Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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I- O eu-lírico luta contra os desafios da vida com muita determinação.
II- O eu-lírico acredita que pode resolver as dificuldades da vida com esforço e planejamento.
III- O eu-lírico entende o sofrimento e as dificuldades da vida como uma parte natural.
É (São) incorreta (s) a(s) afirmação(ões):

I- A canção transmite a mensagem de que se deve viver o presente com serenidade e confiança.
II- A canção reflete uma filosofia de vida baseada na ingratidão.
III- O eu-lírico não reconhece as dificuldades de sua origem humilde.
É (São) correta( s) a(s) afirmação(ões):
Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item que se segue.
O texto informa que discursos de ódio são um tipo de comunicação que se materializa de modo violento e que ataca uma pessoa ou grupos específicos.
A respeito das ideias e de aspectos discursivos e linguísticos do texto precedente, julgue o item subsecutivo.
O tema central do texto é o conceito de justiça restaurativa, cujos elementos essenciais são detalhados no texto com o objetivo de apresentar ao leitor uma proposta de definição desse conceito.
A respeito das ideias e de aspectos discursivos e linguísticos do texto precedente, julgue o item subsecutivo.
Segundo as informações do texto, o fim da década de 70 do século passado marcou o início da abordagem do conceito de justiça restaurativa em diferentes áreas do saber.
Leia o poema Os sapos, de Manuel Bandeira, para responder a questão.
Os sapos

Leia atentamente as afirmações a seguir:
I Os versos de Manuel Bandeira são metalinguísticos.
II No poema, são mencionadas três espécies de sapo.
III Os sapos mencionados no poema são alegorias
É (São) correta (s) a(s) afirmação(ões):
A campanha de proibição de celulares nas escolas tem ganhado destaque em notícias internacionais.
Ao analisar as ideias do texto, só NÃO se pode afirmar que:
A respeito dessa descoberta, só NÃO se pode concluir que:
Visão do Correio: nova temporada da
dengue requer atenção
Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes
05/01/2025
O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.
O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.
Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.
Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.
Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior. Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______], passíveis de intervenção.
NOVA temporada da dengue requer atenção.
Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2
025/01/7026676-visao-do-correio-novatemporada-da-dengue-requer-atencao.html.
Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.
Visão do Correio: nova temporada da
dengue requer atenção
Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes
05/01/2025
O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.
O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.
Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.
Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.
Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior. Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______], passíveis de intervenção.
NOVA temporada da dengue requer atenção.
Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2
025/01/7026676-visao-do-correio-novatemporada-da-dengue-requer-atencao.html.
Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.
Visão do Correio: nova temporada da
dengue requer atenção
Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes
05/01/2025
O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.
O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.
Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.
Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.
Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior. Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______], passíveis de intervenção.
NOVA temporada da dengue requer atenção.
Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2
025/01/7026676-visao-do-correio-novatemporada-da-dengue-requer-atencao.html.
Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.
Em que parte do mundo vive o leão, o rei da selva?
O leão (Panthera leo) é um mamífero carnívoro da família Felidae, considerado o felino mais social do mundo, pois vive em rebanhos de fêmeas aparentadas. É o que explica o Instituto Nacional de Zoologia e Biologia da Conservação do Smithsonian, parte do Smithsonian Institution, um museu e complexo de pesquisas dos Estados Unidos.
Esses rebanhos podem ser compostos por várias fêmeas ou até 40 indivíduos, incluindo leões e leoas adultos, animais jovens de dois a quatro anos e filhotes, além de um ou mais machos residentes, descrevendo a fonte.
Conhecido por seu rugido alto – que pode ser ouvido a oito milhas de distância – e pela juba abundante dos machos adultos, o leão ganhou ainda mais popularidade na cultura popular com a chegada da animação de “O Rei Leão” (1994), da Disney . Cerca de 25 anos depois, a produção ganhou uma nova versão, desta vez em live-action, a qual terá sua prequela lançada em 2024. Trata-se de “Mufasa, o Rei Leão”, que chega aos cinemas mundiais em 19 de dezembro.
A nova produção não apenas convida a conhecer o fundo da história de Mufasa, mas também se torna uma boa oportunidade para aprender mais sobre o “rei da selva”, seu estado de preservação e seus hábitos no mundo animal.
Onde vivem os leões?
Embora tenham ficado conhecidos como o “rei da selva”, esses mamíferos prosperaram em uma ampla variedade de habitats, desde reservas abertas até matas densas e florestas de espinhos secos, diz o Smithsonian Institution.
Os leões africanos, por sua vez, vivem em barreiras ou savanas com grandes presas disponíveis – principalmente os animais ungulados (que são mamíferos que possuem cascos, como zebras, girafas e antílopes, por exemplo), além de território suficiente para caçar.
Esses carnívoros podem viver na maioria dos habitats, exceto em florestas tropicais e desertas, acrescenta o Animal Diversity Web (ADW), um banco de dados on-line da Universidade de Michigan (nos Estados Unidos).
Atualmente, o leão está distribuído principalmente no sul e no leste do continente africano, embora também seja encontrado na África Central e Ocidental. Em menor escala, também pode ser visto na Índia, onde uma pequena população da subespécie de leão indiano permanece na floresta de Gir.
Fora da África Subsaariana, o leão já foi encontrado no norte da África, no sudoeste da Ásia (onde desapareceu da maioria dos países nos últimos 150 anos), e até na Europa Ocidental (onde foi extinto há quase 2 mil anos), além do leste da Índia.
O “rei da selva” está vulnerável à extinção
De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os leões são os carnívoros que sobreviveram a maior contração da área onde vivem.
Os dados de 2023 da agência mostram que o território atual ocupado pelos leões é de aproximadamente 6% de sua área histórica, o que significa um declínio de 33% desde 2005 e uma queda de 36% em três gerações de leões.
Devido a essa baixa, o leão agora está listado como vulnerável à extinção, de acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN.
“As principais ameaças aos leões incluem a perda contínua de habitat e a conversão de áreas seguras, o que fez com que várias subpopulações diminuíram e ficaram isoladas. Outras ameaças importantes incluem a matança indiscriminada (principalmente devido à retaliação ou matança preventiva para proteger a vida humana e o gado) e o esgotamento da base de presas”, observa a IUCN.
Nos últimos anos, também a caça furtiva para obtenção de peças e a guerra surgiram como ameaças concretas à espécie, acrescenta o órgão de conservação.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2024/12/em-queparte-do-mundo-vive-o-leao-o-rei-da-selva (adaptado)
O texto afirma que o leão é um dos animais mais reconhecidos culturalmente, sendo associado à figura de "rei da selva". No entanto, as condições atuais da espécie mostram uma realidade preocupante. Segundo os dados da IUCN, qual é o estado de conservação atual dos leões, e o que ele representa?
Em que parte do mundo vive o leão, o rei da selva?
O leão (Panthera leo) é um mamífero carnívoro da família Felidae, considerado o felino mais social do mundo, pois vive em rebanhos de fêmeas aparentadas. É o que explica o Instituto Nacional de Zoologia e Biologia da Conservação do Smithsonian, parte do Smithsonian Institution, um museu e complexo de pesquisas dos Estados Unidos.
Esses rebanhos podem ser compostos por várias fêmeas ou até 40 indivíduos, incluindo leões e leoas adultos, animais jovens de dois a quatro anos e filhotes, além de um ou mais machos residentes, descrevendo a fonte.
Conhecido por seu rugido alto – que pode ser ouvido a oito milhas de distância – e pela juba abundante dos machos adultos, o leão ganhou ainda mais popularidade na cultura popular com a chegada da animação de “O Rei Leão” (1994), da Disney . Cerca de 25 anos depois, a produção ganhou uma nova versão, desta vez em live-action, a qual terá sua prequela lançada em 2024. Trata-se de “Mufasa, o Rei Leão”, que chega aos cinemas mundiais em 19 de dezembro.
A nova produção não apenas convida a conhecer o fundo da história de Mufasa, mas também se torna uma boa oportunidade para aprender mais sobre o “rei da selva”, seu estado de preservação e seus hábitos no mundo animal.
Onde vivem os leões?
Embora tenham ficado conhecidos como o “rei da selva”, esses mamíferos prosperaram em uma ampla variedade de habitats, desde reservas abertas até matas densas e florestas de espinhos secos, diz o Smithsonian Institution.
Os leões africanos, por sua vez, vivem em barreiras ou savanas com grandes presas disponíveis – principalmente os animais ungulados (que são mamíferos que possuem cascos, como zebras, girafas e antílopes, por exemplo), além de território suficiente para caçar.
Esses carnívoros podem viver na maioria dos habitats, exceto em florestas tropicais e desertas, acrescenta o Animal Diversity Web (ADW), um banco de dados on-line da Universidade de Michigan (nos Estados Unidos).
Atualmente, o leão está distribuído principalmente no sul e no leste do continente africano, embora também seja encontrado na África Central e Ocidental. Em menor escala, também pode ser visto na Índia, onde uma pequena população da subespécie de leão indiano permanece na floresta de Gir.
Fora da África Subsaariana, o leão já foi encontrado no norte da África, no sudoeste da Ásia (onde desapareceu da maioria dos países nos últimos 150 anos), e até na Europa Ocidental (onde foi extinto há quase 2 mil anos), além do leste da Índia.
O “rei da selva” está vulnerável à extinção
De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os leões são os carnívoros que sobreviveram a maior contração da área onde vivem.
Os dados de 2023 da agência mostram que o território atual ocupado pelos leões é de aproximadamente 6% de sua área histórica, o que significa um declínio de 33% desde 2005 e uma queda de 36% em três gerações de leões.
Devido a essa baixa, o leão agora está listado como vulnerável à extinção, de acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN.
“As principais ameaças aos leões incluem a perda contínua de habitat e a conversão de áreas seguras, o que fez com que várias subpopulações diminuíram e ficaram isoladas. Outras ameaças importantes incluem a matança indiscriminada (principalmente devido à retaliação ou matança preventiva para proteger a vida humana e o gado) e o esgotamento da base de presas”, observa a IUCN.
Nos últimos anos, também a caça furtiva para obtenção de peças e a guerra surgiram como ameaças concretas à espécie, acrescenta o órgão de conservação.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2024/12/em-queparte-do-mundo-vive-o-leao-o-rei-da-selva (adaptado)
O texto descreve as condições e ameaças enfrentadas pelos leões ao longo da história. A espécie, que já habitou diversas regiões do mundo, agora está concentrada em áreas específicas. De acordo com o texto, qual é a principal razão para o declínio da área de ocupação dos leões?
Em que parte do mundo vive o leão, o rei da selva?
O leão (Panthera leo) é um mamífero carnívoro da família Felidae, considerado o felino mais social do mundo, pois vive em rebanhos de fêmeas aparentadas. É o que explica o Instituto Nacional de Zoologia e Biologia da Conservação do Smithsonian, parte do Smithsonian Institution, um museu e complexo de pesquisas dos Estados Unidos.
Esses rebanhos podem ser compostos por várias fêmeas ou até 40 indivíduos, incluindo leões e leoas adultos, animais jovens de dois a quatro anos e filhotes, além de um ou mais machos residentes, descrevendo a fonte.
Conhecido por seu rugido alto – que pode ser ouvido a oito milhas de distância – e pela juba abundante dos machos adultos, o leão ganhou ainda mais popularidade na cultura popular com a chegada da animação de “O Rei Leão” (1994), da Disney . Cerca de 25 anos depois, a produção ganhou uma nova versão, desta vez em live-action, a qual terá sua prequela lançada em 2024. Trata-se de “Mufasa, o Rei Leão”, que chega aos cinemas mundiais em 19 de dezembro.
A nova produção não apenas convida a conhecer o fundo da história de Mufasa, mas também se torna uma boa oportunidade para aprender mais sobre o “rei da selva”, seu estado de preservação e seus hábitos no mundo animal.
Onde vivem os leões?
Embora tenham ficado conhecidos como o “rei da selva”, esses mamíferos prosperaram em uma ampla variedade de habitats, desde reservas abertas até matas densas e florestas de espinhos secos, diz o Smithsonian Institution.
Os leões africanos, por sua vez, vivem em barreiras ou savanas com grandes presas disponíveis – principalmente os animais ungulados (que são mamíferos que possuem cascos, como zebras, girafas e antílopes, por exemplo), além de território suficiente para caçar.
Esses carnívoros podem viver na maioria dos habitats, exceto em florestas tropicais e desertas, acrescenta o Animal Diversity Web (ADW), um banco de dados on-line da Universidade de Michigan (nos Estados Unidos).
Atualmente, o leão está distribuído principalmente no sul e no leste do continente africano, embora também seja encontrado na África Central e Ocidental. Em menor escala, também pode ser visto na Índia, onde uma pequena população da subespécie de leão indiano permanece na floresta de Gir.
Fora da África Subsaariana, o leão já foi encontrado no norte da África, no sudoeste da Ásia (onde desapareceu da maioria dos países nos últimos 150 anos), e até na Europa Ocidental (onde foi extinto há quase 2 mil anos), além do leste da Índia.
O “rei da selva” está vulnerável à extinção
De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os leões são os carnívoros que sobreviveram a maior contração da área onde vivem.
Os dados de 2023 da agência mostram que o território atual ocupado pelos leões é de aproximadamente 6% de sua área histórica, o que significa um declínio de 33% desde 2005 e uma queda de 36% em três gerações de leões.
Devido a essa baixa, o leão agora está listado como vulnerável à extinção, de acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN.
“As principais ameaças aos leões incluem a perda contínua de habitat e a conversão de áreas seguras, o que fez com que várias subpopulações diminuíram e ficaram isoladas. Outras ameaças importantes incluem a matança indiscriminada (principalmente devido à retaliação ou matança preventiva para proteger a vida humana e o gado) e o esgotamento da base de presas”, observa a IUCN.
Nos últimos anos, também a caça furtiva para obtenção de peças e a guerra surgiram como ameaças concretas à espécie, acrescenta o órgão de conservação.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2024/12/em-queparte-do-mundo-vive-o-leao-o-rei-da-selva (adaptado)
Sobre as ideias do texto, analise as assertivas a seguir:
I. O leão é considerado o felino mais social do mundo por viver em rebanhos compostos por diversos indivíduos, incluindo machos, fêmeas e filhotes.
II. Apesar de chamado de “rei da selva”, os leões não habitam florestas tropicais ou desertos, preferindo savanas e planícies com presas disponíveis.
III. A IUCN destaca a destruição de habitats e a caça furtiva como algumas das principais ameaças à sobrevivência dos leões, que já perderam grande parte de sua área de ocupação histórica.
IV. O texto sugere que a extinção dos leões ocorreu principalmente devido à falta de adaptação ao clima europeu e asiático.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
A compreensão e interpretação de textos exigem atenção à intenção comunicativa, à organização textual e aos elementos explícitos e implícitos. Sobre o tema, analise as afirmativas:
I. A denotação é o uso literal das palavras, enquanto a conotação traz significados subjetivos.
II. A interpretação textual deve considerar apenas o sentido denotativo das palavras.
III. Contexto e repertório cultural do leitor são elementos essenciais para a interpretação.
Sobre as afirmativas, é correto dizer que:
