Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Disponível em https://www.google.com/search?q=charges+sobre+polui%C3%A7%C3%A3o+&tbm=isch Acesso em 18/11/2022
O texto faz referência à poluição ambiental. Observando-o, podemos concluir que
TEXTO ll - base para responder às questão.

Fonte: https://setting.com.br/blog/gestao-empresarial/gestao-por-competencia/ Acesso em: 20 ago. 2022.

Disponível em: https://br.pinterest.com/
pin/97531148160806243/. Acesso em: 20 ago. 2022.
O humor desse cartaz decorre de um(a)
De acordo com um levantamento recente realizado pelo LinkedIn, houve um aumento de 67% no engajamento nas publicações de empresas quando elas mencionam cultura corporativa, em comparação a 2019. Tais dados mostram que as pessoas estão cada vez mais preocupadas com tudo que envolve aquela empresa e com o ambiente em que estarão inseridos.
COLLMER, Alex. O que determina sua vitória nos negócios são os talentos da sua equipe. In: Hoje em Dia. Opinião, 29 ago. 2028. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/ opiniao/opiniao/o-que-determina-sua-vitoria-nos-negocios-s-oos-talentos-da-sua-equipe-1.916711. Acesso em: 29 ago. 2022.
Conforme apontado no texto, as novas exigências do mercado de trabalho
Se por um lado a revolução digital é uma ameaça, por outro é uma enorme oportunidade. A tecnologia permite a uma educação inclusiva e de qualidade chegar de forma mais rápida e uniforme em todas as quase 185 mil escolas do país. [...] A tecnologia também facilita a adoção de metodologias instrucionais que desenvolvam conhecimentos e competências demandadas neste século, incluindo-se letramento digital.
Não existe país desenvolvido que não tenha investido com eficiência na educação. Ainda assim, se fala pouco do crescimento educacional no Brasil, em meio a esse mar de agendas institucionais negativas.
SHAYER, Fernando. Em busca do tempo perdido na educação. In: Hoje em Dia. Opinião, 27 ago. 2022. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-buscado-tempo-perdido-na-educac-o-1.917634. Acesso em: 27 ago. 2022.
O texto mescla trechos opinativos e informativos. Um fragmento que expõe uma opinião do autor é:

BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/163269348904/tirinha-original.
Acesso em: 15 ago. 2022.
Na tirinha, o que justifica a diferença entre os termos usados é uma variação do tipo
Embora a varíola cause principalmente lesões na pele e febre, as pessoas que a tiveram sofrem repercussões psicológicas relacionadas à doença, segundo vários pacientes e médicos.
“Você não sai ileso de uma doença que lhe causou muitos danos, trancado por três semanas e, além disso, tem o peso da discriminação”, diz Corentin Hennebert, 27 anos, um dos “primeiros casos” na França.
Desde que se recuperou, outros pacientes também lhe falaram sobre o “preço psicológico” da doença. “Há um sofrimento psicológico que está ligado a vários fatores”, explica Nathan Peiffer-Smadja, especialista em infecções do hospital Bichat, em Paris, que coordena um estudo clínico em pacientes infectados.
Por um lado, a “dor” e as possíveis “sequelas, sobretudo estéticas”, e, por outro, o fato de sofrer de “uma doença que as pessoas nunca ouviram falar”, que ocorre dois anos após o início da pandemia de Covid-19, e que requer um isolamento de três semanas.
AFP. Os estigmas deixados pela varíola do macaco. In: Diário de Pernambuco. 28 ago. 2022. Disponível em: https:// www.diariodepernambuco.com.br/noticia/brasil/2022/08/osestigmas-deixados-pela-variola-do-macaco.html. Acesso em: 29 ago. 2022.
De acordo com o texto, uma repercussão da varíola do macaco que tem atingido alguns pacientes é a(o)
1. Os moradores de Barcelona continuam resistentes à ampliação dos santuários silvestres.
2. A natureza foi muito beneficiada em decorrência da pandemia.
3. O rewilding, ou renaturalização em português, requer o uso de planejamento e pesticidas.
4. A experiência de recuperação de biomas mais selvagens é exclusivamente vivenciada em Barcelona.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Observe o cartum abaixo.

Fonte: www.fabianocartunista.com. Acesso em: 20 jul 2022.
A partir da leitura dos elementos textuais e não textuais, é possível inferir que:
I) O tema do cartum é a relação da boa alimentação com a boa saúde.
II) Os elementos não textuais do cartum deixam clara uma relação de contraste entre os dois personagens apresentados no que diz respeito aos hábitos alimentares de cada um.
III) O cartum leva o leitor a deduzir que não importa o que se come, mas sim o prazer que se obtém com isso.
Está CORRETO o que se afirma em:
Para a questão, considere o texto abaixo.
A tendência slow na alimentação
Pode parecer que não, mas a ideia de fast food está ficando um tanto ultrapassada e tem perdido espaço no mercado e no cotidiano das pessoas.
Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.
Ao contrário da comida pronta em 3 minutos, o Slow Food abre mão de preparos e refeições rápidos e “protocolados”. Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food. Comer é fundamental para viver. A forma como o ser humano se alimenta tem profunda influência no que o rodeia: na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições.
Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.
“Melhorar a qualidade da alimentação e arranjar tempo para a saborear são maneiras bem simples de tornar o cotidiano mais prazeroso”. Essa é a filosofia do Slow Food.
Em 1989, o movimento tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália (onde localiza-se a sede internacional, na cidade de Bra), Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países.
A organização opera em todas as esferas, desde as locais até as mundiais, junto de instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.
O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.
A nutricionista Gabriela Albiero explica a relação direta que o movimento tem com a agricultura e com o respeito ao tempo da natureza. “Isto acontece para que se reduza a tendência de padronizar o alimento (industrializado) e que nós consumidores saibamos o que estamos consumindo. A organização quer promover o apreço do que se ingere, a qualidade e como é feito o alimento, desde a sua produção até o consumo”, define a nutricionista.
Fonte: Texto adaptado de https://digitais.net.br/2017/06/a-tendencia-slow-na-alimentacao/. Acesso em: 20 jul 2022.
Para a questão, considere o texto abaixo.
A tendência slow na alimentação
Pode parecer que não, mas a ideia de fast food está ficando um tanto ultrapassada e tem perdido espaço no mercado e no cotidiano das pessoas.
Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.
Ao contrário da comida pronta em 3 minutos, o Slow Food abre mão de preparos e refeições rápidos e “protocolados”. Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food. Comer é fundamental para viver. A forma como o ser humano se alimenta tem profunda influência no que o rodeia: na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições.
Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.
“Melhorar a qualidade da alimentação e arranjar tempo para a saborear são maneiras bem simples de tornar o cotidiano mais prazeroso”. Essa é a filosofia do Slow Food.
Em 1989, o movimento tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália (onde localiza-se a sede internacional, na cidade de Bra), Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países.
A organização opera em todas as esferas, desde as locais até as mundiais, junto de instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.
O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.
A nutricionista Gabriela Albiero explica a relação direta que o movimento tem com a agricultura e com o respeito ao tempo da natureza. “Isto acontece para que se reduza a tendência de padronizar o alimento (industrializado) e que nós consumidores saibamos o que estamos consumindo. A organização quer promover o apreço do que se ingere, a qualidade e como é feito o alimento, desde a sua produção até o consumo”, define a nutricionista.
Fonte: Texto adaptado de https://digitais.net.br/2017/06/a-tendencia-slow-na-alimentacao/. Acesso em: 20 jul 2022.
I ) O Slow Food se opõe à tendência de padronização do alimento no mundo.
II) O Slow Food defende a necessidade de que os consumidores estejam bem informados sobre os alimentos que consomem.
III) O Slow Food recupera a ideia de que comer é uma ação de prazer e não mecânica.
Está CORRETO o que se afirma em:
Leia o texto abaixo para responder a questão;
Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia
Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.
O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.
Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.
"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.
Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.
De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.
No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.
Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.
O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.
Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27
*Denise-nome fictício
Leia o texto abaixo para responder a questão;
Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia
Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.
O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.
Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.
"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.
Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.
De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.
No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.
Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.
O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.
Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27
*Denise-nome fictício