Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 54.726 questões
I- O podcast é uma prática de linguagem contemporânea que possibilita trabalharmos com a multiplicidade de linguagens por tratar-se de um texto multimodal.
II- O podcast é uma forma multissemiótica e ainda não faz parte dos textos que circulam entre os estudantes, pois a perspectiva dicotômica da produção textual sai da escola para a vida cotidiana dos jovens.
III- Levar um podcast para o contexto escolar significa reconhecer como legítimas as produções textuais feitas fora da escola nos espaços informais, e sobretudo criar mecanismos de reflexão sobre estes textos.
Estão corretas:

Julgue o item, em relação às ideias do texto.
Estaria mantida a correção gramatical do texto, mas não o seu sentido original, caso fosse inserida uma vírgula
após a forma verbal “significa” (linha 5).

Julgue o item, em relação às ideias do texto.
O vocábulo “sequer” (linha 9), na oração em que se insere, tem o mesmo sentido de senão.

Julgue o item, em relação às ideias do texto.
No quarto parágrafo do texto, a expressão “essa fragilidade” (linha 10) é empregada em referência à característica
mencionada, no parágrafo anterior, a respeito do negacionista.

Julgue o item, em relação às ideias do texto.
Infere-se da leitura do texto que o negacionismo climático constitui um empecilho para a tomada de
providências imediatas em relação à crise climática.

Julgue o item, em relação às ideias do texto.
Conforme exposto no texto, a adesão dos cientistas a determinado posicionamento político é um dos motivos
do descrédito à ciência.

Julgue o item, em relação às ideias do texto.
Entende-se da leitura do texto que os negacionistas não se preocupam com a consistência dos dados que
utilizam para defender suas teses contra teorias científicas.

Julgue o item, em relação às ideias do texto.
De acordo com o texto, ainda que bem embasada cientificamente, uma teoria pode ser refutada por outra tese
científica.
Texto 3

Quadro 1: Zé, o atendente da padaria O que o senhor deseja?
Quadro 2: Desejo a paz mundial! Desejo um mundo mais justo! Desejo acabar com a corrupção!
Quadro 3: Tá bom... Então me dá um pastel de
carne!
Texto 3

Quadro 1: Zé, o atendente da padaria O que o senhor deseja?
Quadro 2: Desejo a paz mundial! Desejo um mundo mais justo! Desejo acabar com a corrupção!
Quadro 3: Tá bom... Então me dá um pastel de
carne!
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
“Deixem-me quedar, deixem-me quieta”
De acordo com as regras da colocação pronominal da norma padrão da língua, é uma análise correta do emprego nos versos acima a alternativa:
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.