Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3926438 Português
Os animais de estimação e as crianças


       Para muitas pessoas, os animais de estimação são membros da família muito queridos que oferecem apoio em diferentes etapas da vida. Eles ajudam casais a consolidar seu relacionamento, atuam como colegas de brincadeiras para crianças pequenas e oferecem companhia para pais quando filhos saem de casa.

       Em relação às crianças, muitos pais sentem intuitivamente que cuidar de um animal pode fornecer lições valiosas aos pequenos sobre cuidados, responsabilidade e empatia. "É muito importante, especialmente para as crianças mais jovens, aprender que o ponto de vista de alguém pode ser diferente de seu próprio", afirma Megan Mueller, professora de interação entre seres humanos e animais da Universidade Tufts, nos Estados Unidos. "Talvez seja uma lição mais fácil de aprender com um animal do que, digamos, com um irmão ou colega."

        Mas os estudos sobre os impactos benéficos dos animais de estimação sobre as crianças vão além. Eles indicam que os pets podem influenciar as habilidades sociais, a saúde física e até o desenvolvimento cognitivo das crianças. Cuidar de animais está associado a níveis mais altos de empatia. E, para crianças com autismo e suas famílias, cuidar de animais de estimação pode ajudar a reduzir o estresse e criar oportunidades para formar relacionamentos de apoio.

      Quando as crianças conhecem seus animais de estimação, elas se abrem para uma compreensão mais profunda dos animais no mundo como um todo. "Elas tendem a aprender com o seu pet, de alguma forma, a serem mais compreensivas, empáticas e a reagir aos animais em geral", afirma John Bradshaw, autor de diversos livros sobre cães e gatos.


Fonte: BBC Brasil. Adaptado.
Com relação à ortografia e ao emprego das palavras sublinhadas, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. 

( ) A contagem vale apartir de agora. ( ) Coloque o livro encima da mesa. ( ) Ele errou e fez tudo de novo.
Alternativas
Q3926437 Português
Os animais de estimação e as crianças


       Para muitas pessoas, os animais de estimação são membros da família muito queridos que oferecem apoio em diferentes etapas da vida. Eles ajudam casais a consolidar seu relacionamento, atuam como colegas de brincadeiras para crianças pequenas e oferecem companhia para pais quando filhos saem de casa.

       Em relação às crianças, muitos pais sentem intuitivamente que cuidar de um animal pode fornecer lições valiosas aos pequenos sobre cuidados, responsabilidade e empatia. "É muito importante, especialmente para as crianças mais jovens, aprender que o ponto de vista de alguém pode ser diferente de seu próprio", afirma Megan Mueller, professora de interação entre seres humanos e animais da Universidade Tufts, nos Estados Unidos. "Talvez seja uma lição mais fácil de aprender com um animal do que, digamos, com um irmão ou colega."

        Mas os estudos sobre os impactos benéficos dos animais de estimação sobre as crianças vão além. Eles indicam que os pets podem influenciar as habilidades sociais, a saúde física e até o desenvolvimento cognitivo das crianças. Cuidar de animais está associado a níveis mais altos de empatia. E, para crianças com autismo e suas famílias, cuidar de animais de estimação pode ajudar a reduzir o estresse e criar oportunidades para formar relacionamentos de apoio.

      Quando as crianças conhecem seus animais de estimação, elas se abrem para uma compreensão mais profunda dos animais no mundo como um todo. "Elas tendem a aprender com o seu pet, de alguma forma, a serem mais compreensivas, empáticas e a reagir aos animais em geral", afirma John Bradshaw, autor de diversos livros sobre cães e gatos.


Fonte: BBC Brasil. Adaptado.
Considerando o uso dos porquês, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3926393 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 


Origem dos livros


Por Rainer Gonçalves Sousa


Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!


No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.


Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganhou maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.


A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.


No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens. 


Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos. 


O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.


Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/origem-doslivros.htm?_gl=1*1nkjchq*_ga*d0xxZE1OQW9lbkplUl9leGVIWldLNWpUR mw4cjRrN2x3OWhwRVJadDd6RGlBS2NPc1llYlAzX2I1cE9GLXRsNw..*_g a_PCH74EBZTB*MTc3MTg1NTI2My4xLjEuMTc3MTg1NTI2My4wLjAuM A

Leia o trecho a seguir:
“Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos. No Egito, utilizava-se o papiro.”
Com base nas palavras destacadas, assinale a alternativa que classifica corretamente a sílaba tônica de cada uma, respectivamente:
Alternativas
Q3926349 Português

Poltrona sete.


    Desci para a plataforma de embarque. Vi o ônibus. Entrei. Tudo era fim de tarde naquele universo de sol morrendo aos poucos. Poltrona sete. Sentei. O sol queria permanecer um pouco mais. A vida inteira cabia naquele espaço tão fechado quanto o tempo em meu rosto insone.


    Aventurei um riso – me frustrei. Levantei as pernas em abraço de feto na barriga de uma mãe ausente – entristeci. O sol escureceu meus olhos – angustiei. Iria para sempre. Passei a mão no rosto. Iria para sempre. A boca amarga. Iria para sempre. Enquanto me perdia em solidão e caos, olhei pela janela. Na rodoviária, com o sol se pondo, vi o amor se materializar na figura de dois rapazes.


    De frente um para o outro, como se quisessem adiar a despedida, eles se abraçaram. Um era anêmico pela própria natureza – os cabelos escuros caíam nos olhos. O outro era sério – olhava perdido para o mundo e trazia nos ombros a letargia do domingo à tarde.


    O sol espalhava prenúncios de adeus.


    Com o transporte às vésperas de sair, o amor se fez carne e habitou entre nós. Eles se beijaram. Tanta ternura se deu no beijo, tanto amor concretizado se fez no gesto, mas o ódio, intolerante, resolveu puni-los.


    O velho ao lado dele saiu com nojo. O menino que olhava foi repreendido pela mãe. O atendente da lanchonete riu. A mulher que limpava o local, estarrecida, cessou a vassoura. A moça com Frida Kahlo na blusa fez esforço para agir naturalmente. O homem ao lado dela conferiu o relógio e virou-se. A freira de hábito irrepreensível fez o sinal da cruz.


    O desconforto passeou pela rodoviária, mas o amor, indiferente, dançou no espelho dos olhares perplexos. Quando o amor dança, o ódio não consegue prendê-lo com seus grilhões enferrujados.


Depois um se arrastou para o ônibus e o outro paralisou na plataforma. Sob vigília, eles sentiram o sol se tornar áspero. Irmãos de muitas lutas, não saberiam lidar com a distância que lhes queria perfurar os corações exangues.


    O que se foi baixou os olhos. O que ficou conteve o choro. Nuvem não segura tempestade que teima em descer. Aos poucos, o que era lágrimas se fez soerguer do corpo. Ai, ai, ai!, rosnou um homem a reprovar seu pranto. O mundo foi dominado por esse bando de bicha!, ladrou outro. Uns riam, outros estranhavam. Uns diziam que era o fim do mundo, outros reprovavam em silêncio. O amor tem duas margens e um rio que lhe atravessa.


    Eu contemplava a cena em silêncio. Não se pode dizer muito quando o amor derrama ausências. A distância cria ciladas. Aonde iria um? Aonde iria o outro?


    A rodoviária era pequena para o amor de dois homens em estado de lágrimas. O sol vestiu ausência, a lua solidão.


    Eu flagrava a cena em silêncio, mas...


    Sofri pancada no rosto, ou pressenti o transporte em prenúncios de partida?


    Saindo da rodoviária, constatei que um dos rapazes em despedida era eu. A escuridão engoliu meu corpo. Fiquei aos gritos. Ninguém me ouviu da sepultura. Elza Soares cantou Lírio rosa. Apaguei os olhos para não ver pela janela.


    Desejei dizer que. Minha boca tentou, mas. Meu corpo queria, só que. Não pude fugir, apesar de. Na poltrona, fui afixado por milhões de pregos.


    E fui embora doendo sempre nos solavancos do ter-que-ir-para-nunca-mais.



(Cardoso, Emerson. O baile das assimetrias, Poltrona sete. 50, 52. São Paulo: OIA, 2002.)

O sol espalhava prenúncios de adeus. É acentuada pela mesma regra da palavra grifada:
Alternativas
Q3926310 Português

Leia o texto para responder a questão.


A felicidade das pequenas coisas


    Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas


13/01/2025 | ISAAC ROITMAN — Professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), pesquisador emérito do CNPq, membro da Academia Brasileira de Ciências e do Movimento 2022–2030: O Brasil e o mundo que queremos


    O título deste texto é de um filme originário do Butão e China com o nome original de Lunana: A yalk in the classroom, dirigido por Pawo Choyning Dorji. Foi um dos indicados para o Oscar de 2022 como melhor filme estrangeiro. Ele descreve a aventura de Ugyen, um jovem que está terminando sua formação de professor, sem ter nenhuma vocação para ensinar. Seu sonho é conseguir um visto para a Austrália, onde poderia cantar nos bares de Sydney. Ugyen mora em Thimphu com sua avó. Ele completou quatro de seus cinco anos obrigatórios¹ de treinamento como professor do governo. Quando ele é DESIGNADO/DESIGUINADO para ensinar na remota vila montanhosa de Lunana, pensa em largar seu emprego, mas sua avó o incentiva a completar sua tarefa de ensino. Ele decide aceitar e deixa a cidade.

    Ugyen conhece Michen, um guia da vila que o leva pelo caminho a pé de seis dias até Lunana, uma vila com uma população de 56 pessoas, 4.800 metros acima do nível do mar. Os moradores ficam animados com sua chegada, mas Ugyen, horrorizado com as más condições do local, expressa seu ARRENPEDIMENTO/ARREPENDIMENTO por ter vindo e pede para ser levado de volta. Asha, o líder da vila, informa que as mulas precisam de tempo para descansar, e que ele pode levar Ugyen de volta em alguns dias. Na manhã seguinte, Ugyen é acordado por Pem Zam, a menina representante² de classe, que lhe diz que as crianças estão esperando por ele na sala de aula. Ugyen fica surpreso com a afeição que sentem por ele, pois as crianças acreditam que os professores têm a capacidade de "construir o futuro".

    Ugyen retorna no dia seguinte mais bem preparado para dar aulas e improvisa uma solução para a falta de um quadro-negro escrevendo diretamente na parede com carvão. Ugyen lentamente faz melhorias na sala de aula, incluindo sacrificar o papel que cobre suas janelas quando as crianças rapidamente ficam sem material ESCASSO/EXCASSO para escrever. Eles ficam tristes quando descobrem que Ugyen planeja ir embora quando o inverno chegar e não retornará. Com a aproximação do inverno, ele deixa Lunana e recebe uma carta de todas as crianças na qual agradecem, o chamam de professor favorito e o incentivam a retornar na primavera. 

    O drama butanês-chinês³ parte de uma hipótese clara: as cidades tornam os indivíduos frios, desconectados da família e da natureza, enquanto o campo preservaria os verdadeiros guardiões das tradições e dos bons costumes. Em outras palavras, sustenta-se a tese do bom selvagem: o ser humano nasce puro, porém a sociedade o corrompe. Quando é enviado à "escola mais remota do mundo", ASSESSÍVEL/ACESSÍVEL após dias de trilhas rumo ao cume de uma montanha, ele detesta o local e as pessoas sorridentes que ali vivem.

    No entanto, ganha um doce quem adivinhar as transformações sofridas pelo homem amargo, egoísta e preso aos aparelhos eletrônicos. Os seus desejos e sonhos atingiram outras dimensões emolduradas pela amorosidade e simplicidade das crianças e moradores de Lunana. A subida geográfica4 rumo à minúscula aldeia Lunana também funciona como uma ASSENÇÃO/ASCENSÃO aos céus, à pureza da humanidade em meio às nuvens. Embora Ugyen manifestasse um comportamento arredio com os vizinhos e colegas, continuava sendo tratado com cortesia e sorrisos. Aos poucos, foi sendo impregnado de otimismo e felicidade por osmose.

    Ao longo da vida, nos apoiamos na falsa ideia de que a felicidade venha acompanhada de bens materiais, quando, na verdade, ela é construída por pequenas coisas. Todos temos aspirações, necessidades que promovem a saúde emocional, como amor, superação, satisfação, bem-estar, tranquilidade, sonhos e sensação de realização, todos bens intocáveis que não se conseguem com dinheiro.

    É pertinente revisitar os conceitos de Albert Einstein sobre felicidade. Ele acreditava que a verdadeira felicidade era encontrada nas coisas simples da vida e defendia que a busca incessante5 pelo sucesso material ou reconhecimento externo muitas vezes OBISCURECIA/OBSCURECIA a essência da felicidade genuína. Ele também acreditava que a empatia e a compressão contribuem para a felicidade, tanto própria quanto dos outros. Ele defendia que a capacidade de entender e compartilhar os sentimentos dos outros promovia relações mais saudáveis e satisfatórias. Finalmente, ele acreditava que a solidariedade e a luta pela justiça social eram fontes de felicidade.

    Vamos todos buscar as pequenas coisas para a conquista da felicidade.



ROITMAN, Isaac. A felicidade das pequenas coisas. Correio Braziliense, 13 de janeiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ opiniao/2025/01/7032874-a-felicidade-das-pequenas-coisas.html. Adaptado.

Identifique a alternativa que apresenta a escrita ortográfica das palavras que se encontram em letras maiúsculas no texto.
Alternativas
Q3926190 Português
Os animais de estimação e as crianças


         Para muitas pessoas, os animais de estimação são membros da família muito queridos que oferecem apoio em diferentes etapas da vida. Eles ajudam casais a consolidar seu relacionamento, atuam como colegas de brincadeiras para crianças pequenas e oferecem companhia para pais quando filhos saem de casa.

         Em relação às crianças, muitos pais sentem intuitivamente que cuidar de um animal pode fornecer lições valiosas aos pequenos sobre cuidados, responsabilidade e empatia. "É muito importante, especialmente para as crianças mais jovens, aprender que o ponto de vista de alguém pode ser diferente de seu próprio", afirma Megan Mueller, professora de interação entre seres humanos e animais da Universidade Tufts, nos Estados Unidos. "Talvez seja uma lição mais fácil de aprender com um animal do que, digamos, com um irmão ou colega."

       Mas os estudos sobre os impactos benéficos dos animais de estimação sobre as crianças vão além. Eles indicam que os pets podem influenciar as habilidades sociais, a saúde física e até o desenvolvimento cognitivo das crianças. Cuidar de animais está associado a níveis mais altos de empatia. E, para crianças com autismo e suas famílias, cuidar de animais de estimação pode ajudar a reduzir o estresse e criar oportunidades para formar relacionamentos de apoio.

      Quando as crianças conhecem seus animais de estimação, elas se abrem para uma compreensão mais profunda dos animais no mundo como um todo. "Elas tendem a aprender com o seu pet, de alguma forma, a serem mais compreensivas, empáticas e a reagir aos animais em geral", afirma John Bradshaw, autor de diversos livros sobre cães e gatos.


Fonte: BBC Brasil. Adaptado.
Assinalar a alternativa CORRETA quanto à grafia das palavras. 
Alternativas
Q3925909 Português
Assinale a opção que constitui a regra de acentuação aplicável para as seguintes palavras: árvore-mágico-lâmpada.
Alternativas
Q3925905 Português
Assinale a alternativa em que as palavras compostas por justaposição apresentam erro.
Alternativas
Q3925903 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras devem receber acento:
Alternativas
Q3925414 Português
Leia o texto para responder a questão.

Caçula, babá, cafuné: como mulheres negras escravizadas ajudaram a criar o português brasileiro
Julia Braun
Da BBC Brasil em Londres
20 novembro 2024

    Caçula, babá, moleque, dengo, cafuné. Algumas palavras que usamos no nosso dia a dia escondem traços e fonemas de uma herança africana que está profundamente ligada às mulheres e ao trabalho doméstico exercido pelas negras escravizadas no Brasil dos séculos 16 a 19. Estima-se que cerca de 4 a 5 milhões de africanos foram traficados para o país durante o período. Destes, cerca de 75% eram bantos, um grupo que se espalhou por uma vasta área ao sul da Linha do Equador na África.

    A característica mais evidente que une esses povos é justamente o fato de eles falarem línguas da família linguística banto — de onde emprestamos algumas palavras que seguem até hoje em nosso vocabulário. A maioria dos que foram enviados à força ao Brasil tinha origem em Angola e República Democrática do Congo, e posteriormente, Moçambique. No ambiente da família colonial, esses escravizados aprenderam o português na convivência diária com seus senhores — e também imprimiram em seu falar hábitos e características de suas próprias línguas.

    Ao mesmo tempo, os colonizadores portugueses foram se apropriando pouco a pouco de termos africanos, que passaram a ser usados principalmente para designar os objetos e atividades do dia a dia. Nesse contexto, as mulheres africanas tiveram um papel especial, seja por meio do cuidado com as crianças, do seu trabalho na cozinha ou como amas de companhia e curandeiras.

‘Grande mãe ancestral dos brasileiros’

    Autora de diversos livros e artigos sobre o tema, a etnolinguista baiana Yeda Pessoa de Castro vê no passado brasileiro um processo que invisibilizou a força de trabalho da mulher negra escravizada na historiografia. Mas para a pesquisadora, que se dedica ao estudo das línguas africanas e sua influência no Brasil, essas mulheres tiverem um protagonismo na família e vida diária do colonizador que foi muito além do serviço doméstico prestado.

    Em seu livro Camões com Dendé, Castro descreve como as mulheres africanas influenciaram as famílias brasileiras por meio da contação de histórias do seu universo fantástico afrorreligioso, do compartilhamento de seu conhecimento nato de folhas e ervas medicinais, como cozinheiras introduzindo elementos de sua dieta nativa na comida diária da casa e como amas de companhia das jovens solteiras e cuidadoras das crianças.

    Na função “da mãe preta e babá”, reconta a linguista, essas mulheres amamentaram e criaram os filhos do colonizador “e, à maneira de pedagoga, os ensinou a balbuciar as primeiras palavras, também na sua língua nativa, no embalo do seu canto de acalento” que os fazia dormir. A própria palavra babá é uma das muitas marcas deixadas por esse importante trabalho: pesquisadores rastreiam a sua origem no quimbundo, uma das línguas bantas faladas em Angola.

    Da mesma forma, várias outras palavras ligadas ao cuidado e à maternidade também foram inseridas no contexto brasileiro por esse meio. “No campo afetivo, a mãe negra nos deixou o xodó, o cafuné, o cochilo, o dengo, e nos falou que ‘o caçula é o dengo da família’, o irmão mais jovem, sempre tratado com muito mimo por todas da casa”, diz Yeda Pessoa de Castro.

    Enquanto dengo vem do quicongo, falada no norte de Angola e no baixo Congo, caçula tem origem no quimbundo. Não há no Brasil outra palavra para se referir ao filho mais novo. No português europeu diz-se benjamin, que para o falante brasileiro, além de nome próprio, é um adaptador multiplicador de tomada elétrica. “Diante de tantas evidências apontadas pelo vocabulário, entre muitas outras ainda encobertas por falta de pesquisas mais detalhadas nesse domínio, a mulher angolana, entre tantas outras mulheres negras de igual valor, é projetada historicamente como a figura emblemática da grande mãe ancestral dos brasileiros. Não é em vão que Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, é apresentada como uma santa negra.”
    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9376nq11lwo
No texto, aparecem diversas palavras de herança africana. Assinale a alternativa em que a palavra retirada do texto está grafada corretamente e acentuada segundo as normas vigentes. 
Alternativas
Q3925106 Português
O Novo Acordo Ortográfico estabeleceu regras específicas para o uso do hífen com prefixos. No entanto, há um prefixo específico que constitui uma exceção à regra geral das "vogais iguais separam-se", aglutinando-se mesmo quando a segunda palavra inicia com a mesma vogal com a qual ele termina, sendo ele o prefixo: 
Alternativas
Q3923721 Português
Inteligências artificiais entram em campo contra e a favor da desinformação 





No que se refere ao emprego da ortografia, a frase em que a palavra destacada, segundo o contexto em que está inserida, atende plenamente à norma-padrão da Língua Portuguesa é:
Alternativas
Q3923595 Português
Assinale a alternativa cuja palavra, como “infraestrutura” (linha 09), está corretamente grafada conforme as normas vigentes.
Alternativas
Q3923275 Português
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao emprego de S, SS, Ç, C, SC ou XC. 
Alternativas
Q3923080 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam grafadas CORRETAMENTE de acordo com o Novo Acordo Ortográfico:
Alternativas
Q3922829 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra ortograficamente INCORRETA: 
Alternativas
Q3922824 Português

Complete a palavra com a(s) letra(s) correta(s).


Acho que essa orquídea nunca mais vai flore__er. 

Alternativas
Q3922444 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a norma-padrão vigente em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3922419 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra ortograficamente INCORRETA:
Alternativas
Q3922414 Português
Complete a palavra com a(s) letra(s) correta(s):
Elisa passou por muitas dificuldades na juventude e teve momentos de grande esca__ez
Alternativas
Respostas
1001: A
1002: D
1003: C
1004: B
1005: E
1006: B
1007: B
1008: B
1009: B
1010: A
1011: D
1012: D
1013: D
1014: E
1015: B
1016: E
1017: A
1018: C
1019: D
1020: B