Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Professores não podem ser únicos responsáveis por lidar com os vieses de IA
Por Vinícius de Oliveira

(Disponível em: https://porvir.org/professores-responsaveis-lidar-vieses-de-ia/ – texto adaptado especialmente
para esta prova).
“O discurso de que a velocidade da transformação digital em nossas sociedades está acelerando provavelmente já foi dito em outros eventos de educação”.
Professores não podem ser únicos responsáveis por lidar com os vieses de IA
Por Vinícius de Oliveira

(Disponível em: https://porvir.org/professores-responsaveis-lidar-vieses-de-ia/ – texto adaptado especialmente
para esta prova).
I. O primeiro parágrafo traz uma apresentação do evento realizado em Paris e introduz a temática do texto.
II. O segundo parágrafo apresenta uma crítica compartilhada por Antonia Wullf. Já o terceiro parágrafo apresenta questionamentos realizados pela coordenadora na Education International a respeito dos riscos do uso da inteligência artificial em matérias quantificáveis.
III. O último parágrafo compartilha uma situação hipotética mencionada por Antonia Wullf, a qual está relacionada com a necessidade de tornar a educação realmente inclusiva.
Quais estão corretas?
Professores não podem ser únicos responsáveis por lidar com os vieses de IA
Por Vinícius de Oliveira

(Disponível em: https://porvir.org/professores-responsaveis-lidar-vieses-de-ia/ – texto adaptado especialmente
para esta prova).
I. A expressão “sociedade da plataforma” se refere ao uso exclusivo das redes sociais para interações sociais.
II. Segundo Antonia Wullf, no tocante à inteligência artificial, é incumbência do professor assegurar a proteção aos dados e à privacidade dos estudantes.
III. De acordo com Antonia Wullf, a sociedade precisa aceitar a narrativa de professores heroicos que trabalham em difíceis condições.
IV. Em relação à utilização de recursos focados em inteligência artificial, bem como no que se refere à necessidade de tornar a educação de fato inclusiva, Antonia Wullf afirma que os empenhos devem ser voltados aos que são esquecidos constantemente pela tecnologia.
Quais estão corretas?
“Meses depois fui para o seminário de São José. Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva. Há nisto alguma exageração; mas é bom ser enfático, uma ou outra vez, para compensar este escrúpulo de exatidão que me aflige.”
Sobre esse fragmento, assinale a afirmativa correta
“Nos fins de um verão que já vai longe, uma carruagem, de cúpula erguida e faróis apagados, seguia a todo o trote pela pitoresca estrada da Gávea.
Seriam onze horas da noite”.
Sobre esse trecho descritivo, é correto afirmar que
Texto CB3A1-II
Foi só a OpenAI lançar, em novembro de 2022, o ChatGPT, a versão 3.5 conversacional e acessível a todos, para que os especialistas em comunicação, matemática, computação, lógica, linguística, tecnologia da informação etc. começassem a se preocupar com os danos da inteligência artificial (IA) generativa. Essa diz respeito a um dos tipos da IA de nível narrow, ou seja, compartimentada e (ainda) limitada.
Apesar do cipoal de estudos e opiniões apresentados sobre a inovação tecnológica baseada em dados inseridos na sociedade das plataformas, até hoje vemos lives em que moderadores perguntam o que é e como funciona o ChatGPT. Vale destacar: por “dados”, devemos considerar informações obtidas de determinado período no passado, com o intuito de prever efeitos no futuro.
Obviamente, internautas que estão a par do que se trata e já experimentaram ao menos uma pergunta ao robô simpático em eterno plantão torcem o nariz, pois já sabem o básico: querem mais. Eles sabem, inclusive, que somos cada vez mais usados pelas máquinas e constatam que é imprescindível aguçar e explorar ao máximo a intencionalidade em face da IA. Como isso é possível? Ao fazer perguntas de elevada qualidade — preferencialmente, advindas de um pensamento crítico — no proveito de se produzir um bom objeto de análise. Ainda, fazê-lo de forma contextualizada, sinalizando-se para qual finalidade, determinado público etc., de modo a obter respostas mais refinadas em tempo real.
Magaly Prado.
O poder da inteligência artificial no cruzamento entre ChatGPT e deepfakes.
In: Jornal da USP, 31/jul./2023 (com adaptações).
Em relação às ideias do texto CB3A1-II, julgue o seguinte item.
Expressões como “danos da inteligência artificial” (primeiro
parágrafo) e “somos cada vez mais usados pelas máquinas”
(terceiro parágrafo) evidenciam um posicionamento
desfavorável da autora em relação ao ChatGPT e,
consequentemente, à IA.
Texto CB3A1-II
Foi só a OpenAI lançar, em novembro de 2022, o ChatGPT, a versão 3.5 conversacional e acessível a todos, para que os especialistas em comunicação, matemática, computação, lógica, linguística, tecnologia da informação etc. começassem a se preocupar com os danos da inteligência artificial (IA) generativa. Essa diz respeito a um dos tipos da IA de nível narrow, ou seja, compartimentada e (ainda) limitada.
Apesar do cipoal de estudos e opiniões apresentados sobre a inovação tecnológica baseada em dados inseridos na sociedade das plataformas, até hoje vemos lives em que moderadores perguntam o que é e como funciona o ChatGPT. Vale destacar: por “dados”, devemos considerar informações obtidas de determinado período no passado, com o intuito de prever efeitos no futuro.
Obviamente, internautas que estão a par do que se trata e já experimentaram ao menos uma pergunta ao robô simpático em eterno plantão torcem o nariz, pois já sabem o básico: querem mais. Eles sabem, inclusive, que somos cada vez mais usados pelas máquinas e constatam que é imprescindível aguçar e explorar ao máximo a intencionalidade em face da IA. Como isso é possível? Ao fazer perguntas de elevada qualidade — preferencialmente, advindas de um pensamento crítico — no proveito de se produzir um bom objeto de análise. Ainda, fazê-lo de forma contextualizada, sinalizando-se para qual finalidade, determinado público etc., de modo a obter respostas mais refinadas em tempo real.
Magaly Prado.
O poder da inteligência artificial no cruzamento entre ChatGPT e deepfakes.
In: Jornal da USP, 31/jul./2023 (com adaptações).
Em relação às ideias do texto CB3A1-II, julgue o seguinte item.
De acordo com o terceiro parágrafo, os internautas anseiam
por mais informações sobre o ChatGPT porque ainda não
têm o conhecimento básico dessa tecnologia.
Texto CB3A1-II
Foi só a OpenAI lançar, em novembro de 2022, o ChatGPT, a versão 3.5 conversacional e acessível a todos, para que os especialistas em comunicação, matemática, computação, lógica, linguística, tecnologia da informação etc. começassem a se preocupar com os danos da inteligência artificial (IA) generativa. Essa diz respeito a um dos tipos da IA de nível narrow, ou seja, compartimentada e (ainda) limitada.
Apesar do cipoal de estudos e opiniões apresentados sobre a inovação tecnológica baseada em dados inseridos na sociedade das plataformas, até hoje vemos lives em que moderadores perguntam o que é e como funciona o ChatGPT. Vale destacar: por “dados”, devemos considerar informações obtidas de determinado período no passado, com o intuito de prever efeitos no futuro.
Obviamente, internautas que estão a par do que se trata e já experimentaram ao menos uma pergunta ao robô simpático em eterno plantão torcem o nariz, pois já sabem o básico: querem mais. Eles sabem, inclusive, que somos cada vez mais usados pelas máquinas e constatam que é imprescindível aguçar e explorar ao máximo a intencionalidade em face da IA. Como isso é possível? Ao fazer perguntas de elevada qualidade — preferencialmente, advindas de um pensamento crítico — no proveito de se produzir um bom objeto de análise. Ainda, fazê-lo de forma contextualizada, sinalizando-se para qual finalidade, determinado público etc., de modo a obter respostas mais refinadas em tempo real.
Magaly Prado.
O poder da inteligência artificial no cruzamento entre ChatGPT e deepfakes.
In: Jornal da USP, 31/jul./2023 (com adaptações).
Em relação às ideias do texto CB3A1-II, julgue o seguinte item.
Pelo trecho “(ainda) limitada” (final do primeiro parágrafo), entende-se que a limitação da IA é algo que ocorre até o momento, com possibilidade de mudança desse cenário.
Texto CB3A1-I
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional de Linguagem Simples nos órgãos e nas entidades da administração pública direta e indireta.
Os objetivos da política incluem possibilitar que as pessoas consigam encontrar, entender e usar facilmente as informações publicadas por órgãos e entidades, reduzir os custos administrativos e o tempo gasto com atividades de atendimento ao cidadão, e facilitar a participação e o controle da gestão pública pela população.
O texto aprovado é substitutivo ao Projeto de Lei n.º 6.256/2019.
A proposta conceitua linguagem simples como o conjunto de técnicas para transmitir informações de maneira clara e objetiva, como redigir as frases em ordem direta, preferencialmente em voz ativa, usar frases curtas, evitar redundâncias e palavras desnecessárias e estrangeiras, entre outras. Essas técnicas deverão ser observadas na redação de textos destinados ao cidadão.
“Em nosso substitutivo, sugerimos mudanças no texto original para que constassem todas as técnicas, e não apenas algumas, referentes à redação em linguagem simples”, explicou o relator. “Também deixamos clara a intenção de que a linguagem simples seja adotada especificamente nas comunicações para o cidadão, por intermédio de sites, jornais impressos, aplicativos e publicidade, não atingindo, portanto, todos os atos da administração pública, como pretendia o projeto original”, completou.
Internet: <camara.leg.br> (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1-I e seus sentidos, julgue o item a seguir.
No segundo parágrafo, o projeto de lei é elogiado por
privilegiar a acessibilidade à informação e a redução de
despesas.
( ) A gentileza só pode ocorrer quando a vida está transcorrendo muito bem. ( ) É necessário expressar intenções de gentileza, precisamente, quando a vida nos coloca em contextos pouco favoráveis. ( ) Existe a escolha entre usarmos de gentileza ou de aspereza, essa escolha é nossa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
I. O cerne do texto apresenta a relação entre a cólera e a ira, entre a raiva e a desarmonia, com a finalidade de pontuar a mudança positiva advindas desses sentimentos.
II. A base do texto é a escolha entre a gentileza e a harmonia.
III. O título do texto afirma que, em momentos delicados, devemos ser mais gentis a fim de promovermos mudança positiva.
Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta.

(Disponível em: https://porvir.org/quando-humor-ultrapassa-o-limite-e-vira-intolerancia-ou-racismo-em-salade-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. No primeiro parágrafo, o autor compara discriminação com bullying.
II. O terceiro e o quinto parágrafos apresentam opiniões de Iara Viana.
III. O sétimo parágrafo apresenta informações relacionadas ao que é informado no sexto parágrafo.
IV. No último parágrafo, há sugestões de como o professor deve agir ao se deparar com manifestações racistas.
Quais estão corretas?

(Disponível em: https://porvir.org/quando-humor-ultrapassa-o-limite-e-vira-intolerancia-ou-racismo-em-salade-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

(Disponível em: https://porvir.org/quando-humor-ultrapassa-o-limite-e-vira-intolerancia-ou-racismo-em-salade-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o poema fazem-se as seguintes afirmativas:
I. O poeta, embora tente disfarçar o amor que sente, não consegue, pois ele está entranhado em seu íntimo.
II. A expressão “lobo triste” (verso 9) está se referindo às pessoas que não conseguem ter a alegria de amar.
III. O verso 4 expressa uma contradição em seu enunciado, mas isso de forma alguma prejudica as ideias contidas no texto.
IV. O vocábulo “quermesse” (verso 3) possui, de acordo com o contexto, o significado de “festa”, acontecimento para acabar com a tristeza expressa em “escuridão”.
V. O poeta compara o amor com um peixe que vive em sua profundidade, como se pode compreender a partir da expressão “escama de fel” (verso 5).
Assinale a alternativa CORRETA:

Com a expressão destacada no trecho “No entanto, a maioria dos servidores […]”, o autor sinaliza para o leitor que vai
