Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
O gráfico a seguir é um dos resultados de um projeto de pesquisa conduzido por Relyea & Werner (1999) e mostra a taxa de crescimento de girinos colocados em diferentes ambientes, com e sem a presença de predadores.

Fonte: RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Editora: Guanabara Koogan – 6. ed. 2010. p. 259.
Com base nos resultados encontrados é correto afirmar que
I - A expressão comunicação alternativa e/ou suplementar vem sendo utilizada para designar um conjunto de procedimentos técnicos e metodológicos direcionado a pessoas acometidas por alguma doença, deficiência, ou alguma outra situação momentânea que impede a comunicação com as demais pessoas por meio dos recursos usualmente utilizados, mais especificamente a fala
PORQUE,
II - além de enfatizar formas alternativas de comunicação visando dois objetivos - promover e suplementar a fala e garantir uma forma alternativa de comunicação para um indivíduo que não começou a falar - também incorpora vários estímulos a fim de criar, para o usuário, a possibilidade de uma comunicação mais abrangente.
Sobre as asserções, é correto afirmar que
I - Nossos sentidos e capacidade de processar informações são embotados pelas tecnologias.
II - A inserção das tecnologias na mediação da vida é um processo inevitável, conforme evidencia a história.
III - Aspectos humanos das tecnologias são revelados pela produção artística, sintonizada com os avanços tecnológicos.
IV - As máquinas adquirem capacidades humanas além do humano, igualando ou superando, por exemplo, a nossa capacidade de resolver problemas de ordem intuitiva.
V - A simbiose do homem com a máquina dá ao homem poderes ultra humanos, modificando a arte, em suas bases estéticas, e as formas de sentir.
Está correto apenas o que se afirma em
(Disponível em: https://www.google.com/search?q=imagens+de+hipoteses+de+escrita&sxsrf=ALiCzsYlgdq8uz_sw_doveFObXZdOsdS1A.)
Diante do exposto, é correto afirmar que os alunos Luís e Ana estão na seguinte hipótese da escrita, respectivamente:
Leia os textos a seguir.
Texto 1
“A greve dos ganhadores, ocorrida em Salvador em 1857, foi o primeiro movimento grevista envolvendo todo um setor sensível da classe trabalhadora urbana no Brasil, trabalhadores responsáveis pelo transporte, por toda a cidade, de pessoas livres de vária ordem e objetos de todo tipo. A cidade simplesmente parou. A greve – termo aqui usado no sentido de paralisação do trabalho, e apenas isso – nada deveu aos modelos de mobilização da classe operária europeia que iriam predominar pouco mais tarde entre os proletários brasileiros e imigrantes. Não era revolta, não era quilombo, as formas clássicas de resistência escrava, não era sequer um protesto contra a escravidão, mas uma suspensão do trabalho africano, e não apenas o escravizado, contra o Estado.”
(REIS, João José. Ganhadores. A greve negra de 1857 na Bahia. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. Pp. 17. Adaptado)
Texto 2
“Os momentos de mobilização em várias cidades brasileiras, como os contextos de intensificação de greves de 1902-1903, 1906-1907, 1917-1919 ou o movimento contra a carestia de vida de 1913, apontam para uma outra questão: a de que esses momentos ímpares da ação coletiva envolviam muito mais gente do que o número restrito de trabalhadores – sobretudo qualificados – pertencentes às sociedades operárias. São nesses processos que a classe como uma realidade histórica aparece, na medida em que os interesses coletivos se sobrepõem aos interesses individuais e corporativos. É então que podemos falar de formação de classe operária como um processo conflituoso, marcado por avanços e recuos, pelo fazer-se e pelo desfazer-se da classe, que surge na organização, na ação coletiva, em toda a manifestação que afirma seu caráter de classe.”
(BATALHA, Cláudio. Formação da classe operária e projetos de identidade coletiva. In: FERREIRA, Jorge, DELGADO, Lucília de Almeida Neves (org.). O Brasil republicano. O tempo do liberalismo oligárquico: da Proclamação da República à Revolução de 1930 – Primeira República (1889- 1930). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018. Pp. 173)
Os textos discutem movimentos paredistas de trabalhadores brasileiros em contextos históricos distantes no tempo e na própria natureza da exploração do trabalho. Mesmo tratando de processos e tempos históricos distintos, é correto afirmar que eles