Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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O texto a seguir é referência para a questão.
Por que o futuro da humanidade pode depender da África
Há algumas estimativas de quando chegaremos ao pico populacional e quantos de nós vão estar vivos nesse momento, mas todas as previsões concordam que a humanidade vai encolher no próximo século.
[...] À primeira vista, esse declínio populacional pode parecer uma boa notícia, afinal, um mundo menos superpovoado poderia ser mais sustentável.
Mas por trás dos números há uma realidade muito complexa: com cada vez menos jovens e uma população cada vez mais envelhecida, como os países vão manter suas economias ativas? E como a humanidade vai sobreviver?
É neste contexto que muitos olham para o continente africano, em particular para os países da África Subsariana, como é conhecida a imensa região do centro e sul do continente, que agrupa 54 países.
Ao contrário do que acontece no resto do mundo, sua população está crescendo exponencialmente. Esse ponto do planeta é considerado o berço da humanidade.
As projeções indicam que a população da região vai dobrar até 2050, chegando a 2,5 bilhões de pessoas. Na prática, isso significa que, em menos de 30 anos, um quarto da humanidade poderia ser potencialmente africana.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61753061. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
5% mais pobres perdem quase 34% da renda no Brasil
A perda de renda afetou pobres e ricos em 2021, mas ___________ mais intensa para os brasileiros com menos condições financeiras, indica pesquisa divulgada nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Conforme o levantamento, que vai além do mercado de trabalho e também analisa outras fontes de recursos, incluindo programas sociais, os 5% da população com menor renda tiveram queda de 33,9% no rendimento médio de 2020 para 2021.
A baixa é a mais intensa entre as 13 classes pesquisadas pelo IBGE. Todas elas amargaram recuos na comparação dos dois últimos anos, sinaliza o instituto.
De 2020 para 2021, os 5% mais pobres ___________ o rendimento médio domiciliar per capita recuar de R$ 59 para R$ 39 por mês. ___________ dessa comparação a queda de 33,9%.
A renda domiciliar per capita corresponde ao ganho total dividido pela quantidade de pessoas em cada residência.
A segunda perda mais intensa foi sentida pela camada que envolve os brasileiros com a segunda menor renda média. ___________ da classe da população com rendimento de 5% a 10% mais baixo.
Nessa faixa, a renda despencou 31,8%, de R$ 217 para R$ 148, na passagem de 2020 para 2021.
Na outra ponta da lista, a parcela 1% mais rica ___________ perda de 6,4%. A renda média per capita desse grupo recuou de R$ 17 mil para R$ 15,9 mil no ano passado.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/06/5-mais-pobres-perdem-quase-34-da-renda-no-brasil.shtml. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
5% mais pobres perdem quase 34% da renda no Brasil
A perda de renda afetou pobres e ricos em 2021, mas ___________ mais intensa para os brasileiros com menos condições financeiras, indica pesquisa divulgada nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Conforme o levantamento, que vai além do mercado de trabalho e também analisa outras fontes de recursos, incluindo programas sociais, os 5% da população com menor renda tiveram queda de 33,9% no rendimento médio de 2020 para 2021.
A baixa é a mais intensa entre as 13 classes pesquisadas pelo IBGE. Todas elas amargaram recuos na comparação dos dois últimos anos, sinaliza o instituto.
De 2020 para 2021, os 5% mais pobres ___________ o rendimento médio domiciliar per capita recuar de R$ 59 para R$ 39 por mês. ___________ dessa comparação a queda de 33,9%.
A renda domiciliar per capita corresponde ao ganho total dividido pela quantidade de pessoas em cada residência.
A segunda perda mais intensa foi sentida pela camada que envolve os brasileiros com a segunda menor renda média. ___________ da classe da população com rendimento de 5% a 10% mais baixo.
Nessa faixa, a renda despencou 31,8%, de R$ 217 para R$ 148, na passagem de 2020 para 2021.
Na outra ponta da lista, a parcela 1% mais rica ___________ perda de 6,4%. A renda média per capita desse grupo recuou de R$ 17 mil para R$ 15,9 mil no ano passado.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/06/5-mais-pobres-perdem-quase-34-da-renda-no-brasil.shtml. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Tradução do conhecimento científico para a gestão da saúde
Gerir serviços de saúde requer, entre outras coisas, o acesso a informações válidas e confiáveis e a capacidade de análise crítica da realidade. Nesse sentido, o conhecimento científico, construído com base em processos rigorosos de validação, pode ajudar os gestores da saúde ____ desempenhar suas funções.
No entanto, há muitos fatores que dificultam a utilização do conhecimento para a gestão.
[...] Objetivos múltiplos, agentes diversos e interesses divergentes em um contexto dominado por profissionais mais atentos à sua autonomia do que ____ regras institucionais levam ao desenvolvimento de distintas racionalidades no interior da organização. À racionalidade técnica, associada ao conhecimento científico, se opõe, notadamente, ____ racionalidade política, que se refere ____ relações de poder entre os diversos agentes.
Não apenas as organizações de saúde, mas também ____ instituições científicas criam obstáculos ao uso do conhecimento.
Nem sempre os pesquisadores dão atenção aos problemas de interesse da gestão. Nessa situação, o conhecimento necessário ao gestor pode não estar disponível. Outras vezes, o conhecimento existe, mas é inacessível ao gestor, dado que divulgado apenas em publicações herméticas. Muitos resultados de pesquisa, fruto de experimentos controlados, são inaplicáveis em situações reais. Acrescente-se que os mecanismos de avanço na carreira científica não valorizam especialmente a relevância social da pesquisa.
[...] O fortalecimento da racionalidade técnica das organizações exige, além da disponibilização do conhecimento, a mudança das regras dos jogos de poder. Se prevalecem as disputas entre interesses particulares, os argumentos técnicos são manipulados. De fato, é o interesse público que pode valorizar a razão técnica na tomada de decisão. E, para que prevaleça o interesse público, é preciso democratizar a gestão, ampliando a participação de trabalhadores e usuários dos serviços de saúde nos processos de decisão.
Enfim, a tradução do conhecimento comporta estratégias de disseminação de resultados de pesquisa, mas deve, para ser efetiva, se associar a transformações que favoreçam o exercício democrático da cidadania no interior das organizações.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/traducao-do-conhecimento-cientifico-para-a-gestao-da-saude/. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Tradução do conhecimento científico para a gestão da saúde
Gerir serviços de saúde requer, entre outras coisas, o acesso a informações válidas e confiáveis e a capacidade de análise crítica da realidade. Nesse sentido, o conhecimento científico, construído com base em processos rigorosos de validação, pode ajudar os gestores da saúde ____ desempenhar suas funções.
No entanto, há muitos fatores que dificultam a utilização do conhecimento para a gestão.
[...] Objetivos múltiplos, agentes diversos e interesses divergentes em um contexto dominado por profissionais mais atentos à sua autonomia do que ____ regras institucionais levam ao desenvolvimento de distintas racionalidades no interior da organização. À racionalidade técnica, associada ao conhecimento científico, se opõe, notadamente, ____ racionalidade política, que se refere ____ relações de poder entre os diversos agentes.
Não apenas as organizações de saúde, mas também ____ instituições científicas criam obstáculos ao uso do conhecimento.
Nem sempre os pesquisadores dão atenção aos problemas de interesse da gestão. Nessa situação, o conhecimento necessário ao gestor pode não estar disponível. Outras vezes, o conhecimento existe, mas é inacessível ao gestor, dado que divulgado apenas em publicações herméticas. Muitos resultados de pesquisa, fruto de experimentos controlados, são inaplicáveis em situações reais. Acrescente-se que os mecanismos de avanço na carreira científica não valorizam especialmente a relevância social da pesquisa.
[...] O fortalecimento da racionalidade técnica das organizações exige, além da disponibilização do conhecimento, a mudança das regras dos jogos de poder. Se prevalecem as disputas entre interesses particulares, os argumentos técnicos são manipulados. De fato, é o interesse público que pode valorizar a razão técnica na tomada de decisão. E, para que prevaleça o interesse público, é preciso democratizar a gestão, ampliando a participação de trabalhadores e usuários dos serviços de saúde nos processos de decisão.
Enfim, a tradução do conhecimento comporta estratégias de disseminação de resultados de pesquisa, mas deve, para ser efetiva, se associar a transformações que favoreçam o exercício democrático da cidadania no interior das organizações.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/traducao-do-conhecimento-cientifico-para-a-gestao-da-saude/. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Geopolítica, a hora do retorno
Há discussões acadêmicas que, infelizmente, são colocadas em segundo plano até o momento __________ ocorre um evento catastrófico e toda aquela bagagem teórico-conceitual é acionada para tentar entender o que o empírico impõe. Foi preciso, mais uma vez, __________ uma superpotência militar demonstrasse na prática que a geopolítica está viva, __________ geógrafos e outros colegas voltassem para os debates que estavam cobertos por uma poeira empobrecedora.
Não somente na academia, mas é visível como o público em geral está buscando, nos últimos anos, literatura que o ajude a compreender algo que parecia distante no tempo e no espaço: superpotências que rivalizam, não somente no campo simbólico e comercial, mas também em conflitos territoriais, que, ou eram percebidos como distantes no tempo, circunscritos às aulas de história, ou em espaços mundiais periféricos, __________ atenção, em geral, é marginalizada pela grande mídia e intelectuais.
[...] O que está em jogo é a revalorização da geografia como modo de se pensar o Estado, em suas questões internas e, ao mesmo tempo, na formulação de políticas externas. Em outras palavras, a complexidade da localização é acionada para formular teorias e projetos de ação voltados às relações de poder entre os estados. Sob um olhar repaginado (às vezes nem tanto) do realismo político, o território é visto novamente como não apenas produto de relações de poder, mas também “fonte” de poder.
A geopolítica sempre foi uma mistura de conhecimento e técnica, uma espécie de consciência geográfica do Estado, como afirmava a importante geógrafa brasileira Bertha Becker (1930-2013). Os elementos geográficos – posição, distâncias, recursos naturais, concentração e dispersão da população, massa territorial, fronteiras e limites, grau de conexão etc. – precisam ser levados em consideração, seja para interpretar os movimentos nesse jogo War do mundo real, seja para traçar estratégias aplicadas para o Estado-nação em sua constante e necessária (re)construção territorial. É nesse sentido __________ a crise atual pode ser entendida.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/geopolitica-a-hora-do-retorno/. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Geopolítica, a hora do retorno
Há discussões acadêmicas que, infelizmente, são colocadas em segundo plano até o momento __________ ocorre um evento catastrófico e toda aquela bagagem teórico-conceitual é acionada para tentar entender o que o empírico impõe. Foi preciso, mais uma vez, __________ uma superpotência militar demonstrasse na prática que a geopolítica está viva, __________ geógrafos e outros colegas voltassem para os debates que estavam cobertos por uma poeira empobrecedora.
Não somente na academia, mas é visível como o público em geral está buscando, nos últimos anos, literatura que o ajude a compreender algo que parecia distante no tempo e no espaço: superpotências que rivalizam, não somente no campo simbólico e comercial, mas também em conflitos territoriais, que, ou eram percebidos como distantes no tempo, circunscritos às aulas de história, ou em espaços mundiais periféricos, __________ atenção, em geral, é marginalizada pela grande mídia e intelectuais.
[...] O que está em jogo é a revalorização da geografia como modo de se pensar o Estado, em suas questões internas e, ao mesmo tempo, na formulação de políticas externas. Em outras palavras, a complexidade da localização é acionada para formular teorias e projetos de ação voltados às relações de poder entre os estados. Sob um olhar repaginado (às vezes nem tanto) do realismo político, o território é visto novamente como não apenas produto de relações de poder, mas também “fonte” de poder.
A geopolítica sempre foi uma mistura de conhecimento e técnica, uma espécie de consciência geográfica do Estado, como afirmava a importante geógrafa brasileira Bertha Becker (1930-2013). Os elementos geográficos – posição, distâncias, recursos naturais, concentração e dispersão da população, massa territorial, fronteiras e limites, grau de conexão etc. – precisam ser levados em consideração, seja para interpretar os movimentos nesse jogo War do mundo real, seja para traçar estratégias aplicadas para o Estado-nação em sua constante e necessária (re)construção territorial. É nesse sentido __________ a crise atual pode ser entendida.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/geopolitica-a-hora-do-retorno/. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Geopolítica, a hora do retorno
Há discussões acadêmicas que, infelizmente, são colocadas em segundo plano até o momento __________ ocorre um evento catastrófico e toda aquela bagagem teórico-conceitual é acionada para tentar entender o que o empírico impõe. Foi preciso, mais uma vez, __________ uma superpotência militar demonstrasse na prática que a geopolítica está viva, __________ geógrafos e outros colegas voltassem para os debates que estavam cobertos por uma poeira empobrecedora.
Não somente na academia, mas é visível como o público em geral está buscando, nos últimos anos, literatura que o ajude a compreender algo que parecia distante no tempo e no espaço: superpotências que rivalizam, não somente no campo simbólico e comercial, mas também em conflitos territoriais, que, ou eram percebidos como distantes no tempo, circunscritos às aulas de história, ou em espaços mundiais periféricos, __________ atenção, em geral, é marginalizada pela grande mídia e intelectuais.
[...] O que está em jogo é a revalorização da geografia como modo de se pensar o Estado, em suas questões internas e, ao mesmo tempo, na formulação de políticas externas. Em outras palavras, a complexidade da localização é acionada para formular teorias e projetos de ação voltados às relações de poder entre os estados. Sob um olhar repaginado (às vezes nem tanto) do realismo político, o território é visto novamente como não apenas produto de relações de poder, mas também “fonte” de poder.
A geopolítica sempre foi uma mistura de conhecimento e técnica, uma espécie de consciência geográfica do Estado, como afirmava a importante geógrafa brasileira Bertha Becker (1930-2013). Os elementos geográficos – posição, distâncias, recursos naturais, concentração e dispersão da população, massa territorial, fronteiras e limites, grau de conexão etc. – precisam ser levados em consideração, seja para interpretar os movimentos nesse jogo War do mundo real, seja para traçar estratégias aplicadas para o Estado-nação em sua constante e necessária (re)construção territorial. É nesse sentido __________ a crise atual pode ser entendida.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/geopolitica-a-hora-do-retorno/. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Como o mundo funciona
Mudança climática, poluição e superexploração de recursos naturais são problemas graves, que cobram ações de todos nós, mas é precipitado afirmar que o fim do planeta ou da civilização esteja próximo. Não há risco, por exemplo, de o oxigênio da Terra acabar, como já sugeriu um presidente. Já água e comida são uma preocupação, mas não em relação à produção e sim à distribuição. Temos esses dois recursos em quantidades suficientes, mas os gerenciamos muito mal. Um terço dos alimentos produzidos estraga sem ser consumido.
O aquecimento global é uma realidade e vai ser difícil limitá-lo aos 2 ºC. O problema é que somos uma civilização de combustíveis fósseis e livrar-nos deles é uma tarefa de séculos, não de anos nem de décadas. Nós provavelmente avançaremos de forma rápida para tecnologias sustentáveis na produção de eletricidade e transportes, mas isso é só parte da conta.
Os fertilizantes, indispensáveis para alimentar os 8 bilhões de humanos que habitam o planeta, e aço, cimento e plásticos, que dão a base material para nossa civilização, encapsulam enormes quantidades de carbono. E, se quisermos ser minimamente justos, isto é, estender aos bilhões de terrestres que ainda vivem na pobreza níveis de conforto semelhantes aos experimentados pelos habitantes de países ricos, então precisaremos produzir muito mais. Ao contrário da eletricidade, não há à vista nenhuma tecnologia sustentável para substituí-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2022/06/como-o-mundo-funciona.shtml. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Como o mundo funciona
Mudança climática, poluição e superexploração de recursos naturais são problemas graves, que cobram ações de todos nós, mas é precipitado afirmar que o fim do planeta ou da civilização esteja próximo. Não há risco, por exemplo, de o oxigênio da Terra acabar, como já sugeriu um presidente. Já água e comida são uma preocupação, mas não em relação à produção e sim à distribuição. Temos esses dois recursos em quantidades suficientes, mas os gerenciamos muito mal. Um terço dos alimentos produzidos estraga sem ser consumido.
O aquecimento global é uma realidade e vai ser difícil limitá-lo aos 2 ºC. O problema é que somos uma civilização de combustíveis fósseis e livrar-nos deles é uma tarefa de séculos, não de anos nem de décadas. Nós provavelmente avançaremos de forma rápida para tecnologias sustentáveis na produção de eletricidade e transportes, mas isso é só parte da conta.
Os fertilizantes, indispensáveis para alimentar os 8 bilhões de humanos que habitam o planeta, e aço, cimento e plásticos, que dão a base material para nossa civilização, encapsulam enormes quantidades de carbono. E, se quisermos ser minimamente justos, isto é, estender aos bilhões de terrestres que ainda vivem na pobreza níveis de conforto semelhantes aos experimentados pelos habitantes de países ricos, então precisaremos produzir muito mais. Ao contrário da eletricidade, não há à vista nenhuma tecnologia sustentável para substituí-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2022/06/como-o-mundo-funciona.shtml. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
__________ o norte está na parte superior da maioria dos mapas do mundo?
Poucas coisas parecem mais naturais do que os quatro pontos cardeais.
Onde quer que você esteja no planeta, você pode ver o Sol nascendo no leste e se pondo no oeste. O zênite do sol identifica o sul, enquanto outra estrela, a estrela polar, lhe dirá onde está o norte.
Sem os pontos cardeais estaríamos perdidos. Mais do que pontos em um mapa ou bússola, são ideias poderosas com significados políticos, morais e culturais. [...]
Embora tenha dado origem a um dos conceitos mais poderosos e intangíveis – o Ocidente ou o mundo ocidental – as sociedades antigas recusavam-se a privilegiar o Ocidente como lugar onde o sol se punha.
O pôr do sol personificava o fim da jornada da vida, antecipando a escuridão e o reino da morte, de modo que quase nenhuma cultura o escolheu como orientação sagrada para a oração, e menos ainda o colocou no topo de seus mapas.
Ele era colocado na área inferior dos mapas, como no mapa-múndi de Hereford, um dos grandes mapas medievais, no qual ao olhar para baixo você chega ao oeste, onde o julgamento final espera por você. [...]
Mas se o oeste estiver na parte de baixo dos mapas, o leste estará na parte de cima.
O norte também é único entre os quatro pontos cardeais, devido ao polo físico do campo magnético da Terra. As correntes de convecção combinam a eletricidade com o núcleo planetário de ferro e níquel, criando um campo geomagnético que gira em torno do planeta e se espalha pelo espaço.
No entanto, como não possuímos uma bússola neurológica interna, do ponto de vista científico, não temos um sentido inato do norte magnético.
Então, __________ ele acabou por padrão no topo do mapa-múndi é uma questão que ainda divide os historiadores.
Sabemos __________ os chineses o tinham ali, embora as primeiras bússolas chinesas apontassem para o sul, o que era considerado mais desejável do que o norte escuro.
O imperador vivia no norte do país e sempre tinha que aparecer no topo do mapa, olhando seus súditos de cima para baixo.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-61691283. (Adaptado)
Releia o trecho a seguir:
As correntes de convecção combinam a eletricidade com o núcleo planetário de ferro e níquel, criando um campo geomagnético que gira em torno do planeta e se espalha pelo espaço.
No entanto, como não possuímos uma bússola neurológica interna, do ponto de vista científico, não temos um sentido inato do norte magnético.
A relação criada pela expressão em destaque é de:
O texto a seguir é referência para a questão.
__________ o norte está na parte superior da maioria dos mapas do mundo?
Poucas coisas parecem mais naturais do que os quatro pontos cardeais.
Onde quer que você esteja no planeta, você pode ver o Sol nascendo no leste e se pondo no oeste. O zênite do sol identifica o sul, enquanto outra estrela, a estrela polar, lhe dirá onde está o norte.
Sem os pontos cardeais estaríamos perdidos. Mais do que pontos em um mapa ou bússola, são ideias poderosas com significados políticos, morais e culturais. [...]
Embora tenha dado origem a um dos conceitos mais poderosos e intangíveis – o Ocidente ou o mundo ocidental – as sociedades antigas recusavam-se a privilegiar o Ocidente como lugar onde o sol se punha.
O pôr do sol personificava o fim da jornada da vida, antecipando a escuridão e o reino da morte, de modo que quase nenhuma cultura o escolheu como orientação sagrada para a oração, e menos ainda o colocou no topo de seus mapas.
Ele era colocado na área inferior dos mapas, como no mapa-múndi de Hereford, um dos grandes mapas medievais, no qual ao olhar para baixo você chega ao oeste, onde o julgamento final espera por você. [...]
Mas se o oeste estiver na parte de baixo dos mapas, o leste estará na parte de cima.
O norte também é único entre os quatro pontos cardeais, devido ao polo físico do campo magnético da Terra. As correntes de convecção combinam a eletricidade com o núcleo planetário de ferro e níquel, criando um campo geomagnético que gira em torno do planeta e se espalha pelo espaço.
No entanto, como não possuímos uma bússola neurológica interna, do ponto de vista científico, não temos um sentido inato do norte magnético.
Então, __________ ele acabou por padrão no topo do mapa-múndi é uma questão que ainda divide os historiadores.
Sabemos __________ os chineses o tinham ali, embora as primeiras bússolas chinesas apontassem para o sul, o que era considerado mais desejável do que o norte escuro.
O imperador vivia no norte do país e sempre tinha que aparecer no topo do mapa, olhando seus súditos de cima para baixo.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-61691283. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
__________ o norte está na parte superior da maioria dos mapas do mundo?
Poucas coisas parecem mais naturais do que os quatro pontos cardeais.
Onde quer que você esteja no planeta, você pode ver o Sol nascendo no leste e se pondo no oeste. O zênite do sol identifica o sul, enquanto outra estrela, a estrela polar, lhe dirá onde está o norte.
Sem os pontos cardeais estaríamos perdidos. Mais do que pontos em um mapa ou bússola, são ideias poderosas com significados políticos, morais e culturais. [...]
Embora tenha dado origem a um dos conceitos mais poderosos e intangíveis – o Ocidente ou o mundo ocidental – as sociedades antigas recusavam-se a privilegiar o Ocidente como lugar onde o sol se punha.
O pôr do sol personificava o fim da jornada da vida, antecipando a escuridão e o reino da morte, de modo que quase nenhuma cultura o escolheu como orientação sagrada para a oração, e menos ainda o colocou no topo de seus mapas.
Ele era colocado na área inferior dos mapas, como no mapa-múndi de Hereford, um dos grandes mapas medievais, no qual ao olhar para baixo você chega ao oeste, onde o julgamento final espera por você. [...]
Mas se o oeste estiver na parte de baixo dos mapas, o leste estará na parte de cima.
O norte também é único entre os quatro pontos cardeais, devido ao polo físico do campo magnético da Terra. As correntes de convecção combinam a eletricidade com o núcleo planetário de ferro e níquel, criando um campo geomagnético que gira em torno do planeta e se espalha pelo espaço.
No entanto, como não possuímos uma bússola neurológica interna, do ponto de vista científico, não temos um sentido inato do norte magnético.
Então, __________ ele acabou por padrão no topo do mapa-múndi é uma questão que ainda divide os historiadores.
Sabemos __________ os chineses o tinham ali, embora as primeiras bússolas chinesas apontassem para o sul, o que era considerado mais desejável do que o norte escuro.
O imperador vivia no norte do país e sempre tinha que aparecer no topo do mapa, olhando seus súditos de cima para baixo.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-61691283. (Adaptado)
[...] Pezzo, Mariana Disponível em: https://sinteses.blogfolha.uol.com.br/2020/01/23/de-piscina-de-ions-a-bebedouro-de-bacterias-o-potencialdo-hidrogel/ Acesso em: 23 jan. 2020. (Fragmento)
De acordo com o texto acima, assinale a alternativa cujo trecho requer novas informações a fim de permitir rever opiniões e crenças desfavoráveis ao fato narrado.