Questões de Concurso
Sobre ortografia em português
Foram encontradas 16.588 questões
Assinale a alternativa que apresenta a sentença com ortografia incorreta.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 31 a 35.
Misofonia: a doença que faz qualquer som virar um sofrimento físico
Para a maioria das pessoas, ouvir sons como o de uma pessoa respirando perto de você, cachorros latindo na vizinha ou qualquer outro ruído corriqueiro não costuma ser um grande problema. No entanto, há quem realmente fique louco só de ter que escutar esses mínimos barulhos por alguns segundos.
Ou seja, sons que outras pessoas nem notam podem causar uma crise sem precedentes para determinados indivíduos. O nome desse problema é misofonia, uma síndrome bastante rara que causa extrema sensibilidade a sons específicos, sendo mais comum em pessoas com certas condições de saúde prévias.
A misofonia é o nome da condição sofrida por pessoas que se afetam emocionalmente por alguns sons comuns no dia a dia, seja os exemplos citados anteriormente ou outros que parecem passar desapercebidos por outros indivíduos. Quando esse gatilho é acionado, é comum que o paciente crie uma resposta de luta ou fuga ao áudio que está ouvindo.
Isso pode ser manifestado por meio de ataques de raiva ou uma grande vontade de fugir daquele ambiente. Como a misofonia é uma síndrome pouco estudada pela medicina até hoje, não se sabe ao certo o quão comum ela de fato é. Contudo, é sabido que esse problema afeta alguns mais do que outros e pode causar isolamento social.
Pacientes que sofrem de misofonia se sentem envergonhados geralmente por suas reações e não costumam expressar isso para profissionais de saúde. No entanto, é válido destacar que esse é um distúrbio neurológico real e que compromete seriamente o funcionamento, a socialização e a saúde de um ser humano. Por fim, estima-se que tal síndrome costuma aparecer por volta dos doze anos de idade.
Com o passar dos anos, novas pesquisas têm surgido a respeito da misofonia para tentar identificar suas causas. Estudos conduzidos por pesquisadores britânicos em um grupo de vinte adultos que sofrem da síndrome e vinte e dois que não a possuem, mostram que os sintomas mais comuns são o desconforto com diferentes sons, sons universalmente perturbadores e sons neutros.
Sons de pessoas mastigando, respirando alto e choros de bebê aparecem como os mais incômodos para quem sofre com esse distúrbio. De acordo com os estudiosos, isso confirma que as pessoas misofônicas são muito mais afetadas por sons de gatilho específicos do que outros indivíduos, mas não se diferem tanto em relação a outros tipos de som.
Os estudos também mostram que esses pacientes apresentam sinais de estresse muito maiores — como aumento de suor e frequência cardíaca — aos sons desencadeantes de comer e respirar do que aqueles considerados comuns. Sensações de ansiedade ou pânico, incluindo sentimentos de estar preso ou perder o controle, também podem acontecer com frequência.
Para a sorte de quem é diagnosticado com misofonia, o futuro parece próspero. Atualmente, algumas clínicas de misofonia já existem nos Estados Unidos e em outros lugares do mundo. Inclusive, tratamentos como distração auditiva, utilizando ruído branco, fones de ouvido, ou terapia cognitiva-comportamental mostraram algum sucesso na melhoria dos sintomas.
Misofonia: a doença que faz qualquer som virar um sofrimento físico - Mega Curioso. Adaptado.
Para a maioria das pessoas, ouvir sons como o de uma pessoa respirando perto de você, cachorros latindo na vizinha ou qualquer outro ruído corriqueiro não costuma ser um grande problema. No entanto, há quem realmente fique louco só de ter que escutar esses mínimos barulhos por alguns segundos.
De acordo com as regras de acentuação gráfica, é correto afirmar que:
Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
“Detox digital” reduz não só as emoções negativas, mas também as positivas
Dar um tempo das redes sociais – o popular "detox
digital" – traz benefícios para a redução de sentimentos
negativos que já foram amplamente descritos pelos
cientistas. Agora, um novo trabalho mostra que o
5 distanciamento dessas plataformas também pode
diminuir, simultaneamente, as emoções positivas dos
usuários.
Se por um lado a abstinência dos aplicativos ajuda a
reduzir as experiências negativas – como comparação
10 social, comentários depreciativos e até bullying –, por
outro, o jejum também minora ações que trazem
sensações de recompensa social, como likes, crescimento
do número de seguidores e mensagens positivas.
O resultado surpreendeu os próprios cientistas
15 responsáveis pelo estudo, que descreveram a situação
como inesperada.
"Acreditamos que isso [diminuição dos sentimentos
positivos dos participantes] se deve a uma ‘perda’ de
experiências socialmente gratificantes das redes sociais",
20 explica um dos autores do trabalho, Niklas Ihssen, que é
professor do departamento de psicologia da Universidade
de Durham, no Reino Unido.
"As nossas descobertas sugerem que as redes
oferecem recompensas sociais poderosas, e a abstenção
25 pode, portanto, levar a alguma redução das emoções
positivas, porque essas recompensas já não estão
disponíveis", diz o cientista.
O artigo, publicado na última quarta-feira (8) na
revista especializada PLoS One, tentou compensar ainda
30 um outro desequilíbrio frequente em pesquisas que
avaliam as emoções dos usuários: o recurso exclusivo a
questionários em que os próprios participantes mensuram
e descrevem seus sentimentos.
Em muitos dos trabalhados dessa área, a
35 autoavaliação dos voluntários é a principal ferramenta
para medir os efeitos psicológicos.
Para ultrapassar isso, os cientistas optaram por
mesclar esses questionários com diversas abordagens,
incluindo experiências em laboratório. O objetivo principal
40 era captar certas consequências implícitas da abstinência
das redes.
"Um dos desafios é acompanhar, de uma forma
realista, os efeitos da redução do consumo [das redes
sociais]. Entre outras técnicas, utilizamos para isso um
45 método denominado ‘avaliação ecológica momentânea’.
Nele, os participantes recebem miniquestionários em seus
smartphones em vários momentos do dia, permitindo uma
avaliação mais naturalista do humor e dos
comportamentos", descreve Niklas Ihssen.
50 ____ Além das pequenas pesquisas, havia ainda uma
avaliação maior. Por volta das 21h30 de cada dia do
experimento, o grupo avaliado respondia a um
questionário mais abrangente.
Ao longo do trabalho, os voluntários tiveram de fazer
55 visitas também a um laboratório da Universidade de
Durham, onde foram realizados testes mais aprofundados
que mensuravam outras componentes, como percepção
temporal e de esforço e a reação a estímulos.
Durante todo o estudo, os participantes tiveram uma
60 ferramenta que monitorava o tempo de uso das telas.
Embora tenham sido orientados a não entrarem nas redes
sociais e a desabilitarem as notificações, eles não
precisaram deletar os respectivos aplicativos do celular.
Segundo os autores, manter os apps nos dispositivos
65 contribui para evitar que o grupo estudado usasse outros
dispositivos para acessar as redes. Essa configuração
permitiu ainda que os cientistas identificassem eventuais
"recaídas" no uso das ferramentas.
No próprio experimento, aliás, vários participantes
70 não conseguiram manter o detox total. Apenas 7 dos 51
envolvidos conseguiram ficar completamente abstêmios
durante os sete dias determinados. A maioria, porém,
reduziu drasticamente o uso.
A própria ideia de ter de ficar sem redes sociais já foi
75 o suficiente para, de acordo com os cientistas, dificultar o
recrutamento para o experimento.
"Os participantes precisavam estar preparados para
se absterem das redes sociais durante uma semana, e
muitos fatores podem ter inicialmente dissuadido os
80 indivíduos de fazerem isto, incluindo o chamado FOMO
[‘fear of missing out’, ou medo de perder algo, na sigla em
inglês]", diz o autor.
Segundo Niklas Ihssen, embora a abstinência total
tenha se mostrado difícil, a maioria dos envolvidos pode
85 diminuir consideravelmente o tempo passado nas redes,
saindo de uma média de 3 a 4 horas diárias para cerca de
30 minutos durante o experimento.
O estudo mostrou ainda que, de uma maneira geral,
os participantes também não tiveram manifestações
90 relevantes de sintomas relacionados à síndrome de
abstinência.
"Em última análise, os nossos resultados implicam
que é possível reduzir substancialmente o uso das redes
sociais sem ter efeitos colaterais significativos no humor e
95 em outros processos psicológicos. Ao mesmo tempo,
parece difícil abster-se completamente", completa o
autor.
(Giuliana Miranda.
https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/11/detox-digital-reduz-naoso-as-emocoes-negativas-mas-as-positivas-tambem.shtml. 16.nov.2023)
Em “ferramentas” (L.68), há
Considerando-se o sistema ortográfico da língua portuguesa, analisar os itens abaixo:
I. Ainda que muita gente escreva com “s”, a forma CORRETA de escrever a palavra catequeze é com ‘z’.
II. Embora com frequência a palavra apareça escrita como “aminésia”, sua forma CORRETA de escrita é “amnésia”.
III. A forma padrão de escrever a palavra é “losângulo”, e não “losango”.
Está(ão) CORRETO(S):
Assinalar a alternativa em que há ERRO ortográfico na palavra sublinhada:
A respeito do ensino de língua materna sob perspectiva enunciativa, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Quando trabalhamos a língua portuguesa na perspectiva enunciativa, devemos sempre partir do texto. Assim, não se deve empreender trabalhos de análise linguística, visto que o que importa é a estrutura textual.
(__)O trabalho sob perspectiva enunciativa visa tornar o estudante um membro efetivo de práticas de linguagem nas mais diversas esferas sociais de atuação.
(__)No trabalho sob perspectiva enunciativa, é importante priorizar o diálogo entre a esfera escolar e as demais. É por isso que os gêneros jornalísticos devem ser priorizados em face aos gêneros literários.
(__)Trabalhar a língua sob perspectiva enunciativa requer que o professor pense em práticas para além do letramento escolar. Dessa forma, o docente precisa considerar sua concepção de linguagem e gramática, as atividades e avaliações propostas e a interação com o estudante em sala de aula.
(__)O trabalho com os gêneros discursivos deve priorizar a compreensão da dimensão composicional. Assim, os estudantes vão facilmente identificar o gênero com o qual estão interagindo e poderão fazer um uso consistente e socialmente situado desses textos.
Assinale a alternativa que apresenta sequência correta:
Uma das possibilidades para o trabalho em salas de aula de língua portuguesa é a abordagem dos gêneros discursivos ou textuais. A esse respeito, analise o excerto a seguir:
Quando nos comunicamos, adaptamo-nos à situação de comunicação. Não escrevemos da mesma maneira quando redigimos uma carta de solicitação ou um conto; não falamos da mesma maneira quando fazemos uma exposição diante de uma classe ou quando conversamos à mesa com amigos. Os textos escritos ou orais que produzimos diferenciam-se uns dos outros e isto porque são produzidos em condições diferentes. Apesar dessa diversidade, podemos constatar regularidades (...) Certos gêneros interessam mais à escola − as narrativas de aventuras, as reportagens esportivas, as mesas redondas, os seminários, as notícias do dia, as receitas de cozinha, para citar apenas alguns. A forma de ensino aqui proposta tem, precisamente, a finalidade de ajudar o aluno a dominar melhor um gênero de texto, permitindo-lhe, assim, escrever ou falar de uma maneira mais adequada em uma dada situação de comunicação a partir de uma série de atividades desencadeadas com objetivo de aprendizagem das dimensões do gênero (...) Essa forma de ensino serve, portanto, para dar acesso aos alunos a práticas de linguagem novas ou dificilmente domináveis (Dolz, Noverraz, Schneuwly, 2010, adaptado).
A qual postura/forma/possibilidade de ensino se refere o texto?
A respeito das concepções de linguagem amplamente apresentadas na literatura de ensino de língua portuguesa, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona concepções de linguagem à sua respectiva explicação:
Primeira coluna: concepção de linguagem
(1)Linguagem como interação
(2)Linguagem como expressão do pensamento
(3)Linguagem como comunicação
Segunda coluna: definição
(__)Esta concepção vê a língua como código (conjunto de signos que se combinam segundo regras) capaz de transmitir ao receptador uma certa mensagem. Em livros didáticos, esta é a concepção confessada nas instruções ao professor, nas introduções, nos títulos, embora em geral seja abandonada nos exercícios gramaticais (Geraldi, 1984).
(__)Mais do que possibilitar uma transmissão de informações de um emissor a um receptor, a linguagem é vista como um lugar de constituição humana: por meio dela o sujeito que fala pratica ações que não conseguiria praticar a não ser falando; com ela o falante age sobre o ouvinte, constituindo compromissos e vínculos que não preexistiam antes da fala (Geraldi, 1984).
(__)Esta concepção ilumina, basicamente, os estudos tradicionais. Se concebemos a linguagem como tal, somos levados a afirmações − correntes − de que as pessoas que não conseguem se expressar não pensam (Geraldi, 1984).
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Assinale a alternativa na qual todas as palavras estão corretamente grafadas:
A respeito do trabalho com produção textual em aulas de língua materna, analise as afirmações a seguir:
I.Antes de pensar na produção propriamente dita, é importante que seja ensinado aos estudantes como planejar a sua escrita, criar um roteiro do que será redigido.
II.A reescrita é um passo importante para que os estudantes saibam quais aspectos precisam ser melhorados. É uma oportunidade formativa para qualificação dos textos.
III.A dimensão estrutural é fundamental na produção de textos. Ainda que os estudantes não conheçam muito bem o assunto do qual estão tratando, o importante é o preenchimento de estruturas.
IV.Um passo fundamental para a produção textual é a revisão. É muito importante que os estudantes aprendam a revisar seus próprios textos.
V.Uma possibilidade de avaliação somativa de escrita é a produção de gêneros que os estudantes não conhecem.
É correto o que se afirma em:
A respeito do lugar da gramática normativa nas aulas de língua materna, analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Devemos, sempre que algum aluno falar uma palavra de forma diferente do que preconiza a gramática normativa, utilizá-lo como exemplo para a turma e dizer que as palavras devem ser faladas corretamente.
PORQUE
II. A gramática normativa tem uma importante função de descrever e, em certa medida, padronizar a escrita, que é um importante registro histórico da língua.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Leia atentamente a definição apresentada a seguir:
Trata-se de uma competência múltipla e plural, um processo complexo que precisa ser ensinado, pois não é natural ao ser humano. Essa competência guarda em si um conjunto de habilidades cognitivas complexas que demandam a execução coordenada de um conjunto de processos de percepção e compreensão (Daneman, 1991).
O excerto diz respeito à:
Analise a situação a seguir:
Durante o estudo da língua portuguesa, um/uma docente solicitou aos estudantes que realizassem a seguinte atividade:
"1. Leia o poema "As borboletas", de Vinícius de Moraes.
2. Responda às questões a seguir: a. O que você achou do poema? b. Circule no poema todos os adjetivos que você encontrar. c. Agora, sublinhe os substantivos aos quais estão associados os adjetivos. d. Quais outros adjetivos poderiam ser associados a esses substantivos?".
Qual é a perspectiva adotada pelo/pela docente para o trabalho em sala de aula?
( ) Poesia – paroxítona e polissílaba ( ) Tesouro - oxítona e trissílaba ( ) Demais – oxítona e trissílaba ( ) Menos - paroxítona e dissílaba
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. VOCÊ é acentuado por ser um vocábulo paroxítono terminado em E II. SÓ é acentuado por ser monossílabo tônico terminado em O III. PÉS é acentuado por ser oxítono terminado em E
Assinale a alternativa correta.
IBM e Nasa se aliam para aplicar IA ao estudo do clima

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