Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3929977 Português
O hífen foi corretamente empregado na palavra:
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Q3929976 Português
Sobre o emprego das iniciais maiúsculas e minúsculas:
I - Nos nomes das festas populares ou pagãs. – emprega-se a inicial minúscula.
II - Nos nomes de festas solenes e comemorativas. – emprega-se a inicial minúscula.
III - Nos nomes sagrados, relativos a religiões e demais festividades. – Emprega-se inicial maiúscula.
IV - Nos nomes dos períodos históricos. - emprega-se a inicial minúscula.
Estão corretas somente as afirmações:
Alternativas
Q3929975 Português
Escreve-se com J e não com G a palavra:
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Q3929974 Português
As palavras a seguir grafam-se com “s”, EXCETO
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Q3929973 Português
Quanto ao emprego do “e” ou “i” – a única palavra que não contém erro é: 
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Q3929972 Português
O acento diferencial é o acento gráfico que diferencia pares de palavras com mesma grafia, mas significados diferentes. Completa a lacuna estando de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa o que está entre parênteses na opção: 
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Q3929970 Português
O médico solicitou que ela comparecesse a sala de ____________ e em seguida fosse a enfermaria para fazer uso de ____________ e ________________.
As lacunas serão preenchidas corretamente com as palavras da opção:
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Q3929325 Português
Quando a foice da morte colhe a vida/ é que a gente percebe
não ser nada 


No silêncio do passo traiçoeiro 
ela arranca de vez o coração 
leva a alma deixando a solidão
não importa se é pobre ou tem dinheiro
é de todos caminhão derradeiro 
qualquer rota recai sobre essa estrada
deixa toda alegria cancelada
e no peito uma dor sem ter medida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada.  

Não informa o momento da partida
desse trem da desgraça que aparece  
de repente ele surge, o ser padece
sem nem mesmo acenar na despedida
quanto mais a dor vem, mais é doída
não tem corpo e parece tão pesada
cada lágrima vertida uma pancada
não tem volta, o caminho é só de ida  
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

Não se atenta pra ritos de passagem 
onde passa seu rastro é de caixão
não permite um adeus nem oração
dos infernos carregam uma mensagem
estendendo ataúdes na viagem
ao fechar os esquifes da morada
a saudade ainda fica apertada
quem morreu transferiu a dor sofrida
quando a foice da morte colhe a vida
é que a gente percebe não ser nada. 

(Tiago Nascimento Silva. Conta, contão e medalha. Quando a foice da morte corre a vida/ é que a gente percebe não ser nada, p. 106. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023)

Observe o fragmento a seguir: ..estendendo “ataúdes” na viagem... a regra que justifica a acentuação do termo destacado é encontrada em: 
Alternativas
Q3929116 Português
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos são acentuados graficamente pela mesma regra de acentuação: 
Alternativas
Q3929086 Português
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos são acentuados graficamente pela mesma regra de acentuação: 
Alternativas
Q3929056 Português
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos são acentuados graficamente pela mesma regra de acentuação: 
Alternativas
Q3929003 Português
A Hegemonia do Padrão e o Silenciamento das Alteridades

A persistência do mito do monolitismo linguístico no Brasil constitui um dos maiores entraves à democratização do ensino de língua materna. Ao erigir a norma-padrão como a única manifestação legítima do pensamento, o sistema educacional frequentemente opera uma clivagem que marginaliza o sujeito em sua própria fala. Não se trata de negar a importância da variedade de prestígio — ferramenta essencial para o acesso aos espaços de poder —, mas de desmistificar a ideia de que a gramática normativa é um sistema autônomo e neutro. Na verdade, a norma é uma construção histórica e política, frequentemente utilizada como instrumento de distinção social.

Para o docente de Língua Portuguesa, o desafio é equilibrar a função de mediador da norma com a de analista crítico das relações de poder que a perpassam. O ensino produtivo deve, portanto, pautar-se pela plurivalência discursiva, permitindo que o aluno compreenda a língua como um território em constante disputa. Ignorar a natureza dinâmica do idioma em prol de uma rigidez descritiva é uma forma de anacronismo pedagógico. O texto, nesse contexto, deve ser visto como um espaço de negociação, onde a subjetividade do autor se choca com as expectativas sociais de correção, exigindo do professor um olhar que vá além da superfície textual para alcançar as camadas de interdiscursividade que sustentam o dizer. 
No texto, a palavra "estático" é acentuada. Assinale a alternativa em que a palavra apresenta acento gráfico exatamente pelo mesmo motivo gramatical: 
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Q3928986 Português
No primeiro parágrafo do texto, o autor utiliza o vocábulo "críticos" (em: "...formação de cidadãos críticos e autônomos..."). Assinale a alternativa em que a palavra retirada do próprio texto apresenta acento gráfico exatamente pelo mesmo motivo que a palavra destacada: 
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Q3927104 Português

Poltrona sete



    Desci para a plataforma de embarque. Vi o ônibus. Entrei.


    Tudo era fim de tarde naquele universo de sol morrendo aos poucos. Poltrona sete. Sentei. O sol queria permanecer um pouco mais. A vida inteira cabia naquele espaço tão fechado quanto o tempo em meu rosto insone.


    Aventurei um riso — me frustrei. Levantei as pernas em abraço de feto na barriga de uma mãe ausente — entristeci. O sol escureceu meus olhos — angustiei. Iria para sempre. Passei a mão no rosto. Iria para sempre. A boca amarga. Iria para sempre. Enquanto me perdia em solidão e caos, olhei pela janela.


    Na rodoviária, com o sol se pondo, vi o amor se materializar na figura de dois rapazes.


    De frente um para o outro, como se quisessem adiar a despedida, eles se abraçaram. Um era anêmico pela própria natureza — os cabelos escuros caíam nos olhos. O outro era sério — olhava perdido para o mundo e trazia nos ombros a letargia do domingo à tarde.


    O sol espalhava prenúncios de adeus.


    Com o transporte às vésperas de sair, o amor se fez carne e habitou entre nós. Eles se beijaram. Tanta ternura se deu no beijo, tanto amor concretizado se fez no gesto, mas o ódio, intolerante, resolveu puni-los.


    O velho ao lado dele saiu com nojo. O menino que olhava foi repreendido pela mãe. O atendente da lanchonete riu. A mulher que limpava o local, estarrecida, cessou a vassoura. A moça com Frida Kahlo na blusa fez esforço para agir naturalmente. O homem ao lado dela conferiu o relógio e virou-se. A freira de hábito irrepreensível fez o sinal da cruz.


    O desconforto passeou pela rodoviária, mas o amor, indiferente, dançou no espelho dos olhares perplexos. Quando o amor dança, o ódio não consegue prendê-lo com seus grilhões enferrujados.


    Depois um se arrastou para o ônibus e o outro paralisou na plataforma. Sob vigília, eles sentiram o sol se tornar áspero. Irmãos de muitas lutas, não saberiam lidar com a distância que lhes queria perfurar os corações exangues.


    O que se foi baixou os olhos. O que ficou conteve o choro. Nuvem não segura tempestade que teima em descer. Aos poucos, o que era lágrimas se fez soerguer do corpo.


    — Ai, ai, ai! — rosnou um homem a reprovar seu pranto.

    — O mundo foi dominado por esse bando de bicha! — ladrou outro.

    Uns riam, outros estranhavam. Uns diziam que era o fim do mundo, outros reprovavam em silêncio.


    O amor tem duas margens e um rio que lhe atravessa.


    Eu contemplava a cena em silêncio. Não se pode dizer muito quando o amor derrama ausências. A distância cria ciladas.


    Aonde iria um? Aonde iria o outro?


    A rodoviária era pequena para o amor de dois homens em estado de lágrimas. O sol vestiu ausência, a lua solidão.


    Eu flagrava a cena em silêncio, mas...


    Sofri pancada no rosto ou pressenti o transporte em prenúncios de partida?


    Saindo da rodoviária, constatei que um dos rapazes em despedida era eu. A escuridão engoliu meu corpo. Fiquei aos gritos. Ninguém me ouviu da sepultura. Elza Soares cantou Lírio Rosa. Apaguei os olhos para não ver pela janela.


    Desejei dizer que... Minha boca tentou, mas... Meu corpo queria, só que... Não pude fugir, apesar de... Na poltrona, fui afixado por milhões de pregos.


    E fui embora, doendo sempre nos solavancos do ter-que-ir-para-nunca-mais.



(Cardoso, Emerson. O baile das assimetrias. “Poltrona sete”. São Paulo: OIA, 2002.)

O sol espalhava prenúncios de adeus. É acentuada pela mesma regra da palavra grifada:

Alternativas
Q3927014 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

TEXTO I

A Inteligência Artificial vai desempregar muita gente

"Os modelos de IA sofrem de uma falha bem conhecida no mundo da tecnologia: as alucinações"

Algumas profissões serão duramente afetadas pela Inteligência Artificial (IA). Em algumas outras, a IA terá mais dificuldades em avançar no curto prazo. E, ainda bem, a IA comete falhas bem humanas. Tomemos como exemplo o seguinte caso real. Um escritor, para cada livro que escrevia, precisava de uma imagem para montar a capa do livro. Para isso, adquiria os direitos de uso de uma imagem. Um artista digital ou um fotógrafo eram pagos. Há alguns meses, o escritor descobriu o software Midjourney, que usa IA e produz imagens a partir de uma simples descrição do resultado desejado. Agora, ele apenas especifica ao software como deseja a capa e em instantes tem o produto. Podendo criar várias opçãos e escolher a que julgar melhor. A consequência direta é que há menos demanda para trabalhos dos artistas digitais e dos fotógrafos.
De uma forma geral, todos os trabalhos para os quais existe uma grande base de exemplos digitalizados podem ser processados por softwares de aprendizado automatizado, de forma que a tecnologia adquire a habilidade de produzir variações dos exemplos estudados. É o caso de atividades como escrever romances, pesquisar informações, produzir imagens digitais ou escrever petições à justiça. E é possível estender essa lista acrescentando outras atividades como a produção de música, de filmes e de artigos de opinião.
Quem possui trabalhos nessas áreas vai rapidamente sofrer os impactos da IA, ou está sofrendo. Em maio, a IBM anunciou que evitaria a contratação de pessoas para funções que podem ser desempenhadas pela IA. Para escapar disso, melhor ir pensando em profissões que exijam criação de novos conhecimentos ou informações, como a pesquisa científica e o jornalismo noticioso; ou a solução de problemas para os quais não há regras prédefinidas, como a gerência de uma empresa; ou profissões que exigem alto grau de empatia, como trabalho social e psicoterapia.
Contudo, a Inteligência Artificial também comete erros bem humanos. No mês passado, um escritório de advocacia de Nova York usou o chatGPT para produzir uma petição em processo movido contra uma empresa de aviação. Na peça processual foram elencados vários precedentes legais. Quando o processo chegou aos advogados da empresa ré, eles não encontraram os casos citados como precedentes. Uma rápida investigação descobriu que os casos só existiam como uma "invenção" do chatGPT.
É preciso refletir sobre como a IA produz resultados. É por meio de um processo de combinações estatísticas de palavras que estão na base de dados do modelo de IA. Essas palavras são unidas umas às outras de uma forma que pareça fazer sentido estatisticamente. Mas os modelos de IA sofrem de uma falha bem conhecida no mundo da tecnologia: as alucinações. São situações nas quais eles produzem resultados absurdos, porque a técnica de combinações estatísticas acabou resultando em uma combinação absurda, sem nada a ver com a realidade.
Um ser humano alucinado perderia o emprego. Os advogados que usaram a alucinação do chatGPT foram punidos em 5 mil dólares pelo juiz do caso. Mas o chatGPT não será demitido. O algoritmo será ajustado para tentar evitar problemas como esse e, se as alucinações forem controladas e não houver muitos novos danos, o chatGPT permanecerá sendo muito usado.
Contudo, há outro efeito colateral ainda mais preocupante que decorre do uso da IA nas atividades humanas. Em muitas situações, o que se deseja premiar é a habilidade humana. Então, não é justo homenagear um trabalho que foi quase exclusivamente produzido por um programa de computador. Vejamos o caso de uma competição de fotografia na Austrália, no começo deste mês. Uma das fotos enviadas foi desqualificada por suspeita de que teria sido produzida com auxílio da IA. A expressão "suspeita" é extremamente relevante nesse caso. A autora da foto declarou que isso não ocorreu, e que ela teria tirado a foto com seu celular.
Estamos presenciando uma mudança fundamental na vida em sociedade. Quando a IA começou a produzir resultados artificiais semelhantes aos produzidos pelos humanos, o problema agora não é apenas o risco de tratar como reais produtos criados pela IA, outro problema ainda maior é tratar como falsos os produtos realmente oriundos do talento humano. A propósito, este artigo foi realmente escrito por um humano, ou foi produzido pela Inteligência Artificial?

ORLANDO SANTOS, analista de sistemas e entusiasta de tecnologia CORREIO BRAZILIENSE. Disponível em https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2023/07/5112935- artigo-a-inteligencia-artificial-vai-desempregar-muita-gente.html .
Os vocábulos “estatística” e “técnica”, presentes no texto, são acentuados pela mesma regra.
O mesmo ocorre com o par de palavras apresentado em:
Alternativas
Q3926959 Português

Vaca Estrela e Boi Fubá

Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral

Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá


Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar

Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá


Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar

Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá


Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar

Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

Dado o excerto, marque a opção em que não apareça a mesma regra de acentuação gráfica da palavra destacada:

“Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela / Ô ô ô ô Boi Fubá.”

Alternativas
Q3926703 Português
Em documentos oficiais e textos formais, o respeito às normas ortográficas vigentes é essencial para garantir clareza e credibilidade. O Acordo Ortográfico trouxe alterações que ainda geram dúvidas frequentes. Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas. 
Alternativas
Q3926702 Português
O domínio das relações semânticas é fundamental para a precisão linguística. Considerando esse aspecto, assinale a alternativa que apresenta um caso de paronímia.
Alternativas
Q3926440 Português
Os animais de estimação e as crianças


       Para muitas pessoas, os animais de estimação são membros da família muito queridos que oferecem apoio em diferentes etapas da vida. Eles ajudam casais a consolidar seu relacionamento, atuam como colegas de brincadeiras para crianças pequenas e oferecem companhia para pais quando filhos saem de casa.

       Em relação às crianças, muitos pais sentem intuitivamente que cuidar de um animal pode fornecer lições valiosas aos pequenos sobre cuidados, responsabilidade e empatia. "É muito importante, especialmente para as crianças mais jovens, aprender que o ponto de vista de alguém pode ser diferente de seu próprio", afirma Megan Mueller, professora de interação entre seres humanos e animais da Universidade Tufts, nos Estados Unidos. "Talvez seja uma lição mais fácil de aprender com um animal do que, digamos, com um irmão ou colega."

        Mas os estudos sobre os impactos benéficos dos animais de estimação sobre as crianças vão além. Eles indicam que os pets podem influenciar as habilidades sociais, a saúde física e até o desenvolvimento cognitivo das crianças. Cuidar de animais está associado a níveis mais altos de empatia. E, para crianças com autismo e suas famílias, cuidar de animais de estimação pode ajudar a reduzir o estresse e criar oportunidades para formar relacionamentos de apoio.

      Quando as crianças conhecem seus animais de estimação, elas se abrem para uma compreensão mais profunda dos animais no mundo como um todo. "Elas tendem a aprender com o seu pet, de alguma forma, a serem mais compreensivas, empáticas e a reagir aos animais em geral", afirma John Bradshaw, autor de diversos livros sobre cães e gatos.


Fonte: BBC Brasil. Adaptado.
Assinalar a alternativa CORRETA quanto à grafia das palavras. 
Alternativas
Respostas
981: A
982: B
983: B
984: D
985: D
986: C
987: D
988: D
989: A
990: C
991: A
992: A
993: C
994: B
995: B
996: A
997: C
998: E
999: C
1000: B