Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2279352 Português
O que é, exatamente, a felicidade?

    Eis aí uma pergunta que só parece simples. Ela é formada por alegria, otimismo, calma, prazer e diversos outros ingredientes, mas é muito mais do que a soma deles – da mesma forma que um bolo de chocolate não é uma simples pilha de manteiga, cacau e açúcar.

    O melhor caminho para entender a felicidade parece estar em dois conceitos propostos por Aristóteles na Grécia do século 4 a.C.: hedonia e eudaimonia.

    A hedonia é imediata, e se manifesta em situações pontuais: reencontrar um filho que volta de viagem, ver pela décima vez o seu filme favorito ou comer aquele prato que você adora. Ela é aquela sensação súbita de felicidade após fazer ou viver algo bom.

    Já a eudaimonia é de longo prazo – um estado de espírito baseado em viver bem a vida, seguindo critérios éticos e morais e buscando evoluir como indivíduo. É a combinação dessas duas coisas que, para Aristóteles, compõem a felicidade.     

    Quando você pergunta a si mesmo se é feliz, na verdade está pensando na eudaimonia. E ela é o saldo das experiências e emoções vividas. Ou seja, das suas memórias. Ao gravá-las, o cérebro atribui a cada uma delas uma “valência emocional”. E isso, no futuro, acaba influindo diretamente sobre a felicidade. Imagine o seguinte cenário. Você está jantando na sua lanchonete preferida, aonde vai sempre com seu namorado ou namorada. Agora pense no cheiro delicioso daquele hambúrguer.

    Foi uma lembrança feliz, certo? Aquela memória tem valência positiva. Agora imagine que você levou um pé na bunda, justo naquela lanchonete. Nunca mais volta lá, por razões óbvias. Mas tempos depois está na casa de um amigo que pede aquele mesmo lanche por delivery.

    Desta vez, o sanduíche evoca em você uma memória ruim – com valência emocional negativa. Percebeu? A lembrança do hambúrguer em si não mudou (você continua sabendo exatamente que gosto, cheiro e textura ele tem), mas seu significado sim.
    
    Quanto mais memórias positivas você acumula, mais perto da felicidade estará. Isso é óbvio. O que não é óbvio: aparentemente, o cérebro gasta mais energia para carimbar uma memória como positiva – e, por isso, ele pode ser naturalmente pessimista.

    A felicidade não é sólida; ela oscila, momento a momento. Uma hora nos sentimos felizes e outra não, mesmo quando não há estímulos claramente negativos – aquele hambúrguer que hoje nos parece delicioso, amanhã pode não satisfazer (mesmo não havendo um fim de relacionamento envolvido na história).

Texto adaptado da Revista Superinteressante: <https://super.abril.com.br/ciencia/a-quimica-da-felicidade/>


Com base no Texto “O que é, exatamente, a felicidade?”, analise as afirmativas a seguir: I. No trecho: “Quando você pergunta a si mesmo se é feliz”, é correto afirmar que a palavra destacada “Quando” introduz no parágrafo uma ideia de condicionalidade.
II. No trecho: “ a eudaimonia é de longo prazo”, é correto afirmar que a palavra destacada “Já” introduz no parágrafo uma ideia de tempo. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2279350 Português
O que é, exatamente, a felicidade?

    Eis aí uma pergunta que só parece simples. Ela é formada por alegria, otimismo, calma, prazer e diversos outros ingredientes, mas é muito mais do que a soma deles – da mesma forma que um bolo de chocolate não é uma simples pilha de manteiga, cacau e açúcar.

    O melhor caminho para entender a felicidade parece estar em dois conceitos propostos por Aristóteles na Grécia do século 4 a.C.: hedonia e eudaimonia.

    A hedonia é imediata, e se manifesta em situações pontuais: reencontrar um filho que volta de viagem, ver pela décima vez o seu filme favorito ou comer aquele prato que você adora. Ela é aquela sensação súbita de felicidade após fazer ou viver algo bom.

    Já a eudaimonia é de longo prazo – um estado de espírito baseado em viver bem a vida, seguindo critérios éticos e morais e buscando evoluir como indivíduo. É a combinação dessas duas coisas que, para Aristóteles, compõem a felicidade.     

    Quando você pergunta a si mesmo se é feliz, na verdade está pensando na eudaimonia. E ela é o saldo das experiências e emoções vividas. Ou seja, das suas memórias. Ao gravá-las, o cérebro atribui a cada uma delas uma “valência emocional”. E isso, no futuro, acaba influindo diretamente sobre a felicidade. Imagine o seguinte cenário. Você está jantando na sua lanchonete preferida, aonde vai sempre com seu namorado ou namorada. Agora pense no cheiro delicioso daquele hambúrguer.

    Foi uma lembrança feliz, certo? Aquela memória tem valência positiva. Agora imagine que você levou um pé na bunda, justo naquela lanchonete. Nunca mais volta lá, por razões óbvias. Mas tempos depois está na casa de um amigo que pede aquele mesmo lanche por delivery.

    Desta vez, o sanduíche evoca em você uma memória ruim – com valência emocional negativa. Percebeu? A lembrança do hambúrguer em si não mudou (você continua sabendo exatamente que gosto, cheiro e textura ele tem), mas seu significado sim.
    
    Quanto mais memórias positivas você acumula, mais perto da felicidade estará. Isso é óbvio. O que não é óbvio: aparentemente, o cérebro gasta mais energia para carimbar uma memória como positiva – e, por isso, ele pode ser naturalmente pessimista.

    A felicidade não é sólida; ela oscila, momento a momento. Uma hora nos sentimos felizes e outra não, mesmo quando não há estímulos claramente negativos – aquele hambúrguer que hoje nos parece delicioso, amanhã pode não satisfazer (mesmo não havendo um fim de relacionamento envolvido na história).

Texto adaptado da Revista Superinteressante: <https://super.abril.com.br/ciencia/a-quimica-da-felicidade/>


Com base no Texto “O que é, exatamente, a felicidade?”, analise as afirmativas a seguir: I. A felicidade é a soma de alegria, otimismo, calma, prazer e diversos outros ingredientes, cujo melhor caminho para entendê-la é através dos dois conceitos propostos por Aristóteles na Grécia do século 4 a.C.: hedonia e eudaimonia.
II. Para Aristóteles, a felicidade é a combinação da hedonia, manifesta em situações imediatas e específicas com a eudaimonia, um estado de espírito estruturado em comportamentos morais e éticos que visam à evolução do indivíduo.
III. Ao perguntar se uma pessoa é feliz, está-se indagando sobre o resultado das suas experiências e emoções vividas e armazenadas na sua memória. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2279184 Português
Você é um número


    Se você não tomar cuidado, vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce, classificam-no com um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número e chapa de carro. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento — tudo é número.

    Se abre crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade, também. Se é sócio de um clube, tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem o número da cadeira.

    Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência, também é solicitado por um número. Se faz viagem de passeio ou de negócio, também recebe um número. Para tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações, também recebe um. É claro que você é um número de recenseamento. Se é católico, recebe número de batismo. No registro civil ou religioso, você é numerado. Se possui personalidade jurídica, tem. E quando morre, no jazigo, tem um número. E a certidão de óbito também.

    Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás, é inútil o protesto. E vai ver meu protesto também é número.

    Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.

    Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa metálica, se não me engano.

    Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.

    Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando como um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?


(LISPECTOR, Clarice — adaptado.)
Analisar o trecho a seguir:

Porque a partir do instante em que você nasce, classificam-no com um número.

 De acordo com o texto, o pronome sublinhado refere-se a:
Alternativas
Q2279182 Português
Você é um número


    Se você não tomar cuidado, vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce, classificam-no com um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número e chapa de carro. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento — tudo é número.

    Se abre crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade, também. Se é sócio de um clube, tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem o número da cadeira.

    Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência, também é solicitado por um número. Se faz viagem de passeio ou de negócio, também recebe um número. Para tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações, também recebe um. É claro que você é um número de recenseamento. Se é católico, recebe número de batismo. No registro civil ou religioso, você é numerado. Se possui personalidade jurídica, tem. E quando morre, no jazigo, tem um número. E a certidão de óbito também.

    Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás, é inútil o protesto. E vai ver meu protesto também é número.

    Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.

    Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa metálica, se não me engano.

    Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.

    Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando como um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?


(LISPECTOR, Clarice — adaptado.)
Considerando-se o sentido da expressão sublinhada, NÃO há correta substituição pela palavra indicada, em itálico, em:
Alternativas
Q2279180 Português
Você é um número


    Se você não tomar cuidado, vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce, classificam-no com um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número e chapa de carro. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento — tudo é número.

    Se abre crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade, também. Se é sócio de um clube, tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem o número da cadeira.

    Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência, também é solicitado por um número. Se faz viagem de passeio ou de negócio, também recebe um número. Para tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações, também recebe um. É claro que você é um número de recenseamento. Se é católico, recebe número de batismo. No registro civil ou religioso, você é numerado. Se possui personalidade jurídica, tem. E quando morre, no jazigo, tem um número. E a certidão de óbito também.

    Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás, é inútil o protesto. E vai ver meu protesto também é número.

    Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.

    Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa metálica, se não me engano.

    Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.

    Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando como um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?


(LISPECTOR, Clarice — adaptado.)
Em relação ao texto, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2279141 Português
Por que os gatos 'amassam pãozinho'? A ciência tem as
respostas

    Quem tem gato provavelmente já viu o momento em que o bichano faz um movimento de “amassar pãozinho”. Isso ocorre quando ele coloca as patas dianteiras em algum lugar e aperta a região abrindo os dedos, como se estivesse massageando o local.
    
    Segundo uma consultora de comportamento felino com pós-doutorado na Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Califórnia, o ato de amassar já nasce com os gatos, e isso pode ser visto já quando eles nascem. “É um provável _______ ao comportamento feliz dos dias de quando eram filhotes. Amassar é o que os gatinhos fazem quando estão mamando, para estimular a liberação do leite da mãe”, disse a cientista. 

    O movimento durante a amamentação também pode ser usado como uma forma de comunicação entre o gatinho e a mãe, já que os gatos possuem pequenas glândulas odoríferas nas patas e, quando amassam, são liberados feromônios usados para se comunicar. “Amassar a mãe libera feromônios associados à ligação, identificação, estado de saúde e muitas outras mensagens. Um deles, conhecido como 'feromônio apaziguador de gatos', é liberado pelas glândulas _______ ao redor das glândulas mamárias”, explica um artigo do site The Conversation.

     De acordo com pesquisadoras da Escola de Ciência Animal e Veterinária da Universidade de Adelaide, existem outros motivos associados ao “amassar pãozinho”. Segundo elas, a primeira resposta está em um fenômeno chamado neotenia, que é quando animais adultos _______ traços ou comportamentos infantis. No caso dos gatos, a possibilidade é de que eles façam a ação para mostrar aos seus tutores que os amam — exatamente como os donos costumam pensar. É como se eles dissessem “você faz parte do meu grupo social” e “me sinto confortável aqui”, especialmente se são recompensados com carinho ou comida depois disso.

    Gatos também costumam amassar quando estão querendo “amaciar” o lugar onde vão dormir para deixá-lo mais confortável. Ao mesmo tempo, fazer isso com muita frequência pode ser sinal de compulsão ou de que eles estão com algum machucado ou estressados. Fica o alerta. Nesse caso, o ideal é procurar um veterinário.

(Fonte: Tilt UOL — adaptado.) 



Considerando-se o texto, analisar os itens abaixo:

I. Especialistas afirmam que a ação de “amassar pãozinho” é uma característica instintiva dos gatos de liberar o leite materno durante a amamentação, ainda que isso adquira outros significados à medida que crescem.
II. Quando “amassam pãozinho” em seus tutores, a mensagem passada pelos gatos costuma ser de estresse, vontade de voltar à sua fase inicial de vida com sua mãe e necessidade de amaciar o colo de seu tutor.
III. A depender de como os gatos se comportam no momento de “amassar pãozinho”, pode significar que não estão bem de saúde e precisam de uma consulta com especialista. 

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2279113 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



Disponível em: https://angelorigon.com.br/2020/06/23/charge-1668/. Acesso em: 15 jun. 2023. 

Considerando o gênero do texto anterior, é correto afirmar:
Alternativas
Q2279112 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



Disponível em: https://angelorigon.com.br/2020/06/23/charge-1668/. Acesso em: 15 jun. 2023. 

Quanto ao uso de recurso verbais e não verbais no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2279111 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.




Disponível em: https://guiricema.mg.gov.br/maio-amarelo-no-transito-o-sentido-e-a-vida/. Acesso em: 2 ago. 2023. 

Analise as afirmativas a seguir.


I. Na construção da campanha, a palavra “sentido” indica tanto direção quanto significação.


PORTANTO


II. O termo “sentido” é usado em caráter polissêmico no texto.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2279105 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
A respeito da argumentação observada no texto sobre a utilidade da ciência, analise as afirmativas a seguir.

I. O autor defende que investimentos financeiros na ciência não devem ser debatidos por pessoas que não estejam engajadas na área.

II. O autor não acredita que a ciência deve ser útil, pois não é papel dos cientistas encontrarem aplicações práticas para suas descobertas.

III. O autor entende que nem todo projeto científico será bem-sucedido, mas acredita que, ainda assim, o investimento na ciência é necessário.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q2279102 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
Releia este trecho:

“A máxima irônica ‘Para que serve um recém-nascido?’, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.”

No contexto exposto, o termo em destaque assume sentido
Alternativas
Q2279101 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
Releia este trecho:

“Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.”

É correto afirmar que a estratégia argumentativa utilizada nesse trecho é a
Alternativas
Q2279100 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
O tema abordado pelo texto diz respeito à exigência de utilidade da ciência para justificar o investimento nessa área.

Assinale a alternativa que resume corretamente a ideia exposta no artigo.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberlândia - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Posturas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Patrimônio | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Profissional de Apoio Escolar | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Topógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Agente de Combate às Endemias | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Iluminador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Clarinete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Tuba Bb/Eb | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompa Bb/F | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trombone | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Sax | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Fagote | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Oboé |
Q2278933 Português
“Fico desesperada”, diz Daniela (nome fictício), de 14 anos, sobre quando não tem acesso à internet. [...]
A jovem nota dificuldade no sono, ansiedade e também percebe que, por passar muito tempo assistindo a vídeos curtos, não consegue ver um filme sem ter vontade de pegar no celular.
“Penso que só vou assistir a um vídeo, mas quando vejo estou há horas no telefone, diz ela, que tenta controlar a compulsão, mantendo o celular longe enquanto faz o dever de casa.

Disponível em: https://l1nk.dev/7EDTd. Acesso em: 27 maio 2023. [Fragmento]

O trecho da reportagem revela uma preocupação em relação ao acesso à internet por adolescentes, que pode resultar
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberlândia - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Posturas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Patrimônio | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Profissional de Apoio Escolar | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Topógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Agente de Combate às Endemias | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Iluminador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Clarinete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Tuba Bb/Eb | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompa Bb/F | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trombone | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Sax | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Fagote | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Oboé |
Q2278924 Português
Analise os textos IV e V a seguir.

TEXTO IV
A parcela idosa da população brasileira, com 60 anos ou mais, subiu para 15,1% em 2022. Dez anos antes, em 2012, o percentual era de 11,3%.
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/06/16/populacao-idosa-sobepara-151percent-em-2022-diz-ibge.ghtml. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]

TEXTO V
Anita de Carvalho, de 38 anos, é a primeira mulher a assumir o comando da Guarda Civil de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, desde a sua criação, há 17 anos. A nomeação foi realizada no último dia 7 de junho.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/cidades/guarda-civil-de-contagem-tem-mulhercomo-comandante-pela-primeira-vez-1.2889955. Acesso em: 16 jun. 2023 (adaptado).

Analise as afirmativas a seguir e a possível relação entre elas.
I. Os dois textos têm o objetivo de informar um fato.

II. O foco de ambos os textos é no assunto: o aumento da população idosa no Brasil (texto IV); a primeira mulher a assumir o cargo de comandante da Guarda Civil de Contagem (texto V).

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberlândia - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Posturas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Patrimônio | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Profissional de Apoio Escolar | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Topógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Agente de Combate às Endemias | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Iluminador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Clarinete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Tuba Bb/Eb | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompa Bb/F | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trombone | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Sax | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Fagote | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Oboé |
Q2278922 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir para responder à questão.



TEXTO III




BECK, Alexandre. Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/162568678159/tirinha-original. Acesso em: 15 jun. 2023. 

Analise as afirmativas a seguir.

I. Se a tirinha fosse transformada apenas em texto não verbal, seu sentido e sua intenção comunicativa não seriam prejudicados.

II. Os elementos verbais dessa tirinha são essenciais para a compreensão do sentido, pois, sem eles, não seria possível inferir o discurso do garoto.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberlândia - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Posturas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Patrimônio | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Profissional de Apoio Escolar | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Topógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Agente de Combate às Endemias | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Iluminador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Clarinete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Tuba Bb/Eb | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompa Bb/F | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trombone | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Sax | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Fagote | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Oboé |
Q2278916 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Aumento na venda de livros e retomada do hábito de ler

Os dados sobre o faturamento e venda de livros em 2022 foram divulgados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), estimando uma venda superior a 52,84 milhões de exemplares. O número representa um crescimento de 2,64%, em comparação ao ano anterior.

Cada vez mais populares, os livros físicos, felizmente, ganham espaço como entretenimento e aprendizado dos brasileiros.

A pesquisa apontou a ficção e educacionais como os temas mais populares, na categoria gêneros, combinando com o momento de retomada presencial dos estudos para milhares de alunos.

As estatísticas são muito positivas, não apenas pelos números, mas por demonstrarem que, apesar das dificuldades, seja pela falta de acesso a livrarias e bibliotecas, ou os elevados valores de alguns exemplares, as pessoas têm, sim, interesse cada vez maior pelo universo da leitura e tudo que oferece, a ponto de desejar adquiri-lo.

Lamentavelmente, o brasileiro é conhecido por não possuir costume e gosto pela leitura. Os estudos do “Retratos da Leitura no Brasil” apontam cerca de 52% da população brasileira com hábito de ler, porém, os dados revelam uma triste queda nos últimos anos, e a média de livros ou horas lidas ainda é baixa.

Enquanto os brasileiros leem aproximadamente 4 livros ao ano, países como o Canadá tem uma média de 12 e, em relação às horas, o Brasil ocupa o 27° lugar no ranking mundial, com uma média semanal de 5,2 horas de leitura por habitante. O primeiro lugar pertence à Índia, há muitos anos, com 10,7 horas, seguida pela Tailândia, China, Filipinas e Egito.

Alguns dos motivos para a elevação da demanda por livros estão relacionados às redes sociais e à maior facilidade de encontrar títulos e promoções em sites. Muitas pessoas ainda preferem o livro físico pela sensação de tocar as páginas, sentir o cheiro e guardar em uma estante. A verdade é que não existe um formato melhor que o outro, e o que realmente importa, é a diversão e o aprendizado com a leitura.

FIGUEIREDO, Cristina. Aumento na venda de livros e retomada do hábito de ler. Hoje em Dia, 2023. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/ aumento-na-venda-de-livros-e-retomada-do-habito-deler-1.965512. Acesso em: 15 jun. 2023. [Fragmento adaptado]

A autora aponta, em seu artigo de opinião, motivos para o aumento do hábito de leitura dos brasileiros.


Assinale a alternativa que sintetiza corretamente esses motivos.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberlândia - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Posturas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Patrimônio | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Profissional de Apoio Escolar | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Topógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Técnico em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Agente de Combate às Endemias | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Iluminador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Clarinete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Tuba Bb/Eb | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompete | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trompa Bb/F | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Trombone | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Sax | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Fagote | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentalista - Oboé |
Q2278915 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Aumento na venda de livros e retomada do hábito de ler

Os dados sobre o faturamento e venda de livros em 2022 foram divulgados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), estimando uma venda superior a 52,84 milhões de exemplares. O número representa um crescimento de 2,64%, em comparação ao ano anterior.

Cada vez mais populares, os livros físicos, felizmente, ganham espaço como entretenimento e aprendizado dos brasileiros.

A pesquisa apontou a ficção e educacionais como os temas mais populares, na categoria gêneros, combinando com o momento de retomada presencial dos estudos para milhares de alunos.

As estatísticas são muito positivas, não apenas pelos números, mas por demonstrarem que, apesar das dificuldades, seja pela falta de acesso a livrarias e bibliotecas, ou os elevados valores de alguns exemplares, as pessoas têm, sim, interesse cada vez maior pelo universo da leitura e tudo que oferece, a ponto de desejar adquiri-lo.

Lamentavelmente, o brasileiro é conhecido por não possuir costume e gosto pela leitura. Os estudos do “Retratos da Leitura no Brasil” apontam cerca de 52% da população brasileira com hábito de ler, porém, os dados revelam uma triste queda nos últimos anos, e a média de livros ou horas lidas ainda é baixa.

Enquanto os brasileiros leem aproximadamente 4 livros ao ano, países como o Canadá tem uma média de 12 e, em relação às horas, o Brasil ocupa o 27° lugar no ranking mundial, com uma média semanal de 5,2 horas de leitura por habitante. O primeiro lugar pertence à Índia, há muitos anos, com 10,7 horas, seguida pela Tailândia, China, Filipinas e Egito.

Alguns dos motivos para a elevação da demanda por livros estão relacionados às redes sociais e à maior facilidade de encontrar títulos e promoções em sites. Muitas pessoas ainda preferem o livro físico pela sensação de tocar as páginas, sentir o cheiro e guardar em uma estante. A verdade é que não existe um formato melhor que o outro, e o que realmente importa, é a diversão e o aprendizado com a leitura.

FIGUEIREDO, Cristina. Aumento na venda de livros e retomada do hábito de ler. Hoje em Dia, 2023. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/ aumento-na-venda-de-livros-e-retomada-do-habito-deler-1.965512. Acesso em: 15 jun. 2023. [Fragmento adaptado]
No texto, são expostas opiniões sobre o tema discutido. Um trecho em que se verifica a avaliação pessoal da autora sobre o hábito de leitura dos brasileiros é: 
Alternativas
Q2278894 Português

Leia a tirinha de Bichinhos de Jardim abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Sobre o que você leu, marque a afirmação adequada:

Alternativas
Q2278891 Português

Leia a tirinha abaixo para responder à questão.




Predominam, na tirinha, as frases:
Alternativas
Respostas
15561: D
15562: D
15563: B
15564: C
15565: C
15566: A
15567: A
15568: C
15569: B
15570: C
15571: D
15572: A
15573: C
15574: B
15575: B
15576: D
15577: A
15578: C
15579: A
15580: D