Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 52.459 questões

Q4286566 Português
A arte da dança


Contarei o milagre, mas não contarei os santos. Não lhes pedi permissão. Eram um lindo casal de brasileiros que faziam estudos avançados na Universidade de Lovaina, Bélgica. Convidados para uma recepção, lá foram eles elegantemente vestidos. Música. Danças. Dançavam eles no salão quando notaram que os outros casais paravam de dançar e formavam uma roda ao seu redor, todos a olhar para eles. Pensaram: devemos estar dançando muito bem. Aí capricharam nos passos para não desapontar a plateia, até que a música terminou. Ao se aproximarem de um professor amigo, ele lhes disse com um divertido sorriso: "É a primeira vez que vejo um casal dançando o hino nacional da Bélgica...".

(Rubem Alves, Ostra feliz não faz pérola. 2010. Adaptado.)
A respeito do texto "A arte da dança", é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4286562 Português
A arte da dança


Contarei o milagre, mas não contarei os santos. Não lhes pedi permissão. Eram um lindo casal de brasileiros que faziam estudos avançados na Universidade de Lovaina, Bélgica. Convidados para uma recepção, lá foram eles elegantemente vestidos. Música. Danças. Dançavam eles no salão quando notaram que os outros casais paravam de dançar e formavam uma roda ao seu redor, todos a olhar para eles. Pensaram: devemos estar dançando muito bem. Aí capricharam nos passos para não desapontar a plateia, até que a música terminou. Ao se aproximarem de um professor amigo, ele lhes disse com um divertido sorriso: "É a primeira vez que vejo um casal dançando o hino nacional da Bélgica...".

(Rubem Alves, Ostra feliz não faz pérola. 2010. Adaptado.)
De acordo com o texto, é correto afirmar que o casal:
Alternativas
Q4286561 Português
A arte da dança


Contarei o milagre, mas não contarei os santos. Não lhes pedi permissão. Eram um lindo casal de brasileiros que faziam estudos avançados na Universidade de Lovaina, Bélgica. Convidados para uma recepção, lá foram eles elegantemente vestidos. Música. Danças. Dançavam eles no salão quando notaram que os outros casais paravam de dançar e formavam uma roda ao seu redor, todos a olhar para eles. Pensaram: devemos estar dançando muito bem. Aí capricharam nos passos para não desapontar a plateia, até que a música terminou. Ao se aproximarem de um professor amigo, ele lhes disse com um divertido sorriso: "É a primeira vez que vejo um casal dançando o hino nacional da Bélgica...".

(Rubem Alves, Ostra feliz não faz pérola. 2010. Adaptado.)
No texto, o narrador diz: "Contarei o milagre, mas não contarei os santos. Não lhes pedi permissão ". Assinale a alternativa cuja palavra pode substituir "permissão", sem alterar o sentido da frase: 
Alternativas
Q4285781 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Conflito de gerações



    A senhora vem me reclamar da falta de educação do rapaz que lhe tomou a vaga no estacionamento, enfiando o carro na frente; um amigo se queixa dos filhos cheios de vontade e que não tomam rumo na vida, num estado de dependência que parece epidêmico; no bar, o camarada fala do absurdo que é a atitude dos jovens com tantas reinvindicações esdrúxulas. (...)


    Uma amiga reclamou que não tem conseguido nem conversar com o filho mais, sem ser chamada de repressora ou coisa pior. O caldo entornou no dia que a mãe entrou no quarto do rapazinho para arrumar a cama e foi acusada de estar cerceando a liberdade dele, que come, dorme e se veste com o suor dela.


    Não era fácil ser jovem antes, nunca foi; mas esses métodos moderninhos, permissivos, que apostam na liberdade total, criaram um problema na cabeça dos pais que sonhavam participar da primeira mudança geracional sem conflito. Mas filhos nunca querem ser iguais aos pais.


   Se alguma geração se perdeu foi a nossa. Talvez pela culpa de ter pouco tempo com as crianças ou pela decisão de oferecer uma educação sem tantos limites, como a que veio dos pais. O fato é que alguns valores e responsabilidades fundamentais até para o civismo, a convivência social se perderam.


  Os jovens de hoje já vêm conectados à rede mundial de computadores, quase equipamentos periféricos; com isso, há um excesso de informação sem filtro e um desprezo pelo conhecimento anterior, que de alguma forma é personificado por pais e professores. Quem precisa entender aquele complicado índice da Enciclopédia Britânica se basta um clique para ter o básico que basta? 


    É uma geração que só quer o básico, até porque ninguém mais quer saber tudo, até porque sabe que o tudo muda a toda hora. Pelo menos substituíram a angústia existencial pelo prazer imediato, que cabe numa música sertaneja, numa selfie, postagem ou exibição qualquer. De modo geral, não há muito espaço para pudor ou arrependimento. (...)



ESTANA, Paulo. Conflito de gerações. Correio

Braziliense. Disponível em

<https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/conflito-de-geracoes/>.

"(...) o camarada fala do absurdo que é a atitude dos jovens com tantas reinvindicações esdrúxulas."

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q4285780 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Conflito de gerações



    A senhora vem me reclamar da falta de educação do rapaz que lhe tomou a vaga no estacionamento, enfiando o carro na frente; um amigo se queixa dos filhos cheios de vontade e que não tomam rumo na vida, num estado de dependência que parece epidêmico; no bar, o camarada fala do absurdo que é a atitude dos jovens com tantas reinvindicações esdrúxulas. (...)


    Uma amiga reclamou que não tem conseguido nem conversar com o filho mais, sem ser chamada de repressora ou coisa pior. O caldo entornou no dia que a mãe entrou no quarto do rapazinho para arrumar a cama e foi acusada de estar cerceando a liberdade dele, que come, dorme e se veste com o suor dela.


    Não era fácil ser jovem antes, nunca foi; mas esses métodos moderninhos, permissivos, que apostam na liberdade total, criaram um problema na cabeça dos pais que sonhavam participar da primeira mudança geracional sem conflito. Mas filhos nunca querem ser iguais aos pais.


   Se alguma geração se perdeu foi a nossa. Talvez pela culpa de ter pouco tempo com as crianças ou pela decisão de oferecer uma educação sem tantos limites, como a que veio dos pais. O fato é que alguns valores e responsabilidades fundamentais até para o civismo, a convivência social se perderam.


  Os jovens de hoje já vêm conectados à rede mundial de computadores, quase equipamentos periféricos; com isso, há um excesso de informação sem filtro e um desprezo pelo conhecimento anterior, que de alguma forma é personificado por pais e professores. Quem precisa entender aquele complicado índice da Enciclopédia Britânica se basta um clique para ter o básico que basta? 


    É uma geração que só quer o básico, até porque ninguém mais quer saber tudo, até porque sabe que o tudo muda a toda hora. Pelo menos substituíram a angústia existencial pelo prazer imediato, que cabe numa música sertaneja, numa selfie, postagem ou exibição qualquer. De modo geral, não há muito espaço para pudor ou arrependimento. (...)



ESTANA, Paulo. Conflito de gerações. Correio

Braziliense. Disponível em

<https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/conflito-de-geracoes/>.

Assinale a alternativa cuja afirmação corresponde às ideias presentes no texto "Conflito de gerações".
Alternativas
Q4285679 Português
Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

Observe o uso da pontuação na fala da personagem Mônica, no terceiro quadrinho: “OLHA O PASSARINHO!” A exclamação contribui para:
Alternativas
Q4285678 Português
Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

Considerando os elementos verbais e não verbais presentes na tirinha, é correto afirmar que o efeito de humor é construído principalmente pela:
Alternativas
Q4285673 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

        A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar de êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas escolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante da esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então meu último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem crônica.
   
        Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que preparam para algo mais que matar a fome.
    
        Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se estivesse aguardando a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha o pedaço de bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    
        A negrinha contida na sua expectativa, olha a garrafa de coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa a um discreto ritual. A mãe remexe em uma bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
   
        São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia de bolo. E enquanto ela serve a coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menina repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “parabéns pra você, parabéns pra você...”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. De súbito, dá comigo a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    
        Assim eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

SABINO, Fernando. A última crônica. In: Para gostar de ler - Crônicas. Volume 5. São Paulo. Ática. 2003.
Leia o trecho da crônica.
"A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor."
Analise as afirmativas a seguir e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
( ) No contexto, a palavra compostura refere-se ao comportamento discreto, respeitoso e contido das personagens.
( ) A palavra compostura pode ser substituída por moderação, sem prejuízo significativo do sentido do texto.
( ) No trecho, a palavra compostura indica desorganização e agitação diante da situação vivida. 
( ) A expressão "na contenção de gestos e palavras" contribui para a construção do sentido da palavra compostura.
( ) A palavra compostura foi empregada para caracterizar um comportamento marcado pela simplicidade e pela discrição.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
Alternativas
Q4285672 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

        A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar de êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas escolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante da esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então meu último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem crônica.
   
        Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que preparam para algo mais que matar a fome.
    
        Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se estivesse aguardando a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha o pedaço de bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    
        A negrinha contida na sua expectativa, olha a garrafa de coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa a um discreto ritual. A mãe remexe em uma bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
   
        São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia de bolo. E enquanto ela serve a coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menina repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “parabéns pra você, parabéns pra você...”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. De súbito, dá comigo a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    
        Assim eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

SABINO, Fernando. A última crônica. In: Para gostar de ler - Crônicas. Volume 5. São Paulo. Ática. 2003.
Analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
( ) Ao longo da crônica, o narrador modifica sua percepção inicial ao descobrir que um acontecimento aparentemente comum pode revelar profundas experiências humanas.
( ) A descrição detalhada da comemoração do aniversário da menina tem como principal finalidade despertar no leitor um sentimento de piedade diante da pobreza da família.
( ) O encontro de olhares entre o narrador e o pai da menina contribui para transformar a relação entre observador e observado, culminando em um desfecho marcado pelo reconhecimento da dignidade humana.
( ) O desfecho da crônica evidencia que o narrador passa a compreender que a simplicidade do cotidiano pode constituir matéria-prima para a produção literária.
( ) O desfecho da crônica evidencia que o narrador continua acreditando que a literatura deve se basear apenas em fatos grandiosos, sem valorizar os elementos simples presentes no cotidiano.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
Alternativas
Q4285668 Português
Observe a imagem a seguir para responder à questão.

Leia novamente o texto presente na imagem:
“Não quero saber como as coisas se comportam. Quero inventar comportamento para as coisas.”
Considerando o sentido global do texto e o destaque dado à expressão “Quero inventar”, é correto afirmar que o eu enunciador:
Alternativas
Q4285667 Português
Observe a imagem a seguir para responder à questão.

Ainda em relação ao texto da imagem, analise as afirmativas a seguir sobre a palavra “não”, presente no primeiro período, e assinale V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) A palavra “não” é um advérbio de negação, pois exprime uma circunstância de negação ao incidir sobre o verbo quero.
( ) Se o advérbio “não” fosse retirado do texto, o sentido do primeiro período permaneceria inalterado.
( ) No contexto do Texto III, o advérbio “não” contribui para estabelecer a oposição entre o desejo de apenas conhecer a realidade e o desejo de recriá-la poeticamente.
( ) A palavra “não” é uma preposição, pois estabelece relação de dependência entre os verbos quero e saber.
( ) A palavra “não” funciona como um substantivo no primeiro período, pois nomeia uma ideia de negação apresentada pelo eu lírico.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é: 
Alternativas
Q4285661 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Insônia infeliz e feliz

Clarice Lispector  



        De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem?
    
        Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se pensa. Sente-se.
   
        Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.  
    
        Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo.
    
        As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.

Fonte:https://www.revistaprosaversoearte.com/content/uploads/2017 /01/2fb34981563848b2.jpg.Acesso em 14/07/2026.
No trecho "Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram.", o efeito de sentido produzido por essa passagem é o de: 
Alternativas
Q4285660 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Insônia infeliz e feliz

Clarice Lispector  



        De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem?
    
        Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se pensa. Sente-se.
   
        Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.  
    
        Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo.
    
        As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.

Fonte:https://www.revistaprosaversoearte.com/content/uploads/2017 /01/2fb34981563848b2.jpg.Acesso em 14/07/2026.
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4285637 Português

Leia o trecho: 


"A rapidez com que as informações circulam atualmente exige dos leitores uma postura mais criteriosa. O acesso ampliado aos conteúdos não garante, por si só, a qualidade das informações recebidas."


A interpretação adequada do trecho permite concluir que: 

Alternativas
Q4285480 Português
Analise o texto abaixo:
A preservação do meio ambiente deixou de ser apenas um debate ecológico e tornou- -se uma questão de sobrevivência para o planeta. A degradação contínua dos recursos naturais, impulsionada pelo consumo desenfreado e pela poluição industrial, tem gerado impactos climáticos severos que ameaçam a biodiversidade e a qualidade de vida das futuras gerações.
Para reverter esse cenário alarmante, é fundamental adotar medidas práticas em âmbito global e local. Governos e empresas precisam investir massivamente em fontes de energia limpa, como a solar e a eólica, além de implementar políticas rigorosas de redução de resíduos. Paralelamente, a educação ambiental nas escolas torna-se uma ferramenta indispensável para formar cidadãos mais conscientes.
Assinale a alternativa que represente corretamente a sequência final para o texto indicado, de modo a garantir a progressão textual.
Alternativas
Q4285013 Português

Numere a ordem dos parágrafos, de modo que a sequência assegure a progressão textual entre eles. 



( ) Preservar o meio ambiente, desse modo, não é apenas uma tarefa dos governos e das organizações internacionais. Cada indivíduo tem um papel fundamental a desempenhar nessa missão. A conscientização sobre a importância da preservação do meio ambiente é o primeiro passo. Pequenas ações diárias podem fazer a diferença e contribuir para um futuro mais verde e saudável.


( ) Uma das ações mais eficazes de preservar o meio ambiente é reduzir o consumo excessivo e adotar um estilo de vida mais sustentável. Isso significa optar por produtos e serviços que tenham menor impacto ambiental, como fontes de energia renovável, transporte público, produtos reciclados e orgânicos. Além disso, é fundamental adotar práticas de reciclagem, reutilização e compostagem, minimizando assim o desperdício e a quantidade de resíduos que vão parar em aterros sanitários.


( ) A preservação do meio ambiente é uma questão urgente e essencial para garantir um futuro sustentável para as próximas gerações. Nosso planeta enfrenta desafios ambientais cada vez mais sérios, como o aquecimento global, a perda de biodiversidade, a poluição do ar e da água, entre outros. É responsabilidade de todos nós adotar medidas concretas para minimizar esses problemas e proteger os recursos naturais que sustentam a vida.



Disponível em: https://cestosdelixoelixeiras.com.br/blog-lixeiras/ preservacao-do-meio-ambiente [Adaptado]. Acesso em: 05 jun. 2026.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo. 

Alternativas
Q4285012 Português

Analise a imagem abaixo: 



Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.facebook.com/zepensanu/. Acesso em: 05 jun. 2026.



Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) com base na imagem.



( ) A mensagem principal é transmitida por meio de linguagem não verbal.


( ) O texto apresenta uma contradição que atua na quebra da lógica textual.


( ) O adjetivo “presos” refere-se ao substantivo “telefones” em sentido denotativo.


( ) O período é formado por duas orações, uma subordinada e outra principal.


( ) As formas verbais “eram” e “éramos” são conjugações do verbo ‘ser’ no pretérito imperfeito do indicativo, 1ª e 3ª pessoa do plural, respectivamente.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP Provas: Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Clínico Geral | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Assistente Social | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Controlador Interno | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Enfermeiro Sanitarista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Cardiologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico do Trabalho | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Gastroenterologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Geriatra | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Ginecologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Infectologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Neurologista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Neuropediatra | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Psiquiatra | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Radiologista/Ultrassonografista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Ortopedista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Engenheiro Agrimensor | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Médico Psiquiatra Infantil | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Instrutor Desportivo | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Engenheiro Eletricista | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2026 - Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP - Psicólogo |
Q4283210 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Benefícios da exploração espacial


    Quase sempre a história das invenções está cercada de erros e acertos, contando com a colaboração de inúmeras pessoas e não apenas de um indivíduo. Quando, finalmente, a inovação quase que definitiva matura-se, seu responsável algumas vezes recebe conhecimento. A exploração espacial é, entretanto, resultado de um esforço de inúmeras pessoas, nunca um empreendimento individual. Exceto por casos excepcionais, raramente seus inventores tornam-se conhecidos publicamente: a sociedade tem dificuldades em reconhecer a origem da invenção.

    Para tornar mais claros os benefícios obtidos no passado com a exploração espacial, apresentamos abaixo uma lista de inovações oriundas de desenvolvimento de tecnologia espacial. Tal lista não está completa. Outros desenvolvimentos que advieram da busca por soluções inovadoras de manutenção de vida no espaço podem ser apreciados na referência fornecida abaixo, de onde podemos apreciar algumas aplicações:

- Protetores almofadados para calçados de corrida. A partir de um processo de montagem de capacetes espaciais, o engenheiro da NASA Frank Rudy procurou uma grande empresa de calçados e ofereceu a tecnologia na produção de tênis esportivos. Hoje em dia, quase todos os calçados usados em corridas de longa distância requerem o uso de absorvedores de impacto.

- Equipamentos de segurança para bombeiros. Dispositivos espaciais deram origem a novos e leves recursos de respiração em uso por equipes de salvamento em incêndios. Antes de 1971, esses equipamentos chegavam a pesar mais de 13 quilos.

- Ranhuras no asfalto. Foram engenheiros espaciais que descobriram o efeito de redução de escorregamento pela criação de ranhuras no asfalto. Esse arranjo foi, então, aplicado com sucesso para evitar acidentes na decolagem e aterrissagem de aviões, e são usados em larga escala em estradas e rodovias. (...)

    A importância da manutenção de um Programa Espacial para países em desenvolvimento é considerável. Maior ainda é sua importância para um país do tamanho do Brasil.


MEC. Benefícios da exploração espacial. Disponível em <https://www.gov.br/aeb/pt-br/acoes-eprogramas/aplicacoes-espaciais/beneficios-daexploracao-espacial>.
"(...) apresentamos abaixo uma lista de inovações oriundas de desenvolvimento de tecnologia espacial."

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q4283160 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Entre estrelas e engrenagens: o fascínio pela ficção científica


    De todas as histórias que já ouvi, a ficção científica é aquela que me faz olhar para o céu à noite com olhos de criança e coração de engenheiro. É uma mistura agridoce de sonhos e cálculos, onde o impossível se torna plausível e as estrelas deixam de ser apenas pontos brilhantes para se tornarem destinos.

    Imagine o futuro como um livro ainda não escrito, e a ficção científica como o rascunho audacioso. Foi assim que ela nos apresentou robôs capazes de sentir, naves que cruzam buracos de minhoca e sociedades que lutam contra a própria criação. De 2001: Uma Odisseia no Espaço a Duna, aprendemos que o futuro não é uma estrada reta, mas um emaranhado de possibilidades.

    Mas não se engane. A ficção científica não é sobre previsões. É sobre reflexões. Quando Asimov criou as três leis da robótica, ele não estava apenas escrevendo sobre máquinas; estava nos fazendo pensar sobre ética, humanidade e os limites do controle. Quando Blade Runner perguntou se os replicantes sonham com carneiros elétricos, estava perguntando, na verdade, o que é que nos torna humanos.

    Na ficção científica, até mesmo uma caneta Bic – talvez a sua – poderia ser uma pеçа essencial para salvar a galáxia. É esse poder de transformar o cotidiano em extraordinário que faz o gênero ser tão apaixonante. Ela nos lembra que, em algum canto do universo ou em alguma dobra do tempo, sempre haverá algo novo a descobrir.

    Então, da próxima vez que você folhear um livro de ficção científica ou assistir a um filme do gênero, lembre-se: você não está apenas lendo ou assistindo. Você está embarcando em uma viagem que, apesar de fictícia, carrega mais verdades do que aparenta.

    No final, talvez o maior mérito da ficção científica seja nos ensinar a ser visionários. A sonhar com universos paralelos enquanto resolvemos as equações do nosso próprio mundo.

    E quem sabe, algum dia, essas estrelas que tanto observamos se tornem tão familiares quanto o pão de queijo e o café na nossa mesa. BOTTER, Rafael. Entre estrelas e engrenagens: о fascínio pela ficção científica. Revista Conexão Literatura.


BOTTER, Rafael. Entre estrelas e engrenagens: о fascínio pela ficção científica. Revista Conexão Literatura. Disponível em <https://revistaconexaoliteratura.com.br/cronica-entreestrelas-e-engrenagens-o-fascinio-pela-ficcao-cientificapor-rafael-botter/>.
"Quando Asimov criou as três leis da robótica, ele não estava apenas escrevendo sobre máquinas"

A palavra destacada no trecho acima apresenta especificamente o sentido de:
Alternativas
Q4283158 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Entre estrelas e engrenagens: o fascínio pela ficção científica


    De todas as histórias que já ouvi, a ficção científica é aquela que me faz olhar para o céu à noite com olhos de criança e coração de engenheiro. É uma mistura agridoce de sonhos e cálculos, onde o impossível se torna plausível e as estrelas deixam de ser apenas pontos brilhantes para se tornarem destinos.

    Imagine o futuro como um livro ainda não escrito, e a ficção científica como o rascunho audacioso. Foi assim que ela nos apresentou robôs capazes de sentir, naves que cruzam buracos de minhoca e sociedades que lutam contra a própria criação. De 2001: Uma Odisseia no Espaço a Duna, aprendemos que o futuro não é uma estrada reta, mas um emaranhado de possibilidades.

    Mas não se engane. A ficção científica não é sobre previsões. É sobre reflexões. Quando Asimov criou as três leis da robótica, ele não estava apenas escrevendo sobre máquinas; estava nos fazendo pensar sobre ética, humanidade e os limites do controle. Quando Blade Runner perguntou se os replicantes sonham com carneiros elétricos, estava perguntando, na verdade, o que é que nos torna humanos.

    Na ficção científica, até mesmo uma caneta Bic – talvez a sua – poderia ser uma pеçа essencial para salvar a galáxia. É esse poder de transformar o cotidiano em extraordinário que faz o gênero ser tão apaixonante. Ela nos lembra que, em algum canto do universo ou em alguma dobra do tempo, sempre haverá algo novo a descobrir.

    Então, da próxima vez que você folhear um livro de ficção científica ou assistir a um filme do gênero, lembre-se: você não está apenas lendo ou assistindo. Você está embarcando em uma viagem que, apesar de fictícia, carrega mais verdades do que aparenta.

    No final, talvez o maior mérito da ficção científica seja nos ensinar a ser visionários. A sonhar com universos paralelos enquanto resolvemos as equações do nosso próprio mundo.

    E quem sabe, algum dia, essas estrelas que tanto observamos se tornem tão familiares quanto o pão de queijo e o café na nossa mesa. BOTTER, Rafael. Entre estrelas e engrenagens: о fascínio pela ficção científica. Revista Conexão Literatura.


BOTTER, Rafael. Entre estrelas e engrenagens: о fascínio pela ficção científica. Revista Conexão Literatura. Disponível em <https://revistaconexaoliteratura.com.br/cronica-entreestrelas-e-engrenagens-o-fascinio-pela-ficcao-cientificapor-rafael-botter/>.
O autor-narrador do texto "Entre estrelas е engrenagens: o fascínio pela ficção científica" se apresenta em:
Alternativas
Respostas
861: D
862: B
863: E
864: D
865: E
866: E
867: A
868: C
869: A
870: A
871: E
872: A
873: C
874: A
875: C
876: C
877: D
878: E
879: E
880: B