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Questões de Concurso Sobre paralelismo sintático e semântico em português

Foram encontradas 508 questões

Q2751098 Português

Texto para a questão 4

“[...] A polêmica se arrasta desde 2009, quando dezenas de países começaram a estocar o remédio para o caso de uma pandemia de gripe H1N1. [...]”.

(Folha de S.Paulo, 1º/4/16 – cotidiano B4)


Considerando-se o contexto, a palavra destacada tem o sentido corretamente expresso em:

Alternativas
Q2749196 Português

AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO


Quando o sentido é subvertido


  1. O consumismo, isto é, a compra exagerada, a acumulação irrestrita e a substituição precoce
  2. dos bens de consumo é uma marca da nossa sociedade. A sedução e o efêmero orientam a frenética
  3. renovação do que existe e a criação de novas necessidades. Entre outros problemas, essa dinâmica
  4. gera a exploração predatória dos recursos naturais, o sofrimento dos animais não humanos, a
  5. naturalização do desperdício e a supressão da singularidade do indivíduo.
  6. Atualmente, a mentalidade consumidora infiltrou-se nos relacionamentos, na espiritualidade,
  7. na política e até na ordenação do tempo disponível. Assim, de modo geral, as pessoas têm suas vidas
  8. mercantilizadas, isto é, orientadas pelos princípios e lógica do mercado. Portanto não é de se
  9. estranhar que elas busquem nos bens de consumo, dentre outras coisas, a resposta às suas questões
  10. existenciais.
  11. Uma característica do ethos consumista atual é o que Gilles Lipovetsky denomina consumo
  12. experiência. Três dos seus aspectos são: 1) a busca por aventuras em locais que prometem o
  13. inesperado sem abrir mão do conforto e da segurança; 2) a procura por sensações novas nas
  14. mercadorias; e 3) a conquista da harmonia interior sem esforço e de modo imediato. Entretanto, os
  15. produtos e serviços que se enquadram nesse tipo de consumo, quando não esvaziam o sentido do que
  16. é vendido, o subvertem. Para mostrar isso, devemos pensar a razoabilidade destes para além do viés
  17. empreendedor-consumista. Vejamos alguns exemplos.
  18. Creio que todos já fizeram ou ouviram falar em piquenique. Pois bem, na cidade de São
  19. Paulo, um local vende a ideia dessa experiência sem inconvenientes e sem preocupações, que pode
  20. ser um ambiente com paredes decoradas, um teto feito com guarda-chuvas coloridos, algumas mesas
  21. de madeira postadas sobre uma grama artificial. A cesta de alimentos é fornecida pela própria casa.
  22. Mas será que este serviço entrega o que promete?
  23. Neste espaço, não precisamos planejar nada, não tomaremos uma eventual chuva, estaremos
  24. mais protegidos de um assalto e sequer nos preocuparemos com formigas que possam nos picar.
  25. Porém, é fato que isso subverte a experiência do piquenique, na medida em que a empobrece e a
  26. reduz enormemente. Ora, a graça do piquenique está nas descobertas que um ambiente não
  27. controlado proporciona, no planejamento do que levar, no pé na terra ou na grama real - enfim, é o
  28. contato com a natureza. Colocando de outra forma, esse tipo de serviço subverte a aventura real, pois
  29. o sentido dessa conflita com o que é controlado e seguro. Desse modo, esse piquenique não passa de
  30. um simulacro.
  31. O segundo aspecto do consumo experiencial é refletido pela onda gourmetizadora, que
  32. chegou até à pipoca! A versão gourmet da pipoca tem diversos sabores, vem dentro de latas
  33. decoradas, é exposta em carrinhos bem acabados e custa, muitas vezes, muito mais que a
  34. convencional. Na página de uma das marcas desse produto (procure no Google por pipoca gourmet),
  35. a criadora diz que pensou em proporcionar ao freguês uma experiência diferenciada, não só através
  36. da pipoca, mas também por meio de uma embalagem que envolve e encanta o cliente.
  37. Embora especiarias tenham sido adicionadas e a apresentação da pipoca seja diferente, isso
  38. não é razoável. Primeiramente porque você vai consumir um produto frio e que não é fresco, pois não
  39. é feito na hora. Ao criar-se uma atmosfera mágica em torno da pipoca, vende-se algo que esta não
  40. pode entregar, pois os signos e imagens a ela associados excedem as suas qualidades efetivas. Mais
  41. que isso, a versão gourmet não é superior à convencional, ela é apenas diferente. Desse modo, como
  42. na maioria dos produtos gourmetizados, o conceito excede o produto.
  43. O mercado também atende àqueles que querem a solução dos seus conflitos e conforto
  44. psíquico de modo rápido e fácil. A proliferação dos livros de autoajuda nas livrarias, que lotam as
  45. prateleiras e têm um lugar de destaque, é um exemplo disso. Em geral, duas são as ideias implícitas
  46. nos livros de autoajuda: a) receitas de felicidade e sucesso podem ser compradas e; b) seguindo o
  47. ensinamento destes livros, o sujeito, por meio da sua vontade, vai saber lidar e solucionar os
  48. problemas que o atingem.
  49. Talvez os manuais de autoajuda sirvam como paliativos - mas, eles não podem entregar o
  50. que prometem, pois esquemas prontos não respondem à singularidade do indivíduo. Ao venderem a
  51. ideia de que a conquista da felicidade só depende do leitor, não se considera que o sujeito está imerso
  52. num contexto onde existem variáveis que atuam em sua vida e que podem não serem controladas.
  53. Em parte, o consumo experiencial explica-se como um sintoma de uma sociedade que
  54. almeja a euforia perpétua, legitima os simulacros publicitários, festeja toda e qualquer novidade
  55. mercadológica, quer saúde física e mental rapidamente e sem esforço... Enfim, que procura a razão
  56. do seu existir no mercado. Contudo, esses produtos e serviços não têm razoabilidade, tendo em vista
  57. que se apropriam de atividades e ideias e as subvertem, espetacularizam o banal, e vendem a falsa
  58. ideia que a felicidade pode ser comprada. Isso evidencia o empobrecimento subjetivo e a
  59. heteronomia do sujeito nestas relações mercantis.

Quando o sentido é subvertido, Daniel Borgon. FILOSOFIA, Ciência & Vida, Ano IX, nº 120, p.72.

No primeiro parágrafo, o termo “predatória”, em “essa dinâmica gera a exploração predatória dos recursos naturais,”(L.3/4), significa:

Alternativas
Q2749195 Português

AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO


Quando o sentido é subvertido


  1. O consumismo, isto é, a compra exagerada, a acumulação irrestrita e a substituição precoce
  2. dos bens de consumo é uma marca da nossa sociedade. A sedução e o efêmero orientam a frenética
  3. renovação do que existe e a criação de novas necessidades. Entre outros problemas, essa dinâmica
  4. gera a exploração predatória dos recursos naturais, o sofrimento dos animais não humanos, a
  5. naturalização do desperdício e a supressão da singularidade do indivíduo.
  6. Atualmente, a mentalidade consumidora infiltrou-se nos relacionamentos, na espiritualidade,
  7. na política e até na ordenação do tempo disponível. Assim, de modo geral, as pessoas têm suas vidas
  8. mercantilizadas, isto é, orientadas pelos princípios e lógica do mercado. Portanto não é de se
  9. estranhar que elas busquem nos bens de consumo, dentre outras coisas, a resposta às suas questões
  10. existenciais.
  11. Uma característica do ethos consumista atual é o que Gilles Lipovetsky denomina consumo
  12. experiência. Três dos seus aspectos são: 1) a busca por aventuras em locais que prometem o
  13. inesperado sem abrir mão do conforto e da segurança; 2) a procura por sensações novas nas
  14. mercadorias; e 3) a conquista da harmonia interior sem esforço e de modo imediato. Entretanto, os
  15. produtos e serviços que se enquadram nesse tipo de consumo, quando não esvaziam o sentido do que
  16. é vendido, o subvertem. Para mostrar isso, devemos pensar a razoabilidade destes para além do viés
  17. empreendedor-consumista. Vejamos alguns exemplos.
  18. Creio que todos já fizeram ou ouviram falar em piquenique. Pois bem, na cidade de São
  19. Paulo, um local vende a ideia dessa experiência sem inconvenientes e sem preocupações, que pode
  20. ser um ambiente com paredes decoradas, um teto feito com guarda-chuvas coloridos, algumas mesas
  21. de madeira postadas sobre uma grama artificial. A cesta de alimentos é fornecida pela própria casa.
  22. Mas será que este serviço entrega o que promete?
  23. Neste espaço, não precisamos planejar nada, não tomaremos uma eventual chuva, estaremos
  24. mais protegidos de um assalto e sequer nos preocuparemos com formigas que possam nos picar.
  25. Porém, é fato que isso subverte a experiência do piquenique, na medida em que a empobrece e a
  26. reduz enormemente. Ora, a graça do piquenique está nas descobertas que um ambiente não
  27. controlado proporciona, no planejamento do que levar, no pé na terra ou na grama real - enfim, é o
  28. contato com a natureza. Colocando de outra forma, esse tipo de serviço subverte a aventura real, pois
  29. o sentido dessa conflita com o que é controlado e seguro. Desse modo, esse piquenique não passa de
  30. um simulacro.
  31. O segundo aspecto do consumo experiencial é refletido pela onda gourmetizadora, que
  32. chegou até à pipoca! A versão gourmet da pipoca tem diversos sabores, vem dentro de latas
  33. decoradas, é exposta em carrinhos bem acabados e custa, muitas vezes, muito mais que a
  34. convencional. Na página de uma das marcas desse produto (procure no Google por pipoca gourmet),
  35. a criadora diz que pensou em proporcionar ao freguês uma experiência diferenciada, não só através
  36. da pipoca, mas também por meio de uma embalagem que envolve e encanta o cliente.
  37. Embora especiarias tenham sido adicionadas e a apresentação da pipoca seja diferente, isso
  38. não é razoável. Primeiramente porque você vai consumir um produto frio e que não é fresco, pois não
  39. é feito na hora. Ao criar-se uma atmosfera mágica em torno da pipoca, vende-se algo que esta não
  40. pode entregar, pois os signos e imagens a ela associados excedem as suas qualidades efetivas. Mais
  41. que isso, a versão gourmet não é superior à convencional, ela é apenas diferente. Desse modo, como
  42. na maioria dos produtos gourmetizados, o conceito excede o produto.
  43. O mercado também atende àqueles que querem a solução dos seus conflitos e conforto
  44. psíquico de modo rápido e fácil. A proliferação dos livros de autoajuda nas livrarias, que lotam as
  45. prateleiras e têm um lugar de destaque, é um exemplo disso. Em geral, duas são as ideias implícitas
  46. nos livros de autoajuda: a) receitas de felicidade e sucesso podem ser compradas e; b) seguindo o
  47. ensinamento destes livros, o sujeito, por meio da sua vontade, vai saber lidar e solucionar os
  48. problemas que o atingem.
  49. Talvez os manuais de autoajuda sirvam como paliativos - mas, eles não podem entregar o
  50. que prometem, pois esquemas prontos não respondem à singularidade do indivíduo. Ao venderem a
  51. ideia de que a conquista da felicidade só depende do leitor, não se considera que o sujeito está imerso
  52. num contexto onde existem variáveis que atuam em sua vida e que podem não serem controladas.
  53. Em parte, o consumo experiencial explica-se como um sintoma de uma sociedade que
  54. almeja a euforia perpétua, legitima os simulacros publicitários, festeja toda e qualquer novidade
  55. mercadológica, quer saúde física e mental rapidamente e sem esforço... Enfim, que procura a razão
  56. do seu existir no mercado. Contudo, esses produtos e serviços não têm razoabilidade, tendo em vista
  57. que se apropriam de atividades e ideias e as subvertem, espetacularizam o banal, e vendem a falsa
  58. ideia que a felicidade pode ser comprada. Isso evidencia o empobrecimento subjetivo e a
  59. heteronomia do sujeito nestas relações mercantis.

Quando o sentido é subvertido, Daniel Borgon. FILOSOFIA, Ciência & Vida, Ano IX, nº 120, p.72.

As expressões “isto é” (L.1) e “enfim” (L.27) denotam, respectivamente,

Alternativas
Q2748083 Português

Setor de tecnologia de SC é destaque em portal dos EUA

O portal americano especializado em tecnologia Nearshore Americas destaca o perfil do setor de tecnologia da informação (TI) de Santa Catarina em reportagem. Afirma que cresceu no Estado 15% ano passado e faturou US$ 3,5 bilhões enquanto, no Brasil, a expansão média ficou em 7,3%. Cita que as empresas estão localizadas principalmente em cinco cidades: Florianópolis, Joinville, Blumenau, Chapecó e Criciúma. A maioria são startups que crescem numa média de 20% ao ano e empregam juntas cerca de 20 mil trabalhadores. Entrevistado pelo Nearshore, o presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), Guilherme Bernard, informou que o setor atrair investimentos do exterior na aquisição de empresas. E o secretário de Desenvolvimento do Estado, Carlos Chiodini, destacou a criação da Invest SC para atrair investimentos internacionais.

Entre as empresas que ilustram a matéria está a Softplan, de Florianópolis, que atua nos segmentos da justiça, gestão pública e construção civil, fundada por Ilson Stabile, Moacir Marafon e Carlos Augusto Matos. Segundo Stabile, diretor executivo, na atual recessão econômica os clientes demandam soluções eficientes que possam aumentar as arrecadações e promover a celeridade nas operações. Fundada em 1990, a empresa tem 1,5 mil funcionários e, no ano passado, alcançou um volume de negócios 10% maior em relação ao ano anterior.

Diário Catarinense – Estela Benetti, 12/02/2016 - 00h35min - Atualizada em 12/02/2016 - 00h40min.

Segundo Stabile, diretor executivo, na atual recessão econômica os clientes demandam soluções eficientes que possam aumentar as arrecadações e promover a celeridade nas operações.

O antônimo do termo sublinhado é:

Alternativas
Q2747039 Português

Aassertiva “Alíngua é muito mais do que uma gramática” significa:

Alternativas
Q2743618 Português

Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 07.

O homem e a galinha

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras. Um dia a galinha botou um ovo de ouro.

O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha. Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro. Vai que o marido disse:

– Pra que esse luxo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito

menos tomar sorvete!

– É, mas esta é diferente! Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro. Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido respondeu.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro. Vai que o marido disse:

– Pra que esse luxo de dar milho pra galinha? Ela que procure o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro? – a mulher perguntou.

– Bota sim – o marido falou.

E a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro. Um dia a galinha encontrou o portão aberto. Foi embora e não voltou mais. Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(Ruth Rocha, Enquanto o mundo pega fogo,2. ed.Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984.p.14-9.)

No trecho “Era uma galinha como as outras”, a palavra destacada indica:

Alternativas
Q2743137 Português

Releia o trecho abaixo para responder às questões 05 e 06.



Medidas simples garantem mais segurança no trânsito



Em um clássico desenho da Disney, ao assumir a direção de um carro, o pacato e humilde senhor Andante se transforma

no terrível senhor Volante, modelo de arrogância e violência. Essa cena ilustra uma situação comum até hoje no trânsito, onde

os motoristas descarregam toda sorte de frustração.

Não por acaso, o fator humano é responsável pela maioria dos acidentes. Dirigir defensivamente é essencial para prevenir os

5 desastres ou pelo menos minimizar suas consequências. De acordo com o professor Adilson Lombardo, especialista em segurança

no trânsito, na direção defensiva “é preciso avaliar riscos, reduzir a velocidade perto de escolas, não fazer ultrapassagens

perigosas”. Na prática, são medidas simples, que podem ser resumidas em duas: respeito às normas e bom senso.

Lombardo frisa que não se deve confundir direção defensiva com técnicas de pilotagem, que também podem ajudar a

prevenir acidentes. “Os cursos de pilotagem ensinam a sair da aquaplanagem, a fazer uma frenagem segura e a desviar de

10 obstáculos”, explica. “As autoescolas não dão essa formação, que é essencial, por exemplo, para funcionários de empresas.”

Ele destaca ainda a função educativa da multa: “Todos sabemos que a cultura da impunidade é perigosa.”

Ari Silveira

Adaptado de gazetadopovo.com.br, 22/08/2009



uma situação comum até hoje no trânsito, onde os motoristas descarregam toda sorte de frustração. (l. 2-3)

No trecho, a palavra frustração tem significado diferente de:

Alternativas
Q2742705 Português
Em “Considero o senso de humor...”, o vocábulo destacado é uma palavra
Alternativas
Q2741513 Português

Instrução: As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.


Videiras de Cristal


  1. ____Bem mais tarde, quando o dormitório coletivo
  2. envolvia-se nas sombras e ________ apenas os roncos
  3. e os espaçados gemidos dos enfermos permeando o
  4. calor rançoso das respirações, Jacobina e Ana Maria
  5. Hofstäter estavam à janela, olhando as luzes da cidade:
  6. pouco a pouco se apagavam, e a fímbria de pontos
  7. luminosos às margens do rio ________ num cordão
  8. móvel, de uma sinuosidade ágil, como se alguém
  9. inconstante traçasse sucessivas linhas de um contorno.
  10. ____Haviam dividido o pão da avó Müller e o mastigavam
  11. sem fome.
  12. ____– Nunca aceite nenhuma violência – disse Jacobina,
  13. despertando de uma longa mudez. Aceitar a violência
  14. é negar a própria vida. Aqueles homens que violaram
  15. você ao lado da cruz, eles um dia pagarão.
  16. ____Ana Maria estremeceu. Desde o acontecimento do
  17. arroio nunca mais falaram no assunto.
  18. ____– A senhora acha que um dia eu vou casar?
  19. ____Ana Maria sentiu logo que não deveria perguntar isso.
  20. ____– Por que não? Irá casar, igual a Maria Sehn. –
  21. Jacobina voltou os olhos para Ana Maria. – Sei o que
  22. você está pensando. Mas uma coisa eu lhe asseguro:
  23. você é tão virgem como Maria Sehn era antes do
  24. casamento.
  25. ____Só, em sua cama, enrolada no exíguo cobertor
  26. que ________ os pés de fora e batendo o queixo de
  27. frio, Ana Maria pensava no jovem Haubert. Sempre
  28. acompanhando o tutor Robinson o Ruivo, Haubert
  29. foi ocupando um lugar no Ferrabrás, e não apenas nos
  30. corações dos chefes. Jovem como uma figueira de um
  31. ano, tinha o olhar caído e triste de um homem de
  32. quarenta. Gostaria que ele estivesse ali, junto com
  33. elas. Ele as protegeria. E adormeceu pensando: a
  34. saudade é a verdadeira medida do amor.


Adaptado de ASSIS BRASIL, L. A. Videiras de Cristal. Porto

Alegre: Mercado Aberto, 1997. 5ª edição. Páginas 211-212.

Assinale a alternativa que apresenta sinônimos das palavras permeando (l. 03), fímbria (l. 06) e exíguo (l. 25), tais como foram empregadas no texto.

Alternativas
Q2739605 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

A relação semântica existente entre as expressões com certeza e provavelmente é de:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2016 - IF-TO - Técnico em Audiovisual |
Q2735314 Português

Texto I para as questões de 1 a 7.


Judeus, solitários & fantasmas


1. Será que o anti-semitismo ainda surpreende

alguém? Eu julgava que não. Lembrando as célebres

palavras do satirista Karl Kraus (1874-1936) sobre

a Viena do seu tempo ("O anti-semitismo é tão

comum que até os judeus o praticam"), deixei de

prestar atenção aos delírios anti-semitas que se

produzem todos os dias. Caso contrário, seria

impossível ler jornais ou assistir a programas de

TV. O anti-semitismo é tão comum que toda gente

o pratica.

12. Errei. Parcialmente, mas errei. Afinal, ainda

há surpresas. O Reino Unido está em chamas com

os escândalos das sucessivas afirmações anti-

semitas no Partido Trabalhista.

16. Tempos atrás, uma deputada afirmou que

Israel deveria ser "recolocado" nos Estados Unidos –

uma forma simpática de apagar Israel do mapa do

Oriente Médio, exatamente como o Irã e seus

satélites (o Hamas, o Hizbullah) pretendem fazer

pela força das armas. Foi um mini-escândalo.

22. Agora, veio o escândalo maior: o ex-mayor

de Londres, Ken Livingstone, defendeu a camarada

e acrescentou alguns "pensamentos" sobre a

matéria. Hitler, disse ele, foi um grande apoiante do

projeto sionista.

27. Não vale a pena perder tempo com a

sabedoria de Livingstone: no "The Daily

Telegraph", o colunista Charles Moore lembrou

que essa fantasia nem sequer é original. Ela foi

produzida por Lenni Brennan no livro "Zionism in

the Age of Dictators", um livro que nenhum

historiador sério leva a sério.

34. O que interessa no escândalo em curso é

que ele permite ressuscitar todo o histórico anti-

semita de uma parte da esquerda britânica – e, já

agora, da esquerda europeia.

38. Sobre o anti-semitismo da direita, há poucas

dúvidas e poucas surpresas: o ódio aos judeus

sempre fez parte da cartilha mais radical. Mas na

história desta vergonha, o mundo esquece por vezes

como o anti-semitismo também marchou com a

esquerda.

44. Karl Marx, nas suas tiradas anti-capitalistas,

nunca poupou o seu próprio povo – um povo de

trambicagens que alimentavam a máquina

capitalista e retardavam a revolução.

Stalin, apesar da retórica anti-fascista,

também contribuiu com deportações e execuções

para dizimar a espécie dentro e fora da União

Soviética.

52. E, no contexto da Guerra Fria, a dicotomia

"exploradores" e "explorados" – ou, como Charles

Moore prefere, entre "colonialistas" e

"colonizados" – assentou como uma luva nas

interpretações simplórias sobre o conflito israelo

palestino.

58. Você pode não saber nada sobre o conflito –

origens, guerras, "acordos de paz" etc. Mas uma

coisa você sabe: Israel "explora"; os "palestinos"

são "explorados". Fim de discussão.

62. Foi assim que se chegou ao irracionalismo de hoje: com o álibi de "Israel", o mais antigo ódio

do mundo pode ser exercido de consciência limpa.

Até porque "anti-sionismo" é diferente de "anti-

semitismo", certo?

67. Em teoria, com certeza. Mas, na prática,

muitos dos "anti-sionistas" não discutem

racionalmente o conflito entre Israel e os palestinos

com o mesmo tom com que dissertam sobre

conflitos territoriais entre a Índia e o Paquistão;

entre a Rússia e os chechenos; entre a China e o

Tibete; e etc. etc.

No meio de dezenas de conflitos territoriais,

Israel apaixona as plateias porque Israel, bem vistas

as coisas, tem judeus lá dentro.


COUTINHO, João Pereira. Folha de S. Paulo, 2/5/2016.

Com relação ao valor semântico das palavras e expressões empregadas no texto, assinale a opção incorreta.


Alternativas
Q2729983 Português

Leia o texto e responda o que se pede:

“Pode se dizer que a contribuição dos nordestinos para a construção de Brasília, sempre foi fator importante para o desenvolvimento do Brasil. Os candangos foram, eventualmente, prestimosos colaboradores da construção civil na década de 60. Dificilmente, esses heróis se negaram ao trabalho acurado e metódico que exigia o idealizador da capital do Brasil. Sua tendência espontânea era para atividades menos sedentárias e que pudesse exercer-se com força e determinação. ”

“trabalho acurado” é o mesmo que:

Alternativas
Q2722733 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.


Tempos Loucos – Parte 2


-1--Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco:

-2--além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade

-3--de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a

-4--educação escolar virou item de consumo agora. Aordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.

-5--Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por

-6--exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o

-7--mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.

-8--A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o

-9--que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo

10--sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A

11--vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.

12--Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus

13--pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este

14--leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede

15--uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.

16--Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso,

17--principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir

18--desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!

19--Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo,

20--podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas

21--ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos

22--furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.

23--Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um

24--veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de

25--consumo, condição social, entre outras coisas.

26--A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se

27--transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher

28--qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e

29--pela publicidade. Tempos loucos, ou não?


SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2

Disponível em http://blogaroselysayao.blog.uol.com.br

As palavras a seguir são, no contexto, sinônimas, EXCETO:

Alternativas
Q2719040 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <http://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-leitura-na-sala-aula-uma-proposta-trabalho-com-genero-tira.htm>. Acesso em: 08 jul. 2016.

Ao observar a tirinha, é possível perceber que o verbo rolar adquiriu uma multiplicidade de sentidos. Essa multiplicidade de sentidos que uma mesma palavra pode apresentar, em diferentes contextos de uso, chama-se

Alternativas
Q2714596 Português

Marque a alternativa onde temos homônimos.

Alternativas
Q2714226 Português

TEXTO 1

Leia o texto abaixo para responder as questões de 23 a 26.

Alonso era um homem alto, os cabelos finos e escuros, rosto comprido e bem proporcionado, queixo bem desenhado guardando uma boca de lábios grossos que o bigode espesso imprimia delicadeza e sensualidade. O corpo atlético possuía um tórax musculoso, braços e pernas fortes, mas tudo dissimulado pela altura. A sensualidade era adequada e os olhos azuis aguados lhe davam um tom romântico que nunca falhava ao contato com suas freguesas de partitura. Por isso, nenhuma mulher lhe desdenhava uma sugestão, mesmo a mais lacônica, o que o deixava orgulhoso, embora ele fosse inocente quanto ao seu magnetismo viril e acreditasse que o invariável sucesso na venda de partituras se devia ao conhecimento que ele tinha de música.

SOUZA, Márcio. Mad Maria. Rio de Janeiro: Civilização, 1980. P.15

“O corpo atlético possuía um tórax musculoso, braços e pernas fortes, mas tudo DISSIMULADO pela altura.” De acordo com o texto, o sentido da palavra em destaque é:

Alternativas
Q2714191 Português

Considere o seguinte texto:


Segundo a pesquisa, 80% acham que haver trinta e cinco siglas é mais negativo do que positivo para o País. Só 12% acreditam no oposto.

Poucos temas conseguem galvanizar uma maioria tão ampla da opinião pública. Portanto, parece já ter passado da hora de reduzir o número de partidos políticos no Brasil.


(José Roberto Toledo. Jornal Estadão, 03 mar. 2016)


O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa traz cinco significados para galvanizar. Assinale a alternativa que apresenta o sentido que o termo possui no trecho acima.

Alternativas
Q2712279 Português

Texto para as questões 11,12, 13, 14 e 15.


PENSAR É TRANSGREDIR


1------Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não

2--morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.

3------Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais

4--acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não

5--tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.

6------Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.

7------Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria

8--ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o

9--travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!

10------[...]

LUFT. Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005. p.21. (Fragmento)

A expressão destacada no enunciado: “Mas compreendi, num lampejo: (linha 3) então é isso, então é assim.” pode ser substituída, sem prejuízo semântico e sintático, por:

Alternativas
Q2712278 Português

Texto para as questões 11,12, 13, 14 e 15.


PENSAR É TRANSGREDIR


1------Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não

2--morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.

3------Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais

4--acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não

5--tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.

6------Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.

7------Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria

8--ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o

9--travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!

10------[...]

LUFT. Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005. p.21. (Fragmento)

Analise as proposições sobre o significado contextual das expressões destacadas e coloque (V) para verdadeira e (F) para falsa.


( ) “Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres.” (Linha 4) = enfrentar a vida, só desistir se tiver muito medo.

( ) “A vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia.” (Linhas 4 e 5) = deve-se viver tudo de uma só vez, pois assim é a existência humana: uma só.

( ) “Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência.” (Linha 7) = É muito difícil termos uma imagem clara do que somos. No entanto, para nos renovarmos, devemos partir do pouco que conhecemos de nós mesmos.

( ) “Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano” (linha 8) = Sob a aparente tranquilidade do cotidiano, a inquietação.


A sequência CORRETA é:

Alternativas
Q2712226 Português

O principal fator do aumento do número de crianças obesas, segundo a Organização Mundial da Saúde, tem sido o marketing sem restrição para refrigerantes e outras bebidas.

O antônimo da palavra sublinhada no período acima é, exceto:

Alternativas
Respostas
381: C
382: D
383: A
384: E
385: B
386: A
387: C
388: C
389: A
390: B
391: E
392: B
393: C
394: C
395: D
396: B
397: C
398: E
399: D
400: A