga-se


(...) Me recordei rapidamente de todas as pessoas e coisas que perdi por ainda não estar preparada para elas, ou por ainda ter muita curiosidade de mundo e dificuldade em ser permanente...


Recordei de amigos e parentes distantes, aqueles que eu sempre deixo para depois porque moram muito longe ou acabaram se tornando pessoas muito diferentes de mim, sempre penso "mês que vem faço contato com eles". E se não tiver mês que vem?


(...)


Bernardi, Tati. Tiraram a plaquinha de aluga-se [texto]. Disponível em: https://www.pensador.com/pequenos_textos/. Acesso em: 24 out. 2025.

Considere o excerto: "Recordei de amigos e parentes distantes, aqueles que eu sempre deixo para depois porque moram muito longe ou acabaram se tornando pessoas muito diferentes de mim." Com base nas regras normativas do uso dos sinais de pontuação e em sua função estilística e sintática no enunciado, analise as alternativas abaixo e assinale a que apresenta a interpretação correta do emprego da vírgula e sua função no trecho destacado. 

Alternativas
Q3704482 Português
Considerando o emprego das vírgulas no trecho “Hoje, com certeza, ela seria convidada a dar aula no nosso curso, A Medicina da Pessoa, por conta dessa lição que lá atrás me pareceu despretensiosa, mas que o tempo consagrou como duradoura”, analise as assertivas a seguir: 

I. O uso do primeiro par de vírgulas é facultativo.
II. O segundo par de vírgulas não poderia ser substituído por um par de travessões.
III. A vírgula que ocorre antes da conjunção “mas” é facultativa.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3704382 Português

A importância de olhar para a pessoa que você está ouvindo


Por J. J. Camargo






(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/10/a-importancia-deolhar-para-a-pessoa-que-voce-esta-ouvindo-cmgtg6zdy01lh016bhrn1oy9a.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o emprego das vírgulas no trecho “Hoje, com certeza, ela seria convidada a dar aula no nosso curso, A Medicina da Pessoa, por conta dessa lição que lá atrás me pareceu despretensiosa, mas que o tempo consagrou como duradoura”, analise as assertivas a seguir:

I. O uso do primeiro par de vírgulas é facultativo. II. O segundo par de vírgulas não poderia ser substituído por um par de travessões. III. A vírgula que ocorre antes da conjunção “mas” é facultativa.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3703898 Português
Texto CG2A2-II


   Lembremos que a concepção moderna dos direitos do homem nasce contra a violência ou os privilégios, contra os preconceitos que sustentam todas as formas de violência, sejam elas físicas, psíquicas, raciais, de gênero ou religiosas. Segundo a concepção moderna dos direitos, os homens são portadores de direitos por natureza (direito natural) e por efeito da lei positiva (direito civil), instituída pelos próprios homens. Essa diferença dos direitos é de grande envergadura porque lhes permite compreender uma prática política inexistente antes da modernidade e que se explicita, significativamente, em ocasiões muito precisas: a prática da declaração dos direitos.

   A prática de declarar direitos significa, em primeiro lugar, que não é um fato óbvio para todos os seres humanos que eles são portadores de direitos e, por outro, que não é um fato óbvio que tais direitos devam ser reconhecidos por todos. Em outras palavras, a existência da divisão social (por exemplo, os grandes e o povo, em Maquiavel; as classes sociais, em Marx) permite supor que alguns possuem direitos e outros, não. A declaração de direitos inscreve os direitos na sociedade e na política, afirma sua origem social e política e se apresenta como objeto que pede o reconhecimento de todos, exigindo o consentimento social e político de todos. Esse reconhecimento e esse consentimento dão aos direitos a condição e a dimensão de direitos universais.

   A prática política da declaração de direitos ocorre em ocasiões muito precisas. De fato, algumas declarações de direito ocorrem em situações revolucionárias, isto é, naqueles momentos em que o Baixo da sociedade se rebela contra o Alto e não mais reconhece a ordem vigente injusta: na Revolução Inglesa de 1640; na Independência dos Estados Unidos; na Revolução Francesa de 1789; na Revolução Russa de 1917. Também encontramos a declaração de direitos no período posterior à Segunda Guerra Mundial, isto é, ao fenômeno do totalitarismo nazista e fascista, com a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. Dessa maneira, os direitos dos homens se tornaram uma questão sociopolítica comprovada pelo fato de que as declarações dos direitos ocorrem nos momentos de profunda transformação social e política, quando os sujeitos sociopolíticos têm consciência de que estão criando uma sociedade nova ou defendendo a sociedade existente contra a ameaça de sua extinção. Não por acaso, portanto, no caso do Brasil, a luta pelos direitos humanos ganhou força social e política no combate à ditadura implantada em 1964 e aprofundada em 1969, com o Ato Institucional n.º 5.


Marilena Chaui. In: RIDH. Bauru, v. 10, n. 2, p. 13-26, jul./dez. 2022 (com adaptações). 
No que se refere à pontuação, seria mantida a correção gramatical do texto CG2A2-II caso se inserisse vírgula imediatamente depois do vocábulo 
Alternativas
Q3703894 Português
Texto CG2A2-I


     BONS DIAS!

    Eu pertenço a uma família de profetas, après-coup, post factum, depois do gato morto, ou como melhor nome tenha em holandês. Por isso digo, juro se necessário for, que toda a história desta lei de 13 de maio estava por mim prevista, tanto que na segunda-feira, antes mesmo dos debates, tratei de alforriar um molecote que tinha seus dezoito anos, mais ou menos. Alforriá-lo era nada; entendi que, perdido por mil, perdido por mil e quinhentos, e dei um jantar.

   Neste jantar, a que meus amigos deram o nome de banquete, em falta de outro melhor, reuni umas cinco pessoas, conquanto as notícias dissessem trinta e três (anos de Cristo), no intuito de lhe dar um aspecto simbólico.

   No golpe do meio (coupe do milieu, mas eu prefiro falar a minha língua) levantei-me eu com a taça de champanha e declarei que, acompanhando as ideias pregadas por Cristo, há dezoito séculos, restituía a liberdade ao meu escravo Pancrácio; que entendia que a nação inteira devia acompanhar as mesmas ideias e imitar o meu exemplo; finalmente, que a liberdade era um dom de Deus que os homens não podiam roubar sem pecado.

   Pancrácio, que estava à espreita, entrou na sala, como um furacão, e veio abraçar-me os pés. Um dos meus amigos (creio que ainda meu sobrinho) pegou de outra taça e pediu à ilustre assembleia que correspondesse ao ato que acabava de publicar brindando ao primeiro dos cariocas. Ouvi cabisbaixo: fiz outro discurso agradecendo, e entreguei a carta ao molecote. Todos os lenços comovidos apanharam as lágrimas de admiração. Caí na cadeira e não vi mais nada. De noite, recebi muitos cartões. Creio que estão pintando o meu retrato, e suponho que a óleo.

   No dia seguinte, chamei o Pancrácio e disse-lhe com rara franqueza:

   — Tu és livre, podes ir para onde quiseres. Aqui tens casa amiga, já conhecida, e tens mais um ordenado, um ordenado que...

   — Oh! meu senhô, fico.

  — Um ordenado pequeno, mas que há de crescer. Tudo cresce neste mundo: tu cresceste imensamente. Quando nasceste eras um pirralho deste tamanho; hoje estás mais alto que eu. Deixa ver; olha, és mais alto quatro dedos...

   — Artura não qué dizê nada, não, senhô...

   — Pequeno ordenado, repito, uns seis mil-réis: mas é de grão em grão que a galinha enche o seu papo. Tu vales muito mais que uma galinha.

   — Justamente. Pois seis mil-réis. No fim de um ano, se andares bem, conta com oito. Oito ou sete.

   Pancrácio aceitou tudo: aceitou até um peteleco que lhe dei no dia seguinte, por me não escovar bem as botas; efeitos da liberdade. Mas eu expliquei-lhe que o peteleco, sendo um impulso natural, não podia anular o direito civil adquirido por um título que lhe dei. Ele continuava livre, eu de mau humor; eram dois estados naturais, quase divinos.

   Tudo compreendeu o meu bom Pancrácio: daí para cá, tenho-lhe despedido alguns pontapés, um ou outro puxão de orelhas, e chamo-lhe besta quando lhe não chamo filho do diabo; cousas todas que ele recebe humildemente, e (Deus me perdoe!) creio que até alegre.

   O meu plano está feito; quero ser deputado, e, na circular que mandarei aos meus eleitores, direi que, antes, muito antes de abolição legal, já eu em casa, na modéstia da família, libertava um escravo, ato que comoveu a toda a gente que dele teve notícia; que esse escravo, tendo aprendido a ler, escrever e contar, (simples suposição) é então professor de filosofia no Rio das Cobras; que os homens puros, grandes e verdadeiramente políticos, não são os que obedecem à lei, mas os que se antecipam a ela, dizendo ao escravo: és livre, antes que o digam os poderes públicos, sempre retardatários, trôpegos e incapazes de restaurar a justiça na terra, para satisfação do céu.

   Boas noites!


Machado de Assis. 19 maio de 1888. In: Obra Completa. Vol III. 3.ª ed. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1973, p. 489 – 491 (com adaptações).  
Assinale a opção correta no que se refere aos aspectos linguísticos do seguinte trecho do texto CG2A2-I: “Pancrácio aceitou tudo: aceitou até um peteleco que lhe dei no dia seguinte, por me não escovar bem as botas; efeitos da liberdade.”  
Alternativas
Q3703285 Português
Texto CG1A1-II


   Tese é uma solução a um problema ─ e implica um optar em face de outras alternativas descartadas. Tal optar parte da exigência de que a resposta seja “pertinente”, o que limita em boa medida toda arbitrariedade. Entretanto, é óbvio que isso ainda não basta. Por que, então, o filósofo se decide por uma e não por outra? É aqui que os argumentos desempenham um papel essencial.

    Todavia, se por “argumentar” entendemos algo preciso, então ele consiste em uma inferência de valores de verdade. Uma vez aceita a definição anterior, segue-se que a ideia de “argumento” não esgota nem caracteriza suficientemente a racionalidade filosófica. Existem modos de “fundamentação” que não podem ser reduzidos a “argumentos” em sentido estrito. Um desses modos mencionados é a explicitação, a qual consiste em clarificar e precisar conceitos, teses, problemas e supostos de todos os tipos de gênero.

  A fundamentação (e argumentação) da tese nem sempre tem caráter linear e facilmente reconstruível; às vezes ela assume formas muito refinadas. Em algumas ocasiões, entre os argumentos, encontra-se a derivação de consequências. Toda tese contém consequências e também elas têm de ser verdadeiras. Teses são rechaçadas muitas vezes não por si mesmas, mas por suas consequências; outras vezes são aceitas pelas consequências de sua eventual negação, porque se descartou toda outra alternativa, por exemplo.


Mario Ariel Gonzáles Porta. A filosofia a partir de seus problemas: didática e metodologia do estudo filosófico. São Paulo: Edições Loyola, 2007, p. 36-38 (com adaptações). 
Seriam preservadas as relações de coesão e coerência estabelecidas no texto CG1A1-II, bem como sua correção gramatical, caso fosse inserida uma vírgula imediatamente após  
Alternativas
Q3703281 Português
Texto CG1A1-I


    Heranças do sistema lusitano, forjado sob profunda influência do direito romano-canônico, o demasiado formalismo e a linguagem empolada do Poder Judiciário brasileiro começam a dar sinais de que podem rumar ao passado.

    Em 2023, o Conselho Nacional de Justiça lançou o Pacto do Judiciário pela Linguagem Simples, que já conta com a adesão da maioria dos tribunais do país. Um dos esforços desse pacto é a criação de um modelo padrão para as ementas: o resumo do que foi decidido nas cortes deve preconizar uma estrutura objetiva que facilite a compreensão tanto da comunidade jurídica e das partes como da população em geral.

    Difundir versões sintéticas, menos rebuscadas, é imperioso para que o cidadão comum tome conhecimento dos impactos de determinada decisão em seu cotidiano, além de servir de estímulo para que busque seus direitos.

    O famigerado juridiquês não se resolve somente com mudanças de vocabulário. Especialistas reforçam a importância da padronização dos métodos nos tribunais (o que ainda não se vê), hierarquização e estruturação de frases e parágrafos e, sobretudo, organização visual que favoreça a absorção das informações.


Internet: <www1.folha.uol.com.br> (com adaptações).  
Assinale a opção correta no que se refere a aspectos gramaticais do texto CG1A1-I.  
Alternativas
Respostas
2161: D
2162: B
2163: B
2164: C
2165: C
2166: E
2167: D
2168: B
2169: C
2170: C
2171: D
2172: B
2173: D
2174: C
2175: A
2176: A
2177: D
2178: D
2179: B
2180: D