Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3380578 Português
Oscar: conheça a história da premiação de cinema mais antiga em vigor

        O Oscar foi criado em 1927 com sua primeira cerimônia em 1929, em Los Angeles. Essa é a premiação de cinema mais antiga em vigor, que premia as melhores produções cinematográficas.
(Fonte: Rayane Moura)

        A temporada de premiações já está entre nós! Recentemente, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou os indicados ao Oscar 2023. Com isso, uma curiosidade se despertou: qual foi o primeiro prêmio de Hollywood? Pensando nisso, resolvemos dar uma explicação rápida sobre essa história!

O 1º prêmio de Hollywood

        A premiação mais cobiçada do cinema, também é a mais antiga de Hollywood. O Oscar foi criado em 1927 e teve sua primeira cerimônia em 1929, em Los Angeles. Essa é a premiação de cinema mais antiga em vigor, e sua função é premiar as melhores produções cinematográficas. Atualmente, está em sua 95ª edição, além de ser um evento milionário que atrai muitos espectadores anualmente.

        O surgimento do Oscar teve relação com o processo de expansão que o cinema americano passou no século 20, sobretudo na década de 1920. Naquele momento, grandes nomes do ramo resolveram unir-se para criar uma organização que fosse responsável pela imagem de Hollywood, onde os filmes eram produzidos.

        Com isso, nasceu a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas ou Academy of Motion Picture Arts and Science (AMPAS), no inglês. Essa associação foi oficialmente fundada no dia 11 de maio de 1927 e surgiu após uma ideia de um dos chefes da Metro-GoldwynMayer (ou MGM, empresa norte-americana de produção, distribuição de filmes e programas televisivos), Louis B. Mayer.

        A associação servia para cuidar da imagem dos estúdios de cinema de Hollywood e resolver problemas trabalhistas, e teve como primeiro presidente Douglas Fairbanks, um dos principais atores norte-americanos do começo do século XX. Logo, os membros que formaram a Ampas decidiram que era necessária a criação de uma cerimônia para premiar os melhores filmes produzidos a cada ano.

        E foi assim que em 1927, nascia a ideia que deu origem ao Oscar, a cerimônia de premiação de cinema mais famosa do mundo. A primeira cerimônia organizada pela Ampas foi realizada em 16 de maio de 1929 e premiou os melhores filmes de 1927 e 1928. O evento contou com a presença de 270 pessoas, que já sabiam quem eram os vencedores e tiveram de desembolsar U$5 para assisti-la. De lá pra cá, o Oscar se transformou em um evento multimilionário.

(Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/oscar-conheca-a-historia-dapremiacao-de-cinema-mais-antiga-em-vigor/)
A partir das leitura do texto, é correto afirmar que:
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Q3380577 Português

Qual a origem da expressão “sem eira, nem beira”?

        Este não é um post sobre ciência como a maioria das pessoas imaginam, mas enquadro na categoria humanidades. Bom, descobri o significado da expressão “sem eira, nem beira” passeando pelas ladeiras de Olinda, em Pernambuco. Durante o Brasil colonial, os ricos construíam suas casas com três acabamentos no telhado. De baixo para cima, as partes eram chamadas de eira, beira e tribeira. As casas dos pobres eram feitas apenas com tribeira. Assim, quando um filho (a) de rico queria se casar com um pobre, os pais não se conformavam: “Ora, pois! Mas a casa dele (a) não tem eira, nem beira!” 


(Fonte: https://segredosdomundo.r7.com/sem-eira-nem-beira/)


O assunto principal do texto é:

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Q3380576 Português

Análise a tirinha para resolver a questão:

Imagem associada para resolução da questão


Após a leitura do quadrinho, pode-se deduzir que:

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Q3380575 Português
Os provérbios populares são conhecidos por se tratar de frases curtas, diretas que carregam um tipo de conhecimento popular, às vezes como uma lição de moral ou, até mesmo, um estímulo emocional. Sobre o seguinte provérbio “Para bom entendedor, meia palavra basta.” pode-se afirmar:
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Q3380224 Português

Texto 1 


Menino e madeira 


     


CARRASCOZA, João Anzanello. Menino e madeira. In: ______. Ilustr. Nelson Cruz. Uns e outros: histórias de duplas. Curitiba: Cia. Bras. de Educação e Sistemas de Ensino, 2021. p.15-16. Fragmento. 

João Anzanello Carrascoza é um escritor premiado, redator e professor universitário, considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira da contemporaneidade.


Em relação ao conto “Menino e madeira”, é possível afirmar que  

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Q3380059 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.


O Dilúvio

(Lenda Kaiapó)


    Certa vez, um caçador de tatu, cavando a terra, descobriu um grosso cipó. Esse cipó era a veia prin    cipal da Terra e quando foi cortado pelo caçador, jorrou uma quantidade tão grande de água, que o mundo ficou todo inundado. Os animais morreram e os indígenas treparam nas árvores mais altas, que não ficaram submersas.


    As águas demoraram muito a baixar e os sobreviventes ficaram magrinhos e fracos, pois não conseguiam descer das árvores. Não morreram, mas se transformaram em cupins e vespões, que passaram a fazer suas casas nos topos das árvores, revelando sua origem humana.


    Desse dilúvio, salvaram-se apenas uma velha e um casal de crianças, porque a senhora entrou em um enorme pilão, junto com as crianças, que depois lacrou com cera. Não se esqueceu também de colocar várias cabacinhas contendo sementes de alimentos amarrados ao redor do pilão, para fazer roça quando tudo voltasse ao normal.


    Os indígenas que vieram depois do dilúvio são descendentes dos que se salvaram. 

De acordo com o texto, por qual motivo a senhora indígena colocou “cabacinhas” com sementes de alimentos ao redor do pilão?
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Q3379859 Português
'Não sei onde vamos parar', diz cientista sobre frequência de eventos climáticos extremos.

Especialistas ouvidos pelo Terra alertam que as consequências do aquecimento global podem antecipar projeçõe s sobre extinção da vida humana.

17 maio 2024
Hugo Barbosa

    O agravamento do aquecimento global, nos últimos anos, aliado aos eventos climáticos extremos recentes, como as enchentes que atingiram 458 cidades no estado do Rio Grande do Sul, no início de maio, levanta várias questões no meio científico, incluindo a possibilidade de uma extinção em massa da humanidade devido às variações de temperatura no planeta. Especialistas ouvidos pelo Terra alertam, no entanto, que as mudanças climáticas podem ser mais extremas, catastróficas e, o que é pior, mais rápidas do que o projetado.
    Na avaliação de Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, a população humana deve se preparar para cenários pessimistas decorrentes do aquecimento global em um período mais curto do que o projetado em meios acadêmicos. "Existem projeções de aquecimento do planeta para daqui até o fim do século, não precisa nem ir tão longe assim, de milhões de anos, não", comenta, referindo-se à pesquisa da Universidade de Bristol, cujos modelos climáticos indicam que os mamíferos serão extintos em 250 milhões de anos.  
    "Podemos chegar ao aquecimento médio de temperatura no planeta de aproximadamente 4 graus, se nada for feito e se continuarmos acelerando a emissão de gases. Com 4 graus, a extinção em massa de espécies no planeta é algo seguro e garantido. Não há dúvida.", alerta Márcio Astrini, do Observatório do Clima. Astrini cita como base o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que conta com mais de 600 cientistas para estudar, debater e projetar os impactos das mudanças climáticas. O documento, divulgado em 2023, detalha as consequências devastadoras do aumento das emissões de gases do efeito estufa em todo o mundo: a destruição de casas, a perda de meios de subsistência e a extinção de comunidades.
    Astrini cita ainda a perda de espécies inteiras em todo o ecossistema marinho, dificuldade de produzir comida na quantidade que produzimos hoje e escassez da água potável. "O ser humano vai ter baixa capacidade adaptativa e alguns vão sobreviver, outros não. É isso que vai acontecer se continuarmos assim", diz.
De acordo com o relatório, cerca de metade da população global já vive, por exemplo, em situações de escassez severa de água, durante pelo menos um mês por ano, enquanto as altas temperaturas facilitam a disseminação de doenças vetoriais, como a malária.
     Na mesma linha de Astrini, Francisco Milanez, diretor científico da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), ressalta que a pior catástrofe socioambiental da história do Rio Grande do Sul é um alerta de como as consequências das mudanças climáticas já são uma realidade. Segundo ele, a realidade gaúcha afasta a ideia de aquecimento global como um problema abstrato e distante da vida da população do planeta. "Tanto o planeta como o Brasil estão emitindo alertas constantes por meio desses eventos climáticos extremos. Nunca vimos isso na história do País", afirma.
    Milanez cita um estudo realizado por pesquisadores do ClimaMeter, que indica que as mudanças climáticas provocadas pela ação humana, especialmente a emissão de gases do efeito estufa liberados com a queima de combustíveis fósseis, tornaram as chuvas no Rio Grande do Sul mais intensas.
    "Se continuarmos assim, nesse ritmo, não sei onde vamos parar. Não será preciso milhões de anos, se permanecermos assim", completa.

https://www.terra.com.br/planeta/meio-ambiente
O texto possui características que permitem identificá-lo como  
Alternativas
Q3379829 Português

As regras da sensatez


Rui Veloso



Nunca voltes ao lugar


Onde já foste feliz


Por muito que o coração diga


Não faças o que ele diz



Nunca mais voltes à casa


Onde ardeste de paixão


Só encontrarás erva rasa


Por entre as lajes do chão



Nada do que por lá vires


Será como no passado


Não queiras reacender


Um lume já apagado



São as regras da sensatez


Vais sair a dizer que desta, desta é de vez



Por grande a tentação


Que te crie a saudade


Não mates a recordação


Que lembra a felicidade



Nunca voltes ao lugar


Onde o arco-íris se pôs


Só encontrarás a cinza


Que dá na garganta nós



São as regras da sensatez


Vais sair a dizer que desta, desta é de vez

Para o eu lírico devemos:
Alternativas
Q3379789 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Para que a ansiedade climática não seja paralisante

Por * Maurício Gonzalez

05/06/2024

    Chegamos ao mês de celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente atravessados pela urgência climática. Entre 2023 e 2024, só no Brasil, acompanhamos uma dura sequência de eventos impactantes pela proporção e devastação, além da alta frequência em ocorrências. Chuvas no litoral de São Paulo, seca no Amazonas, enchentes no Recife e, agora, a tragédia no Rio Grande do Sul. Todos representam o que cientistas sempre alertaram: eventos climáticos, cada vez de maiores proporções, serão ainda mais frequentes.
    Mesmo que tais avisos não sejam recentes, é inegável que estão se materializando para toda a sociedade. Especialmente, com o apoio dos meios de comunicação dispostos a noticiar o assunto com a atenção e cuidado que merece. [...] Se nos meios de comunicação o tema está em prioridade na pauta do dia, as análises de mercado também apontam para um mesmo caminho, sob o ponto de vista do consumidor. Uma pesquisa disponibilizada na Gente, plataforma de conhecimento e insights da Globo, aponta que a ansiedade climática figura em primeiro lugar dentre os temas capazes de impactar nas decisões de consumo e no comportamento da população em 2024. 
    Boa parte da percepção sobre esse tema no Brasil vem de experiências com ondas de calor, chuvas intensas e desastres naturais. Aproximadamente 79% dos brasileiros declararam que sentem os impactos severos de mudanças no clima onde vivem; e 85% acreditam que os efeitos das mudanças climáticas no país serão ainda piores nos próximos 10 anos. Este índice está bem acima da média global, que é de 71% e só foi superado pelos entrevistados na Coreia do Sul (88%). Essa angústia coletiva é plenamente justificada quando nos deparamos com a informação de que 2.797 municípios brasileiros decretaram estado de emergência ou de calamidade por causa de desastres naturais e fenômenos climáticos extremos no último ano, de acordo com a Defesa Civil Nacional.
    “A sensação de impotência e frustração surge com a ação insuficiente dos poderes e a falta de consciência em outros setores da população”, disse a psicoterapeuta britânica Caroline Hickman ao explicar a ansiedade climática ou ecoansiedade.
    Então fica uma provocação: nos falta consciência ou tal ansiedade tem gerado uma inércia limitante? Quando vamos ter um Dia Mundial do Meio Ambiente menos dramático e com avanços concretos nessa pauta? 
    Em tempos em que o Planeta Terra já fecha a conta no ‘cheque especial’ – a demanda da humanidade por recursos naturais supera a capacidade do planeta de produzir ou renovar esses recursos ao longo de um ano – há uma necessidade urgente de se encarar os riscos associados ao clima. Mas, acima de tudo, precisamos nos cobrar uma postura de resiliência que perpassará toda a sociedade, da iniciativa pública à privada, do individual ao coletivo.
     Entendo que é preciso redobrar a nossa capacidade de se antecipar e lidar com impactos causados pelas mudanças climáticas de maneira oportuna e eficiente. Precisamos construir estruturas e sistemas sustentáveis, flexíveis e duráveis, com a ajuda de colegas, parceiros e outras lideranças. E uma autoanálise, urgente e permanente, se estamos fazendo o suficiente para lidar com o que o aquecimento global representa.
    A ansiedade climática, aqui, é encarada como um motor para a transformação dessa realidade que assusta e acomete, principalmente, os mais vulneráveis. Cabe a nós, sociedade e empresas, estarmos dispostos a promover mudanças num movimento que chegue a todos, de forma democrática, justa e eficaz. E no timing da urgência que nos tem sido exposta, diariamente. 


* Maurício Gonzalez é Diretor do Centro de Serviços Compartilhados da Globo (Adaptadohttps://umsoplaneta.globo.com) 
Analise as afirmativas a seguir.

I- A ansiedade climática é uma condição que impede atitudes preventivas e sustentáveis.
II- O aquecimento global representa uma das consequências das mudanças climáticas.
III- A maioria dos brasileiros estão pessimistas quanto ao futuro climático.

De acordo com o texto, está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): 
Alternativas
Q3378536 Português

“Não ponha limites à sua vida!


Procure ouvir as notas harmoniosas e sublimes do canto maravilhoso que se evola da natureza. Viva sorridente e alegre, para espantar as preocupações, para aliviar as lutas.


Mergulhe sua alma na alma da natureza: absorva a luz do sol, goze a suavidade da lua, contemple o esplendor das estrelas, aspire o perfume das flores.


A vida é bela, apesar das dores e dos contratempos.”


Carlos Torres Pastorino


Na abordagem do tema de que trata o texto, o autor: 

Alternativas
Q3377698 Português

Leia o texto:



De acordo com os resultados do Censo 2022, o Brasil possui mais mulheres do que homens em sua população. Em 2022, 48,5% dos brasileiros eram homens e 51,5% eram mulheres. Isso significa que existem 6,0 milhões de mulheres a mais do que homens no nosso país. 



Entre as pessoas com até 19 anos de idade, os homens são a maioria; pois nascem mais meninos do que meninas no Brasil. Por outro lado, a partir do grupo de 25 a 29 anos, a proporção de mulheres se torna maioria em todas as regiões. E acima dos 60 anos essa diferença vai crescendo ainda mais.


Texto adaptado. Disponível em: https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-obrasil/populacao/18320-quantidade-de-homens-e-mulheres.html. Acesso em: 20 maio 2024.


Com base nas informações contidas no texto acima, julgue os itens.


I. O número de homens em relação ao de mulheres vai decrescendo à medida que ambos envelhecem.



II. Os homens são maioria no Brasil, embora o IBGE aponte 48,5% de brasileiros em relação a 51,5% de mulheres em 2022.



III. Nascem mais meninos do que meninas, segundo o Censo de 2022 do IBGE, porém há 6,0 milhões de mulheres a mais do que homens no nosso país.

Alternativas
Q3377608 Português
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https://www.ivancabral.com

No diálogo entre pai e filho a expressão, entre aspas, provoca um efeito de humor cujo tema é: 
Alternativas
Q3377083 Português

INSTRUÇÃO: Leia o artigo a seguir para responder à questão.


A arte (e o negócio) de produzir sínteses


Em pouco mais de um século, a expectativa de vida no Brasil passa de 34 para 77 anos. Em face desse salto formidável, como explicar que, quanto mais tem aumentado o nosso tempo de vida, menos tempo temos para as coisas da vida? Estamos sempre “correndo contra o tempo”!


O notável polímata Herbert Simon aponta como causa subjacente desse paradoxo o confronto entre o crescimento exponencial da informação disponível e a limitação da capacidade de concentração total ou parcial da mente em algo. Em síntese: “riqueza de informação cria pobreza de atenção”. Respostas contemporâneas massivas a esse fenômeno, apontado por Simon há mais de meio século, são os vídeos de 60 segundos no Tik Tok e o limite de 280 caracteres nas mensagens veiculadas na plataforma X (o limite era de 140 no começo do então Twitter).


No regime da “economia da atenção”, produzir sínteses se torna uma arte e um negócio.



PLONSKI, Guilherme Ary. A arte (e o negócio) de produzir sínteses. Jornal da USP, 2023. Disponível em: https://jornal. usp.br/articulistas/guilherme-ary-plonski/a-arte-e-o-negocio-deproduzir-sinteses/. Acesso em: 29 set. 2023. [Fragmento]

De acordo com o texto, 
Alternativas
Q3376882 Português
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https://jeremiascartoons.blogspot.com 

A temática proposta pelo cartunista é:
Alternativas
Q3376879 Português
“Chamado de rio da integração nacional, o São Francisco percorre sete estados brasileiros: Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. As águas do Velho Chico correm por 521 cidades e apoiam o abastecimento das casas, a irrigação de plantações, a geração de energia e a navegação. Nos trechos em que passa por estados nordestinos, o rio ganha maior importância: o São Francisco representa ali cerca de dois terços da disponibilidade de água doce da região.”
http://www.brasil.gov.br

Com base no texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3376875 Português
Imagem associada para resolução da questão
https://www.comunicaquemuda.com.br

A campanha acima, tem o propósito comunicativo de:
Alternativas
Q3376874 Português
“As belezas das enormes áreas de cultivo de Fruticultura no Vale do São Francisco estão diretamente ligadas à fertilidade dos inúmeros empregos gerados no setor. Potencial espaço para vagas, o setor agropecuário, nos últimos 10 anos em Pernambuco, cresceu 26% na quantidade de postos de trabalho. A sustentação desse cenário tem uma explicação importante: o cultivo de uva e manga na região.”
https://revistadafruta.com.br

Com base no texto, o que promove o crescimento da fruticultura e o potencial de empregos no setor no Vale do São Francisco é o cultivo, principalmente, da:
Alternativas
Q3376827 Português

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A temática proposta pelo cartunista é a: 

Alternativas
Q3376824 Português
“Petrolina é uma cidade localizada no sertão de Pernambuco, ficando a quase 800 quilômetros de distância da capital do estado, Recife. Conforme o Censo de 2020, Petrolina se tornou a terceira maior cidade do estado de Pernambuco, com incríveis 388.145 habitantes. O que mais se pode esperar é muita música, cultura, arte e lugares incríveis para conhecer na cidade. Para os quem tem vontade de uma viagem para o nordeste, tendo em mente roteiros diferentes das praias, essa é uma das melhores opções.”
https://radardosertao.com

Com base no texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3376820 Português
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https://portal.varzeapaulista.sp.gov.br

O propósito comunicativo da campanha acima é: 
Alternativas
Respostas
5021: C
5022: A
5023: B
5024: D
5025: B
5026: D
5027: B
5028: D
5029: D
5030: E
5031: B
5032: D
5033: C
5034: C
5035: E
5036: E
5037: D
5038: C
5039: C
5040: B