Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2028578 Português
Texto para a questão. 

A mente humana é um grande teatro

Augusto Cury
A mente humana é um grande teatro. Seu lugar não é na plateia, mas no palco, brilhando na sua inteligência, alegrando-se com suas vitórias, aprendendo com as suas derrotas e treinando para ser, a cada dia, autor da sua história, líder de si mesmo!

Disponível em: https://www.mensagenscomamor.com/mensagem/494448. Acesso em 20/11/2022.
Após a leitura do texto, percebe-se que Augusto Cury
Alternativas
Q2027327 Português
Celular na sala de aula atrapalha muito, até porque não é simplesmente o toque do celular, mas tem gente que atende o celular se escondendo do professor (ou tentando) e fica falando, ou então, quando o dono do celular não fala nada, a turma ou alguns colegas de classe ficam soltando piadas, enchendo o saco, zoando, etc, atrapalhando a galera e a concentração do professor que pode perder o raciocínio ou ainda expulsar os alunos de sala. E concluindo: o celular, em sala de aula, devendo ser banidos e tratados com severidade os que descumprirem as regras.


Disponível em: Ravi. http://www.orkut.com (adaptado)
Sobre o texto, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q2027320 Português
Havia uma lâmpada que sempre iluminava tudo em redor. Por isso, ela achava que era mais poderosa do que o próprio
    sol. No entanto, um dia veio uma rajada de vento e a sua chama se apagou de imediato.
Quando alguém veio reacendê-la, disse: “Não te gabes, lâmpada, que ninguém é capaz de apagar a luz que vem dos
    astros.”

Moral da história: Não devemos ficar dominados pelo orgulho excessivo que também temos fraquezas.


Disponível em: https://www.bombombooks.com.br/products/as-fabulas-de-esopo-a-lampada-orgulhosa
Após a leitura do texto, percebe-se que a lâmpada
Alternativas
Q2027319 Português
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em https://www.google.com/search?q=charges+sobre+polui%C3%A7%C3%A3o+&tbm=isch Acesso em 18/11/2022

 O texto faz referência à poluição ambiental. Observando-o, podemos concluir que
Alternativas
Q2027318 Português
Ser feliz não é viver apenas momentos de alegria. É ter coragem de enfrentar a tristeza com sabedoria para transformar os problemas em aprendizado.


Disponível em https://www.google.com/search?q=imagens+de+texto+sobre+felicidade+&tbm=isch&v. Acesso em: 20/11/2022 
Ainda sobre o texto 04, conclui-se que
Alternativas
Q2027317 Português
Ser feliz não é viver apenas momentos de alegria. É ter coragem de enfrentar a tristeza com sabedoria para transformar os problemas em aprendizado.


Disponível em https://www.google.com/search?q=imagens+de+texto+sobre+felicidade+&tbm=isch&v. Acesso em: 20/11/2022 
Após a leitura do texto 04, conclui-se que
Alternativas
Q2027313 Português
Acordo cedo e vejo o mar se espreguiçando; o sol acabou de nascer. Vou para a praia; é bom chegar a esta hora em que a areia que o mar lavou ainda está limpinha, sem marca de nenhum pé. A manhã está nítida no ar leve; dou um mergulho e essa água salgada me faz bem, limpa de todas as coisas da noite.


Rubem Braga. Disponível em https://www.pensador.com/texto_de_praias/. Acesso em: 20/11/2022
Ao ler o texto, percebe-se que o autor
Alternativas
Q2026925 Português

TEXTO ll - base para responder às questão.



Fonte: https://setting.com.br/blog/gestao-empresarial/gestao-por-competencia/ Acesso em: 20 ago. 2022.

Com base nos conteúdos constantes no Texto 11, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2026920 Português
TEXTO 1 - base para responder à questão.

Tratamento de dados pessoais pelo poder público

Apresentação

O tratamento de dados pessoais pelo Poder Público possui muitas peculiaridades, que decorrem, em geral, da necessidade de compatibilização entre o exercício de prerrogativas estatais típicas e os princípios, regras e direitos estabelecidos na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 - LGPD).

Diante desse cenário, o desafio posto é o de estabelecer parâmetros objetivos, capazes de conferir segurança jurídica às operações com dados pessoais realizadas por órgãos e entidades públicos. Trata-se de assegurar a celeridade e a eficiência necessárias à execução de políticas e à prestação de serviços públicos com respeito aos direitos à proteção de dados pessoais e à privacidade.

Entre outros aspectos relevantes, muitos órgãos e entidades públicos têm questionado a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) sobre (i) o âmbito de incidência da LGPD e a aplicação de seus conceitos básicos ao setor público; (ii) a adequada interpretação das bases legais que autorizam o tratamento de dados pessoais; (iii) os requisitos e as formalidades a serem observados nas hipóteses de uso compartilhado de dados pessoais; e (iv) a relação entre as normas de proteção de dados pessoais e o acesso à informação pública.

Considerando essas questões, o presente Guia Orientativo busca delinear parâmetros que possam auxiliar entidades e órgãos públicos nas atividades de adequação e de implementação da LGPD. As orientações apresentadas constituem um primeiro passo no processo de delimitação das interpretações sobre a LGPD aplicáveis ao Poder Público. Por isso, a versão publicada ficará aberta a comentários e contribuições de forma contínua, com o fim de atualizar o Guia oportunamente, à medida que novas regulamentações e entendimentos forem estabelecidos, a critério da ANPD. As sugestões podem ser enviadas para a Ouvidoria da ANPD, por meio da Plataforma Fala.SR (https://falabr.cgu.gov.br/). 

Cumpre enfatizar que não é objeto deste Guia a definição de conceitos básicos previstos na LGPD. Em caso de dúvida, sugere-se consultar a página de documentos e publicações da ANPD, na qual estão disponíveis orientações mais específicas sobre esses conceitos, a exemplo do Guia
Orientativo para Definições dos Agentes de Tratamento de Dados Pessoais e do Encarregado.

O Guia inicia com uma breve explanação sobre a LGPD, o conceito de Poder Público e as competências da ANPD. A seguir, são apresentadas orientações sobre as bases legais mais comuns e os mais relevantes princípios que devem nortear o tratamento de dados pessoais por entidades e órgãos públicos. Na parte final, serão abordadas duas operações específicas de tratamento de dados pessoais pelo Poder Público: o compartilhamento e a divulgação de dados pessoais, sempre sob o enfoque da conformidade do tratamento com a LGPD. Os Anexos I e li trazem, respectivamente, um sumário das recomendações apresentadas na análise dos dois casos específicos mencionados.

A LGPD, o poder público e as competências da ANPD

A LGPD foi promulgada em 2018 e tem como objetivo regulamentar o tratamento de dados pessoais para garantir o livre desenvolvimento da personalidade e a dignidade da pessoa humana. Para isso, a lei estabelece uma série de regras a serem seguidas pelos agentes de tratamento, incluindo o Poder Público. O termo "Poder Público" é definido pela LGPD de forma ampla e inclui órgãos ou entidades dos entes federativos (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) e dos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), inclusive das Cortes de Contas e do Ministério Público. Assim, os tratamentos de dados pessoais realizados por essas entidades e órgãos públicos devem observar as disposições da LGPD, ressalvadas as exceções previstas no art. 4° da lei.

Também se incluem no conceito de Poder Público: (i) os serviços notariais e de registro (art. 23, § 4°); e (ii) as empresas públicas e as sociedades de economia mista (art. 24), neste último caso, desde que (ii.i.) não estejam atuando em regime de concorrência; ou (ii.ii) operacionalizem políticas públicas, no âmbito da execução destas.

A LGPD visa, ainda, assegurar que dados pessoais sejam utilizados de forma transparente e com fins legítimos, ao mesmo tempo garantindo os direitos dos titulares. Especificamente em relação ao Poder Público, a LGPD (art. 55-J, XI e XVI) prevê que a ANPD pode solicitar informe específico sobre o âmbito, a natureza dos dados e demais detalhes envolvidos na operação, bem como realizar auditorias sobre o tratamento de dados pessoais. O art. 52, § 3º, estabelece quais sanções podem ser aplicadas às entidades e aos órgãos públicos, com expressa exclusão das penalidades de multa simples ou diária previstas na LGPD.

Importante ressaltar que a ANPD é o órgão central de interpretação da LGPD e do estabelecimento de normas e diretrizes para sua implementação, no que se inclui a deliberação administrativa, em caráter terminativo, sobre a interpretação da lei e sobre as suas próprias competências e casos omissos (art. 55-K, parágrafo único; art. 55-J, XX). Além disso, a autoridade nacional detém competência exclusiva para aplicar as sanções administrativas previstas na LGPD, com prevalência de suas competências sobre outras correlatas de entidades e órgãos da administração pública no que se refere à proteção de dados pessoais (art. 55-K).

Assim, a ANPD possui competência originária, específica e uniformizadora no que concerne à proteção de dados pessoais e à aplicação da LGPD, previsão legal que deve ser interpretada de forma a se compatibilizar com a atuação de outros entes públicos que possam eventualmente tratar sobre o tema. A esse respeito, a LGPD (art. 55-J, § 3°) estabelece que a ANPD deve atuar em coordenação e articulação com outros órgãos e entidades públicos, visando assegurar o cumprimento de suas atribuições com maior eficiência e promover o adequado funcionamento dos setores regulados.

Importante ressaltar, por fim, que o servidor público que infrinja a LGPD também é passível de responsabilização administrativa pessoal e autônoma, conforme o art. 28 do Decreto Lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942 (Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro). Dessa forma, tratar dados pessoais indevidamente, como, por exemplo, vendendo banco de dados, alterando ou suprimindo cadastros de forma inadequada ou usando dados pessoais para fins ilegítimos pode levar à responsabilização do servidor público que praticou o ato ilegal.


Fonte: https://www.gov.br/anpd/pt-br /documentos-e-publ icacoes/guia-poder-publico-a npd-versao-fina l.pdf (adaptado). Acesso em: 19 ago. 2022.
Com base nos conteúdos constantes no Texto 1, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2026387 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://br.pinterest.com/ pin/97531148160806243/. Acesso em: 20 ago. 2022.


O humor desse cartaz decorre de um(a)

Alternativas
Q2026378 Português
Em um mundo cada vez mais competitivo, atrair e reter talentos nunca foi tão desafiador e tão primordial. Temos observado no mercado uma rotatividade muito grande de colaboradores; e se antes as empresas só precisavam se preocupar com salários e benefícios, hoje, por outro lado, é preciso ir muito além disso.
De acordo com um levantamento recente realizado pelo LinkedIn, houve um aumento de 67% no engajamento nas publicações de empresas quando elas mencionam cultura corporativa, em comparação a 2019. Tais dados mostram que as pessoas estão cada vez mais preocupadas com tudo que envolve aquela empresa e com o ambiente em que estarão inseridos.
COLLMER, Alex. O que determina sua vitória nos negócios são os talentos da sua equipe. In: Hoje em Dia. Opinião, 29 ago. 2028. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/ opiniao/opiniao/o-que-determina-sua-vitoria-nos-negocios-s-oos-talentos-da-sua-equipe-1.916711. Acesso em: 29 ago. 2022.

Conforme apontado no texto, as novas exigências do mercado de trabalho
Alternativas
Q2026266 Português
[...] Considere que estamos na revolução digital. Muito rapidamente, as atividades profissionais passíveis de serem realizadas por máquinas serão automatizadas. [...]
Se por um lado a revolução digital é uma ameaça, por outro é uma enorme oportunidade. A tecnologia permite a uma educação inclusiva e de qualidade chegar de forma mais rápida e uniforme em todas as quase 185 mil escolas do país. [...] A tecnologia também facilita a adoção de metodologias instrucionais que desenvolvam conhecimentos e competências demandadas neste século, incluindo-se letramento digital.
Não existe país desenvolvido que não tenha investido com eficiência na educação. Ainda assim, se fala pouco do crescimento educacional no Brasil, em meio a esse mar de agendas institucionais negativas.
SHAYER, Fernando. Em busca do tempo perdido na educação. In: Hoje em Dia. Opinião, 27 ago. 2022. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-buscado-tempo-perdido-na-educac-o-1.917634. Acesso em: 27 ago. 2022.

O texto mescla trechos opinativos e informativos. Um fragmento que expõe uma opinião do autor é: 
Alternativas
Q2026262 Português

Imagem associada para resolução da questão

BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/163269348904/tirinha-original. Acesso em: 15 ago. 2022.


Na tirinha, o que justifica a diferença entre os termos usados é uma variação do tipo

Alternativas
Q2026258 Português
Os estigmas deixados pela varíola do macaco
Embora a varíola cause principalmente lesões na pele e febre, as pessoas que a tiveram sofrem repercussões psicológicas relacionadas à doença, segundo vários pacientes e médicos.
“Você não sai ileso de uma doença que lhe causou muitos danos, trancado por três semanas e, além disso, tem o peso da discriminação”, diz Corentin Hennebert, 27 anos, um dos “primeiros casos” na França.
Desde que se recuperou, outros pacientes também lhe falaram sobre o “preço psicológico” da doença. “Há um sofrimento psicológico que está ligado a vários fatores”, explica Nathan Peiffer-Smadja, especialista em infecções do hospital Bichat, em Paris, que coordena um estudo clínico em pacientes infectados.
Por um lado, a “dor” e as possíveis “sequelas, sobretudo estéticas”, e, por outro, o fato de sofrer de “uma doença que as pessoas nunca ouviram falar”, que ocorre dois anos após o início da pandemia de Covid-19, e que requer um isolamento de três semanas.
AFP. Os estigmas deixados pela varíola do macaco. In: Diário de Pernambuco. 28 ago. 2022. Disponível em: https:// www.diariodepernambuco.com.br/noticia/brasil/2022/08/osestigmas-deixados-pela-variola-do-macaco.html. Acesso em: 29 ago. 2022.
De acordo com o texto, uma repercussão da varíola do macaco que tem atingido alguns pacientes é a(o)
Alternativas
Q4422377 Português
Quanto mais selvagem, melhor


Metrópoles estão trocando parques e jardins por “matas” onde .............. vegetação cresce  .............. vontade. É o rewilding, conceito que protege o meio ambiente e agrada aos olhos.


Milhões de moradores de Barcelona, como de boa parte do mundo, passaram meses trancados em casa no ano passado, em lockdown rigoroso por causa da pandemia. Ao saírem, tiveram uma surpresa. Sem humanos por perto, os pássaros e pequenos roedores tomaram conta dos parques, onde plantas e flores puderam crescer e desabrochar ..............vontade.

A população de borboletas duplicou e a biodiversidade local deu um salto de 28%. .............. impressionante explosão ecológica promoveu uma virada de consciência: antes resistentes..............ampliação dos santuários silvestres, temendo..............volta de bichos indesejáveis, os barcelonenses passaram a apoiar..............ideia e a prefeitura já pôs várias iniciativas do gênero em andamento. A experiência catalã de rewilding, como é chamada a recuperação de biomas mais selvagens (wild, em inglês), vem se repetindo em diversas metrópoles, como uma forma natural, simpática e inclusiva de preservar o fustigado meio ambiente.

Visto como o que .............. de mais moderno em urbanismo, o rewilding pretende redefinir o conceito de área verde: saem os jardins impecáveis e gramados bem aparados, entra ..............vegetação natural da região, que cresce sem poda, irrigação nem pesticidas, permitindo que o ecossistema encontre seu equilíbrio. Em pouco tempo, insetos, pássaros, peixes e outros animais retornam ao hábitat, criando um vigoroso ciclo de biodiversidade. Em Barcelona, a prefeitura plantou árvores ao longo de ruas e avenidas, criando corredores verdes para os animais se locomoverem. Além disso, uma área de 780 000 metros quadrados de espaço subaproveitado, como estacionamentos, está sendo transformada em mata, onde funcionários de parques espalham colmeias e abrigos para pássaros e morcegos.


Revista Veja. Edição 2765. n.46, p. 70, novembro 2021. Adaptado.


• lockdown - confinamento
• rewilding - renaturalizar
Analise as afirmativas abaixo de acordo com o texto.

1. Os moradores de Barcelona continuam resistentes à ampliação dos santuários silvestres.
2. A natureza foi muito beneficiada em decorrência da pandemia.
3. O rewilding, ou renaturalização em português, requer o uso de planejamento e pesticidas.
4. A experiência de recuperação de biomas mais selvagens é exclusivamente vivenciada em Barcelona.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q4417954 Português

Observe o cartum abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: www.fabianocartunista.com. Acesso em: 20 jul 2022.



A partir da leitura dos elementos textuais e não textuais, é possível inferir que:


I) O tema do cartum é a relação da boa alimentação com a boa saúde.


II) Os elementos não textuais do cartum deixam clara uma relação de contraste entre os dois personagens apresentados no que diz respeito aos hábitos alimentares de cada um.


III) O cartum leva o leitor a deduzir que não importa o que se come, mas sim o prazer que se obtém com isso.


Está CORRETO o que se afirma em:  

Alternativas
Q4417950 Português

Para a questão, considere o texto abaixo.


A tendência slow na alimentação 


Pode parecer que não, mas a ideia de fast food está ficando um tanto ultrapassada e tem perdido espaço no mercado e no cotidiano das pessoas. 


Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.


Ao contrário da comida pronta em 3 minutos, o Slow Food abre mão de preparos e refeições rápidos e “protocolados”. Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food. Comer é fundamental para viver. A forma como o ser humano se alimenta tem profunda influência no que o rodeia: na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições. 


Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.


“Melhorar a qualidade da alimentação e arranjar tempo para a saborear são maneiras bem simples de tornar o cotidiano mais prazeroso”. Essa é a filosofia do Slow Food.  


Em 1989, o movimento tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália (onde localiza-se a sede internacional, na cidade de Bra), Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países.


A organização opera em todas as esferas, desde as locais até as mundiais, junto de instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.


O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.


A nutricionista Gabriela Albiero explica a relação direta que o movimento tem com a agricultura e com o respeito ao tempo da natureza. “Isto acontece para que se reduza a tendência de padronizar o alimento (industrializado) e que nós consumidores saibamos o que estamos consumindo. A organização quer promover o apreço do que se ingere, a qualidade e como é feito o alimento, desde a sua produção até o consumo”, define a nutricionista.


Fonte: Texto adaptado de https://digitais.net.br/2017/06/a-tendencia-slow-na-alimentacao/. Acesso em: 20 jul 2022.  

No trecho “Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.”, a expressão em destaque indica a ideia de:
Alternativas
Q4417948 Português

Para a questão, considere o texto abaixo.


A tendência slow na alimentação 


Pode parecer que não, mas a ideia de fast food está ficando um tanto ultrapassada e tem perdido espaço no mercado e no cotidiano das pessoas. 


Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.


Ao contrário da comida pronta em 3 minutos, o Slow Food abre mão de preparos e refeições rápidos e “protocolados”. Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food. Comer é fundamental para viver. A forma como o ser humano se alimenta tem profunda influência no que o rodeia: na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições. 


Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.


“Melhorar a qualidade da alimentação e arranjar tempo para a saborear são maneiras bem simples de tornar o cotidiano mais prazeroso”. Essa é a filosofia do Slow Food.  


Em 1989, o movimento tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália (onde localiza-se a sede internacional, na cidade de Bra), Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países.


A organização opera em todas as esferas, desde as locais até as mundiais, junto de instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.


O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.


A nutricionista Gabriela Albiero explica a relação direta que o movimento tem com a agricultura e com o respeito ao tempo da natureza. “Isto acontece para que se reduza a tendência de padronizar o alimento (industrializado) e que nós consumidores saibamos o que estamos consumindo. A organização quer promover o apreço do que se ingere, a qualidade e como é feito o alimento, desde a sua produção até o consumo”, define a nutricionista.


Fonte: Texto adaptado de https://digitais.net.br/2017/06/a-tendencia-slow-na-alimentacao/. Acesso em: 20 jul 2022.  

Após a leitura do texto, podemos concluir que:
I ) O Slow Food se opõe à tendência de padronização do alimento no mundo.
II) O Slow Food defende a necessidade de que os consumidores estejam bem informados sobre os alimentos que consomem.
III) O Slow Food recupera a ideia de que comer é uma ação de prazer e não mecânica.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4415334 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão;


Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia


Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.


O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.


Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.


"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.


Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.


De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.


No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.


Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.


O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.


Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.


Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27

*Denise-nome fictício

Na frase “Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim...”, o termo destacado pode ser substituído por outros, sem prejuízo de sentido, EXCETO:
Alternativas
Q4415328 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão;


Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia


Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.


O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.


Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.


"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.


Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.


De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.


No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.


Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.


O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.


Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.


Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27

*Denise-nome fictício

De acordo com dados da Unicef:
Alternativas
Respostas
18961: C
18962: E
18963: E
18964: E
18965: D
18966: E
18967: D
18968: E
18969: D
18970: C
18971: B
18972: B
18973: C
18974: C
18975: A
18976: A
18977: B
18978: D
18979: C
18980: D