Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3205390 Português

Texto para a questão.


Estruturas cerebrais mudam durante ciclo menstrual



Dois estudos independentes mostraram que a variação dos níveis de hormônios durante o ciclo menstrual, além dos sintomas já conhecidos, pode remodelar temporariamente a estrutura do cérebro. O primeiro, do Instituto Max Planck de Ciências Cognitivas e do Cérebro Humano, da Alemanha, acompanhou 27 mulheres durante o ciclo menstrual e, por meio de imagens de ressonância magnética, verificou que o volume de regiões do lobo temporal medial, associadas à memória de curto prazo e à percepção espacial, expande-se sob níveis elevados de estradiol e baixos de progesterona. O estradiol aumenta na primeira metade do ciclo menstrual e a progesterona na segunda. No outro estudo, com 30 mulheres, um grupo da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, Estados Unidos, também por ressonância magnética, identificou alterações na substância branca, que transfere informações para a substância cinzenta, quando sobem os níveis do 17β-estradiol e do hormônio luteinizante. O aumento do hormônio folículo-estimulante, antes da ovulação, foi associado à massa cinzenta mais espessa. Os significados dessas modificações ainda são incertos (Nature, 5 de outubro; bioRxiv, 10 de outubro; ScienceAlert, 19 de outubro).



ESTRUTURAS cerebrais mudam durante ciclo menstrual. Pesquisa Fapesp, dezembro de 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/estruturascerebrais-mudam-durante-ciclo-menstrual/. Acesso em: 11 jan. 2024.

Qual dos fragmentos a seguir revela uma estratégia de organização das informações centrais apresentadas no texto?
Alternativas
Q3205389 Português

Texto para a questão.


Estruturas cerebrais mudam durante ciclo menstrual



Dois estudos independentes mostraram que a variação dos níveis de hormônios durante o ciclo menstrual, além dos sintomas já conhecidos, pode remodelar temporariamente a estrutura do cérebro. O primeiro, do Instituto Max Planck de Ciências Cognitivas e do Cérebro Humano, da Alemanha, acompanhou 27 mulheres durante o ciclo menstrual e, por meio de imagens de ressonância magnética, verificou que o volume de regiões do lobo temporal medial, associadas à memória de curto prazo e à percepção espacial, expande-se sob níveis elevados de estradiol e baixos de progesterona. O estradiol aumenta na primeira metade do ciclo menstrual e a progesterona na segunda. No outro estudo, com 30 mulheres, um grupo da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, Estados Unidos, também por ressonância magnética, identificou alterações na substância branca, que transfere informações para a substância cinzenta, quando sobem os níveis do 17β-estradiol e do hormônio luteinizante. O aumento do hormônio folículo-estimulante, antes da ovulação, foi associado à massa cinzenta mais espessa. Os significados dessas modificações ainda são incertos (Nature, 5 de outubro; bioRxiv, 10 de outubro; ScienceAlert, 19 de outubro).



ESTRUTURAS cerebrais mudam durante ciclo menstrual. Pesquisa Fapesp, dezembro de 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/estruturascerebrais-mudam-durante-ciclo-menstrual/. Acesso em: 11 jan. 2024.

Qual é o sentido veiculado pelas expressões sublinhadas nesse texto?
Alternativas
Q3205388 Português

Texto para a questão.


Estruturas cerebrais mudam durante ciclo menstrual



Dois estudos independentes mostraram que a variação dos níveis de hormônios durante o ciclo menstrual, além dos sintomas já conhecidos, pode remodelar temporariamente a estrutura do cérebro. O primeiro, do Instituto Max Planck de Ciências Cognitivas e do Cérebro Humano, da Alemanha, acompanhou 27 mulheres durante o ciclo menstrual e, por meio de imagens de ressonância magnética, verificou que o volume de regiões do lobo temporal medial, associadas à memória de curto prazo e à percepção espacial, expande-se sob níveis elevados de estradiol e baixos de progesterona. O estradiol aumenta na primeira metade do ciclo menstrual e a progesterona na segunda. No outro estudo, com 30 mulheres, um grupo da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, Estados Unidos, também por ressonância magnética, identificou alterações na substância branca, que transfere informações para a substância cinzenta, quando sobem os níveis do 17β-estradiol e do hormônio luteinizante. O aumento do hormônio folículo-estimulante, antes da ovulação, foi associado à massa cinzenta mais espessa. Os significados dessas modificações ainda são incertos (Nature, 5 de outubro; bioRxiv, 10 de outubro; ScienceAlert, 19 de outubro).



ESTRUTURAS cerebrais mudam durante ciclo menstrual. Pesquisa Fapesp, dezembro de 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/estruturascerebrais-mudam-durante-ciclo-menstrual/. Acesso em: 11 jan. 2024.

Segundo esse texto,
Alternativas
Q3205383 Português
Leia o texto para responder à questão.


Esse poema é para quem?


As aparências enganam. Sempre existe a nudez da verdade por baixo das casualidades


Publicado em 17 de novembro de 2023 | Por Fabrício Carpinejar


O ciúme é falar sem pensar. É falhar sem pensar.


    Se você tivesse se reservado o direito de meditar por alguns minutos, chegaria à conclusão de que não há nada de comprometedor no comportamento do outro. 

    As aparências enganam. Sempre existe a nudez da verdade por baixo das casualidades.

    Eu diria até que o ciúme é mais preventivo do que real. Você o usa para sondar, para avisar, para advertir, nem tem aquela pretensão toda de desmascarar alguém.

    Eu sinto ciúme, minha esposa sente ciúme. Tentamos controlar o nosso radar para não culminar na chatice da possessividade e na arbitrariedade do controle. 

    Já protagonizei cenas em que falei algo e me arrependi de ter duvidado de Beatriz. Foi bobagem da minha parte sob o pretexto de preocupação e receio quanto à segurança. Antes — hoje confesso com vergonha — achava um perigo ela ir sozinha a uma roda de samba. Como se ela não pudesse se defender. Como se ela fosse minha filha menor de idade. Só faltava recomendar não beber.

    O melhor ciúme é o que se mostra mesmo infundado, o que deixa o ciumento com cara de detetive fracassado e renova a lealdade entre o casal.

    Minha esposa encontrou uma folha com a minha letra em cima da mesa.

Estava escrito:

“Por muito tempo achei que a ausência é falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

    A ausência é um estar em mim.

    E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim”.

    E logo veio me questionar, brandindo a folha, sobre para quem eu tinha feito aquele poema lindo.

Já chegou chutando a porta:

    — Espero que não tenha sido para nenhuma ex!

    Ela pensava que eu estava tendo uma recaída. Não tinha cabimento. Escorpianos não têm recaídas. São vingativos, ora bolas. Quando esquecem uma pessoa, enterram-na para sempre.

    Fiz cara de culpado para criar suspense — não sou bobo de perder essa chance de ter razão, são momentos raros no meu relacionamento — e respondi:

    — Foi um sentimento sincero. Não podemos censurar. Trata-se de uma saudade violenta.

Ela se mostrava contrariada:

— Tá confessando, então…

Antes que apanhasse sem concluir a história, larguei uma charada:

    — Mas acho que será difícil descobrir de quem o poema fala.

Ela ficou intrigada:

— __________?

Eu esclareci:

    — Pois a pessoa que escreveu está morta. É um poema de Carlos Drummond de Andrade.

    — Da próxima vez que sentir ciúme, saiba com quem está casada. Eu não escrevo tão bem.


CARPINEJAR, Fabrício. Esse poema é para quem? O Tempo, 17 de novembro de 2023. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/essepoema-e-para-quem-1.3275457. Acesso em: 10 jan. 2024. Adaptado.
Tendo como base a frase que encerra o texto, analise as afirmativas a seguir.

I. O narrador escreve bem.
II. A esposa do narrador não sabia ler.
III. Carlos Drummond de Andrade escrevia bem.

É(São) conteúdo(s) pressuposto(s) da derradeira frase
Alternativas
Q3205382 Português
Leia o texto para responder à questão.


Esse poema é para quem?


As aparências enganam. Sempre existe a nudez da verdade por baixo das casualidades


Publicado em 17 de novembro de 2023 | Por Fabrício Carpinejar


O ciúme é falar sem pensar. É falhar sem pensar.


    Se você tivesse se reservado o direito de meditar por alguns minutos, chegaria à conclusão de que não há nada de comprometedor no comportamento do outro. 

    As aparências enganam. Sempre existe a nudez da verdade por baixo das casualidades.

    Eu diria até que o ciúme é mais preventivo do que real. Você o usa para sondar, para avisar, para advertir, nem tem aquela pretensão toda de desmascarar alguém.

    Eu sinto ciúme, minha esposa sente ciúme. Tentamos controlar o nosso radar para não culminar na chatice da possessividade e na arbitrariedade do controle. 

    Já protagonizei cenas em que falei algo e me arrependi de ter duvidado de Beatriz. Foi bobagem da minha parte sob o pretexto de preocupação e receio quanto à segurança. Antes — hoje confesso com vergonha — achava um perigo ela ir sozinha a uma roda de samba. Como se ela não pudesse se defender. Como se ela fosse minha filha menor de idade. Só faltava recomendar não beber.

    O melhor ciúme é o que se mostra mesmo infundado, o que deixa o ciumento com cara de detetive fracassado e renova a lealdade entre o casal.

    Minha esposa encontrou uma folha com a minha letra em cima da mesa.

Estava escrito:

“Por muito tempo achei que a ausência é falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

    A ausência é um estar em mim.

    E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim”.

    E logo veio me questionar, brandindo a folha, sobre para quem eu tinha feito aquele poema lindo.

Já chegou chutando a porta:

    — Espero que não tenha sido para nenhuma ex!

    Ela pensava que eu estava tendo uma recaída. Não tinha cabimento. Escorpianos não têm recaídas. São vingativos, ora bolas. Quando esquecem uma pessoa, enterram-na para sempre.

    Fiz cara de culpado para criar suspense — não sou bobo de perder essa chance de ter razão, são momentos raros no meu relacionamento — e respondi:

    — Foi um sentimento sincero. Não podemos censurar. Trata-se de uma saudade violenta.

Ela se mostrava contrariada:

— Tá confessando, então…

Antes que apanhasse sem concluir a história, larguei uma charada:

    — Mas acho que será difícil descobrir de quem o poema fala.

Ela ficou intrigada:

— __________?

Eu esclareci:

    — Pois a pessoa que escreveu está morta. É um poema de Carlos Drummond de Andrade.

    — Da próxima vez que sentir ciúme, saiba com quem está casada. Eu não escrevo tão bem.


CARPINEJAR, Fabrício. Esse poema é para quem? O Tempo, 17 de novembro de 2023. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/essepoema-e-para-quem-1.3275457. Acesso em: 10 jan. 2024. Adaptado.
Para o narrador, o ciúme
Alternativas
Q3205271 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A TERRA 'QUENTE' NA IMPRENSA: CONFIABILIDADE DE NOTÍCIAS SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL

Celso Dal Ré Carneiro; João Cláudio Toniolo

As consequências da possibilidade de que o clima no futuro seja significativamente mais quente que o atual, conforme tem sido divulgado pelos meios de comunicação, tem preocupado as pessoas. Na grande mídia impressa nacional, nos últimos três ou quatro anos o assunto do 'aquecimento global antropogênico' tem aparecido com tanta frequência que muitos acreditam ser a ameaça real e inevitável. O problema tem sido largamente debatido por especialistas, mas, ao contrário do que sugere a grande mídia, ainda não se atingiu um consenso em torno do assunto. Nos veículos de comunicação raramente aparecem vozes dissonantes para questionar algum componente da discussão.
A compreensão dos fatores determinantes dos padrões climáticos mundiais desafia tanto os pesquisadores especializados como a população em geral, sobretudo devido às recentes conclusões do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, 2007). O IPCC projeta um cenário radical que afetará a Terra inteira, considerando a polêmica hipótese de ser o dióxido de carbono (CO2) a principal causa do aquecimento. Haverá eventos climáticos extremos, mudanças de ecossistemas, ascensão do nível do mar, migração de populações, desaparecimento de geleiras de altitude, redução das calotas polares e alterações da disponibilidade de recursos. Embora a qualidade da pesquisa científica seja crucial para que se possam elaborar planos de ação prudente e proativa, o mais perigoso aspecto da atual mudança climática refere-se às incertezas sobre as taxas previstas de mudança climática e a natureza exata das mudanças (Robinson, Dowsett, Apr. 2010).

Texto adaptado de: CARNEIRO, C.; TONIOLO, J.C. A Terra 'quente' na imprensa: confiabilidade de notícias sobre aquecimento global. Hist. Cienc. Saúde. Manguinhos 19 (2), Jun 2012 ) 
Todas as assertivas a seguir estão de acordo com o texto, EXCETO: 
Alternativas
Q3204610 Português

Lily Gladstone se torna a primeira atriz indígena a ganhar um Globo de Ouro


Atriz venceu por sua atuação em "Assassinos da Rua das Flores", dirigido por Martin Scorsese


Lily Gladstone fez história no Globo de Ouro no domingo (8), quando se tornou a primeira pessoa que se identifica como indígena a ganhar o prêmio de Melhor Atriz em Drama durante a cerimônia.

Gladstone venceu por sua atuação no drama dirigido por Martin Scorsese “Assassinos da Rua das Flores”, no qual estrela ao lado de Leonardo DiCaprio e Robert De Niro.

“Este é um caso histórico. Não pertence apenas a mim. Estou segurando agora, segurando com todas as minhas lindas irmãs”, disse ela durante seu discurso.

Falando inicialmente na língua Blackfeet, Gladstone continuou dizendo que a Nação Blackfeet é a “bela comunidade, nação que me criou e me encorajou a continuar, continuar fazendo isso”.

Ela também homenageou sua mãe, que a acompanhou na cerimônia no domingo, dizendo: “minha mãe, embora não seja Blackfeet, trabalhou incansavelmente para levar nosso idioma às nossas salas de aula, então tive uma professora de inglês Blackfeet enquanto crescia”.

Gladstone expressou sua gratidão por poder falar “um pouco” de sua língua “porque neste negócio, os atores nativos costumavam falar suas falas em inglês e então os mixadores de som as rodavam de trás para frente para conseguir os idiomas nativos diante das câmeras”.

Passando a mencionar a nação Osage, centrada em “Flower Moon”, Gladstone encerrou seu discurso dizendo que este prêmio é para as crianças que “se viram representadas em nossas histórias contadas por nós mesmos em nossas próprias palavras, com tremendos aliados e tremendos confiar.”

Gladstone cresceu na reserva Blackfeet, no noroeste de Montana, de acordo com o The Guardian, contando à publicação em 2017 que viveu em terras da reserva até os 11 anos de idade. Ela tem afiliações tribais que incluem Kainai, Amskapi Piikani e Nimi’ipuu First Nations.

Em “Assassinos da Rua das Flores”, ela interpreta Mollie Burkhart, uma mulher osage que é esposa de Ernest Burkhart, de DiCaprio. Isso marca a primeira indicação e vitória de Gladstone ao Globo.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/lily-gladstone-se-torna-aprimeira-atriz-indigena-a-ganhar-um-globo-de-ouro/

O adjetivo utilizado no título “Lily Gladstone se torna a primeira atriz indígena a ganhar um Globo de Ouro” é importante porque
Alternativas
Q3204609 Português

Lily Gladstone se torna a primeira atriz indígena a ganhar um Globo de Ouro


Atriz venceu por sua atuação em "Assassinos da Rua das Flores", dirigido por Martin Scorsese


Lily Gladstone fez história no Globo de Ouro no domingo (8), quando se tornou a primeira pessoa que se identifica como indígena a ganhar o prêmio de Melhor Atriz em Drama durante a cerimônia.

Gladstone venceu por sua atuação no drama dirigido por Martin Scorsese “Assassinos da Rua das Flores”, no qual estrela ao lado de Leonardo DiCaprio e Robert De Niro.

“Este é um caso histórico. Não pertence apenas a mim. Estou segurando agora, segurando com todas as minhas lindas irmãs”, disse ela durante seu discurso.

Falando inicialmente na língua Blackfeet, Gladstone continuou dizendo que a Nação Blackfeet é a “bela comunidade, nação que me criou e me encorajou a continuar, continuar fazendo isso”.

Ela também homenageou sua mãe, que a acompanhou na cerimônia no domingo, dizendo: “minha mãe, embora não seja Blackfeet, trabalhou incansavelmente para levar nosso idioma às nossas salas de aula, então tive uma professora de inglês Blackfeet enquanto crescia”.

Gladstone expressou sua gratidão por poder falar “um pouco” de sua língua “porque neste negócio, os atores nativos costumavam falar suas falas em inglês e então os mixadores de som as rodavam de trás para frente para conseguir os idiomas nativos diante das câmeras”.

Passando a mencionar a nação Osage, centrada em “Flower Moon”, Gladstone encerrou seu discurso dizendo que este prêmio é para as crianças que “se viram representadas em nossas histórias contadas por nós mesmos em nossas próprias palavras, com tremendos aliados e tremendos confiar.”

Gladstone cresceu na reserva Blackfeet, no noroeste de Montana, de acordo com o The Guardian, contando à publicação em 2017 que viveu em terras da reserva até os 11 anos de idade. Ela tem afiliações tribais que incluem Kainai, Amskapi Piikani e Nimi’ipuu First Nations.

Em “Assassinos da Rua das Flores”, ela interpreta Mollie Burkhart, uma mulher osage que é esposa de Ernest Burkhart, de DiCaprio. Isso marca a primeira indicação e vitória de Gladstone ao Globo.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/lily-gladstone-se-torna-aprimeira-atriz-indigena-a-ganhar-um-globo-de-ouro/

No período “Lily Gladstone fez história no Globo de Ouro no domingo (8), quando se tornou a primeira pessoa que se identifica como indígena a ganhar o prêmio de Melhor Atriz em Drama durante a cerimônia.”, a expressão sublinhada apresenta, no contexto, o sentido de 
Alternativas
Q3204607 Português

Lily Gladstone se torna a primeira atriz indígena a ganhar um Globo de Ouro


Atriz venceu por sua atuação em "Assassinos da Rua das Flores", dirigido por Martin Scorsese


Lily Gladstone fez história no Globo de Ouro no domingo (8), quando se tornou a primeira pessoa que se identifica como indígena a ganhar o prêmio de Melhor Atriz em Drama durante a cerimônia.

Gladstone venceu por sua atuação no drama dirigido por Martin Scorsese “Assassinos da Rua das Flores”, no qual estrela ao lado de Leonardo DiCaprio e Robert De Niro.

“Este é um caso histórico. Não pertence apenas a mim. Estou segurando agora, segurando com todas as minhas lindas irmãs”, disse ela durante seu discurso.

Falando inicialmente na língua Blackfeet, Gladstone continuou dizendo que a Nação Blackfeet é a “bela comunidade, nação que me criou e me encorajou a continuar, continuar fazendo isso”.

Ela também homenageou sua mãe, que a acompanhou na cerimônia no domingo, dizendo: “minha mãe, embora não seja Blackfeet, trabalhou incansavelmente para levar nosso idioma às nossas salas de aula, então tive uma professora de inglês Blackfeet enquanto crescia”.

Gladstone expressou sua gratidão por poder falar “um pouco” de sua língua “porque neste negócio, os atores nativos costumavam falar suas falas em inglês e então os mixadores de som as rodavam de trás para frente para conseguir os idiomas nativos diante das câmeras”.

Passando a mencionar a nação Osage, centrada em “Flower Moon”, Gladstone encerrou seu discurso dizendo que este prêmio é para as crianças que “se viram representadas em nossas histórias contadas por nós mesmos em nossas próprias palavras, com tremendos aliados e tremendos confiar.”

Gladstone cresceu na reserva Blackfeet, no noroeste de Montana, de acordo com o The Guardian, contando à publicação em 2017 que viveu em terras da reserva até os 11 anos de idade. Ela tem afiliações tribais que incluem Kainai, Amskapi Piikani e Nimi’ipuu First Nations.

Em “Assassinos da Rua das Flores”, ela interpreta Mollie Burkhart, uma mulher osage que é esposa de Ernest Burkhart, de DiCaprio. Isso marca a primeira indicação e vitória de Gladstone ao Globo.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/lily-gladstone-se-torna-aprimeira-atriz-indigena-a-ganhar-um-globo-de-ouro/

Nos parágrafos iniciais do texto, a intenção do autor é a de
Alternativas
Q3204520 Português

Leia a tirinha a seguir.


Q14.png (358×358)



Em que se baseia o humor dessa tirinha?

Alternativas
Q3204509 Português

Leia o texto a seguir para resolver à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Analisando-se as informações apresentadas no primeiro parágrafo do texto, NÃO é possível pressupor que, no Brasil, em 2023,
Alternativas
Q3204508 Português

Leia o texto a seguir para resolver à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Leia as afirmativas a seguir.

I. Auxilia no desenvolvimento de um pensamento crítico.
II. Possibilita alterações na pirâmide social.
III. Desenvolve a capacidade de manipulação das redes sociais.
IV. Permite o acesso a ideias e a perspectivas diversas.

De acordo com o texto, são ações propiciadas pelos livros e pela leitura as afirmativas indicadas na opção
Alternativas
Q3204507 Português

Leia o texto a seguir para resolver à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Analisando-se as características de forma e de conteúdo do texto apresentado, pode-se afirmar que ele é de caráter
Alternativas
Q3204024 Português



G1. O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade.

Disponível em:

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2024/02/28/o-que-edeepfake-e-como-ele-e-usado-para-distorcer-realidade.ghtml. Acesso em: 27 jan. 2025.

No texto, a palavra deepfake
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Q3204018 Português
No trecho “Concluiu que é o fim da civilização, e ia enforcar-se numa camisa esporte, estampada, quando esta, movida por vento súbito, saiu pelos ares, qual bandeira solta.” (linhas 14-17), evidencia-se um tom
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Q3204017 Português
É objetivo do texto
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Q3204006 Português

Leia o texto para responder a questão. 




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Disponível em: .Disponível em: <https://biaburin.medium.com/10-tirinhas-em-que-armandinho-nos-faz-refletir-sobre-quest%C3%B5esimportantes-e-atuais-dd3f4c4e18de>. Acesso em: 18 dez. 2023. 



Sobre a construção do sentido humorístico da tirinha, o aspecto essencial para seu entendimento é: 

Alternativas
Q3203737 Português
Observe o texto abaixo:

A conversa entre Mafalda e seus amigos:
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Q3203706 Português
Leia o texto abaixo.

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ARIONAURO. Charge poluição sonora no trânsito. In: Arionauro Cartuns, 20 ago. 2019. Disponível em: https://meulink.fit/qkUELnRDgJOxyvv. Acesso em: 12 jun. 2024. (P00072868_SUP)
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5045: C
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