Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O conceito de motivação (nível individual) conduz ao de clima organizacional (nível da organização). Os seres humanos estão continuamente engajados no ajustamento a uma variedade de situações, no sentido de satisfazer suas necessidades e manter um equilíbrio emocional. Isto pode ser definido como um estado de ajustamento. Tal ajustamento não se refere somente à satisfação das necessidades fisiológicas e de segurança, mas também à satisfação das necessidades de pertencer a um grupo social, de estima e de autorrealização.
É a frustração dessas necessidades que causa muitos problemas de ajustamento. Como a satisfação dessas necessidades superiores depende muito de outras pessoas, particularmente daquelas que estão em posições de autoridade, torna-se importante para a administração compreender a natureza do ajustamento e do desajustamento das pessoas.
O ajustamento, como a inteligência e as aptidões, varia de uma pessoa para outra e dentro do mesmo indivíduo de um momento para outro. Varia dentro de um continuum e pode ser definido em vários graus, mais do que em tipos. Um bom ajustamento denota saúde mental. Uma das maneiras de se definir saúde mental é descrever as características de pessoas mentalmente sadias. Essas características básicas são: sentem-se bem consigo mesmas; sentem-se bem em relação ao outro; são capazes de enfrentar por si as demandas da vida.
Fonte: Chiavenato, I. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2019.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O conceito de motivação (nível individual) conduz ao de clima organizacional (nível da organização). Os seres humanos estão continuamente engajados no ajustamento a uma variedade de situações, no sentido de satisfazer suas necessidades e manter um equilíbrio emocional. Isto pode ser definido como um estado de ajustamento. Tal ajustamento não se refere somente à satisfação das necessidades fisiológicas e de segurança, mas também à satisfação das necessidades de pertencer a um grupo social, de estima e de autorrealização.
É a frustração dessas necessidades que causa muitos problemas de ajustamento. Como a satisfação dessas necessidades superiores depende muito de outras pessoas, particularmente daquelas que estão em posições de autoridade, torna-se importante para a administração compreender a natureza do ajustamento e do desajustamento das pessoas.
O ajustamento, como a inteligência e as aptidões, varia de uma pessoa para outra e dentro do mesmo indivíduo de um momento para outro. Varia dentro de um continuum e pode ser definido em vários graus, mais do que em tipos. Um bom ajustamento denota saúde mental. Uma das maneiras de se definir saúde mental é descrever as características de pessoas mentalmente sadias. Essas características básicas são: sentem-se bem consigo mesmas; sentem-se bem em relação ao outro; são capazes de enfrentar por si as demandas da vida.
Fonte: Chiavenato, I. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2019.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Liberdade na vida é ter um amor para se prender. A gente reclama muito da dependência, mas como é maravilhosa a dependência! Confiar no outro.
Confiar no outro a ponto de não somente repartir a memória, mas repartir as fantasias. Confiar no outro a ponto de esquecer quem se foi, sem que o outro esteja junto.
É talvez chegar em casa e contar seu dia e só sentir que teve um dia quando a gente conta como foi. É como se o ouvido da outra pessoa fosse nossos olhos. Amar é uma confissão.
Amar é justamente quando o sussurro funciona muito melhor do que um grito...
Fabrício Carpinejar
https://www.pensador.com/frase/ODMxMTcw/
Em relação ao texto, considere as seguintes afirmações:
I. O texto de Fabrício Carpinejar apresenta uma reflexão profunda sobre o amor e a liberdade, propondo um paradoxo: a verdadeira liberdade está em prender-se ao outro pelo amor.
II. As palavras dependência e memória são acentuadas pela mesma regra, enquanto a palavra "SÓ" é acentuada por ser uma oxítona terminada em "O".
III. Na frase "Confiar no outro a ponto de esquecer quem se foi, sem que o outro esteja junto", a vírgula foi usada para separar as orações subordinadas na estrutura da frase, indicando uma pausa e auxiliando na clareza da ideia.
Está CORRETO o que se afirma em:
Analise o cartaz a seguir.

Assinale a opção que se mostra adequada aos termos e às imagens do cartaz acima.

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O futuro merece toda a nossa atenção devido, principalmente, ao fato de ser abstrato; entretanto, é preciso olhá-lo com objetividade para obter sucesso, desdenhando de experiências passadas.
( ) Ao citar os conhecimentos do povo Aymara e o escritor inglês Samuel Taylor Coleridge e suas ideias sobre como experienciamos a vida, o autor do texto agrega credibilidade às suas ideias acerca do tema apresentado.
( ) Os povos originários são responsáveis pela falta de conhecimento que hoje enfrentamos na construção do nosso futuro.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

De acordo com as ideias veiculadas no texto CG5A1, julgue o item a seguir.
Entende-se da leitura do texto que 70% do PIB da América do Sul advém de atividades direta ou indiretamente relacionadas à floresta amazônica.
De acordo com as ideias veiculadas no texto CG5A1, julgue o item a seguir.
O ciclo de chuva descrito no segundo parágrafo caracteriza uma particularidade da floresta amazônica.
De acordo com as ideias veiculadas no texto CG5A1, julgue o item a seguir.
Segundo o texto, o ponto de não retorno da floresta amazônica ocorrerá antes de 2045, caso a situação atual não seja alterada.
De acordo com as ideias veiculadas no texto CG5A1, julgue o item a seguir.
Da leitura do texto depreende-se que o restabelecimento do equilíbrio da floresta amazônica, que tem reflexos em todo o planeta, envolve um sistema complexo que deve ser considerado como um todo, e não em cada uma de suas partes, de forma isolada.
De acordo com as ideias veiculadas no texto CG5A1, julgue o item a seguir.
No quarto parágrafo, o emprego da expressão “Da mesma forma” evidencia a relação de analogia entre o risco à fauna e à flora e a ameaça aos padrões de chuva, mencionada no fim do parágrafo anterior.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
A candura da chuva
E as chuvas voltaram. Elas, que nos tinham abandonado, para nos advertir de quanto precisamos delas. No jardim, o verde da folhagem resplandeceu. Uma goteira intermitente, caindo sobre uma folha grande (nunca sei os nomes das plantas), repete, em espaços certos, um som musical que me agrada. Foi por causa de gota assim, repetida, que Chopin criou o prelúdio da Gota d’água.
Para mim, em minha deliciosa clausura, o que a chuva tem de mais importante são os sons. Tantos e tão variados. Sobre as folhas, sobre a areia, sobre o cimento, sobre o balde de alumínio. Depois, escorrendo nas telhas. Quem mora engavetado num apartamento não sabe o que seja a chuva correndo, escorrendo, se esfregando nas telhas. É preciso morar em casas térreas.
Quando nós éramos meninos, as casas tinham uma outra telha de vidro, e a gente não só ouvia, como via a chuva deslizando, resvalando, tinindo no beiral da nossa casa já morta, lá longe, onde os bois mugiam suplicantes de madrugada. Lá longe, onde os carneiros, no entardecer, tinham olhos desavisados. Lá longe, onde os sapos assobiavam uma música dodecafônica. Lá longe, onde dormem, profundamente, os nossos mortos e a nossa puerícia. Quão enganosa e ligeira foi a infância!
Esta chuva, que está caindo desde ontem e continua caindo, agora me traz algumas esperanças que estavam a morrer. Não se detenham, amigos, em pensamentos pessimistas, nem chorem a dor que ainda não doeu. Somos homens e a palavra “homem” sinonimiza com força e liberdade. Eu sou livre, mesmo neste quarto de portas fechadas. Só o fato de eu querer continuar preso me cobre de todas as liberdades da vida. Meu corpo, grande e farto, coberto de liberdades. O espírito diáfano, com uma asa em cada omoplata, tem todo o céu do sonho para voar.
Faz-me bem esta chuva. Não quero dizer, com isto, que a poesia tenha voltado. Nem irei garantir que ela tenha havido um dia. Quero comunicar, a sei lá quem, que estou bem e que este bem, que me vai por dentro e me veste o corpo, deve estar com alguns de vocês, que preferem a chuva ao êxito; a chuva ao poder; a chuva ao dinheiro; a chuva à sociedade; a chuva ao smoking. Tenho chuva e amor. Uma coisa e outra são prazeres que embevecem. As duas coisas se completam, em nós... e o homem aquiescente aceita a paz, afinal, como o único bem da terra.
Ah, não estou ligando para as notícias dos jornais. Não foi Deus quem as escreveu. Foram os homens. Estão todas truncadas, intrigadas, todas. Sou livre. A liberdade completa é não querer e não poder. Brindemos essa chuva, que me aumenta a capacidade de ir escrevendo essas verdades intatas, sem grande sentido aparente, sem nenhuma importância fundamental. O fundamental que fique a cargo dos poderosos. Não quero mais que a música reminiscente da chuva que está caindo e a mão do amor sobre minha fronte e meus cabelos.
MARIA, A. A candura da chuva. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 132-134.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
A candura da chuva
E as chuvas voltaram. Elas, que nos tinham abandonado, para nos advertir de quanto precisamos delas. No jardim, o verde da folhagem resplandeceu. Uma goteira intermitente, caindo sobre uma folha grande (nunca sei os nomes das plantas), repete, em espaços certos, um som musical que me agrada. Foi por causa de gota assim, repetida, que Chopin criou o prelúdio da Gota d’água.
Para mim, em minha deliciosa clausura, o que a chuva tem de mais importante são os sons. Tantos e tão variados. Sobre as folhas, sobre a areia, sobre o cimento, sobre o balde de alumínio. Depois, escorrendo nas telhas. Quem mora engavetado num apartamento não sabe o que seja a chuva correndo, escorrendo, se esfregando nas telhas. É preciso morar em casas térreas.
Quando nós éramos meninos, as casas tinham uma outra telha de vidro, e a gente não só ouvia, como via a chuva deslizando, resvalando, tinindo no beiral da nossa casa já morta, lá longe, onde os bois mugiam suplicantes de madrugada. Lá longe, onde os carneiros, no entardecer, tinham olhos desavisados. Lá longe, onde os sapos assobiavam uma música dodecafônica. Lá longe, onde dormem, profundamente, os nossos mortos e a nossa puerícia. Quão enganosa e ligeira foi a infância!
Esta chuva, que está caindo desde ontem e continua caindo, agora me traz algumas esperanças que estavam a morrer. Não se detenham, amigos, em pensamentos pessimistas, nem chorem a dor que ainda não doeu. Somos homens e a palavra “homem” sinonimiza com força e liberdade. Eu sou livre, mesmo neste quarto de portas fechadas. Só o fato de eu querer continuar preso me cobre de todas as liberdades da vida. Meu corpo, grande e farto, coberto de liberdades. O espírito diáfano, com uma asa em cada omoplata, tem todo o céu do sonho para voar.
Faz-me bem esta chuva. Não quero dizer, com isto, que a poesia tenha voltado. Nem irei garantir que ela tenha havido um dia. Quero comunicar, a sei lá quem, que estou bem e que este bem, que me vai por dentro e me veste o corpo, deve estar com alguns de vocês, que preferem a chuva ao êxito; a chuva ao poder; a chuva ao dinheiro; a chuva à sociedade; a chuva ao smoking. Tenho chuva e amor. Uma coisa e outra são prazeres que embevecem. As duas coisas se completam, em nós... e o homem aquiescente aceita a paz, afinal, como o único bem da terra.
Ah, não estou ligando para as notícias dos jornais. Não foi Deus quem as escreveu. Foram os homens. Estão todas truncadas, intrigadas, todas. Sou livre. A liberdade completa é não querer e não poder. Brindemos essa chuva, que me aumenta a capacidade de ir escrevendo essas verdades intatas, sem grande sentido aparente, sem nenhuma importância fundamental. O fundamental que fique a cargo dos poderosos. Não quero mais que a música reminiscente da chuva que está caindo e a mão do amor sobre minha fronte e meus cabelos.
MARIA, A. A candura da chuva. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 132-134.
Julgue o item que se segue, referente ao vocabulário e à estrutura linguística do texto CG4A1.
A expressão “bem como” (primeiro período do terceiro parágrafo) exprime ideia de adição.
Julgue o item subsequente, com base nas ideias do texto CG4A1.
Infere-se do texto que a exposição a poluentes tóxicos pode afetar o cérebro, os órgãos e o sistema imunológico de crianças de forma mais intensa que os de adultos.
Julgue o item subsequente, com base nas ideias do texto CG4A1.
A presença de recomendações aos Estados no texto sugere que, de maneira geral, esses entes são negligentes em relação ao desenvolvimento infantil na formulação de suas políticas públicas.
Julgue o item subsequente, com base nas ideias do texto CG4A1.
A degradação ambiental põe em risco a capacidade de as crianças atingirem seu pleno potencial de desenvolvimento porque, entre outros motivos, as impede de experimentar atividades ao ar livre e de interagir e brincar em ambientes naturais.
Julgue o item subsequente, com base nas ideias do texto CG4A1.
De acordo com o texto, atingir o pleno potencial de desenvolvimento consiste em um dos direitos das crianças.