Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q4094294 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4094219 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4093851 Português
ÁGUA: 27 TESES SUBVERSIVAS


Mercantilização avança e multiplica as crises hídricas. Há alternativa: tratar abastecimento como direito universal e converter as fontes em Bens Comuns Globais. Eis um possível caminho. O artigo é de Riccardo Petrella, cientista político e economista italiano com doutorado em ciências políticas e sociais da Universidade de Florença (Itália), publicado por Outras Palavras, 24-03-2018. A tradução é de Inês Castilho.


Segue o texto.


Tese 1. A água é um elemento natural indispensável e insubstituível para todas as formas de vida, todas as espécies vivas (seres humanos, espécies microbianas, vegetais e animais). A água é a própria vida. Enquanto tal ela deve ser salvaguardada e protegida. A vida tem em si um valor absoluto. Ela vale porque ela é. Isso significa que quando se entra no domínio dos direitos não se deve apenas falar do direito humano à água, mas também do direito da própria água à vida, à sua regeneração, sua integridade, seu bom estado ecológico. Fonte de vida, a água é também, não nos esqueçamos, fonte de doenças, de calamidades e de cada vez mais antrópica.

Tese 2. Nenhuma forma de vida pode manter-se sem água. A vida sobre a Terra começou pela água, no meio aquático e só depois fora dele. No plano humano, o recurso à água não é uma questão de escolha ou de preferência em função de necessidades individuais diversas ou modos de vida coletiva, mas uma necessidade vital a ser satisfeita, na igualdade e responsabilidade. A água não é e nem pode ser considerada uma mercadoria, um "recurso"/coisa que se vende ou se compra, apropriável a título privado (quer seja de natureza privada ou pública ou mista). Todo Estado ou organização política internacional intergovernamental que reconheça ou trate a água (e os serviços hídricos) como uma mercadoria apropriável posiciona-se fora do campo do respeito à água como vida e do Estado de direitos. O direito de propriedade privada e pública existe mas estimamos que, no caso da água para a vida, ninguém, nem mesmo o Estado, pode considerar-se proprietário. É necessário sobretudo falar de responsabilidade e de garantia. [...]

Tese 3. Todos os seres humanos e todas as outras espécies vivas têm direito à água na quantidade e qualidade suficientes para a vida. Da mesma forma, para além de qualquer abordagem antropocêntrica e tecnoprodutivista, a água também tem seus direitos à vida, ao seu bom estado ecológico. Daí a importância fundamental de uma política da água a serviço da salvaguarda, do cuidado e da defesa da vida e do direito à vida que vá além das concepções funcionalistas instrumentais da água a serviço da vida e do bem-estar dos seres humanos. Exemplo: o tratamento/descontaminação das águas usadas é essencial no quadro de um manejo sustentável das diferentes fases do ciclo longo da água. Significa não somente para permitir aos outros humanos recaptar a água "boa" regenerada para suas necessidades, mas também permitir a regeneração da água e da vida dos ecossistemas enquanto tais. Assim, é preciso que os investimentos coletivos no tratamento/saneamento da água sejam públicos e, no caso de capitais privados estarem associados, é preciso impedir que as prioridades de investimento nos diferentes setores de tratamento e reciclagem sejam definidos em função dos rendimentos financeiros dos capitais e do princípio "o poluidor paga". Nesse caso, a tendência "natural", em obediência ao princípio da rentabilidade, seria favorecer o tratamento e a reciclagem dos usos mais poluentes da água, o que é incompatível com o princípio da vida.

Tese 4. O princípio "o poluidor paga", imposto e aplicado à água a partir do fim dos anos 1980 deve ser revisto. A experiência demonstra que é ineficaz, inadequado e mistificador. A maioria das poluições e contaminações das águas das últimas décadas fragiliza as estruturas microbianas dos seres vivos, em nível dos indivíduos (inclusive seres humanos), das espécies e dos ecossistemas. Os danos consequentes são em sua maioria irreversíveis, irreparáveis ou demandam longos períodos de tratamento e de custos consideráveis. Nesse caso, impor um pagamento ao poluidor para reparar um dano "existencial" irreparável faz pouco sentido. A opção mais sábia e coerente é simplesmente a proibição de usos poluentes e contaminações irreparáveis. [...]

Tese 8. Cabe aos Estados, assumir a responsabilidade coletiva − em nome do povo, dos povos − da garantia do direito à água potável e ao saneamento, assegurando a cobertura do conjunto de custos monetários (e não monetários) ligados à realização adequada do direito, segundo o princípio da gratuidade. No contexto da economia pública dos direitos humanos, a gratuidade não significa ausência de custos a serem cobertos, mas fica a cargo da comunidade através de tributação geral progressiva e redistributiva. É o caso dos custos, também consideráveis, do direito à segurança. As despesas militares estão a cargo do Estado. Predominante desde os anos 80, esse princípio foi gradual, mas sistematicamente substituído pelo princípio do financiamento da água pelo preço pago pelo consumidor, como qualquer outro bem ou serviço mercantil, industrial, privado. [...]


(Disponível em:
https://ihu.unisinos.br/publicacoes/78-noticias/577376-agua-27-teses-su
bversivas. Acesso em: 04 mai. 2026. Adaptado.
No excerto a seguir, o "porque" foi corretamente grafado:
"A vida tem em si um valor absoluto. Ela vale porque ela é."
A esse respeito, analise as sentenças a seguir:

I.A gestão pública precisa entender por que se deve apoiar e fortalecer a participação das comunidades locais, para melhorar a gestão da água e do saneamento.
II.Promover a educação da população quanto ao uso consciente da água tem vários porquês , incluindo o fato de que, sabendo usar, não vai faltar.
III.Assegurar retiradas sustentáveis e o abastecimento de água doce para enfrentar a escassez de água por quê?
IV.Por quê é preciso reduzir substancialmente o número de pessoas que sofrem com a escassez de água?

Está correto o uso em:
Alternativas
Q4093584 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4092915 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4092471 Português
Texto para a questão.

O QUE É ESCUTA ATIVA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL

      A construção de um diálogo eficiente, ao contrário do que muitos pensam, depende mais da escuta do que da fala. Por isso, saber desenvolver a escuta ativa é tão importante.

      Mas não se engane; mais do que a atenção sonora, a escuta ativa envolve todos os nossos sentidos: verbal, visual, corporal e intencional. É como se fosse uma matriz que conecta um ponto ao outro, fazendo que o conteúdo absorvido no final seja muito mais atrativo e qualitativo.

      Segundo o pesquisador Albert Mehrabian, que desenvolveu diversas teorias em sua carreira e um amplo campo de estudos sobre a comunicação, em relação à expressão de emoções e atitudes, “7% da comunicação, em um diálogo, ocorre pelas palavras, 38% pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal”.

    De toda a informação que ouvimos, ao longo de um dia, apenas 25% são coletadas com eficiência. Ou seja, na maioria do tempo, estamos distraídos, sem foco ou pensando em outras coisas. E a tendência, em uma época em que fazemos mais coisas ao mesmo tempo, é que este número se reduza ainda mais.

    Por que precisamos praticar a escuta ativa?

  Através da escuta ativa, é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo. É sobre entender uma situação sem cair em suposições.

   Além disso, a “não escuta” leva a população à hiper individualização, demonstrando cada vez menos interesse em opiniões contrárias às suas. O que não é nada saudável, visto que ouvir os mais diversos pontos de vista e reforçar o sincretismo faz parte da democratização. Quando escutamos e nos colocamos no lugar de ouvinte ativo, evitamos a opressão e ativamos o poder de mudança interna e social.

    Praticar a escuta ativa ajuda a minimizar conflitos e desgastes, colabora na criação e sustentação de bons relacionamentos, expande a empatia mostrando a valorização e o acolhimento de ideias, além de respeito. Ou seja, são benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto profissional.

Disponível em: https://blog.portalpos.com.br/escuta-ativa/. Acesso em: 15 fev. 2026.
“Através da escuta ativa é possível transformar realidades e derrubar preconceitos, muitas vezes estereotipados antes de terminarmos de ouvir algo.”

Em se tratando da formação das palavras a partir dos prefixos /pré/ e /pre/, a exemplo de “preconceito”, assinale a alternativa em que a palavra destacada esteja grafada conforme a ortografia oficial da língua portuguesa.
Alternativas
Q4092367 Português

Calma, gente


    Alguma coisa não vai bem entre mim e o tempo. Não o tempo de que tratam os filósofos, mas esse tempinho nosso de todo dia, medido em correrias, impaciências, tique-taques, calendários, reencontros (“Há quanto tempo!”), semáforos, luas cheias, aniversários, Natais e – ai – rugas. O tempo sobre o qual se conversa e no qual transitamos, transitórios.


     Acontece que as pessoas têm pressa, e a pressa delas interfere no ritmo de outras. Na maioria das vezes, é uma agitação inútil e inexplicável. Tem gente que se assusta quando alguém propõe irem caminhando até um determinado lugar, perto: “A pé?!”. Não é pelo esforço, pois até atletas de academia reagem com espanto. Essas pessoas não suportam é “perder” tempo percorrendo uma distância que, de carro, levaria quatro minutos.


    Em parte, foi essa pretensão de poder comprimir o tempo que derrotou o cavalo como transporte urbano, depois o bonde, o ônibus e promoveu o automóvel, maravilha que transformamos em problema. Ao volante, o raciocínio é: eu tenho o comando, eu decido a velocidade, eu me torno senhor do tempo no espaço.


     Ilusão.


    Quem pôde teve a mesma ideia e engarrafou as cidades.


    O tempo já foi elástico, esticava-se segundo a vontade de quem dispunha dele. Dê tempo ao tempo, diziam umas pessoas para as outras, ralentando-se. Calma, que o Brasil ainda é nosso! – bradava-se, como quem diz: enquanto o país for nosso, vamos devagar. Fazíamos do tempo coisa nossa, como o samba, o futebol e outras bossas.


     Leiam os romances antigos. Nenhum personagem diz para o outro: “Você tem um minuto?”. Havia muito mais do que um minuto para uma conversa. Vejam um filme clássico. Com que paciência era construída uma situação que iria depois desaguar em outra. John Ford, por exemplo, tinha tempo para contar uma boa história e sabia que também o tínhamos para apreciá-la. Hoje, no cinema pós-Spielberg, muitas vezes nem percebemos o que aconteceu, tal a rapidez da montagem.


    A vida on-line traz, em segundos, o mundo. As imagens de um bombardeio da grande potência contra o Iraque depau perado chegaram à casa das pessoas no momento em que estava acontecendo. Chamam a isso “tempo real”. Como se fosse irreal o tempo dos cinejornais da II Guerra Mundial, que mostravam com meses de atraso centenas de milhares de soldados mortos. O tempo real trouxe também a globalização dos dinheiros aventureiros, que em segundos dão a volta ao mundo rapando economias, confrontando desiguais, espalhando o desemprego. 


    O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, “riscando os cavalos” e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: “– Para quê? – Para nada”. Talvez para nada os apressados buzinam no trânsito, costuram, furam sinais; a pé, atropelam passantes nas ruas, em purram pessoas nas plataformas do metrô, impacientam-se com idosos, agridem garçons, trombam carrinhos de compras nos supermercados, reclamam do ritmo alheio. Entre a pressa e a falta de educação, a distância é curta.


    É sábio um ditado russo que li citado pelo escritor Saul Bellow: “Quando estiver com pressa, vá devagar”. Mais ou menos é o que o historiador romano Suetônio, biógrafo dos césares, aconselhou ao imperador Adriano, 1.900 anos atrás: “Apressa-te devagar”. Sem nunca ter lido Suetônio, era quase o que minha mãe dizia quando eu moleque disparava pelas ruas do bairro: “Corre devagar, menino!”.


    Suspeito que vem daí o meu descompasso com os apressados. 


(ÂNGELO, Ivan. Revista Veja São Paulo. São Paulo: Editora Abril. Em: 10/09/2003.)

Em “O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, ‘riscando os cavalos’ e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: ‘– Para quê? – Para nada’.” (9º§), o vocábulo destacado recebe acento conforme a mesma justificativa vista de acordo com o emprego correto de “por quê” em:
Alternativas
Q4091982 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente. 
Alternativas
Q4091789 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas de acordo com as normais atuais de Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4091776 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.
Alternativas
Q4091677 Português
Considere o fragmento a seguir para as questões:


A Geografia Ambiental possui raízes muito antigas: a tradição de pesquisa e estudo dos vínculos entre sociedade e natureza constitui, na verdade, uma das mais populares e distintivas da Geografia. No entanto, o desprestígio de que passou a padecer essa tradição no interior da disciplina, especialmente entre as décadas de 1970 e 1990, faz com que a Geografia Ambiental contemporânea, que vem emergindo nos últimos quinze ou vinte anos como uma tentativa de revitalizar aquela tradição em novas bases, possa ser vista como um fenômeno, de certo modo, relativamente recente.


Fonte: LOPES DE SOUZA, M. O que é a Geografia Ambiental?. AMBIENTES: Revista de Geografia e Ecologia Política, v. 1, n. 1, p. 14, 2019. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/ambientes/article/view/22684. Acesso em: 17 mar. 2026. 
Todas as palavras a seguir são acentuadas pelo mesmo motivo, EXCETO:
Alternativas
Q4091458 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pela mesma regra. 
Alternativas
Q4091450 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente. 
Alternativas
Q4091379 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4091254 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas de acordo com as regras atuais em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4089298 Português

Leia o Texto I para responder à questão.



Texto I



Dinheiro oculto



Estudo rastreia pagamentos não declarados recebidos por autores de duas revistas de psiquiatria



    Pesquisadores de duas escolas de medicina do estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, avaliaram a prevalência e a magnitude de conflitos de interesse financeiro entre médicos que publicaram artigos em duas revistas influentes da área de psiquiatria: o American Journal of Psychiatry (AJP) e o Journal of the American MedicalAssociation Psychiatry (Jama-PSY).

    O levantamento, divulgado na revista médica eletrônica BMJ Open, observou que cerca de US$ 4,5 milhões foram pagos por patrocinadores privados, notadamente da indústria farmacêutica, a 27 autores médicos de 74 artigos nas duas revistas, mas 14% desse valor (US$ 645.135) não foram declarados pelos pesquisadores aos periódicos. Entre os pagamentos não divulgados, que incluíam honorários de consultoria ou de palestrante, alimentação e bebidas e auxílio para viagens, 83% foram destinados para coordenadores dos projetos (US$ 532.841) e os 17% restantes (US$ 112.295) para outros pesquisadores dos projetos.

    O estudo também identificou um grupo de 10 autores altamente remunerados – oito homens e duas mulheres –, que conduziram 12 ensaios clínicos randomizados de medicamentos para depressão, ansiedade, transtorno do espectro autista, entre outros. Eles responderam por 84,8% (AJP) e 99,6% (JAMA-PSY) de todos os pagamentos não divulgados às revistas. Seus nomes não foram revelados no estudo.

    Para chegar aos resultados, fez-se o cruzamento de duas fontes de informação. Uma delas são os valores declarados pelos médicos às duas revistas, cujas políticas editoriais exigem que autores informem suas relações financeiras com patrocinadores nos 36 meses anteriores à publicação. A outra é o banco de dados do Open Payments, um programa nacional que exige que empresas produtoras de medicamentos e dispositivos médicos informem “valores transferidos” a médicos, enfermeiros-chefes e hospitais, a fim de tornar transparentes e permitir a fiscalização de eventuais conflitos de interesse. Nesse banco, são contabilizados desde almoços a profissionais da saúde pagos por representantes comerciais de empresas até bolsas de pesquisa e a compra de participação acionária de empresas pertencentes a médicos.

    O levantamento alerta que os conflitos de interesse na pesquisa psiquiátrica representam um desafio ético persistente. “Vínculos financeiros podem influenciar indevidamente os resultados dos estudos, com pesquisas financiadas pela indústria frequentemente apresentando resultados favoráveis aos produtos do patrocinador”, escreveram os autores. “Esse viés é particularmente preocupante nos contextos da pesquisa psiquiátrica, onde ainda há uma carência de biomarcadores objetivos para a maioria dos transtornos mentais.”

    Segundo eles, os achados evidenciam possíveis lacunas nas políticas editoriais de periódicos. Uma forma de resolvê-las seria criar mecanismos independentes de verificação cruzada, como a exigência de links para perfis do Open Payments durante a submissão de artigos a revistas.



Fonte: PESQUISAFAPESP. Dinheiro Oculto. 21 jan. 2026, 8:05. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/dinheiro-oculto/. 21 jan. 2026 às 8:05. Acesso em: 18 mar. 2026 [adaptado]. 

Analise as assertivas que seguem acerca do fragmento do Texto I: “A outra é o banco de dados do Open Payments, um programa nacional que exige que empresas produtoras de medicamentos e dispositivos médicos informem “valores transferidos” a médicos, enfermeiros-chefes e hospitais” (4 º parágrafo).



I- O trecho que inicia em “um programa nacional” exerce função de aposto explicativo, pois acrescenta uma informação sobre “Open Payments”.


II- O uso do hífen em “enfermeiros-chefes” está inadequado, pois, nesse caso, a forma correta seria sem hífen.


III- O segmento “um programa nacional que exige que empresas [...]” apresenta uma restrição ao sentido de “Open Payments”.


IV- As aspas em “valores transferidos” foram empregadas para dar ênfase à expressão e, no contexto apresentado, poderiam ser substituídas por vírgulas.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4089204 Português
Assinale a alternativa em que as duas palavras foram grafadas corretamente quanto ao uso ou não do hífen:
Alternativas
Q4089142 Português
Leia o excerto a seguir e analise as alternativas quanto à ortografia:

Decisões ___________ podem transformar trajetórias, resgatar o propósito e construir uma vida com mais sentido, __________ e autoria. Olhar para ______ e reconhecer os caminhos que me levaram até ali não foi fácil, mas foi libertador.

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no excerto: 
Alternativas
Q4089141 Português
Leia o excerto a seguir e analise a acentuação das palavras sublinhadas:

[...] há uma questão essencial que nem sempre nos permitimos encarar com honestidade: saber o que realmente queremos da vida. Não aquilo que esperam de nós, nem o que parece mais seguro ou socialmente aceitável — mas o desejo genuíno, intimo, quase inegociável. Aquilo que é só seu. Aquilo que, ao ser alcançado, faz você se sentir inteiro.

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-poder-das-boas-escolhas/. Acesso em 11 abr. 2026. Adaptado.)

No texto:
I. As palavras "aceitável" e "inegociável" estão corretamente acentuadas.
II. Há um erro na grafia da palavra "intimo". Ela deveria estar acentuada: "íntimo".
III. A palavra "genuíno" está acentuada corretamente.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4088438 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a luz mais antiga do Universo que já observamos


Existem expressões tão comuns que deixam de causar impacto, mas, ao serem reconsideradas, revelam dimensões surpreendentes. É o caso das descobertas de astros a bilhões de anos-luz de distância. Quando se lembra que um ano-luz equivale a cerca de nove trilhões de quilômetros, torna-se evidente a imensidão do percurso da luz até a Terra. Embora seja uma unidade de distância, o ano-luz também indica o tempo de viagem da luz.

A tecnologia permite observar vestígios do passado remoto do Universo graças a uma luz extremamente antiga que atravessou o espaço até chegar a nós. Isso suscita questões fundamentais: a luz é eterna? Qual é a mais antiga já observada?

A luz mais antiga detectada provém do fundo cósmico de micro-ondas, emitido quando o Universo tinha cerca de trezentos mil anos.

No início, o Universo era extremamente quente e composto por um plasma denso. Nesse período, os fótons não podiam se deslocar livremente devido às constantes colisões com partículas carregadas.

Com a expansão e o resfriamento do Universo, prótons e elétrons se combinaram, formando átomos de hidrogênio. Esse processo, chamado recombinação, permitiu que os fótons passassem a viajar livremente, marcando o momento em que o Universo se tornou transparente. A radiação liberada nesse instante permanece até hoje e constitui um registro essencial da formação do cosmos.

Essa radiação está presente em todo o espaço e é percebida, em parte, no ruído visual de antigos televisores analógicos, resultado da radiação cósmica de fundo que percorreu bilhões de anos até chegar à Terra.

Ao considerar objetos individuais, estrelas antigas próximas não fornecem a luz mais antiga observada, pois sua proximidade faz com que a radiação recebida seja relativamente recente. O caso de uma estrela muito antiga, cuja luz leva cerca de duzentos anos para chegar até nós, ilustra essa diferença entre idade do objeto e idade da luz.

As luzes mais antigas observadas provêm, na verdade, de galáxias muito distantes, cuja radiação foi emitida quando o Universo ainda possuía apenas algumas centenas de milhões de anos. Essa luz viajou por bilhões de anos até ser detectada.

Entre esses registros, há galáxias cuja luz foi emitida quando o Universo tinha cerca de trezentos milhões de anos, resultando em uma radiação com mais de treze bilhões de anos.

Ao observar essas luzes, não vemos os objetos como são atualmente, mas como eram no momento da emissão da radiação. Trata-se, portanto, de uma observação do passado.

Quanto à natureza da luz, as leis da física indicam que a energia não se perde, apenas se transforma. Como a luz é uma forma de energia, ela não desaparece. Os fótons podem ser convertidos em matéria, absorvidos por átomos ou transferir energia para elétrons, mas essa energia permanece no sistema.

Mesmo quando deixa de existir como partícula independente, a energia associada à luz pode ser novamente emitida sob outra forma. Em uma situação ideal, sem interação com outras partículas, um fóton poderia existir indefinidamente.

Assim, conclui-se que a luz não possui prazo de validade: ela pode se transformar, mas nunca é completamente destruída, permanecendo como parte contínua da dinâmica energética do Universo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy81kxkvmpno.adaptado. 
A luz mais antiga detectada "provém" do fundo cósmico de "micro-ondas", emitido quando o Universo tinha cerca de trezentos mil anos.

Assinale a alternativa correta quanto à ortografia oficial das palavras destacadas no trecho, à luz do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Alternativas
Respostas
921: E
922: B
923: E
924: A
925: C
926: E
927: A
928: D
929: B
930: D
931: A
932: A
933: B
934: A
935: D
936: B
937: D
938: A
939: E
940: A