Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q4074310 Português
Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta


Por Felipe Espinosa Wang


Q1_15.png (693×336)

(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que a palavra deve ser corretamente grafada com “ss”, assim como ocorre em “pessoa”. 
Alternativas
Q4074309 Português
Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta


Por Felipe Espinosa Wang


Q1_15.png (693×336)

(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que a palavra deve ser corretamente grafada com a letra “j”, assim como ocorre em “Japão”.
Alternativas
Q4074306 Português
Mistério dos gatos que sempre caem em pé ganha nova resposta


Por Felipe Espinosa Wang


Q1_15.png (693×336)

(Disponível em: g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/15/misterio-dos-gatos-que-sempre-caem-em-pe-ganhanova-resposta.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
 Qual das palavras a seguir está acentuada corretamente?
Alternativas
Q4072684 Português
Assinale a alternativa em que a acentuação gráfica está corretamente justificada. 
Alternativas
Q4072683 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente de acordo com a ortografia oficial vigente. 
Alternativas
Q4070990 Português

"Existem expressões às quais nos acostumamos tanto que não nos surpreendem mais. Mas, se repensarmos um pouco, elas podem despertar nossa curiosidade.De vez em quando, por exemplo, ficamos sabendo que os cientistas detectaram um astro até então desconhecido, que fica a bilhões de anos-luz de distância." O emprego do hífen em palavras compostas, como em 'anos-luz', segue regras específicas de hifenização. Com base nisso, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.


(__)Quando o primeiro elemento da palavra composta está representado por forma substantiva, adjetiva, numeral ou verbal, ocorre hífen, como em couve-flor, azul-escuro, primeiro-ministro e para-quedas.


(__)Quando o primeiro elemento está representado pela forma 'mal' e o 2º elemento começa por 'vogal', 'h' ou 'l', emprega-se o hífen, como em mal-informado, 'mal-humorado' e 'mal-limpo'. Por outro lado, 'malcriado' não recebe hífen, pois não se enquadra nessas regras.


(__)Normalmente as locuções não são hifenizadas, como 'mão de obra', 'dia a dia', Bumba meu boi. No entanto, são exceções à regra os vocábulos 'cor-de-rosa' e 'arco-da-velha', que são hifenizados.


(__)Os vocábulos 'ultrassom' e 'maxirresultado', que antes eram grafados com hífen, passaram a ser escritos sem esse sinal, com duplicação das consoantes 's' e 'r'.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

Alternativas
Q4070987 Português
"O Sol, nossa estrela mais próxima, está a cerca de 149,6 milhões de quilômetros. Por isso, seus raios levam cerca de oito minutos para chegar à Terra."
Assinale a alternativa em que os vocábulos estão acentuados de forma CORRETA, segundo a mesma regra de acentuação da palavra 'próxima'.
Alternativas
Q4070947 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente: 
Alternativas
Q4070940 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente tanto na grafia quanto na acentuação gráfica: 
Alternativas
Q4070876 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


As universidades e o desafio da desigualdade social


Cesar Martins

Vice-reitor da Unesp (Universidade Estadual Paulista)


    Desde o surgimento dos primeiros agrupamentos humanos, a desigualdade tem sido uma marca das sociedades. Embora hoje esteja entre as prioridades de ação de muitos governos, ela persiste como um paradoxo que alimenta a concentração de riquezas. Poucas nações encontraram caminhos capazes de construir sociedades mais igualitárias e com baixa vulnerabilidade socioeconômica.


    Atualmente, a desigualdade é tema de debate em universidades de várias partes do mundo. No entanto, durante boa parte de sua história, essas instituições atenderam a um segmento específico da população, a elite econômica, contribuindo para a estratificação social. No Brasil, não foi diferente. As universidades chegaram tardiamente ao país. A primeira faculdade criada, a Escola de Cirurgia da Bahia, surgiu em 1808, e o acesso ao ensino superior permaneceu, por muito tempo, restrito às elites.


     Embora tardio, o Brasil adotou relativamente cedo o modelo de universidades públicas, em princípio abertas a todos. Na prática, porém, essas instituições continuaram acessíveis a uma parcela reduzida da sociedade, formada por jovens com boa escolarização básica, o que não correspondia à realidade da maior parte da população. Até meados do século 21, as universidades públicas eram poucas, e os cursos noturnos, quase inexistentes, dificultavam o acesso de pessoas de baixa renda que precisavam trabalhar.


    Embora o sistema público de ensino superior tenha crescido na segunda metade do século 20, o padrão elitizado permaneceu. Foi apenas a partir da primeira década do século 21, com políticas como Sisu, Prouni, Fies e a Lei de Cotas, que houve ampliação do acesso de estudantes de baixa renda, pretos, pardos, indígenas e egressos de escolas públicas, especialmente nas universidades públicas.


    Essas políticas alteraram o perfil do estudante universitário brasileiro. Hoje, a maioria das universidades públicas conta com programas de inclusão, apoio estudantil e permanência, tornando esse espaço historicamente elitista mais diverso e representativo da sociedade brasileira.


    Apesar dos avanços, persistem barreiras importantes: a menor presença de estudantes socialmente vulneráveis nos cursos mais concorridos, como medicina, direito e engenharias; a limitação de recursos para políticas de permanência, como moradia, alimentação, transporte e materiais acadêmicos; e as dificuldades adicionais de acesso e permanência em universidades de maior prestígio.


    Embora ainda haja muito a avançar, as universidades públicas brasileiras têm sido referência, em escala global, na democratização do ensino superior e do conhecimento científico. Ainda assim, é momento de olhar com mais atenção para a estrutura acadêmica. Cursos e disciplinas precisam ser revistos e reinventados em diálogo com as políticas públicas, as novas tecnologias, a sustentabilidade e, sobretudo, a equidade social.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/04/as-

universidades-e-o-desafio-da-desigualdade-social.shtml. 

No trecho: “Na prática, porém, essas instituições continuaram acessíveis a uma parcela reduzida da sociedade, formada por jovens com boa escolarização básica, o que não correspondia à realidade da maior parte da população.”, sobre a acentuação tônica e gráfica, respectivamente, dos vocábulos destacados é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4070565 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do acento gráfico está correto, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa: 
Alternativas
Q4067767 Português
 De acordo com Ribeiro (2004), o _______________ é usado sem espaço antes e depois nas diversas áreas da descrição, ligando partes extremas de um elemento, como datas, números e letras, além de indicar, no final de uma data, item em curso de publicação e distribuição etc.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Alternativas
Q4067582 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No texto, aparecem palavras grafadas com x, como “expectativas”, “exibir” e “extremo”. A alternativa em que uma palavra também está corretamente grafada com x é:
Alternativas
Q4065934 Português
A palavra CÁLCULOS, presente no balão de fala da charge, obedece a uma regra de acentuação gráfica da Língua Portuguesa. Quanto à localização da sílaba tônica, é CORRETO afirmar que essa palavra se classifica como:
Alternativas
Q4064800 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Saúde como direito humano

 

De acordo com o artigo 25º, parágrafo 1º, da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH):

         toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.

 

DECLARAÇÃO Universal dos Direitos Humanos. OHCHR, Estados Unidos 7948.

 

A DUDH é um documento que foi criado em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), no qual constam trinta artigos que asseguram os direitos individuais do ser humano.

Embora a saúde seja listada como direito universal de todo ser humano, o acesso às condições propícias para uma vida saudável ainda é um desafio enfrentado pela maioria das nações, e o Brasil não é exceção.

Na Constituição brasileira de 1988, os artigos de 197 a 200 tratam especificamente do papel do Estado na saúde de todos os cidadãos brasileiros.

No artigo 196, lê-se:

a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.


BRASIL. Constituição (l988). Constituição da República Federativa do Brasil.

 

Com a instituição da Constituição de 1988, foi criado o SUS no Brasil, utilizando como base o National Health Service, serviço público de saúde do Reino Unido.

O SUS deve garantir à população brasileira o direito ao acesso universal e gratuito à saúde por meio de unidades que ofertam atendimento em todos os níveis de complexidade, incluindo unidades básicas de saúde, hospitais, hemocentros, serviços de vigilância sanitária, vigilância epidemiológica, vigilância ambiental e centros de pesquisa.

Existem três princípios básicos que regem o SUS:

● universalidade;

● integralidade;

● equidade.

Na citação ao artigo 25º, parágrafo 1º, da DUDH, encontram-se os vocábulos saúde, médica e subsistência. Com base nas regras de acentuação, assinale a alternativa que apresenta a justificativa CORRETA para a acentuação dessas palavras, considerando o contexto em que estão inseridas.
Alternativas
Q4064519 Português
Analise as sentenças abaixo e assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q4063943 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


A Evolução da Vitivinicultura em Pinto Bandeira


    A região de Pinto Bandeira está localizada junto à principal região produtora de vinhos cio Brasil - a Serra Gaúcha. As primeiras notícias da ocupação do território por imigrantes italianos estão nos relatos dos cônsules e intendentes no início da colonização. 

    Os primeiros imigrantes italianos, oriundos especialmente da região do Vêneto, chegaram a pinto Bandeira em 1876. Conforme o projeto de colonização, compraram colônias (lotes de aproximadamente 24ha) e instalaram-se nas Linhas Palmeiro, Jansen, Jacinto e Silva Pinto.

    Os imigrantes exploraram suas pequenas propriedades (lotes) com trabalho exclusivamente familiar, com diversas culturas e criações para consumo próprio. Anos mais tarde, a comercialização dos excedentes dessa produção integrou à região à economia regional e nacional. 

    O verdadeiro impulso à expansão da vitivinicultura em Pinto Bandeira foi dado em 1930, com o estabelecimento de um posto de vinificação da Companhia Vinícola Rio-Grandense S.A. Por muitos anos ela centralizou a produção e a comercialização de vinhos e derivados de uva de seus associados, colaborando na disseminação de algumas variedades Vitis vinifera, com a distribuição de material vegetativo daquelas que obtiveram boa adaptação na região, entre elas as brancas Trebbiano e Moscato e as tintas Barbera, Bonarda, Cabernet Franc e Merlot. 

    Em Pinto Bandeira o conjunto da agricultura apresenta um desenvolvimento com particularidades. A policultura das primeiras décadas incluía o cultivo de cereais. Nos anos 70 houve tendência à monocultura da videira. Atualmente, além da vitivinicultura há a produção de pêssego (aproximadamente 7% da área cultivada e 12o/o da produção do Rio Grande do Sul), de maçã e de ameixa, importantes na geração da renda agrícola da região.


Fonte: Circular Técnica da Embrapa de Bento Gonçalves. Dez./2005.
Texto adaptado. 
No último parágrafo do texto, observam-se os vocábulos décadas, tendência, pêssego, região e maçã. Em relação à acentuação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4063390 Português
Leia o texto a seguir, início da crônica “O homem trocado”, de Luís Fernando Veríssimo (1936-2025), antes de responder à questão, que a ele se refere:


    O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.

    – Tudo perfeito – diz a enfermeira, sorrindo.

    – Eu estava com medo desta operação...

    – Por quê? Não havia risco nenhum.

    – Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos... E conta que os enganos começaram com seu nascimento.

    Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.

    – E o meu nome? Outro engano.

    – Seu nome não é Lírio?

    – Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e... Os enganos se sucediam.

     Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.


Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luisfernando-verissimo-comentadas/ Acesso em 22/06/2025
Leia as afirmativas a seguir, feitas sobre aspectos linguísticos do texto:

I. Apresentam dígrafo, dentre outras, as seguintes palavras: “enfermeira”, “nenhum”, “conseguira” e “olhos”.
II. Apresentam encontro consonantal imperfeito, dentre outras, as seguintes palavras: “computador”, “descoberto”, “berçário” e “vestibular”.
III. A expressão interrogativa “Por quê” poderia ser empregada sem o acento circunflexo, pois ela já traz implícito o significado de “por qual motivo”.
IV. Apresentam ditongo, dentre outras, as seguintes palavras: “bem”, “entenderam” e “berçário”.
V. Em “Lírio”, “série” e “cartório”, a acentuação gráfica acontece em virtude de as palavras serem paroxítonas terminadas em ditongo.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4063348 Português

O ovo ou a galinha?



Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa INCORRETA sobre palavra “humilde”:



“Clarice Lispector deu à humilde galinha um inesperado momento de glória”.  

Alternativas
Q4063342 Português

O ovo ou a galinha?



Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas dos trechos a seguir, retirados do texto, considerando a ortografia das palavras em Língua Portuguesa:



⋅ “Dizem que até filósofos se debru .... aram sobre ela”.


⋅  “o destino de um simples almoço revela algo quase filosófico sobre a vida, a fra .... ilidade e o acaso”.


⋅  “e o mundo gira sem pedir licen....a para a filosofia”. 

Alternativas
Respostas
961: C
962: D
963: D
964: A
965: D
966: A
967: A
968: A
969: B
970: A
971: E
972: A
973: B
974: C
975: B
976: A
977: B
978: C
979: B
980: C