Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2397919 Português
Como saber que o ferro está em falta no seu corpo? Veja os sinais de alerta.







(Disponível em: www.catracalivre.com.br/saude-bem-estar/como-saber-que-o-ferro-esta-em-falta-no-seucorpo-veja-os-sinais-de-alerta/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, qual é a função essencial da hemoglobina? 
Alternativas
Q2397918 Português
Como saber que o ferro está em falta no seu corpo? Veja os sinais de alerta.







(Disponível em: www.catracalivre.com.br/saude-bem-estar/como-saber-que-o-ferro-esta-em-falta-no-seucorpo-veja-os-sinais-de-alerta/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Segundo o texto, qual elemento é fundamental para a produção de hemoglobina? 
Alternativas
Q2397683 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego correto do plural:
Alternativas
Q2397563 Português
Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda







(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista o fragmento extraído do texto “Vale lembrar que o Brasil proíbe a comercialização de órgãos”, assinale a alternativa que apresenta a classe gramatical que NÃO aparece no trecho.
Alternativas
Q2397562 Português
Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda







(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o fragmento extraído do texto “Existem cuidados que o paciente receptor de um transplante de rim deve tomar”, ao substituir a palavra sublinhada por sua forma no plural, quantas outras alterações seriam necessárias para garantir a correta concordância verbo-nominal no trecho?
Alternativas
Q2397560 Português
Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda







(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, assinale a alternativa que apresenta o motivo para cruzarem o sangue do doador com o sangue do receptor.
Alternativas
Q2397559 Português
Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda







(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre o texto, analise as assertivas a seguir:

I. O paciente receptor de um transplante deve tomar remédios após o procedimento.
II. O paciente doador também deve tomar medicações após o transplante, mas apenas para alívio da dor e desconforto.
III. Apenas parentes podem ser doadores.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2397558 Português
Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda







(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2397557 Português
Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda







(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Enumere as assertivas a seguir de acordo com a ordem em que elas aparecem no texto. 

( ) Menção à necessidade de diálise para pacientes com doença renal crônica. ( ) Menção aos cuidados que um paciente receptor deve ter após o transplante. ( ) Menção ao nome de uma médica nefrologista.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2397555 Português
Transplante de rim: órgão doado faz falta? Quem pode doar? Entenda







(Disponível em: www://vitat.com.br/transplante-de-rim/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nas linhas 02, 05 e 11. 
Alternativas
Q2397519 Português
Dizem que sou louco


Se não é possível controlar o tempo, o senhor da razão, é preciso nos aliar a ele para garantir momentos de felicidade e de saúde mental

Renata Giraldi | 27/02/2024


           O auge da pandemia de covid-19 passou, mas a doença deixou sequelas na saúde mental da sociedade. Muitos dos que sobreviveram carregam incômodos invisíveis, mas nem por isso menos dolorosos, como depressão, ansiedade e transtornos do humor. Um estudo, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mostra que as queixas se estendem para insônia e, em casos mais graves, demência, principalmente para quem tem mais de 65 anos.

         Incerteza, medo e solidão, um misto de sentimentos e de situações que, quando se unem, alteram a vida e geram doenças. A saída para muitos é medicamentosa, mas especialistas alertam que o ideal é associar tratamentos — remédios e terapias — e modo de vida. Quantas vezes a gente para e faz o que gosta? Coisas simples, como olhar uma paisagem, conversar com uma pessoa querida, tomar um café com calma, filosofar com o cachorro ou com o gato, ler aquele livro que está adormecendo na mesa de cabeceira? O tempo... Que contraria o ponto de vista dos homens e do relógio e tem seu próprio modo de enxergar o mundo, quem o controla?

              Se não é possível controlar o tempo, o senhor da razão, é preciso nos aliar a ele para garantir momentos de felicidade e de saúde mental. Um cineminha no dia de folga, uma conversa desinteressada, mas nem por isso desinteressante em qualquer momento. A saúde mental também é cultivada por momentos de placidez e de contemplação.

          Considerando que a expectativa de vida do brasileiro é ultrapassar 75 anos, há um longo caminho pela frente, que exige sobretudo saúde. A mente em ordem e equilíbrio conduz a máquina. A felicidade e a alegria são elementos fundamentais para isso. Cultivar a saúde mental faz parte das atitudes mais simples e cotidianas.

              Os abusos pelos "pecados da carne" devem ser questionados. Será que vale tomar uns goles a mais? Por que será que as substâncias são ilícitas e não lícitas? Talvez a resposta esteja justamente na impossibilidade de autocontrole sobre tudo aquilo que extrapola.

               A nós, da imprensa, cabe a discussão em torno do combate ao estigma das doenças mentais e dos estereótipos em torno do tema. Nosso esforço é lutar contra o senso comum e as avaliações de profissionais não habilitados, pois, para tratar de transtorno mental, apenas aqueles que lidam diretamente com o assunto. Um psiquiatra, por vezes, leva meses para fechar o diagnóstico de um paciente, portanto revelar de forma pública — seja em TV, rádio, jornais ou noticiário on-line — que um determinado sujeito é esquizofrênico ou bipolar viola os princípios da apuração e da checagem bem realizados.

         A arte e a comunicação são instrumentos essenciais na construção do bem comum e da qualidade de vida para todos, mesmo para aqueles que vivem o incômodo de um mundo repleto de alucinações e de delírios. Cabe a todos nós o questionamento: o que é ser louco? Por que o estigma, o estereótipo e o rótulo prevalecem? Singelamente, ousa-se responder: pela escassez, pelos equívocos e pelos descasos na mídia que, lamentavelmente, por vezes esquece seu papel social.



GIRALDI, Renata. Dizem que sou louco. Correio Braziliense, 27 de fevereiro de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/02/6809113- dizem-que-sou-louco.html. Acesso em: 28 fev. 2024.
No trecho “Considerando que a expectativa de vida do brasileiro é ultrapassar 75 anos, há um longo caminho pela frente, que exige sobretudo saúde.” (4º parágrafo), o pronome sublinhado se refere textualmente a:
Alternativas
Q2397517 Português
Dizem que sou louco


Se não é possível controlar o tempo, o senhor da razão, é preciso nos aliar a ele para garantir momentos de felicidade e de saúde mental

Renata Giraldi | 27/02/2024


           O auge da pandemia de covid-19 passou, mas a doença deixou sequelas na saúde mental da sociedade. Muitos dos que sobreviveram carregam incômodos invisíveis, mas nem por isso menos dolorosos, como depressão, ansiedade e transtornos do humor. Um estudo, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mostra que as queixas se estendem para insônia e, em casos mais graves, demência, principalmente para quem tem mais de 65 anos.

         Incerteza, medo e solidão, um misto de sentimentos e de situações que, quando se unem, alteram a vida e geram doenças. A saída para muitos é medicamentosa, mas especialistas alertam que o ideal é associar tratamentos — remédios e terapias — e modo de vida. Quantas vezes a gente para e faz o que gosta? Coisas simples, como olhar uma paisagem, conversar com uma pessoa querida, tomar um café com calma, filosofar com o cachorro ou com o gato, ler aquele livro que está adormecendo na mesa de cabeceira? O tempo... Que contraria o ponto de vista dos homens e do relógio e tem seu próprio modo de enxergar o mundo, quem o controla?

              Se não é possível controlar o tempo, o senhor da razão, é preciso nos aliar a ele para garantir momentos de felicidade e de saúde mental. Um cineminha no dia de folga, uma conversa desinteressada, mas nem por isso desinteressante em qualquer momento. A saúde mental também é cultivada por momentos de placidez e de contemplação.

          Considerando que a expectativa de vida do brasileiro é ultrapassar 75 anos, há um longo caminho pela frente, que exige sobretudo saúde. A mente em ordem e equilíbrio conduz a máquina. A felicidade e a alegria são elementos fundamentais para isso. Cultivar a saúde mental faz parte das atitudes mais simples e cotidianas.

              Os abusos pelos "pecados da carne" devem ser questionados. Será que vale tomar uns goles a mais? Por que será que as substâncias são ilícitas e não lícitas? Talvez a resposta esteja justamente na impossibilidade de autocontrole sobre tudo aquilo que extrapola.

               A nós, da imprensa, cabe a discussão em torno do combate ao estigma das doenças mentais e dos estereótipos em torno do tema. Nosso esforço é lutar contra o senso comum e as avaliações de profissionais não habilitados, pois, para tratar de transtorno mental, apenas aqueles que lidam diretamente com o assunto. Um psiquiatra, por vezes, leva meses para fechar o diagnóstico de um paciente, portanto revelar de forma pública — seja em TV, rádio, jornais ou noticiário on-line — que um determinado sujeito é esquizofrênico ou bipolar viola os princípios da apuração e da checagem bem realizados.

         A arte e a comunicação são instrumentos essenciais na construção do bem comum e da qualidade de vida para todos, mesmo para aqueles que vivem o incômodo de um mundo repleto de alucinações e de delírios. Cabe a todos nós o questionamento: o que é ser louco? Por que o estigma, o estereótipo e o rótulo prevalecem? Singelamente, ousa-se responder: pela escassez, pelos equívocos e pelos descasos na mídia que, lamentavelmente, por vezes esquece seu papel social.



GIRALDI, Renata. Dizem que sou louco. Correio Braziliense, 27 de fevereiro de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/02/6809113- dizem-que-sou-louco.html. Acesso em: 28 fev. 2024.
No contexto em que se encontra a palavra “estigma”, empregada no sexto parágrafo do artigo, é sinônima de:
Alternativas
Q2397516 Português
Dizem que sou louco


Se não é possível controlar o tempo, o senhor da razão, é preciso nos aliar a ele para garantir momentos de felicidade e de saúde mental

Renata Giraldi | 27/02/2024


           O auge da pandemia de covid-19 passou, mas a doença deixou sequelas na saúde mental da sociedade. Muitos dos que sobreviveram carregam incômodos invisíveis, mas nem por isso menos dolorosos, como depressão, ansiedade e transtornos do humor. Um estudo, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mostra que as queixas se estendem para insônia e, em casos mais graves, demência, principalmente para quem tem mais de 65 anos.

         Incerteza, medo e solidão, um misto de sentimentos e de situações que, quando se unem, alteram a vida e geram doenças. A saída para muitos é medicamentosa, mas especialistas alertam que o ideal é associar tratamentos — remédios e terapias — e modo de vida. Quantas vezes a gente para e faz o que gosta? Coisas simples, como olhar uma paisagem, conversar com uma pessoa querida, tomar um café com calma, filosofar com o cachorro ou com o gato, ler aquele livro que está adormecendo na mesa de cabeceira? O tempo... Que contraria o ponto de vista dos homens e do relógio e tem seu próprio modo de enxergar o mundo, quem o controla?

              Se não é possível controlar o tempo, o senhor da razão, é preciso nos aliar a ele para garantir momentos de felicidade e de saúde mental. Um cineminha no dia de folga, uma conversa desinteressada, mas nem por isso desinteressante em qualquer momento. A saúde mental também é cultivada por momentos de placidez e de contemplação.

          Considerando que a expectativa de vida do brasileiro é ultrapassar 75 anos, há um longo caminho pela frente, que exige sobretudo saúde. A mente em ordem e equilíbrio conduz a máquina. A felicidade e a alegria são elementos fundamentais para isso. Cultivar a saúde mental faz parte das atitudes mais simples e cotidianas.

              Os abusos pelos "pecados da carne" devem ser questionados. Será que vale tomar uns goles a mais? Por que será que as substâncias são ilícitas e não lícitas? Talvez a resposta esteja justamente na impossibilidade de autocontrole sobre tudo aquilo que extrapola.

               A nós, da imprensa, cabe a discussão em torno do combate ao estigma das doenças mentais e dos estereótipos em torno do tema. Nosso esforço é lutar contra o senso comum e as avaliações de profissionais não habilitados, pois, para tratar de transtorno mental, apenas aqueles que lidam diretamente com o assunto. Um psiquiatra, por vezes, leva meses para fechar o diagnóstico de um paciente, portanto revelar de forma pública — seja em TV, rádio, jornais ou noticiário on-line — que um determinado sujeito é esquizofrênico ou bipolar viola os princípios da apuração e da checagem bem realizados.

         A arte e a comunicação são instrumentos essenciais na construção do bem comum e da qualidade de vida para todos, mesmo para aqueles que vivem o incômodo de um mundo repleto de alucinações e de delírios. Cabe a todos nós o questionamento: o que é ser louco? Por que o estigma, o estereótipo e o rótulo prevalecem? Singelamente, ousa-se responder: pela escassez, pelos equívocos e pelos descasos na mídia que, lamentavelmente, por vezes esquece seu papel social.



GIRALDI, Renata. Dizem que sou louco. Correio Braziliense, 27 de fevereiro de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/02/6809113- dizem-que-sou-louco.html. Acesso em: 28 fev. 2024.
A expressão “uma conversa desinteressada, mas nem por isso desinteressante”, utilizada no terceiro parágrafo, significa uma conversa:
Alternativas
Q2397515 Português
Dizem que sou louco


Se não é possível controlar o tempo, o senhor da razão, é preciso nos aliar a ele para garantir momentos de felicidade e de saúde mental

Renata Giraldi | 27/02/2024


           O auge da pandemia de covid-19 passou, mas a doença deixou sequelas na saúde mental da sociedade. Muitos dos que sobreviveram carregam incômodos invisíveis, mas nem por isso menos dolorosos, como depressão, ansiedade e transtornos do humor. Um estudo, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mostra que as queixas se estendem para insônia e, em casos mais graves, demência, principalmente para quem tem mais de 65 anos.

         Incerteza, medo e solidão, um misto de sentimentos e de situações que, quando se unem, alteram a vida e geram doenças. A saída para muitos é medicamentosa, mas especialistas alertam que o ideal é associar tratamentos — remédios e terapias — e modo de vida. Quantas vezes a gente para e faz o que gosta? Coisas simples, como olhar uma paisagem, conversar com uma pessoa querida, tomar um café com calma, filosofar com o cachorro ou com o gato, ler aquele livro que está adormecendo na mesa de cabeceira? O tempo... Que contraria o ponto de vista dos homens e do relógio e tem seu próprio modo de enxergar o mundo, quem o controla?

              Se não é possível controlar o tempo, o senhor da razão, é preciso nos aliar a ele para garantir momentos de felicidade e de saúde mental. Um cineminha no dia de folga, uma conversa desinteressada, mas nem por isso desinteressante em qualquer momento. A saúde mental também é cultivada por momentos de placidez e de contemplação.

          Considerando que a expectativa de vida do brasileiro é ultrapassar 75 anos, há um longo caminho pela frente, que exige sobretudo saúde. A mente em ordem e equilíbrio conduz a máquina. A felicidade e a alegria são elementos fundamentais para isso. Cultivar a saúde mental faz parte das atitudes mais simples e cotidianas.

              Os abusos pelos "pecados da carne" devem ser questionados. Será que vale tomar uns goles a mais? Por que será que as substâncias são ilícitas e não lícitas? Talvez a resposta esteja justamente na impossibilidade de autocontrole sobre tudo aquilo que extrapola.

               A nós, da imprensa, cabe a discussão em torno do combate ao estigma das doenças mentais e dos estereótipos em torno do tema. Nosso esforço é lutar contra o senso comum e as avaliações de profissionais não habilitados, pois, para tratar de transtorno mental, apenas aqueles que lidam diretamente com o assunto. Um psiquiatra, por vezes, leva meses para fechar o diagnóstico de um paciente, portanto revelar de forma pública — seja em TV, rádio, jornais ou noticiário on-line — que um determinado sujeito é esquizofrênico ou bipolar viola os princípios da apuração e da checagem bem realizados.

         A arte e a comunicação são instrumentos essenciais na construção do bem comum e da qualidade de vida para todos, mesmo para aqueles que vivem o incômodo de um mundo repleto de alucinações e de delírios. Cabe a todos nós o questionamento: o que é ser louco? Por que o estigma, o estereótipo e o rótulo prevalecem? Singelamente, ousa-se responder: pela escassez, pelos equívocos e pelos descasos na mídia que, lamentavelmente, por vezes esquece seu papel social.



GIRALDI, Renata. Dizem que sou louco. Correio Braziliense, 27 de fevereiro de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/02/6809113- dizem-que-sou-louco.html. Acesso em: 28 fev. 2024.
Com base nas informações explicitadas no texto, infere-se que a autora:
Alternativas
Q2397467 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questao.


Continente perdido é descoberto na Austrália



Durante uma pesquisa recente, pesquisadores de universidades na Austrália descobriram uma grande extensão de terra submersa ao largo da costa do país que abrigou uma população cerca de meio milhão de habitantes. O mapeamento por sonar revelou uma paisagem com quase o dobro do tamanho do Reino Unido.



Espécie de versão australiana do lendário continente de Atlântida, o território submarino mostrou sinais de rios e lagos de água doce em uma área tão grande que poderia ser usada hoje como uma ponte continental para migração de habitantes da atual Indonésia para a Austrália, diz um estudo publicado recentemente.


Segundo a principal autora, Kasih Norman, essa antiga extensão de terra australiana hoje submersa já foi parte de um paleocontinente chamado Sahul, que unia as atuais regiões da Austrália, Nova Guiné e Tasmânia.


O novo estudo subverte uma crença de que as margens continentais da Austrália eram improdutivas. Conforme os autores, há milênios, o nível do mar era perto de quarenta metros mais baixo do que é hoje. Na época, era possível alcançar de canoa um arquipélago em forma de colar que ficava na extremidade noroeste do continente.


Com o fim da era glacial, as calotas polares começaram a derreter, fazendo o mar subir. Segundo Norman, em um período de quatrocentos anos, mais de cem mil quilômetros quadrados de terra ficaram submersos.



https://encr.pw/continente-perdido-descoberto-australia. Adaptado
Durante uma pesquisa recente, pesquisadores de universidades na Austrália descobriram uma grande extensão de terra submersa ao largo da costa do país.

Com base no texto sobre a descoberta de uma extensão de terra submersa ao largo da costa da Austrália, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2397411 Português

Texto para a questão.




O segundo período do texto, em relação ao primeiro, pode ser considerado uma
Alternativas
Q2397410 Português

Texto para a questão.




A partir da leitura do texto, é correto inferir que, no momento atual, a ONU busca meios para 
Alternativas
Q2397406 Português

Texto para a questão.




No segundo parágrafo, a época do Brasil colonial é citada com o objetivo de
Alternativas
Q2397405 Português

Texto para a questão.




De acordo com o texto, a saúde mental de crianças e de adolescentes
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Q2397164 Português
Jogar bonito


A bola não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a bola foi feita para entrar no gol

Antonio Prata | 24.fev.2024


          "Uma hora a gente tem que parar de querer jogar bonito e pensar em ganhar". A fala passou na corredeira do Instagram, não vi quem era, depois fui atrás e já tava perdida na foz em que os posts se diluem. Achei que pudesse ser o Dunga. Passei a semana ouvindo entrevistas dele, mas não encontrei a declaração.

           Tanto faz. O sentido é o que importa. Sou um ignorante sobre futebol, mas sei, por outros caminhos, que quem opõe eficiência à beleza não entende picas sobre a eficiência e necas sobre a beleza. Nenhum jogador de frente pro gol recebe uma bola alta, vira de costas e dá uma bicicleta. A bicicleta é o único recurso que o cara tem de chutar pro gol, de costas pra ele. Quem dá uma bicicleta não quer jogar bonito, quer ganhar o jogo. Isso vale pro futebol e pra tudo.

        Peguemos o símbolo mais clichê da beleza: a flor. Ela não foi criada pelo Clovis Bornay ou por um figurinista de Hollywood pro Met Gala. A flor é a obra de milhões de anos de evolução com a finalidade única de atrair insetos para polinizá-la. Flor não é "de humanas", ela é "de biológicas" com grande base "de exatas". Beleza não é enfeite.

      "A forma segue a função", afirma a máxima da escola de arquitetura e design Bauhaus. O vão livre do MASP é lindo, acima de tudo, porque para em pé. Quatro pilastras a dezenas de metros de distância equilibram aquele mastodôntico paralelepípedo. A ponte estaiada da Berrini é a mesma coisa. Toneladas penduradas em fios. Já prédios neoclássicos da Cyrela com colunas jônicas nas varandas são ridículos não só porque Roma está a 9742 km de São Paulo, mas porque as colunas na varanda não sustentam nada, além do nosso caipiríssimo subdesenvolvimento estético.

       Essa incompreensão entre eficiência e beleza é responsável por grande parte da nossa pífia produção audiovisual. Nelson Rodrigues dizia que o problema do teatro nacional (podemos estender ao audiovisual) era que todo mundo queria ser gênio. O autor. O ator. O iluminador. O diretor. Ninguém tava nem aí pra história. Sidney Lumet, em seu livro "Making movies", diz que tem um único elogio a qualquer pessoa da equipe, numa filmagem: "estamos fazendo o mesmo filme". A história que manda. O nome disso é "as instituições estão funcionando".

       Graciliano Ramos, que, se escrevesse em russo ou inglês, teria um Nobel, disse "Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada. Batem o pano na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer.".

        Na minha busca pelo YouTube, não achei a fala supostamente do Dunga sobre jogar bonito, mas acabei vendo uns jogos com ele na Copa de 94. Dunga dá passes precisos, do campo de defesa aos pés do Romário, do Bebeto, linhas retas de 20, 30 metros, perfeitas, que levam ao gol. A bola não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a bola foi feita para entrar no gol. Bonito.


PRATA, Antonio. Jogar bonito. Folha de São Paulo, 24 de fevereiro de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antoni oprata/2024/02/jogar-bonito.shtml. Acesso em: 02 mar. 2024.
No trecho “Peguemos o símbolo mais clichê da beleza: a flor.” (3º parágrafo), a palavra grifada veicula um sentido de algo:
Alternativas
Respostas
12441: E
12442: B
12443: B
12444: B
12445: C
12446: A
12447: D
12448: D
12449: C
12450: B
12451: C
12452: C
12453: A
12454: D
12455: A
12456: B
12457: A
12458: A
12459: D
12460: D