Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3537982 Português
O domínio da ortografia oficial da língua portuguesa é fundamental para a produção textual adequada em contextos formais. Palavras de uso comum, embora frequentemente ouvidas no cotidiano, podem gerar dúvidas quanto à forma correta de escrita.
Considerando o uso adequado das normas ortográficas vigentes, assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas. 
Alternativas
Q3537930 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente, de acordo com as regras da ortografia oficial.
Alternativas
Q3537692 Português
Leia atentamente a sentença a seguir:

Após a revisão periódica do caminhão, o motorista verificou o funcionamento dos freios. Ele ajustou o sinto de segurança e lembrou que é proibido businar excessivamente em áreas hospitalares, conforme as normas de trânsito.

Quais dos termos acima possuem erros em sua grafia, seguindo as regras ortográficas da língua portuguesa. 
Alternativas
Q3537689 Português

Leia atentamente a sentença a seguir.


Após uma longa ____, o motorista verificou o ____ do veículo, observando ruídos no ____. Decidiu então fazer uma ____ detalhada no sistema de freios, garantindo a segurança antes de retomar a viagem.


Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a sentença anterior, obedecendo às regras de acentuação gráfica da língua portuguesa:

Alternativas
Q3537651 Português
Qual das alternativas apresenta a grafia correta de todas as palavras?
Alternativas
Q3537647 Português
Em relação ao emprego do hífen, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3537621 Português
Leia atentamente a sentença a seguir:

Durante a ____ de ontem, o operador percebeu um ruído estranho na máquina. Ele agiu com ____, evitando um acidente grave. Após a revisão, constatou-se que o problema era o desgaste excessivo do ____.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a sentença anterior, de acordo com as regras de ortografia da língua portuguesa. 
Alternativas
Q3537619 Português
Leia atentamente a sentença a seguir:

O operador, ao identificar um ____ no sistema hidráulico, agiu com ____. Ele verificou se o ____ estava estável e usou uma chave especial para evitar vazamentos, seguindo o protocolo de segurança.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a sentença anterior, obedecendo às regras de acentuação gráfica da língua portuguesa.
Alternativas
Q3537401 Português
Como as emoções afetam a saúde?


        O corpo é um só. Não há como “ignorar” uma parte que não está bem. As emoções podem impactar significativamente o funcionamento do organismo, afetando diversos sistemas e funções físicas, conforme explica a Dra. Milena Sabino Fonseca, chefe da equipe de psiquiatria da Rede D’Or São Paulo.

        “Emoções positivas, como alegria, podem aumentar a produção de hormônios como serotonina, dopamina e endorfina, que promovem bem-estar e fortalecem o sistema imunológico. Por outro lado, emoções negativas, como medo, raiva, tristeza e estresse, podem levar à liberação de hormônios como adrenalina e cortisol, que causam reações como aumento da frequência cardíaca e aumento da pressão arterial, entre outros sintomas físicos”, afirma a especialista.

        Segundo a médica, os principais neurotransmissores e hormônios envolvidos na relação entre mente e corpo incluem dopamina, serotonina, noradrenalina, ocitocina, estrógeno e testosterona, cada um com funções específicas na regulação emocional e fisiológica.

        Além das emoções, os pensamentos também podem ter influência sobre a nossa saúde. “A ciência confirma que os pensamentos influenciam significativamente a saúde, tanto física quanto mental. Pensamentos positivos podem reduzir o estresse, melhorar a imunidade e promover o bem-estar, enquanto pensamentos negativos podem aumentar o cortisol, diminuir a imunidade e contribuir para problemas de saúde”, destaca a psiquiatra.

Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
A palavra “bem-estar”, que aparece duas vezes no texto, leva hífen de acordo com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Qual alternativa a seguir também deve ser grafada com hífen? 
Alternativas
Q3536677 Português
Dopamina: por que busca desenfreada por estímulos pode tirar satisfação da vida


Shin Suzuki


    [...] Para a psiquiatra norte-americana Anna Lembke, seja em redes sociais, seja em jogos ou em compras online, por exemplo – instantes usando o celular vêm permeando a vida moderna de um modo excessivo e contribuindo para uma constante sensação de insatisfação, em que picos de empolgação ficam cada vez mais raros. [...]

    A dopamina, mensageiro químico do cérebro, é conhecido erroneamente como “hormônio do prazer”. Na realidade, suas características estão ligadas à motivação ou estímulo reforçador, com destacada atuação no sistema de recompensa cerebral. A sensação de prazer tem outros componentes químicos envolvidos. A dopamina, no entanto, é uma molécula fundamental em um processo maturado durante milhões de anos de evolução: o corpo instintivamente evita a dor. Procura o oposto. “Quando a dopamina é liberada e seus níveis sobem em resposta a algo que ingerimos ou fizemos, o corpo sente prazer, recompensa, euforia. E, então, claro, nós sempre estamos buscando recriar essa sensação”, diz Lembke em entrevista à BBC News Brasil.

    [...] Mas o nosso organismo sempre tenta restabelecer um equilíbrio interno, chamado de homeostase. Ou seja, se o nível de dopamina foi para as alturas, o corpo tenta compensar o outro lado da balança. “É aquela ‘descida’ após qualquer experiência prazerosa. Às vezes essa descida ocorre de forma óbvia, como a ressaca depois de uma bebedeira, mas outras vezes é muito mais sutil”, diz a psiquiatra. “Essencialmente, é a dopamina em queda livre, que não volta apenas a níveis basais, mas cai para abaixo deles. Então, para cada prazer, há um custo. E o custo é uma sensação temporária da abstinência de uma substância. Algo universalmente traduzido em ansiedade, irritabilidade, depressão e fissura pela droga de preferência”.

    [...] Lembke trata na clínica em Stanford casos graves de abusos de substâncias ou de dependência em sexo ou apostas, mas observa que os atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital massificaram e banalizaram a dinâmica dos disparos de dopamina e da compulsão. Ela acredita que todos nós podemos aprender com casos graves de dependência, “versões extremas do que todos nós somos capazes”. “A riqueza, a abundância e a tecnologia da nossa época fazem com que quase toda experiência humana tenha o potencial de vício, de uma droga. As mídias sociais são conexão humana em forma de droga. O que torna algo viciante? Algo que dispara dopamina no sistema de recompensa do cérebro de forma rápida”, diz ela. “E nós temos acesso fácil, quantidade ilimitada, grande potência e novidades ilimitadas. A dopamina responde a todas essas condições”.

    [...] A psiquiatra da Universidade Stanford acredita que a ideia de eliminar a dor a qualquer custo como paradigma trouxe desvantagens para a sociedade. Lembke se refere tanto à fuga automática de desconfortos como o tédio e a monotonia quanto ao uso indiscriminado de medicamentos para combater a dor – algo que teve grande papel na crise dos opioides, que vitimou centenas de milhares de norte-americanos nas últimas décadas.

    “Evitar a dor nos priva de experiências que constroem os calos mentais para encarar desafios futuros. E eu falo de dor de uma forma ampla: emocional, espiritual, todos os diferentes tipos de sofrimento físico e psicológico”.

    Lembke explica que a retomada do contato com o desconforto é exemplificada por algo frugal: a terapia do banho gelado (e, de fato, pesquisas sugerem benefícios da água fria não só para melhorar a circulação, mas também para aliviar depressão).

    [...] Mas uma pergunta paira: não será justamente a vida moderna, com toda a sua pressão e desafios, que impõe peso sobre todos que a habitam e dessa forma precisamos de algo para sanar essas dores? 

    Ela responde: “Eu concordo que nós vivemos em um mundo muito estranho e em uma época muito estranha, e que a vida em tempos modernos é difícil por razões paradoxais”.

    “Acho que medicamentos psicotrópicos têm representado uma maneira para nos adaptar a um mundo para o qual a nossa evolução ainda não chegou. Mas, em geral, eu acho que esses remédios são prescritos de forma excessiva, sem o reconhecimento de seus lados negativos, incluindo o potencial para se viciar ou nos privar de sentir as intensas emoções que nos tornam humanos." "A sugestão é que, em vez de usar medicamentos para nos adaptar a esse novo mundo, tentemos mudar as nossas experiências nele”.


Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional61303597. Acesso em: 17 fev. 2025.
Quanto à acentuação gráfica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3536542 Português
Assinale a alternativa que apresenta a forma correta de emprego do hífen na palavra composta.
Alternativas
Q3536479 Português
Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente, assinale a alternativa acentuada de maneira incorreta.
Alternativas
Q3536467 Português
Marque a alternativa onde todas as palavras estão escritas corretamente:
Alternativas
Q3535690 Português
O TEXTO I - A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO


Imprensa internacional repercute decisão do STF sobre regulação das redes.


     Le Monde, por exemplo, lembrou que Alexandre de Moraes já censurou o X por 40 dias no ano passado


    Jornais como o norte-americano Washigton Post e o francês Le Monde noticiaram a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de criar uma regulação das redes sociais no Brasil.

   Segundo o Post, a decisão do STF “incomodou a relação entre a nação sul-americana e o governo dos EUA”. “Os críticos expressaram preocupação de que a medida possa ameaçar a liberdade de expressão se as plataformas removerem preventivamente conteúdo que possa ser problemático”.

  Le Monde diz que o Brasil, “onde um juiz da Suprema Corte tirou o X de Elon Musk do ar no ano passado por 40 dias por desinformação, foi mais longe do que qualquer outro país latino-americano na repressão a postagens questionáveis ou ilegais nas redes sociais”.

       
   O jornal se referiu à decisão de Alexandre de Moraes, um dos principais defensores da regulação das redes no Brasil. “A decisão provavelmente aumentará as tensões entre o Supremo Tribunal Federal, de um lado, e as empresas de tecnologia que acusam o Brasil de censura”, acrescentou Le Monde.

   O Financial Times afirma que a “decisão da Suprema Corte do Brasil sobre plataformas digitais corre o risco de alimentar tensões com o governo norte-americano do presidente Donald Trump, que ameaçou impor restrições de visto a estrangeiros que censurarem empresas e cidadãos norte-americanos”.

   A decisão do STF sobre a regulação das redes sociais, da quinta-feira 26, responsabiliza as plataformas de mídia social por conteúdo de terceiros considerado ilegal, mesmo sem ordem judicial.

  A função de legislar cabe ao Congresso Nacional, mas, com a alegação de que houve avanço de discursos de ódio, antidemocráticos e criminosos, os ministros, por maioria, criaram as novas regras.

   Ao julgar o Marco Civil da Internet, a Corte entendeu que o artigo 19 é parcialmente inconstitucional, e, a partir de agora, as plataformas são obrigadas a retirar conteúdos de terceiro, mesmo sem decisão judicial. Basta uma notificação extrajudicial para isso.

  O placar foi de 8 a 3 pela regulação das redes. Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram a favor de regular a internet; André Mendonça, Edson Fachin e Nunes Marques votaram contra, pela constitucionalidade do artigo 19.


https://revistaoeste.com/politica/imprensa-internacional-repercute-decisao-do-stf-sobre-redes-sociais/. Adaptado.
Leia a seguinte passagem: “Os críticos expressaram preocupação de que a medida possa ameaçar a liberdade de expressão se as plataformas removerem preventivamente conteúdo que possa ser problemático”. Em relação às regras de Acentuação gráfica vigentes, marque a alternativa cuja palavra sublinhada tenha sido acentuada conforme a mesma justificativa da que se encontra destacada no fragmento acima.
Alternativas
Q3535500 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO 


CENSURA É LIBERDADE

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Ilustração: Shutterstock


Os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão

por Alexandre Garcia


    No julgamento sobre censura na internet, o ministro do Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade, ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia 4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”. Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.

    Nossa Constituição considera a liberdade de expressão cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo 53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores por quaisquer palavras.

    A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro, censuram as palavras; a consequência é censurar o pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim, é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os servos aprenderem a agir como cidadãos. 

    O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse, mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil... 

    São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a desinformação não dando audiência ao desinformador, assim como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão.

    O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo 19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade, a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?

    Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos 2020, no Brasil se procura implantar novas verdades: manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático; opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.


https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado 
Veja as afirmações seguintes antes de julgar o que se pede:

I. “Paradoxalmente” (5º par.) é uma classe morfológica que se vale de um sufixo utilizado de modo exclusivo na formação de Advérbios, significando no contexto “De modo contraditório”.
II. O Substantivo “desinformador” (5º par.) é um neologismo que se vale do prefixo de negação juntamente ao radical mais o sufixo para indicar o indivíduo que comete a “desinformação”.
III. No contexto, “totalitários” (3º par.) é um substantivo derivado do adjetivo primitivo “total” cujo valor sinonímico é referente a “autocráticos”.
IV. Os vocábulos “proíbe” e “possível” (4º par.), por serem, enquanto tonicidade silábica, palavras paroxítonas, são acentuadas por este mesmo motivo.

A partir da análise gramatical das afirmações acima, pode-se dizer que está correto o que se diz em:
Alternativas
Q3535324 Português
Quanto ao correto uso do hífen, leia os itens e marque a alternativa verdadeira.

I- Na formação dos compostos, o hífen é empregado nos substantivos e adjetivos compostos por justaposição de maneira geral, mesmo sendo o primeiro elemento reduzido.
II- Nas palavras compostas, o hífen é empregado com os elementos além, aquém, recém e sem.
III- Usa-se o hífen se o elemento seguinte começar por vogal ou h.
IV- Nas formações com prefixos, não se usa o hífen, quando o segundo elemento começar por h. 
Alternativas
Q3534994 Português
Assinale a alternativa onde a palavra em destaque está escrita de forma CORRETA:
Alternativas
Q3534844 Português

Casos crescentes de picada de escorpião acendem alerta; saiba como agir


Por Thais Szëgo



(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/06/casos-crescentes-depicada-de-escorpiao-acendem-alerta-saiba-como-agir.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 11, 12 e 17.
Alternativas
Q3534682 Português
Qual das palavras abaixo está grafada CORRETAMENTE?
Alternativas
Respostas
2301: B
2302: A
2303: D
2304: C
2305: C
2306: B
2307: C
2308: B
2309: D
2310: D
2311: C
2312: A
2313: C
2314: C
2315: D
2316: A
2317: B
2318: D
2319: D
2320: C