Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4277268 Português

Trabalho infantil

 


(Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/media/18266/file/perspectivas-e-percepcoes-sobre-trabalhoinfantil-na-iniciativa-crescer-com-protecao.pdf – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, é correto afirmar que a ideia principal é:
Alternativas
Q4277266 Português

Trabalho infantil

 


(Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/media/18266/file/perspectivas-e-percepcoes-sobre-trabalhoinfantil-na-iniciativa-crescer-com-protecao.pdf – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo de acordo com o texto, o trabalho infantil:



I. Mesmo sendo ilegal, é uma realidade no Brasil.


II. Entre outros danos, prejudica a educação de crianças e adolescentes.


III. Gera pobreza e violência, causando riscos de danos físicos, mentais e sociais, restringindo direitos e limitando oportunidades.



Quais estão corretas?

Alternativas
Q4273692 Português
Considere o fragmento abaixo:
"Na contemporaneidade, os processos globalizadores fazem com que, cada vez mais, haja múltiplas interações que diminuem as fronteiras entre os países e o isolamento das culturas locais. Estes processos criam mercados mundiais de bens materiais e dinheiro, assim como de bens culturais, e também provocam o aumento do número de migrantes. Esta situação, na qual estamos imersos, tem que ser considerada ao refletirmos a respeito das práticas atuais em qualquer campo de atividade."
(Fonte: MAGALHÃES, C. R.. O ensino da arte e a pluralidade cultural: trabalhando com a interculturalidade. In: V CONGRESSO INTERNACIONAL DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO, 2010, Caxias do Sul. Anais do V CONGRESSO INTERNACIONAL DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO, 2010. v. 1.)



Com base no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4273485 Português

França recorre a fumacê após aumento de dengue, chikungunya e zika


A proliferação na França do mosquito-tigre-asiático, vetor de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, tem provocado o uso de fumacês em várias cidades, incluindo Paris, que realizou pela primeira vez recentemente uma operação desse tipo.


Autoridades de saúde levam em conta o aumento do risco sanitário no país, sobretudo no próximo ano, em razão do Jogos Olímpicos, que deverão atrair milhões de pessoas do mundo todo.


Os fumacês foram usados no 13° distrito de Paris, em uma área próxima à Praça da Itália, e em Colombes, cidade de 90 mil habitantes a apenas 9 km de Paris, onde duas operações de pulverização de inseticida foram realizadas em menos de duas semanas.


Tanto em Paris como em Colombes, os fumacês ocorreram após a notificação de casos de pessoas que contraíram dengue durante viagens ao exterior e se hospedaram ou residem nas áreas visadas.


A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, que engloba Paris e seus subúrbios, informa já ter registrado cento e trinta e oito casos de dengue neste ano, todos referentes a pessoas que contraíram a doença em viagens ao exterior.


Segundo o Ministério da Saúde da França, desde o início de maio já foram contabilizados em todo o país quinhentos e cinquenta e sete casos de dengue, doze casos de chikungunya e seis casos de zika.


Durante as operações com o fumacê, ruas foram fechadas e a população foi solicitada a permanecer em suas casas e a deixar as janelas fechadas, apesar do forte calor no período.


Em Colombes, onde há muitas casas com jardins, as autoridades também pediram para que as pessoas mantivessem os animais domésticos presos e não consumissem legumes de hortas residenciais durante três dias após a pulverização do inseticida.


As operações foram realizadas para reduzir o risco de transmissão da dengue, afirmou a autoridade de saúde de Paris e sua periferia, a Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, em um comunicado.


Segundo o órgão, o fumacê foi acionado em um raio de cento e cinquenta metros ao redor das residências de pessoas que contraíram dengue ao viajar ao exterior, "porque o mosquito-tigre não voa além dessa distância".


Ao picar uma pessoa que contraiu dengue, zika ou chikungunya, o mosquito-tigre transmite a doença ao morder novas pessoas. O vírus utiliza esse inseto como vetor.


Os agentes envolvidos utilizaram equipamentos de proteção e pulverizaram, a pé ou em veículos, espaços verdes e outras áreas de reprodução do mosquito.


A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France já realizou, pelo menos, nove fumacês neste ano, sendo apenas um deles, até o momento, na capital francesa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51kr2lykqko. Adaptado. 

O Aedes Albopictus foi detectado inicialmente em Nice, em 2004. 'Em três ou quatro anos, todo o território francês terá a presença do mosquito-tigre', prevê o entomologista Didier Fontenille.


Com base no texto fornecido, o que motivou a realização das operações de fumacê em Paris e em Colombes, na França?

Alternativas
Q4273168 Português

Sambaquis: as descobertas sobre as monumentais construções de 8 mil anos no litoral do Brasil 


O arqueólogo André Strauss, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e um dos autores do trabalho, explica que os sambaquis são "grandes montes de conchas dispersos pela costa brasileira, especialmente no Sul e no Sudeste". "Muitos deles têm proporções monumentais, de trinta a quarenta metros de altura", caracteriza. "Eles foram construídos pelas civilizações que ocuparam o litoral Atlântico entre oito mil e dois mil anos atrás."


Acredita-se que a subsistência dessas pessoas estava baseada numa economia mista, que combinava o consumo de peixes, frutos do mar e plantas. Também é possível que eles caçassem alguns animais terrestres e praticassem horticultura.


"Os sambaquis são produto da deposição planejada e de longo prazo de conchas, restos de peixes, plantas, artefatos, restos de combustão e sedimentos locais, e foram utilizados como marcadores territoriais, moradias, cemitérios e locais cerimoniais", resume o artigo da Nature.


Alguns deles, inclusive, trazem centenas ou até milhares de indivíduos enterrados. O sambaqui Capelinha, por exemplo, foi identificado à beira de um rio no Vale do Ribeira, em São Paulo, e tem dez mil anos. Mas há outros monumentos do tipo que são mais recentes, com cerca de mil anos.


Para fazer a análise, os trinta e quatro indivíduos foram divididos em quatro grandes grupos, segundo a localização geográfica: a Baixa Amazônia (nas proximidades da Ilha de Marajó, no Pará), o Nordeste, a região de Lagoa Santa (em Minas Gerais) e a Costa Atlântica Sudeste/Sul, que concentra a maioria dos sambaquis. Lagoa Santa, aliás, é a terra de Luzia, o fóssil humano mais antigo já encontrado na América do Sul, com cerca de treze mil anos.


Vale destacar que alguns dos trinta e quatro indivíduos estavam relacionados aos sambaquis, mas outros são mais antigos ou mais recentes e ajudaram a fazer comparações entre os genes para entender as relações entre os diferentes povos ao longo da história.


A partir da análise genética dos fósseis, os cientistas esperavam encontrar pistas sobre a origem dos sambaquieiros.


"O estudo da história genética das populações da costa leste da América do Sul revelou que uma cultura temporal e geograficamente tão gigantesca quanto a associada aos sambaquis não foi praticada por um único povo", resume o paleogeneticista Cosimo Posth, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, e um dos autores do artigo.


Na própria conclusão da pesquisa, os cientistas destacam essa heterogeneidade: entre sambaquieiros do Sul e do Sudeste da costa brasileira, há uma diferença genética entre os indivíduos analisados. E isso contraria o que é observado nos registros arqueológicos, que destacam similaridades entre esses grupos.


"É importante mostrar que culturas e genes nem sempre andam juntos. Combinar arqueologia e pesquisa genética pode nos dar um cenário mais preciso de como eram esses indivíduos que habitaram a região costeira", complementa Posth.


Outra descoberta importante: os povos que moravam na costa brasileira há milhares de anos descendem dos mesmos ancestrais que vieram para as Américas cerca de dezesseis mil anos atrás. Esses indivíduos chegaram ao continente a partir da Beríngia, uma ponte terrestre que se formou entre Ásia e América do Norte por causa da glaciação, e deram origem a todas as populações indígenas, como os próprios tupi.


Os resultados da pesquisa recente reservaram ainda outras surpresas.


"Um aspecto importante que observamos é o fato de que o povo de Luzia, em Lagoa Santa, não desapareceu há nove mil anos, como se imaginava. Para nossa surpresa, encontramos evidências em alguns sambaquis da sobrevivência, ainda que parcial, daqueles grupos que foram os primeiros brasileiros", chama a atenção Strauss.


"Essa permanência dos grupos relacionados à Luzia até dois mil anos atrás era algo completamente inesperado que nosso trabalho acabou encontrando."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxegxkr04jvo. Adaptado.

Vale destacar que alguns dos trinta e quatro indivíduos estavam relacionados aos sambaquis, mas outros são mais antigos ou mais recentes e ajudaram a fazer comparações entre os genes para entender as relações entre os diferentes povos ao longo da história.


O número de artigos presentes na frase é de:

Alternativas
Q4273165 Português

Sambaquis: as descobertas sobre as monumentais construções de 8 mil anos no litoral do Brasil 


O arqueólogo André Strauss, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e um dos autores do trabalho, explica que os sambaquis são "grandes montes de conchas dispersos pela costa brasileira, especialmente no Sul e no Sudeste". "Muitos deles têm proporções monumentais, de trinta a quarenta metros de altura", caracteriza. "Eles foram construídos pelas civilizações que ocuparam o litoral Atlântico entre oito mil e dois mil anos atrás."


Acredita-se que a subsistência dessas pessoas estava baseada numa economia mista, que combinava o consumo de peixes, frutos do mar e plantas. Também é possível que eles caçassem alguns animais terrestres e praticassem horticultura.


"Os sambaquis são produto da deposição planejada e de longo prazo de conchas, restos de peixes, plantas, artefatos, restos de combustão e sedimentos locais, e foram utilizados como marcadores territoriais, moradias, cemitérios e locais cerimoniais", resume o artigo da Nature.


Alguns deles, inclusive, trazem centenas ou até milhares de indivíduos enterrados. O sambaqui Capelinha, por exemplo, foi identificado à beira de um rio no Vale do Ribeira, em São Paulo, e tem dez mil anos. Mas há outros monumentos do tipo que são mais recentes, com cerca de mil anos.


Para fazer a análise, os trinta e quatro indivíduos foram divididos em quatro grandes grupos, segundo a localização geográfica: a Baixa Amazônia (nas proximidades da Ilha de Marajó, no Pará), o Nordeste, a região de Lagoa Santa (em Minas Gerais) e a Costa Atlântica Sudeste/Sul, que concentra a maioria dos sambaquis. Lagoa Santa, aliás, é a terra de Luzia, o fóssil humano mais antigo já encontrado na América do Sul, com cerca de treze mil anos.


Vale destacar que alguns dos trinta e quatro indivíduos estavam relacionados aos sambaquis, mas outros são mais antigos ou mais recentes e ajudaram a fazer comparações entre os genes para entender as relações entre os diferentes povos ao longo da história.


A partir da análise genética dos fósseis, os cientistas esperavam encontrar pistas sobre a origem dos sambaquieiros.


"O estudo da história genética das populações da costa leste da América do Sul revelou que uma cultura temporal e geograficamente tão gigantesca quanto a associada aos sambaquis não foi praticada por um único povo", resume o paleogeneticista Cosimo Posth, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, e um dos autores do artigo.


Na própria conclusão da pesquisa, os cientistas destacam essa heterogeneidade: entre sambaquieiros do Sul e do Sudeste da costa brasileira, há uma diferença genética entre os indivíduos analisados. E isso contraria o que é observado nos registros arqueológicos, que destacam similaridades entre esses grupos.


"É importante mostrar que culturas e genes nem sempre andam juntos. Combinar arqueologia e pesquisa genética pode nos dar um cenário mais preciso de como eram esses indivíduos que habitaram a região costeira", complementa Posth.


Outra descoberta importante: os povos que moravam na costa brasileira há milhares de anos descendem dos mesmos ancestrais que vieram para as Américas cerca de dezesseis mil anos atrás. Esses indivíduos chegaram ao continente a partir da Beríngia, uma ponte terrestre que se formou entre Ásia e América do Norte por causa da glaciação, e deram origem a todas as populações indígenas, como os próprios tupi.


Os resultados da pesquisa recente reservaram ainda outras surpresas.


"Um aspecto importante que observamos é o fato de que o povo de Luzia, em Lagoa Santa, não desapareceu há nove mil anos, como se imaginava. Para nossa surpresa, encontramos evidências em alguns sambaquis da sobrevivência, ainda que parcial, daqueles grupos que foram os primeiros brasileiros", chama a atenção Strauss.


"Essa permanência dos grupos relacionados à Luzia até dois mil anos atrás era algo completamente inesperado que nosso trabalho acabou encontrando."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxegxkr04jvo. Adaptado.

Por sete milênios, a costa litorânea do que viria a ser conhecido como Brasil foi habitada pelos sambaquieiros, povos construtores dos sambaquis.

Assinale a opção correta de acordo com o texto base.

Alternativas
Q4272900 Português

Fernando Sabino, 100 anos: memórias de um escritor brasileiro em Londres 






Durante visita à Universidade de Oxford, Fernando Sabino foi convidado por dois professores para um drinque. No bar, um deles dirigiu-se ao garçom — espantou-se o escritor — como quem se dirige a um ministro.

"Rogo-lhe a fineza de servir-nos dois uísques com gelo", pediu.

Dali a pouco, o garçom trouxe as bebidas.

"Oh, sinto muitíssimo!", adiantou-se o professor.

"Realmente, senhor: peço-lhe perdão, só trouxe dois. Sinto muito!", desculpou-se o garçom.

"Absolutamente! Eu é que peço perdão: por um lastimável equívoco, só pedi dois. A culpa foi minha!", retrucou o docente.

De um lado, o garçom tornou a pedir desculpas. Do outro, o professor voltou a protestar. E, no meio da intensa troca de mesuras e gentilezas, Sabino esperava, indócil, para tomar seu uísque.

"Não seria o caso de pedirmos mais um?", sugeriu, timidamente.

Mais alguns pedidos de desculpas depois, a bebida foi finalmente servida.

"Há momentos que a extrema delicadeza do inglês até me faz desconfiar que estão de brincadeira comigo", admitiu numa das crônicas de Livro aberto (2001), antologia que ele próprio apelidou de "obra póstuma em vida".

Fernando Tavares Sabino, que completaria 100 anos no dia 12 de outubro, morou em Londres de 1964 a 1966. Foi convidado pelo ministro das Relações Exteriores do Governo João Goulart, João Augusto de Araújo Castro, para assumir o posto de adido cultural da embaixada do Brasil na capital inglesa.

Encontrar um lugar para morar foi o primeiro desafio enfrentado por Fernando Sabino em Londres. Em apenas quatro meses, visitou 58 imóveis, entre casas e apartamentos. De uns, até gostou, mas algumas das exigências dos proprietários, como não ter crianças, inviabilizava a locação. Sabino teve sete filhos: Eliana, Leonora, Pedro, Virgínia, Verônica, Bernardo e Marina.

De outros imóveis, porém, não gostou nem um pouco. Ou eram longe demais, ou não tinham banheiro.

Houve um, em Maida Vale, que Sabino adorou: bom tamanho, boa localização, bom preço. Mas outro pretendente, para azar do escritor, levou a melhor. "Amaldiçoei o felizardo, sem saber tratar-se de uma respeitável senhora que admiro de longa data: Marlene Dietrich", relatou na crônica Onde Morar.

Noutra crônica, Sabino conta a história de uma brasileira que, sem conhecer a cidade ou dominar o idioma, se distraiu olhando as vitrines das lojas e perdeu o marido de vista. Sem dinheiro para voltar ao hotel, caiu no choro. Logo, alguns ingleses se aproximaram, solícitos. "Perdi meu marido", choramingava ela. E achou por bem traduzir: "I lost my husband!". Um homem tirou o chapéu, comovido. "Sinto muito, minha senhora: meus pêsames!".

Assim que chegou a Londres, Sabino foi advertido por colegas brasileiros: cuidado, eles levam tudo ao pé da letra! "Diga a um deles, por delicadeza, que apareça em sua casa qualquer hora dessas, para ver só: ele aparece", explicou.

Eliana, a primogênita, confirma: "Se ele dissesse a um inglês: 'Venha jantar lá em casa um dia desses', o inglês retrucaria sem pestanejar: 'Quando?'. E ele se via obrigado a marcar um dia e ter que avisar a esposa de que dois dias depois um inglês praticamente desconhecido viria para o jantar".

"Fora isso, só mais um problema de adaptação o afligia: a mão inversa do trânsito inglês", prossegue a filha do escritor. "Ele tentava facilitar sua direção repetindo baixinho: 'dirigir na contramão, dirigir na contramão'"...


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgrpye6744xo. Adaptado.

"Há momentos que a extrema delicadeza do inglês até me faz desconfiar que estão de brincadeira comigo", admitiu numa das crônicas de Livro aberto (2001), antologia que ele próprio apelidou de "obra póstuma em vida".
Assinale a opção correta de acordo com o texto base. 
Alternativas
Q4269713 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aspectos econômicos e culturais se associam à questão demográfica para acelerar o ritmo da deterioração dos recursos ambientais. A quantidade de resíduos sólidos produzidos pelas populações guarda relação não só com o nível de riqueza, refletido na capacidade econômica para consumir, mas também com os valores e hábitos de vida, determinantes do grau de disposição para a realização do consumo. É ilustrativa a comparação da cultura americana e japonesa: enquanto os primeiros geram cerca de dois quilogramas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por habitante ao dia, os japoneses, também de elevado poder aquisitivo, apresentam comportamentos que resultam numa geração significativamente menor, pouco superior a um quilograma. Os brasileiros, apesar de possuírem renda per capita significativamente menor, ficam próximos aos níveis japoneses (ABRELPE, 2008). Essa simples comparação sinaliza para o alinhamento cultural do Brasil com os maiores níveis de geração de resíduos, quando ponderada a capacidade financeira da sociedade para tal. No Brasil, como em outros países em desenvolvimento, outros malefícios somam-se à questão ambiental, ocasionados por deficiências na gestão dos resíduos sólidos urbanos (GRU), como as doenças decorrentes da proliferação de vetores causadores de doenças e a emissão desnecessária de gases de efeito estufa, agravadores do aquecimento global. 


Godecke, M. V., Naime, R. H., & Figueiredo, J. A. S. (2013). O Consumismo e a Geração de Resíduos Sólidos Urbanos  Brasil. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, 8(8), 1700−1712.

No que se refere aos aspectos relacionados à sociedade e ao meio ambiente, de acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4269712 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aspectos econômicos e culturais se associam à questão demográfica para acelerar o ritmo da deterioração dos recursos ambientais. A quantidade de resíduos sólidos produzidos pelas populações guarda relação não só com o nível de riqueza, refletido na capacidade econômica para consumir, mas também com os valores e hábitos de vida, determinantes do grau de disposição para a realização do consumo. É ilustrativa a comparação da cultura americana e japonesa: enquanto os primeiros geram cerca de dois quilogramas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por habitante ao dia, os japoneses, também de elevado poder aquisitivo, apresentam comportamentos que resultam numa geração significativamente menor, pouco superior a um quilograma. Os brasileiros, apesar de possuírem renda per capita significativamente menor, ficam próximos aos níveis japoneses (ABRELPE, 2008). Essa simples comparação sinaliza para o alinhamento cultural do Brasil com os maiores níveis de geração de resíduos, quando ponderada a capacidade financeira da sociedade para tal. No Brasil, como em outros países em desenvolvimento, outros malefícios somam-se à questão ambiental, ocasionados por deficiências na gestão dos resíduos sólidos urbanos (GRU), como as doenças decorrentes da proliferação de vetores causadores de doenças e a emissão desnecessária de gases de efeito estufa, agravadores do aquecimento global. 


Godecke, M. V., Naime, R. H., & Figueiredo, J. A. S. (2013). O Consumismo e a Geração de Resíduos Sólidos Urbanos  Brasil. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, 8(8), 1700−1712.

Assinale a alternativa CORRETA que concorda com o disposto no texto.
Alternativas
Q4269551 Português
Uísque mais procurado do mundo é vendido por R$ 13 milhões


Para aqueles que apreciam destilados refinados, uma garrafa do "uísque escocês mais procurado do mundo" foi vendida por mais de £2,1 milhões (R$ 13,2 milhões) no sábado (18), na Sotheby's em Londres.

O Macallan 1926 é está entre as únicas 40 garrafas retiradas após envelhecer em barris de xerez por 60 anos, tornando-o o mais antigo vintage Macallan já produzido, segundo a casa de leilões.

A Sotheby's esperava arrecadar entre £750.000 e £1,2 milhões (R$ 4,5 milhões e R$ 7,3 milhões), mas ficou chocada quando a garrafa valiosa alcançou £2.187.500 (R$ 13,3 milhões), estabelecendo "um novo recorde para qualquer garrafa de destilado ou vinho leiloada," disse a casa de leilões à agência de notícias AFP.

Esta garrafa do Macallan 1926 é uma das 12 com rótulos criados pelo pintor italiano Valerio Adami. Antes do leilão, o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse à AFP que provou uma pequena amostra.

"Provei uma gota pequena − uma gota pequena − disso. É muito rico, tem muita fruta seca como você esperaria, muito tempero, muita madeira," disse ele, chamando-o de uísque "incrível" que não deve ser subestimado.

Das 40 garrafas preenchidas em 1986, nenhuma estava disponível para compra, sendo que algumas foram oferecidas aos principais clientes da Macallan, um luxo que aumenta seu apelo, como evidenciado em vendas anteriores das garrafas, acrescentou sua descrição no site da Sotheby's.

Em 2019, a Sotheby's vendeu uma garrafa do Macallan 1926 adornada com um dos 14 rótulos Fine and Rare por £1,5 milhão (R$ 9,2 milhões), tornando-a na época a garrafa de vinho ou destilado mais cara já leiloada.

A venda de sábado foi de uma das 12 garrafas cobertas com um rótulo projetado pelo pintor italiano Valerio Adami, uma das quais também acredita-se ter sido destruída durante o terremoto japonês de 2011.

Esta garrafa também é a primeira das garrafas do Macallan 1926 a ter passado por recondicionamento, realizado pela destilaria Macallan na Escócia antes do leilão. Outras 12 foram rotuladas pelo artista pop Sir Peter Blake, enquanto as duas restantes foram lançadas sem rótulo.

Das não rotuladas, uma foi pintada à mão pelo artista irlandês Michael Dillon e se tornou a primeira garrafa de uísque a ultrapassar £1 milhão (R$ 6,8 milhões) quando foi vendida em 2018 por £1,2 milhão (R$ 7,3 milhões), disse a casa de leilões em seu site.


https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/uisquemais-procurado-do-mundo-e-vendido-por-r-13-milhoes/
 O que torna a garrafa do Macallan 1926 leiloada tão especial, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4269550 Português
Uísque mais procurado do mundo é vendido por R$ 13 milhões


Para aqueles que apreciam destilados refinados, uma garrafa do "uísque escocês mais procurado do mundo" foi vendida por mais de £2,1 milhões (R$ 13,2 milhões) no sábado (18), na Sotheby's em Londres.

O Macallan 1926 é está entre as únicas 40 garrafas retiradas após envelhecer em barris de xerez por 60 anos, tornando-o o mais antigo vintage Macallan já produzido, segundo a casa de leilões.

A Sotheby's esperava arrecadar entre £750.000 e £1,2 milhões (R$ 4,5 milhões e R$ 7,3 milhões), mas ficou chocada quando a garrafa valiosa alcançou £2.187.500 (R$ 13,3 milhões), estabelecendo "um novo recorde para qualquer garrafa de destilado ou vinho leiloada," disse a casa de leilões à agência de notícias AFP.

Esta garrafa do Macallan 1926 é uma das 12 com rótulos criados pelo pintor italiano Valerio Adami. Antes do leilão, o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse à AFP que provou uma pequena amostra.

"Provei uma gota pequena − uma gota pequena − disso. É muito rico, tem muita fruta seca como você esperaria, muito tempero, muita madeira," disse ele, chamando-o de uísque "incrível" que não deve ser subestimado.

Das 40 garrafas preenchidas em 1986, nenhuma estava disponível para compra, sendo que algumas foram oferecidas aos principais clientes da Macallan, um luxo que aumenta seu apelo, como evidenciado em vendas anteriores das garrafas, acrescentou sua descrição no site da Sotheby's.

Em 2019, a Sotheby's vendeu uma garrafa do Macallan 1926 adornada com um dos 14 rótulos Fine and Rare por £1,5 milhão (R$ 9,2 milhões), tornando-a na época a garrafa de vinho ou destilado mais cara já leiloada.

A venda de sábado foi de uma das 12 garrafas cobertas com um rótulo projetado pelo pintor italiano Valerio Adami, uma das quais também acredita-se ter sido destruída durante o terremoto japonês de 2011.

Esta garrafa também é a primeira das garrafas do Macallan 1926 a ter passado por recondicionamento, realizado pela destilaria Macallan na Escócia antes do leilão. Outras 12 foram rotuladas pelo artista pop Sir Peter Blake, enquanto as duas restantes foram lançadas sem rótulo.

Das não rotuladas, uma foi pintada à mão pelo artista irlandês Michael Dillon e se tornou a primeira garrafa de uísque a ultrapassar £1 milhão (R$ 6,8 milhões) quando foi vendida em 2018 por £1,2 milhão (R$ 7,3 milhões), disse a casa de leilões em seu site.


https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/uisquemais-procurado-do-mundo-e-vendido-por-r-13-milhoes/
 O que o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse sobre o sabor do Macallan 1926?
Alternativas
Q4269549 Português
Uísque mais procurado do mundo é vendido por R$ 13 milhões


Para aqueles que apreciam destilados refinados, uma garrafa do "uísque escocês mais procurado do mundo" foi vendida por mais de £2,1 milhões (R$ 13,2 milhões) no sábado (18), na Sotheby's em Londres.

O Macallan 1926 é está entre as únicas 40 garrafas retiradas após envelhecer em barris de xerez por 60 anos, tornando-o o mais antigo vintage Macallan já produzido, segundo a casa de leilões.

A Sotheby's esperava arrecadar entre £750.000 e £1,2 milhões (R$ 4,5 milhões e R$ 7,3 milhões), mas ficou chocada quando a garrafa valiosa alcançou £2.187.500 (R$ 13,3 milhões), estabelecendo "um novo recorde para qualquer garrafa de destilado ou vinho leiloada," disse a casa de leilões à agência de notícias AFP.

Esta garrafa do Macallan 1926 é uma das 12 com rótulos criados pelo pintor italiano Valerio Adami. Antes do leilão, o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse à AFP que provou uma pequena amostra.

"Provei uma gota pequena − uma gota pequena − disso. É muito rico, tem muita fruta seca como você esperaria, muito tempero, muita madeira," disse ele, chamando-o de uísque "incrível" que não deve ser subestimado.

Das 40 garrafas preenchidas em 1986, nenhuma estava disponível para compra, sendo que algumas foram oferecidas aos principais clientes da Macallan, um luxo que aumenta seu apelo, como evidenciado em vendas anteriores das garrafas, acrescentou sua descrição no site da Sotheby's.

Em 2019, a Sotheby's vendeu uma garrafa do Macallan 1926 adornada com um dos 14 rótulos Fine and Rare por £1,5 milhão (R$ 9,2 milhões), tornando-a na época a garrafa de vinho ou destilado mais cara já leiloada.

A venda de sábado foi de uma das 12 garrafas cobertas com um rótulo projetado pelo pintor italiano Valerio Adami, uma das quais também acredita-se ter sido destruída durante o terremoto japonês de 2011.

Esta garrafa também é a primeira das garrafas do Macallan 1926 a ter passado por recondicionamento, realizado pela destilaria Macallan na Escócia antes do leilão. Outras 12 foram rotuladas pelo artista pop Sir Peter Blake, enquanto as duas restantes foram lançadas sem rótulo.

Das não rotuladas, uma foi pintada à mão pelo artista irlandês Michael Dillon e se tornou a primeira garrafa de uísque a ultrapassar £1 milhão (R$ 6,8 milhões) quando foi vendida em 2018 por £1,2 milhão (R$ 7,3 milhões), disse a casa de leilões em seu site.


https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/uisquemais-procurado-do-mundo-e-vendido-por-r-13-milhoes/
Quanto a Sotheby's esperava arrecadar com a venda da garrafa do Macallan 1926, e quanto ela realmente alcançou no leilão?
Alternativas
Q4269547 Português
Curiosidades sobre a sucuri, uma das cobras mais populares do Brasil


Grandes, perigosas, temidas e populares. Os adjetivos que cercam as sucuris são vários, já que essa é uma espécie de serpente que se tornou bem conhecida no Brasil. Típica da região tropical da América do Sul, como explica a Encyclopædia Britannica (plataforma de conhecimento do Reino Unido), a sucuri é uma serpente do tipo Eunectes.

Muita gente pode achar que "anaconda" é uma outra serpente, também famosa (e que até virou até tema de filme), mas este é outro dos nomes pelos quais a sucuri é conhecida, entre várias outras denominações de origem indígena.

Segundo o Instituto Butantan (instituição brasileira de pesquisa científica e produção de imunobiológicos que pertence ao governo do estado de São Paulo e estuda répteis, anfíbios e outros animais desde desde 1901), as sucuris pertencem ao gênero Eunectes e fazem parte da família Boidae, grupo que também engloba as jiboias, salamantas e periquitamboias (também conhecida como cobra-papagaio).

Portanto, o nome popular "sucuri" não engloba uma única espécie, mas, sim, um conjunto de quatro espécies que habitam as regiões tropicais da América do Sul (sendo que três delas vivem em território brasileiro). Elas têm hábitos semiaquáticos, por isso costumam viver próximas de rios, brejos e pântanos, conforme explica o site Animal Diversity Web (ADW) − enciclopédia online mantida pelo Museu de Zoologia da Universidade de Michigan, dos Estados Unidos.

Considerando outras cobras e serpentes, o gênero das sucuris (Eunectes) possui poucas espécies. São quatro diferentes sucuris existentes na natureza: Eunectes murinus (sucuri-verde), Eunectes notaeus (sucuri-amarela), Eunectes beniensis (sucuri-de-beni) e Eunectes deschauenseei (sucuri-malhada). Dentre essas espécies, a única que nunca foi observada no Brasil é a sucuri-de-beni. A que é mais comumente encontrada, tem maior tamanho e é a mais estudada pela ciência é justamente a sucuri-verde, a Eunectes murinus, como explica o Butantan.

Segundo a Encyclopædia Britannica a sucuri-verde é encontrada em todas as planícies tropicais da América do Sul, sendo comum na bacia do rio Amazonas, no Brasil, na bacia do Orinoco, no leste da Colômbia, e nas pastagens sazonalmente inundadas de Llanos, na Venezuela.

Outros países onde elas podem ser vistas são Equador, Paraguai, Bolívia, Argentina, Guianas, Peru, Suriname e Trinidad e Tobago. Existe também no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

Todas as sucuris possuem grande porte, mas a sucuri-verde, em especial, é considerada a maior serpente em massa corporal do mundo, conforme explica o Instituto Butantan.

Já em relação ao comprimento, a sucuri-verde só perde para a píton-reticulada (Malayopython reticulatus), que habita o sudeste asiático.

A grande e impressionante sucuri-verde pode atingir até sete metros de comprimento e pesar mais de 130 quilos. No entanto, animais com mais de cinco metros são raros de serem encontrados.

Essa espécie de serpente é perigosa e pode matar sua presa, mas não por inocular veneno − como faz a surucucu, por exemplo. Apesar de ter uma picada bem dolorida, a sucuri não é peçonhenta. Elas são predadores oportunistas, alimentando-se de qualquer presa que possam matar e engolir.

É uma espécie carnívora que caça suas presas próximo de seu habitat natural: à beira da água. Quando encontra um animal para se alimentar, ela enrola seu grande corpo ao redor da presa e aperta com força sua vítima até a morte. Sua dieta inclui vertebrados aquáticos e terrestres, como peixes, répteis, anfíbios, aves e mamíferos, como conta o site ADW.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/11/as-4-curiosi dades-sobre-a-sucuri-uma-das-cobras-mais-populares-do-brasil
Por que a sucuri é considerada uma predadora perigosa, apesar de não ser peçonhenta?
Alternativas
Q4269416 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como ter um "melhor amigo do trabalho" pode ajudar a sua carreira


Passamos cerca de 90.000 horas no trabalho ao longo da vida. No debate sobre socializar com colegas de trabalho, existem extremos: alguns veem as amizades no local de trabalho como desnecessárias, enquanto outros socializam principalmente dentro de seu círculo profissional. Ambas as abordagens têm suas limitações.

Embora seja benéfico criar uma rede de contatos (e ser amigável) com seus colegas, ter um grande círculo de amigos no trabalho pode complicar as dinâmicas profissionais devido a possíveis conflitos de interesse e ao desafio de manter inúmeras conexões profundas. É por isso que é importante priorizar a qualidade em vez de quantidade no contexto de amizades no trabalho. Uma abordagem focada nos relacionamentos no ambiente profissional, como ter um "melhor amigo do trabalho", pode oferecer uma combinação única de apoio e compreensão, contribuindo positivamente para a carreira e a satisfação geral no trabalho.

A seguir, veja duas maneiras em que ter um amigo próximo no trabalho ajuda não apenas a lidar com dias difíceis, mas também ativamente pode aprimorar seu crescimento profissional.

A síndrome do impostor, um fenômeno psicológico no qual as pessoas duvidam de suas realizações e temem ser expostas como "fraudes", é comum no ambiente de trabalho. Um estudo de 2019 mostra que a condição afeta um amplo número de pessoas, desde adolescentes até profissionais em cargos avançados, e muitas vezes está relacionada à depressão e à ansiedade. Sentir-se deslocado entre colegas pode prejudicar significativamente o desempenho no trabalho, a satisfação profissional e levar ao esgotamento.

Uma pessoa próxima em quem você confia e que conhece seu local de trabalho tão bem quanto você pode ser fundamental para combater esses sentimentos. Ao oferecer um espaço de apoio para compartilhar suas realizações, marcos ou desafios, o amigo no trabalho pode ajudá-lo a reconhecer e internalizar seus sucessos e contextualizar suas falhas.

Bons confidentes possuem duas características marcantes, ambas capazes de ajudá-lo a navegar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, são excelentes ouvintes com forte intuição, o que os ajuda a perceber sua saúde emocional. Se você estiver mostrando sinais de esgotamento, ansiedade ou pensamentos depressivos, pode ter certeza de que um melhor amigo do trabalho será seu fiel sistema de alerta. Isso permitirá que você tome medidas para enfrentar esses desafios antes que eles se agravem. Ter um aliado tão confiável e empático não apenas aumenta sua confiança, mas também o incentiva a adotar uma abordagem mais resiliente em relação à sua carreira e bem-estar pessoal.

Em segundo lugar, excelentes confidentes conseguem equilibrar entre ser assertivos e dar apoio, fornecendo feedbacks honestos e construtivos, ao mesmo tempo em que incentivam suas habilidades e conquistas. Esse equilíbrio é crucial em um ambiente de trabalho, onde o crescimento muitas vezes advém de interações desafiadoras, mas solidárias.

Eles podem incentivá-lo a ampliar suas habilidades e assumir novos desafios, garantindo ao mesmo tempo que você se sinta valorizado e capaz. Essa combinação de assertividade e apoio de um melhor amigo do trabalho pode ser um poderoso catalisador para o desenvolvimento profissional, ajudando-o a evoluir em sua carreira com confiança e clareza.

As mudanças no local profissional devido à pandemia destacaram o valor de ter amizades próximas no trabalho. Dados recentes da Gallup mostram que os funcionários com um melhor amigo consistentemente relatam níveis mais altos de satisfação no emprego em todos os aspectos.

Em 2020, o ano de significativas disrupções no ambiente profissional, a presença de um melhor amigo do trabalho correspondia a um aumento de 6% na satisfação no emprego, passando de 33% em 2019 para 39%.

Para aqueles sem tal relacionamento no trabalho, os dados da Gallup refletem uma diminuição na satisfação no trabalho de 23% em 2021 para 15% em 2022. Esse declínio sugere que a ausência de uma amizade profissional pode ter se tornado mais sentida à medida que os locais de trabalho se ajustavam às novas normas.

Tudo isso para dizer que ter um confidente próximo no trabalho é importante. Essa pessoa pode ajudar a manter e potencialmente aumentar a satisfação no trabalho durante momentos desafiadores.

A evidência é clara: cultivar um relacionamento de "melhor amigo do trabalho" é mais do que apenas um benefício — é uma estratégia de carreira que gera retornos.

Desde mitigar os impactos da síndrome do impostor até melhorar significativamente a satisfação no trabalho durante momentos de mudança, uma amizade dessa natureza pode ser sua arma secreta no ambiente profissional.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/como-ter-um-melhor-amigo-do-trabalho-pode-ajudar-a-sua-carreira/
Por que ter um "melhor amigo do trabalho" é destacado como benéfico no texto?
Alternativas
Q4269415 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como ter um "melhor amigo do trabalho" pode ajudar a sua carreira


Passamos cerca de 90.000 horas no trabalho ao longo da vida. No debate sobre socializar com colegas de trabalho, existem extremos: alguns veem as amizades no local de trabalho como desnecessárias, enquanto outros socializam principalmente dentro de seu círculo profissional. Ambas as abordagens têm suas limitações.

Embora seja benéfico criar uma rede de contatos (e ser amigável) com seus colegas, ter um grande círculo de amigos no trabalho pode complicar as dinâmicas profissionais devido a possíveis conflitos de interesse e ao desafio de manter inúmeras conexões profundas. É por isso que é importante priorizar a qualidade em vez de quantidade no contexto de amizades no trabalho. Uma abordagem focada nos relacionamentos no ambiente profissional, como ter um "melhor amigo do trabalho", pode oferecer uma combinação única de apoio e compreensão, contribuindo positivamente para a carreira e a satisfação geral no trabalho.

A seguir, veja duas maneiras em que ter um amigo próximo no trabalho ajuda não apenas a lidar com dias difíceis, mas também ativamente pode aprimorar seu crescimento profissional.

A síndrome do impostor, um fenômeno psicológico no qual as pessoas duvidam de suas realizações e temem ser expostas como "fraudes", é comum no ambiente de trabalho. Um estudo de 2019 mostra que a condição afeta um amplo número de pessoas, desde adolescentes até profissionais em cargos avançados, e muitas vezes está relacionada à depressão e à ansiedade. Sentir-se deslocado entre colegas pode prejudicar significativamente o desempenho no trabalho, a satisfação profissional e levar ao esgotamento.

Uma pessoa próxima em quem você confia e que conhece seu local de trabalho tão bem quanto você pode ser fundamental para combater esses sentimentos. Ao oferecer um espaço de apoio para compartilhar suas realizações, marcos ou desafios, o amigo no trabalho pode ajudá-lo a reconhecer e internalizar seus sucessos e contextualizar suas falhas.

Bons confidentes possuem duas características marcantes, ambas capazes de ajudá-lo a navegar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, são excelentes ouvintes com forte intuição, o que os ajuda a perceber sua saúde emocional. Se você estiver mostrando sinais de esgotamento, ansiedade ou pensamentos depressivos, pode ter certeza de que um melhor amigo do trabalho será seu fiel sistema de alerta. Isso permitirá que você tome medidas para enfrentar esses desafios antes que eles se agravem. Ter um aliado tão confiável e empático não apenas aumenta sua confiança, mas também o incentiva a adotar uma abordagem mais resiliente em relação à sua carreira e bem-estar pessoal.

Em segundo lugar, excelentes confidentes conseguem equilibrar entre ser assertivos e dar apoio, fornecendo feedbacks honestos e construtivos, ao mesmo tempo em que incentivam suas habilidades e conquistas. Esse equilíbrio é crucial em um ambiente de trabalho, onde o crescimento muitas vezes advém de interações desafiadoras, mas solidárias.

Eles podem incentivá-lo a ampliar suas habilidades e assumir novos desafios, garantindo ao mesmo tempo que você se sinta valorizado e capaz. Essa combinação de assertividade e apoio de um melhor amigo do trabalho pode ser um poderoso catalisador para o desenvolvimento profissional, ajudando-o a evoluir em sua carreira com confiança e clareza.

As mudanças no local profissional devido à pandemia destacaram o valor de ter amizades próximas no trabalho. Dados recentes da Gallup mostram que os funcionários com um melhor amigo consistentemente relatam níveis mais altos de satisfação no emprego em todos os aspectos.

Em 2020, o ano de significativas disrupções no ambiente profissional, a presença de um melhor amigo do trabalho correspondia a um aumento de 6% na satisfação no emprego, passando de 33% em 2019 para 39%.

Para aqueles sem tal relacionamento no trabalho, os dados da Gallup refletem uma diminuição na satisfação no trabalho de 23% em 2021 para 15% em 2022. Esse declínio sugere que a ausência de uma amizade profissional pode ter se tornado mais sentida à medida que os locais de trabalho se ajustavam às novas normas.

Tudo isso para dizer que ter um confidente próximo no trabalho é importante. Essa pessoa pode ajudar a manter e potencialmente aumentar a satisfação no trabalho durante momentos desafiadores.

A evidência é clara: cultivar um relacionamento de "melhor amigo do trabalho" é mais do que apenas um benefício — é uma estratégia de carreira que gera retornos.

Desde mitigar os impactos da síndrome do impostor até melhorar significativamente a satisfação no trabalho durante momentos de mudança, uma amizade dessa natureza pode ser sua arma secreta no ambiente profissional.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/como-ter-um-melhor-amigo-do-trabalho-pode-ajudar-a-sua-carreira/
Como as mudanças no ambiente profissional devido à pandemia impactaram as relações de amizade no trabalho, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q4269414 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como ter um "melhor amigo do trabalho" pode ajudar a sua carreira


Passamos cerca de 90.000 horas no trabalho ao longo da vida. No debate sobre socializar com colegas de trabalho, existem extremos: alguns veem as amizades no local de trabalho como desnecessárias, enquanto outros socializam principalmente dentro de seu círculo profissional. Ambas as abordagens têm suas limitações.

Embora seja benéfico criar uma rede de contatos (e ser amigável) com seus colegas, ter um grande círculo de amigos no trabalho pode complicar as dinâmicas profissionais devido a possíveis conflitos de interesse e ao desafio de manter inúmeras conexões profundas. É por isso que é importante priorizar a qualidade em vez de quantidade no contexto de amizades no trabalho. Uma abordagem focada nos relacionamentos no ambiente profissional, como ter um "melhor amigo do trabalho", pode oferecer uma combinação única de apoio e compreensão, contribuindo positivamente para a carreira e a satisfação geral no trabalho.

A seguir, veja duas maneiras em que ter um amigo próximo no trabalho ajuda não apenas a lidar com dias difíceis, mas também ativamente pode aprimorar seu crescimento profissional.

A síndrome do impostor, um fenômeno psicológico no qual as pessoas duvidam de suas realizações e temem ser expostas como "fraudes", é comum no ambiente de trabalho. Um estudo de 2019 mostra que a condição afeta um amplo número de pessoas, desde adolescentes até profissionais em cargos avançados, e muitas vezes está relacionada à depressão e à ansiedade. Sentir-se deslocado entre colegas pode prejudicar significativamente o desempenho no trabalho, a satisfação profissional e levar ao esgotamento.

Uma pessoa próxima em quem você confia e que conhece seu local de trabalho tão bem quanto você pode ser fundamental para combater esses sentimentos. Ao oferecer um espaço de apoio para compartilhar suas realizações, marcos ou desafios, o amigo no trabalho pode ajudá-lo a reconhecer e internalizar seus sucessos e contextualizar suas falhas.

Bons confidentes possuem duas características marcantes, ambas capazes de ajudá-lo a navegar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, são excelentes ouvintes com forte intuição, o que os ajuda a perceber sua saúde emocional. Se você estiver mostrando sinais de esgotamento, ansiedade ou pensamentos depressivos, pode ter certeza de que um melhor amigo do trabalho será seu fiel sistema de alerta. Isso permitirá que você tome medidas para enfrentar esses desafios antes que eles se agravem. Ter um aliado tão confiável e empático não apenas aumenta sua confiança, mas também o incentiva a adotar uma abordagem mais resiliente em relação à sua carreira e bem-estar pessoal.

Em segundo lugar, excelentes confidentes conseguem equilibrar entre ser assertivos e dar apoio, fornecendo feedbacks honestos e construtivos, ao mesmo tempo em que incentivam suas habilidades e conquistas. Esse equilíbrio é crucial em um ambiente de trabalho, onde o crescimento muitas vezes advém de interações desafiadoras, mas solidárias.

Eles podem incentivá-lo a ampliar suas habilidades e assumir novos desafios, garantindo ao mesmo tempo que você se sinta valorizado e capaz. Essa combinação de assertividade e apoio de um melhor amigo do trabalho pode ser um poderoso catalisador para o desenvolvimento profissional, ajudando-o a evoluir em sua carreira com confiança e clareza.

As mudanças no local profissional devido à pandemia destacaram o valor de ter amizades próximas no trabalho. Dados recentes da Gallup mostram que os funcionários com um melhor amigo consistentemente relatam níveis mais altos de satisfação no emprego em todos os aspectos.

Em 2020, o ano de significativas disrupções no ambiente profissional, a presença de um melhor amigo do trabalho correspondia a um aumento de 6% na satisfação no emprego, passando de 33% em 2019 para 39%.

Para aqueles sem tal relacionamento no trabalho, os dados da Gallup refletem uma diminuição na satisfação no trabalho de 23% em 2021 para 15% em 2022. Esse declínio sugere que a ausência de uma amizade profissional pode ter se tornado mais sentida à medida que os locais de trabalho se ajustavam às novas normas.

Tudo isso para dizer que ter um confidente próximo no trabalho é importante. Essa pessoa pode ajudar a manter e potencialmente aumentar a satisfação no trabalho durante momentos desafiadores.

A evidência é clara: cultivar um relacionamento de "melhor amigo do trabalho" é mais do que apenas um benefício — é uma estratégia de carreira que gera retornos.

Desde mitigar os impactos da síndrome do impostor até melhorar significativamente a satisfação no trabalho durante momentos de mudança, uma amizade dessa natureza pode ser sua arma secreta no ambiente profissional.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/como-ter-um-melhor-amigo-do-trabalho-pode-ajudar-a-sua-carreira/
Quais são as características de bons confidentes mencionadas no texto?
Alternativas
Q4269413 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?


O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração.

O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.

A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta), como explica um artigo da National Geographic Estados Unidos intitulado "The twisted transatlantic tale of American jack-o'-lanterns" ("A distorcida história transatlântica das abóboras", em tradução livre).


Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos de quem já morreu iriam se misturar com os vivos. Em resposta ao medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas, por exemplo, segundo o artigo.

Outra história associada à escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis "passar a perna" no diabo e acabou castigado por isso.

De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, há uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o demônio com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.

No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma.

Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. 

Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico das comemorações do Halloween.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/11/napoleao-bo naparte-e-josephine-a-verdade-por-tras-de-uma-turbulenta-historia-de-amor
Por que as abóboras são usadas para representar o Halloween, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4269412 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?


O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração.

O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.

A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta), como explica um artigo da National Geographic Estados Unidos intitulado "The twisted transatlantic tale of American jack-o'-lanterns" ("A distorcida história transatlântica das abóboras", em tradução livre).


Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos de quem já morreu iriam se misturar com os vivos. Em resposta ao medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas, por exemplo, segundo o artigo.

Outra história associada à escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis "passar a perna" no diabo e acabou castigado por isso.

De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, há uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o demônio com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.

No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma.

Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. 

Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico das comemorações do Halloween.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/11/napoleao-bo naparte-e-josephine-a-verdade-por-tras-de-uma-turbulenta-historia-de-amor
Qual é o significado histórico por trás da prática de esculpir rostos aterrorizantes em abóboras durante o Halloween?
Alternativas
Q4267749 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como a tecnologia em constante evolução impacta o uso do automóvel


Estamos prestes a observar uma mudança de grande magnitude na tecnologia automotiva. Hoje, as formas de entretenimento e de uso de celular, comuns entre as pessoas minimamente conectadas, começam a fazer parte do passado. Esses recursos são uma pequena parte do que poderemos ver no futuro próximo. A recém-lançada tecnologia 5G tende a introduzir possibilidades como veículos autônomos, comunicação entre os automóveis, interação de carros com as seguradoras, rodovias, concessionários etc.

Os ganhos em segurança são inegáveis. Imagine, por exemplo, um acidente em uma estrada após uma curva fechada. Toda conectada, essa via impedirá que novos acidentes aconteçam. Ou a possibilidade de diferenciar seguros em função das maneiras de dirigir de cada motorista, ou, por fim, a capacidade de seu veículo avisar ao concessionário que a pastilha de freios deverá ser trocada em duas semanas. A tecnologia vai acionar o fornecedor, agendar o serviço e disparar uma mensagem para seu celular com as informações necessárias.

A velocidade vinte vezes maior do que a tecnologia 4G, o menor tempo de transferência de um pacote de dados e o envio de informações e recebimento de dados ao servidor local tornarão a internet ainda melhor e com mais qualidade, permitindo que novas tecnologias funcionem melhor na aplicação da Internet das Coisas (IoT) mais prática.

Para isso, investimentos deverão ser feitos para construir uma nova infraestrutura. Não basta um celular 5G para tudo acontecer. Estima-se que 20% dos investimentos em 5G serão destinados, direta ou indiretamente, à indústria automotiva.

Os novos equipamentos obrigatórios por lei serão uma realidade a partir de 2024 e trarão a obrigatoriedade do teste de impacto lateral, do alerta de colisão, de repetidores laterais de seta, do alerta de cinto de segurança solto, de luzes de rodagem diurna e do controle de estabilidade.

E outros a serem incluídos gradativamente até 2030, como a proteção de impacto ao pedestre, câmera ou sensor sonoro de ré e a proteção para impacto lateral contra postes. Vale ressaltar também que esses equipamentos elevarão o preço médio do veículo nacional, que, em março, era de R$ 150.893,27, segundo a Jato do Brasil.

Outro tema refere-se aos carros elétricos. Para mim, o Brasil ainda não está preparado para eles. Isso não significa dizer que não sejam o futuro. Ano a ano, observamos um aumento expressivo de veículos eletrificados no Brasil, atingindo participação próxima a 3,5% do mercado nacional.

Infelizmente, estamos defasados de dois a quatro anos em relação à Europa, onde a presença dos elétricos é de 12% do mercado. Portanto, não vamos pensar que nossas ruas serão tomadas por elétricos no curto prazo. Ainda falta muito, desde a legislação para tratar do assunto, passando por uma infraestrutura adequada até chegar na ampliação dos investimentos, hoje concentrados nas grandes cidades.


https://forbes.com.br/forbeslife/forbes-motors/2023/11/como-a-tecnologi a-em-constante-evolucao-impacta-o-uso-do-automovel/
Por que os novos equipamentos serão obrigatórios por lei a serem implementados a partir de  2024?
Alternativas
Q4267748 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como a tecnologia em constante evolução impacta o uso do automóvel


Estamos prestes a observar uma mudança de grande magnitude na tecnologia automotiva. Hoje, as formas de entretenimento e de uso de celular, comuns entre as pessoas minimamente conectadas, começam a fazer parte do passado. Esses recursos são uma pequena parte do que poderemos ver no futuro próximo. A recém-lançada tecnologia 5G tende a introduzir possibilidades como veículos autônomos, comunicação entre os automóveis, interação de carros com as seguradoras, rodovias, concessionários etc.

Os ganhos em segurança são inegáveis. Imagine, por exemplo, um acidente em uma estrada após uma curva fechada. Toda conectada, essa via impedirá que novos acidentes aconteçam. Ou a possibilidade de diferenciar seguros em função das maneiras de dirigir de cada motorista, ou, por fim, a capacidade de seu veículo avisar ao concessionário que a pastilha de freios deverá ser trocada em duas semanas. A tecnologia vai acionar o fornecedor, agendar o serviço e disparar uma mensagem para seu celular com as informações necessárias.

A velocidade vinte vezes maior do que a tecnologia 4G, o menor tempo de transferência de um pacote de dados e o envio de informações e recebimento de dados ao servidor local tornarão a internet ainda melhor e com mais qualidade, permitindo que novas tecnologias funcionem melhor na aplicação da Internet das Coisas (IoT) mais prática.

Para isso, investimentos deverão ser feitos para construir uma nova infraestrutura. Não basta um celular 5G para tudo acontecer. Estima-se que 20% dos investimentos em 5G serão destinados, direta ou indiretamente, à indústria automotiva.

Os novos equipamentos obrigatórios por lei serão uma realidade a partir de 2024 e trarão a obrigatoriedade do teste de impacto lateral, do alerta de colisão, de repetidores laterais de seta, do alerta de cinto de segurança solto, de luzes de rodagem diurna e do controle de estabilidade.

E outros a serem incluídos gradativamente até 2030, como a proteção de impacto ao pedestre, câmera ou sensor sonoro de ré e a proteção para impacto lateral contra postes. Vale ressaltar também que esses equipamentos elevarão o preço médio do veículo nacional, que, em março, era de R$ 150.893,27, segundo a Jato do Brasil.

Outro tema refere-se aos carros elétricos. Para mim, o Brasil ainda não está preparado para eles. Isso não significa dizer que não sejam o futuro. Ano a ano, observamos um aumento expressivo de veículos eletrificados no Brasil, atingindo participação próxima a 3,5% do mercado nacional.

Infelizmente, estamos defasados de dois a quatro anos em relação à Europa, onde a presença dos elétricos é de 12% do mercado. Portanto, não vamos pensar que nossas ruas serão tomadas por elétricos no curto prazo. Ainda falta muito, desde a legislação para tratar do assunto, passando por uma infraestrutura adequada até chegar na ampliação dos investimentos, hoje concentrados nas grandes cidades.


https://forbes.com.br/forbeslife/forbes-motors/2023/11/como-a-tecnologi a-em-constante-evolucao-impacta-o-uso-do-automovel/
Qual é uma das possibilidades mencionadas no texto que a tecnologia 5G tende a introduzir no setor automotivo?
Alternativas
Respostas
12381: A
12382: E
12383: B
12384: D
12385: A
12386: A
12387: D
12388: D
12389: A
12390: C
12391: B
12392: D
12393: A
12394: B
12395: A
12396: D
12397: D
12398: B
12399: C
12400: C