Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 52.986 questões

Q4415327 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão;


Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia


Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.


O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.


Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.


"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.


Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.


De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.


No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.


Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.


O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.


Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.


Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27

*Denise-nome fictício

Segundo informações coletadas pela reportagem: 
Alternativas
Q4415326 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão;


Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia


Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.


O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.


Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.


"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.


Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.


De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.


No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.


Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.


O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.


Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.


Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27

*Denise-nome fictício

De acordo com o relato apresentado no texto, qual afirmação abaixo é FALSA?
Alternativas
Q4415325 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão;


Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia


Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.


O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.


Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.


"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.


Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.


De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.


No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.


Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.


O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.


Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.


Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27

*Denise-nome fictício

Após a leitura do texto, podemos inferir que:
Alternativas
Q4415195 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Mente quieta, corpo saudável


   A meditação ajuda a controlar a ansiedade e a aliviar a dor? Ao que tudo indica, sim. Nessas duas áreas os  cientistas encontraram as maiores evidências da ação terapêutica da meditação, medida em dezenas de pesquisas. Nos últimos 24 anos, só a clínica de redução do estresse da Universidade de Massachusetts monitorou 14 mil portadores de câncer, AIDS, dor crônica e complicações gástricas. Os técnicos descobriram que, submetidos a sessões de meditação que alteraram o foco da sua atenção, os pacientes reduziram o nível de ansiedade e diminuíram ou  abandonaram o uso de analgésicos


Fonte: Revista Superinteressante, outubro de 2003. 

No fragmento do texto “Nessas duas áreas os cientistas encontraram as maiores evidências da ação terapêutica da meditação, medida em dezenas de pesquisas...”, o termo evidências está sendo utilizado, no texto, no sentido de: 
Alternativas
Q4415001 Português

Leia o texto a seguir, ele é referência para a pergunta.


    Maria pede ao marido que vá ao armazém buscar 5 ovos. 


    - Se tiver pão, traga seis, ela acrescenta. 


    Na volta, ele entrega seis ovos e diz: 


    - Tinha pão. 


(Disponível em:

http://www.pgletras.uerj.br/palimpsesto/num 19/entrevista/Palimpsesto19entrevista01.pdf>.

Acesso em: 9/8/17).   

Podemos inferir que a construção do humor decorre da: 
Alternativas
Q4414997 Português

Leia o texto a seguir, pois ele servirá de base para a questão.


    No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser uma questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava que não se deve proibir alguma coisa a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei, lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu*. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(Russel, Bertrand. Ensaios céticos in: Platão e Fiorin: Para entender o texto, p. 90).

Vocabulário: Vitupério: insulto, ofensa.

Eliseu: profeta bíblico*  

Do ponto de vista do autor, no ensino, deve haver liberdade, porém devem estar presentes outros elementos, são eles:
Alternativas
Q4414996 Português

Leia o texto a seguir, pois ele servirá de base para a questão.


    No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser uma questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava que não se deve proibir alguma coisa a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei, lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu*. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(Russel, Bertrand. Ensaios céticos in: Platão e Fiorin: Para entender o texto, p. 90).

Vocabulário: Vitupério: insulto, ofensa.

Eliseu: profeta bíblico*  

De acordo com o texto, as liberdades não toleradas: 
Alternativas
Q4414995 Português

Leia o texto a seguir, pois ele servirá de base para a questão.


    No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser uma questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava que não se deve proibir alguma coisa a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei, lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu*. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

(Russel, Bertrand. Ensaios céticos in: Platão e Fiorin: Para entender o texto, p. 90).

Vocabulário: Vitupério: insulto, ofensa.

Eliseu: profeta bíblico*  

O tema geral do texto é: 
Alternativas
Q4414843 Português

Considere a tirinha de “Armandinho” para responder à questão.


https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/124191697134/tirinha-original 

Na tirinha, o menino Armandinho dá uma resposta inusitada a seu pai, gerando humor por meio da quebra de expectativas. Para produzir o efeito cômico desse diálogo, o autor da tirinha lança mão do recurso expressivo denominado: 
Alternativas
Q4414841 Português

Considere o texto a seguir para responder à questão.


A epidemia de FOMO

Fear of Missing Out é um termo novo para algo que sempre existiu: o medo de ficar de fora [...].  


    Peguei covid em 2022, dois anos e três doses de vacina depois do início da pandemia. O quadro foi leve graças à imunização, mas não teve como fugir da quarentena: dez dias de isolamento. Na sexta à noite, aproveitei para zerar aquele videogame que eu já estava jogando há semanas, mas nunca tinha tempo de terminar. Seria um bom final de semana.


    E estava sendo, até eu entrar nas redes sociais. A cada story do Instagram, uma festa, um happy hour, um jantar, um rolê diferente. Parecia que todos os meus amigos estavam se divertindo sem mim.


    Foi o suficiente para estragar uma noite que seria agradável para mim também, ainda que de outra forma. Não consegui me concentrar no jogo e dormi mal. No final de semana seguinte, perguntei se meu amigo iria para determinada festa. “Ah, nem queria muito. Mas se eu não for, o meu FOMO vai atacar.”  


    Bingo. Foi o que senti naquele fim de semana. Não era ansiedade ou depressão. Era FOMO: Fear of Missing Out. Significa “medo de ficar de fora”. É o nome inventado para descrever aquela sensação ruim que você tem quando perde o happy hour da empresa, uma viagem em família ou encontro entre amigos. Em suma, um estresse súbito por estar perdendo alguma experiência valiosa.  


    Segundo uma pesquisa de 2012 feita pela agência de publicidade J. Walter Thompson, sete em cada dez millennials (pessoas que nasceram entre 1981 e 1996) dizem que já sentiram FOMO. Naquela época, apenas 8% dos entrevistados conheciam o termo, mas se identificaram com a sensação após a explicação da sigla. Quatro em cada dez admitem que o sentimento é frequente.  


     [...] 


https://super.abril.com.br/comportamento/a-epidemia-de-fomo/. Adaptado

Na frase “Peguei covid em 2022, dois anos e três doses de vacina depois do início da pandemia. O quadro foi leve graças à imunização, mas não teve como fugir da quarentena ...”, retirada do 1º parágrafo, o termo destacado tem o valor semântico de:
Alternativas
Q4414839 Português

Considere o texto a seguir para responder à questão.


A epidemia de FOMO

Fear of Missing Out é um termo novo para algo que sempre existiu: o medo de ficar de fora [...].  


    Peguei covid em 2022, dois anos e três doses de vacina depois do início da pandemia. O quadro foi leve graças à imunização, mas não teve como fugir da quarentena: dez dias de isolamento. Na sexta à noite, aproveitei para zerar aquele videogame que eu já estava jogando há semanas, mas nunca tinha tempo de terminar. Seria um bom final de semana.


    E estava sendo, até eu entrar nas redes sociais. A cada story do Instagram, uma festa, um happy hour, um jantar, um rolê diferente. Parecia que todos os meus amigos estavam se divertindo sem mim.


    Foi o suficiente para estragar uma noite que seria agradável para mim também, ainda que de outra forma. Não consegui me concentrar no jogo e dormi mal. No final de semana seguinte, perguntei se meu amigo iria para determinada festa. “Ah, nem queria muito. Mas se eu não for, o meu FOMO vai atacar.”  


    Bingo. Foi o que senti naquele fim de semana. Não era ansiedade ou depressão. Era FOMO: Fear of Missing Out. Significa “medo de ficar de fora”. É o nome inventado para descrever aquela sensação ruim que você tem quando perde o happy hour da empresa, uma viagem em família ou encontro entre amigos. Em suma, um estresse súbito por estar perdendo alguma experiência valiosa.  


    Segundo uma pesquisa de 2012 feita pela agência de publicidade J. Walter Thompson, sete em cada dez millennials (pessoas que nasceram entre 1981 e 1996) dizem que já sentiram FOMO. Naquela época, apenas 8% dos entrevistados conheciam o termo, mas se identificaram com a sensação após a explicação da sigla. Quatro em cada dez admitem que o sentimento é frequente.  


     [...] 


https://super.abril.com.br/comportamento/a-epidemia-de-fomo/. Adaptado

De acordo com o texto, é possível inferir que: 
Alternativas
Q4411287 Português

Julgue o excerto abaixo:



Já faz algum tempo que se fala em um renascimento do artesanato. O interesse do público pelo artesanato é frequentemente atribuído ao anseio por autenticidade, por objetos tangíveis e feitos à mão em um mundo cada vez mais complexo, mecanizado e anônimo. Mas os artesanatos criativos ainda enfrentam concorrentes poderosos. Por um lado, eles precisam lidar com grandes setores da indústria e do comércio, que procuram comercializar produtos cada vez mais baratos e de fácil acesso. Por outro lado, eles competem com a indústria de luxo de alto preço e com seu poder publicitário avassalador.



Após análise, assinale a alternativa que CONDIZ com o excerto acima:

Alternativas
Q4409585 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O sofrimento dos brasileiros com os planos de saúde


"Pouca saúde e muita saúva os males do Brasil são". Uma das frases mais famosas da literatura brasileira contida no livro Macunaíma, de Mário de Andrade, serve como ponto de reflexão sobre um dos temas problemáticos do país, a saúde de seus cidadãos. Desta vez, o que chama atenção e é motivo de preocupação de mais de oito milhões de pessoas é a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), alterando o rol de cobertura obrigatória das operadoras de saúde. A Corte resolveu que, a partir de agora, a lista que cobre financeiramente procedimentos cirúrgicos, terapias, medicamentos, entre outras atividades ao segurado enfermo é taxativa. Ou seja, os planos de saúde, que antes eram obrigados pela Justiça a pagar a conta em caso de haver a necessidade de o consumidor ter de passar por novos procedimentos, ficam respaldados a negar tratamentos e remédios. Segundo a deliberação, as empresas não precisam mais arcar com os custos de quaisquer tratamentos fora do rol oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mesmo que haja sentenças nesse sentido.


Na verdade, o que fez o STJ foi jogar um banho de água fria sobre os consumidores, já que o próprio Poder Judiciário havia reconhecido, por meio de diversas decisões, que o rol se tratava de algo exemplificativo, que, dependendo da situação, deveria incluir outros procedimentos. Em resumo, os 3.300 procedimentos, que já constam na lista como despesas obrigatórias para os convênios, tornam-se uma camisa de força para quem precisa de alguma nova terapia com rapidez. Pessoas que estão em tratamento podem ter suas terapias sumariamente interrompidas. Dinâmica como é a área da medicina, inovações surgem de forma constante. "A decisão é ruim. Agora, as pessoas terão que pagar por fora por tratamentos inovadores", diz Renata Abalém, especialista em direito do consumidor e integrante da Comissão de Direito do Consumidor da OAB-SP. Ela tem razão. "Atualmente, há adultos diagnosticados com autismo, e com isso, surgem necessidades diferentes", diz.


(Disponível em: O sofrimento dos brasileiros com os planos de saúde (msn.com). Adaptado.)

Assinale a opção CORRETA. 
Alternativas
Q4407119 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


A fórmula tomou o lugar da obra


   O século XX mudou drasticamente a maneira como o mundo funciona. A tecnologia nunca tinha avançado tão rápido, e as coisas pareciam cada vez mais imediatas. E foi aí que surgiram os meios de comunicação em massa, e desde então o mundo nunca mais foi o mesmo. Rádio, televisão, cinema. Tudo estava se popularizando, e as pessoas estavam gostando disso, principalmente as pessoas na ponta de cima do processo: os "patrões". Depois da queda de poder da religião — anunciada por Nietzsche: ―Deus está morto‖ — e da explosão capitalista, as mídias industriais chegaram na hora certa para transformar as nações em massas.

     A arte já não importava mais. Agora o dinheiro tomava as rédeas da produção cultural. E, como toda produção capitalista, ela se fazia em molde, em grande escala, naquilo que Theodor Adorno chamou de Indústria Cultural. [...]

   A comunicação de pares deu lugar à comunicação de massas, em que todos, autoritariamente, recebem a mesma mensagem, perdendo seu lugar de sujeito. É tudo padronizado, repetido. As produções usam as mesmas fórmulas (que garantem o sucesso de vendas) em tudo quanto é filme, programa de televisão e rádio, anúncio publicitário, etc. A originalidade do artista deu lugar aos rentáveis clichês da indústria.

   No meio dessas rupturas culturais e desenvolvimento técnico surge, no final da década de 1950, o movimento artístico chamado Pop Art. Agora que as massas estavam sendo atingidas, que a arte virou produto e que a reprodutibilidade técnica aflorou, os artistas dessa época deram início a obras que refletiam, parodiavam e criticavam o cenário mundial. [...]

   Como tudo virou produto, nada mais era único e individual. A comida era a mesma. O refrigerante era sempre igual. A novela que eu assisto é a mesma que meu amigo de outro estado vê. A padronização se distribuía para as massas (consumidoras), e dessa fábrica nem os seres humanos foram poupados. Elvis Presley e Marilyn Monroe não eram indivíduos; eram bens de consumo. Seus corpos tornaram-se meras imagens, imagens caras que eram vendidas nos shoppings culturais do mundo. Andy Warhol, maior expoente da Pop Art, representou essa despersonalização e objetificação dos famosos em suas obras, reproduzindo tecnicamente fotos deles. Podia-se ter 3, 6, 9, ou quantas Marilyns você quisesse. Ela não passava de um produto numa linha de montagem.


Fonte: SOARES, Alan. Pop Art: a industrialização da arte. Medium, 21 jul. 2017. Disponível em: https:// https://medium.com/@alan_soares/pop-art-a-industrializa%C3%A7%C3%A3o-da-arte-22c267d63a3e. Acesso em: 08 out. 2022. 
Com base no fragmento do primeiro parágrafo ―as mídias industriais chegaram na hora certa para transformar as nações em massas‖ e a leitura integral do texto acima, é possível entender que o tema central abordado pelo autor é:
Alternativas
Q4406886 Português
Texto: Apelo


“Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.

Com os dias, Senhora, o leite pela primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada.

Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.

E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? As suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor!”

Dalton Trevisan
No texto “Apelo”, de Dalton Trevisan é possível compreender que há outras pessoas na casa, além do canário e das violetas. Leia o excerto: “Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.” Tal episódio, remete a ideia de que:
Alternativas
Q4406885 Português
Texto: Apelo


“Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.

Com os dias, Senhora, o leite pela primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada.

Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.

E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? As suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor!”

Dalton Trevisan
Ao tratarmos da compreensão e interpretação do texto “Apelo” é CORRETO o que está descrito na alternativa: 
Alternativas
Q4406878 Português
Texto: Apelo


“Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.

Com os dias, Senhora, o leite pela primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada.

Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.

E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? As suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor!”

Dalton Trevisan
Ao lermos o Texto “Apelo” de Dalton Trevisan podemos compreender ao analisar o seu todo, o tema tratado, descrito na alternativa:
Alternativas
Q4406533 Português
Leia o texto “Consumo sustentável” e responda à questão


   O Consumo Sustentável envolve a escolha de produtos que utilizaram menos recursos naturais em sua produção, que garantiram o emprego decente aos que os produziram, e que serão facilmente reaproveitados ou reciclados. Significa comprar aquilo que é realmente necessário, estendendo a vida útil dos produtos tanto quanto possível. Consumimos de maneira sustentável quando nossas escolhas de compra são conscientes, responsáveis, com a compreensão de que terão consequências ambientais e sociais – positivas ou negativas.

  Mudança de comportamento é algo que leva tempo e amadurecimento do ser humano, mas é acelerada quando toda a sociedade adota novos valores. O termo “sociedade de consumo” foi cunhado para denominar a sociedade global baseada no valor do “ter”. No entanto, o que observamos agora são os valores de sustentabilidade e justiça social fazendo parte da consciência coletiva, no mundo e também no Brasil. Este novo olhar sobre o que deve ser buscado por cada um promove a mudança de comportamento, o abandono de práticas nocivas de alto consumo e o desperdício e a adoção de práticas conscientes de consumo.

   Consumo consciente, consumo verde, consumo responsável são nuances do Consumo Sustentável, cada um focando uma dimensão do consumo. O consumo consciente é o conceito mais amplo e simples de aplicar no dia a dia: basta estar atento à forma como consumimos – diminuindo o desperdício de água e energia, por exemplo – e às nossas escolhas de compra – privilegiando produtos e empresas responsáveis. A partir do consumo consciente, a sociedade envia um recado ao setor produtivo de que quer que lhe sejam ofertados produtos e serviços que tragam impactos positivos ou reduzam significativamente os impactos negativos no acumulado do consumo de todos os cidadãos.


Disponível em: http://www.mma.gov.br/responsabilidadesocioambiental/producao-e-consumosustentavel/conceitos/consumo-sustentavel. (adptado)
De acordo com o texto, o autor acredita que:
Alternativas
Q4406532 Português
Leia o texto “Consumo sustentável” e responda à questão


   O Consumo Sustentável envolve a escolha de produtos que utilizaram menos recursos naturais em sua produção, que garantiram o emprego decente aos que os produziram, e que serão facilmente reaproveitados ou reciclados. Significa comprar aquilo que é realmente necessário, estendendo a vida útil dos produtos tanto quanto possível. Consumimos de maneira sustentável quando nossas escolhas de compra são conscientes, responsáveis, com a compreensão de que terão consequências ambientais e sociais – positivas ou negativas.

  Mudança de comportamento é algo que leva tempo e amadurecimento do ser humano, mas é acelerada quando toda a sociedade adota novos valores. O termo “sociedade de consumo” foi cunhado para denominar a sociedade global baseada no valor do “ter”. No entanto, o que observamos agora são os valores de sustentabilidade e justiça social fazendo parte da consciência coletiva, no mundo e também no Brasil. Este novo olhar sobre o que deve ser buscado por cada um promove a mudança de comportamento, o abandono de práticas nocivas de alto consumo e o desperdício e a adoção de práticas conscientes de consumo.

   Consumo consciente, consumo verde, consumo responsável são nuances do Consumo Sustentável, cada um focando uma dimensão do consumo. O consumo consciente é o conceito mais amplo e simples de aplicar no dia a dia: basta estar atento à forma como consumimos – diminuindo o desperdício de água e energia, por exemplo – e às nossas escolhas de compra – privilegiando produtos e empresas responsáveis. A partir do consumo consciente, a sociedade envia um recado ao setor produtivo de que quer que lhe sejam ofertados produtos e serviços que tragam impactos positivos ou reduzam significativamente os impactos negativos no acumulado do consumo de todos os cidadãos.


Disponível em: http://www.mma.gov.br/responsabilidadesocioambiental/producao-e-consumosustentavel/conceitos/consumo-sustentavel. (adptado)
Sabendo-se que o texto analisado tem por objetivo informar o leitor, identificam-se, CORRETAMENTE, a função de linguagem e suas características como sendo:
Alternativas
Q4406530 Português
Leia o texto “Consumo sustentável” e responda à questão


   O Consumo Sustentável envolve a escolha de produtos que utilizaram menos recursos naturais em sua produção, que garantiram o emprego decente aos que os produziram, e que serão facilmente reaproveitados ou reciclados. Significa comprar aquilo que é realmente necessário, estendendo a vida útil dos produtos tanto quanto possível. Consumimos de maneira sustentável quando nossas escolhas de compra são conscientes, responsáveis, com a compreensão de que terão consequências ambientais e sociais – positivas ou negativas.

  Mudança de comportamento é algo que leva tempo e amadurecimento do ser humano, mas é acelerada quando toda a sociedade adota novos valores. O termo “sociedade de consumo” foi cunhado para denominar a sociedade global baseada no valor do “ter”. No entanto, o que observamos agora são os valores de sustentabilidade e justiça social fazendo parte da consciência coletiva, no mundo e também no Brasil. Este novo olhar sobre o que deve ser buscado por cada um promove a mudança de comportamento, o abandono de práticas nocivas de alto consumo e o desperdício e a adoção de práticas conscientes de consumo.

   Consumo consciente, consumo verde, consumo responsável são nuances do Consumo Sustentável, cada um focando uma dimensão do consumo. O consumo consciente é o conceito mais amplo e simples de aplicar no dia a dia: basta estar atento à forma como consumimos – diminuindo o desperdício de água e energia, por exemplo – e às nossas escolhas de compra – privilegiando produtos e empresas responsáveis. A partir do consumo consciente, a sociedade envia um recado ao setor produtivo de que quer que lhe sejam ofertados produtos e serviços que tragam impactos positivos ou reduzam significativamente os impactos negativos no acumulado do consumo de todos os cidadãos.


Disponível em: http://www.mma.gov.br/responsabilidadesocioambiental/producao-e-consumosustentavel/conceitos/consumo-sustentavel. (adptado)
No texto “Consumo sustentável”, o autor defende a ideia de que:
Alternativas
Respostas
18981: A
18982: C
18983: D
18984: D
18985: A
18986: B
18987: C
18988: D
18989: D
18990: B
18991: C
18992: A
18993: A
18994: A
18995: C
18996: C
18997: B
18998: D
18999: C
19000: D