Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Texto 3

Quadro 1: Zé, o atendente da padaria O que o senhor deseja?
Quadro 2: Desejo a paz mundial! Desejo um mundo mais justo! Desejo acabar com a corrupção!
Quadro 3: Tá bom... Então me dá um pastel de
carne!
Texto 3

Quadro 1: Zé, o atendente da padaria O que o senhor deseja?
Quadro 2: Desejo a paz mundial! Desejo um mundo mais justo! Desejo acabar com a corrupção!
Quadro 3: Tá bom... Então me dá um pastel de
carne!
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
“Deixem-me quedar, deixem-me quieta”
De acordo com as regras da colocação pronominal da norma padrão da língua, é uma análise correta do emprego nos versos acima a alternativa:
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
I- É escrito em 1ª pessoa. II- Reflete a opinião de sua autora de forma descontraída. III- O contexto de circulação do texto é a internet.
São verdadeiras, de acordo com o texto 2:

(LEITE, William. Dona Anésia. WillTirando, ago2021http://www.willtirando.com.br/category/anesia
/page/16/.Acesso em 05 nov. 2023)

(LEITE, William. Dona Anésia. WillTirando, ago2021http://www.willtirando.com.br/category/anesia
/page/16/.Acesso em 05 nov. 2023)

(LEITE, William. Dona Anésia. WillTirando, ago2021http://www.willtirando.com.br/category/anesia
/page/16/.Acesso em 05 nov. 2023)
Com base no texto apresentado, responda à seguinte pergunta:
Qual é o ponto principal destacado no texto em relação à percepção das pessoas sobre mudanças e propostas de renovação?

Fonte: VERISSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Fonte: VERISSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

(Chargista Ricardo Manhães. https://ndmais.com.br/opiniao/charges,
31.03.2023)

Marina Colasanti. Eu sei, mas não devia.
In: Jornal do Brasil, 1972 (com adaptações).
Entende-se do texto a ideia de que pode ser benéfico acostumar-se com as condições impostas pela vida cotidiana, na medida em que isso permite afastar “uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá”, entre outras vantagens.
