Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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I - Cerca de um bilhão de pessoas no mundo equivale a um sexto de todos os humanos no planeta;
II - Cerca de um bilhão de pessoas são afetados pelas chamadas “doenças negligenciadas”;
III - “Doenças negligenciadas” são enfermidades constantemente pesquisadas pela indústria farmacêutica.
Dos itens acima:

FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm
Reino Unido
O Reino Unido deixará de usar tecnologia da Huawei em novo sistema de emergência. As potências ocidentais vêm acusando a empresa de ser usada como instrumento de espionagem do governo chinês, o que a Huawei nega. O jornal britânico The Daily Telegraph foi quem publicou a decisão britânica em primeira mão.
Fonte: BBC News (com adaptações)
Com base no texto 'Reino Unido', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto afirma que a Huawei está sendo acusada de envolvimento com o tráfico de animais.
II. Segundo o texto, as potências ocidentais vem acusando a Huawei de envolvimento em ações de espionagem do governo chinês.
Marque a alternativa CORRETA:
Reino Unido
O Reino Unido deixará de usar tecnologia da Huawei em novo sistema de emergência. As potências ocidentais vêm acusando a empresa de ser usada como instrumento de espionagem do governo chinês, o que a Huawei nega. O jornal britânico The Daily Telegraph foi quem publicou a decisão britânica em primeira mão.
Fonte: BBC News (com adaptações)
Com base no texto 'Reino Unido', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com o texto, as potências ocidentais vêm acusando a Huawei de envolvimento com a poluição de rios no Reino Unido.
II. Segundo o texto, o britânico The Daily Telegraph foi o primeiro jornal a divulgar a notícia informada no texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Reino Unido
O Reino Unido deixará de usar tecnologia da Huawei em novo sistema de emergência. As potências ocidentais vêm acusando a empresa de ser usada como instrumento de espionagem do governo chinês, o que a Huawei nega. O jornal britânico The Daily Telegraph foi quem publicou a decisão britânica em primeira mão.
Fonte: BBC News (com adaptações)
Com base no texto 'Reino Unido', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, o vocábulo "potências" é um substantivo.
II. O texto afirma que a Huawei está sendo acusada de envolvimento com o tráfico de drogas.
Marque a alternativa CORRETA:
Reino Unido
O Reino Unido deixará de usar tecnologia da Huawei em novo sistema de emergência. As potências ocidentais vêm acusando a empresa de ser usada como instrumento de espionagem do governo chinês, o que a Huawei nega. O jornal britânico The Daily Telegraph foi quem publicou a decisão britânica em primeira mão.
Fonte: BBC News (com adaptações)
Com base no texto 'Reino Unido', leia as afirmativas a seguir:
I. Segundo o texto, a Huawei vem sendo acusada de estar envolvida em ações de espionagem em favor do governo chinês.
II. No texto, o vocábulo "mão" é classificado como preposição.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia, com atenção, o texto a seguir, pois a questão é referente a ele.
Prevenir ou remediar – envelhecimento e saúde
Envelhecimento e saúde são temas que atraem os pesquisadores. A população brasileira envelhece cada vez mais, mas traz preocupações para os sistemas de saúde.
Os brasileiros envelhecem a passos apressados.
A faixa etária que mais cresce entre nós é a que passou dos 60 anos. A expectativa de vida ao nascer, que mal ultrapassava os 40 anos, no início do século passado, atingiu 76 anos e não para de aumentar.
O envelhecimento populacional, que experimentamos nos últimos 50 anos, levou o dobro de tempo para ocorrer nos países europeus industrializados.
Motivo de orgulho, esse aumento expressivo da longevidade, no entanto, vem acompanhado da necessidade de investimentos e de organização do sistema de saúde para a nova realidade.
Envelhecemos mal. Cerca de 90% dos nossos conterrâneos chegam aos 60 anos com pelo menos uma doença crônica. Embora ainda não tenhamos nos livrado das transmissíveis, enfermidades cardiovasculares, câncer, diabetes, degenerações neurológicas e outras patologias degenerativas são hoje as principais causas de morbidade e mortalidade.
A cada novo inquérito epidemiológico, os níveis de obesidade estão mais altos. Na última avaliação, 54% dos adultos caem na faixa de excesso de peso (IMC entre 25 e 29,9). Pior, cerca de 20% são obesos (IMC acima de 30).
A obesidade é um pacote que traz com ela hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, doenças reumatológicas e problemas ortopédicos entre outros males.
A Sociedade Brasileira de Diabetes estima que existam 14 a 15 milhões de brasileiros com a doença, número que provavelmente subestima os que andam pelas ruas com glicemias elevadas sem ter recebido o diagnóstico.
O progresso e o desenvolvimento tecnológico nos trouxeram a possibilidade de ganharmos a vida no conforto das cadeiras e fartura de alimentos, combinação perversa que se tornou a fonte dos males modernos.
Cerca de 50% das mulheres e dos homens chegam aos 60 anos com hipertensão arterial, prevalência que não para de aumentar, à medida que a idade avança.
Pressão alta e diabetes causam complicações graves: infarto do miocárdio, AVC, insuficiência renal, cegueira, feridas que não cicatrizam, amputações e outros agravos que provocam sofrimento e despesas para o sistema de saúde.
A assistência médica talvez seja o único ramo da economia em que a incorporação de tecnologia aumenta os preços do produto final. A cada procedimento, exame novo ou medicamento descoberto incorporado à prática clínica, os custos sobem.
Os gastos com saúde ficaram tão elevados que se tornaram impagáveis. No SUS, a saída é negar o atendimento quando as verbas se esgotam, recurso que a lei impede de ser adotado pela Saúde Suplementar. As consequências serão o aumento das filas à espera de tratamentos no sistema público e a falência dos planos de saúde, que ficarão cada vez mais restritos aos de maior poder aquisitivo.
O progresso e o desenvolvimento tecnológico nos trouxeram a possibilidade de ganharmos a vida no conforto das cadeiras e fartura de alimentos, combinação perversa que se tornou a fonte dos males modernos. Sedentarismo e excesso de peso estão por trás dos principais problemas que enfrentamos.
O sistema púbico e os planos de saúde precisam investir na prevenção e na atenção primária, para interferir antes que as doenças se instalem. A alternativa é o caos.
Drauzio Varella - médico cancerologista e escritor.
Leia, com atenção, o texto a seguir, pois a questão é referente a ele.
Prevenir ou remediar – envelhecimento e saúde
Envelhecimento e saúde são temas que atraem os pesquisadores. A população brasileira envelhece cada vez mais, mas traz preocupações para os sistemas de saúde.
Os brasileiros envelhecem a passos apressados.
A faixa etária que mais cresce entre nós é a que passou dos 60 anos. A expectativa de vida ao nascer, que mal ultrapassava os 40 anos, no início do século passado, atingiu 76 anos e não para de aumentar.
O envelhecimento populacional, que experimentamos nos últimos 50 anos, levou o dobro de tempo para ocorrer nos países europeus industrializados.
Motivo de orgulho, esse aumento expressivo da longevidade, no entanto, vem acompanhado da necessidade de investimentos e de organização do sistema de saúde para a nova realidade.
Envelhecemos mal. Cerca de 90% dos nossos conterrâneos chegam aos 60 anos com pelo menos uma doença crônica. Embora ainda não tenhamos nos livrado das transmissíveis, enfermidades cardiovasculares, câncer, diabetes, degenerações neurológicas e outras patologias degenerativas são hoje as principais causas de morbidade e mortalidade.
A cada novo inquérito epidemiológico, os níveis de obesidade estão mais altos. Na última avaliação, 54% dos adultos caem na faixa de excesso de peso (IMC entre 25 e 29,9). Pior, cerca de 20% são obesos (IMC acima de 30).
A obesidade é um pacote que traz com ela hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, doenças reumatológicas e problemas ortopédicos entre outros males.
A Sociedade Brasileira de Diabetes estima que existam 14 a 15 milhões de brasileiros com a doença, número que provavelmente subestima os que andam pelas ruas com glicemias elevadas sem ter recebido o diagnóstico.
O progresso e o desenvolvimento tecnológico nos trouxeram a possibilidade de ganharmos a vida no conforto das cadeiras e fartura de alimentos, combinação perversa que se tornou a fonte dos males modernos.
Cerca de 50% das mulheres e dos homens chegam aos 60 anos com hipertensão arterial, prevalência que não para de aumentar, à medida que a idade avança.
Pressão alta e diabetes causam complicações graves: infarto do miocárdio, AVC, insuficiência renal, cegueira, feridas que não cicatrizam, amputações e outros agravos que provocam sofrimento e despesas para o sistema de saúde.
A assistência médica talvez seja o único ramo da economia em que a incorporação de tecnologia aumenta os preços do produto final. A cada procedimento, exame novo ou medicamento descoberto incorporado à prática clínica, os custos sobem.
Os gastos com saúde ficaram tão elevados que se tornaram impagáveis. No SUS, a saída é negar o atendimento quando as verbas se esgotam, recurso que a lei impede de ser adotado pela Saúde Suplementar. As consequências serão o aumento das filas à espera de tratamentos no sistema público e a falência dos planos de saúde, que ficarão cada vez mais restritos aos de maior poder aquisitivo.
O progresso e o desenvolvimento tecnológico nos trouxeram a possibilidade de ganharmos a vida no conforto das cadeiras e fartura de alimentos, combinação perversa que se tornou a fonte dos males modernos. Sedentarismo e excesso de peso estão por trás dos principais problemas que enfrentamos.
O sistema púbico e os planos de saúde precisam investir na prevenção e na atenção primária, para interferir antes que as doenças se instalem. A alternativa é o caos.
Drauzio Varella - médico cancerologista e escritor.
I. O risco de extinção de algumas espécies de baleias motivou a proibição da caça comercial desses mamíferos. II. O consumo de baleias faz parte da cultura japonesa, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A notícia informa que o Japão vai proibir a pesca comercial de atum a partir de 2019. II. O vocábulo "baleias" é um pronome.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O vocábulo "Autoridades" é uma interjeição. II. O vocábulo "anunciou" refere-se ao ato de divulgar ou dar conhecimento sobre um fato ou decisão, por exemplo.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O vocábulo "comer" é um verbo. II. A decisão adotada pelo Japão não agradou a alguns grupos de ambientalistas.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O texto refere-se às medidas de combate à corrupção adotadas pelo governo japonês. II. De acordo com o texto, a retomada na caça comercial de baleias vem recebendo amplo apoio de todos os grupos de ambientalistas.
Marque a alternativa CORRETA:
