Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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(---) Segundo resultados da pesquisa, alimentos ultraprocessados geram ganho de peso, provavelmente porque são fáceis de mastigar. (---) Uma dieta baseada em alimentos ultraprocessados reduz o risco de obesidade e câncer, e até mesmo adianta a morte.


(__)- A reportagem é falsa e pode ser enquadrada como uma fake news;
(__)- A reportagem trata de uma notícia falsa sobre um tratamento duvidoso contra o autismo;
(__)- A reportagem condena as mães que fizeram uso do falso tratamento;
(__)- Segundo a reportagem, o autismo pode ser curado de outra forma, não com o MMS;
(__)- Algumas mães, seus filhos autistas e a imprensa se uniram para combater a fake news.
A questão dize respeito à Charge. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

A questão dize respeito à Charge. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Leia com atenção um trecho do prefácio do livro Subliminar, como o inconsciente influencia nossas vidas, de Leonard Mlodinow, para responder a questão:
TEXTO 01

Leia com atenção um trecho do prefácio do livro Subliminar, como o inconsciente influencia nossas vidas, de Leonard Mlodinow, para responder a questão:
TEXTO 01

- Quando seu relógio de ouro foi roubado da cabine (linhas 01 e 02).
- Em seguida (linhas 07 e 08). - Assim que formulou seu palpite (linhas 11 e 12). - Assim que me virei para olhar para eles (linhas 15 e 16).
A circunstância que estas expressões indicam é de:
Leia com atenção um trecho do prefácio do livro Subliminar, como o inconsciente influencia nossas vidas, de Leonard Mlodinow, para responder a questão:
TEXTO 01

I- Peirce erra ao acusar um homem inocente, pois, sendo norte-americano, ele sabe que em seu país o número de furtos é quase nulo;
II- A paranormalidade de Peirce fica evidente quando ele encara o suspeito;
III- Peirce bateu no suspeito, a palavra “blefe” (linha 20) indica isso;
IV- Tudo não passou de uma intuição de Peirce e de um palpite certeiro;
V- Depois de insistir para que tripulação fosse até o convés, Peirce fez uma pequena caminhada.
Dos itens acima:
Leia com atenção um trecho do prefácio do livro Subliminar, como o inconsciente influencia nossas vidas, de Leonard Mlodinow, para responder a questão:
TEXTO 01


Disponível em: <dukechargista.com.br>. Acesso em: 04 jan. 2019.
Sobre a charge, é correto afirmar que
( ) Para reduzir riscos, o ambiente de trabalho deve ser adaptado, seguir as normas regulamentadoras, ser confortável e seguro. ( ) A dorsalgia é a quinta causa de afastamento no trabalho no Brasil e a primeira em sete estados, localizados nas Regiões Norte e Nordeste do país. ( ) As funções que mais oferecem risco, em ordem de ocorrência, são as que o trabalhador permanece na mesma posição e as que exigem manipular cargas.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
I- As fotos ganhadoras irão ilustrar os selos comemorativos ao centésimo quinquagésimo ano de fundação de Timbó.
II- Os fotógrafos Paolo Salvador, Cinthia T. M. Godri e Tainá Claudino julgaram 92 fotografias e premiaram 6.
III- O Concurso Fotográfico “7 Maravilhas de Timbó” tinha sete categorias e distribuirá o total de R$ 7.000,00 em dinheiro.
Assinale a resposta correta:
Leia o texto.
Sempre fora invejosa; com a idade aquele sentimento exagerou-se de um modo áspero, invejava tudo na casa: a sobremesas que os amos comiam, a roupa branca que vestiam. As noites de soirée* , de teatro, exasperavam-na. Quando havia passeios projetados, se chovia de repente, que felicidade! O aspecto das senhoras vestidas e de chapéu, olhando por dentro das vidraças com um tédio infeliz, deliciava-a, fazia-a loquaz:
— Ai, minha senhora! É um temporal desfeito! É a cântaros, está para todo o dia! Olha o ferro!
E muito curiosa; era fácil encontrá-la, de repente, cosida por detrás de uma porta com a vassoura a prumo, o olhar aguçado. Qualquer carta que vinha era revirada, cheirada… Remexia sutilmente em todas as gavetas abertas; vasculhava em todos os papéis atirados. Tinha um modo de andar ligeiro e surpreendedor. Examinava as visitas. Andava à busca de um segredo, de um bom segredo! Se lhe caía um nas mãos!
Era muito gulosa. Nutria o desejo insatisfeito de comer bem, de petiscos, de sobremesas. Nas casas em que servia ao jantar, o seu olho avermelhado seguia avidamente as porções cortadas à mesa; e qualquer bom apetite que repetia exasperava-a, como uma diminuição de sua parte. De comer sempre os restos ganhava o ar agudo – o seu cabelo tomara tons secos, cor de rato. Era lambareira: gostava de vinho; em certos dias comprava uma garrafa de oitenta réis, e bebia-a só, fechada, repimpada, com estalos da língua, a orla do vestido um pouco erguida, revendo-se no pé.
Eça de Queirós. O primo Basílio
*espécie de reunião social
Analise as afirmativas abaixo, tomando por base o texto.
1. O texto descreve uma personagem e mostra, predominantemente, características psicológicas.
2. Três fortes sentimentos da personagem são apresentados no texto: cobiça, curiosidade e gula.
3. A personagem ficava quase louca com a não concretização de uma programação feita pela família a que servia.
4. A comparação a um rato se deve ao hábito de comer restos o que lhe dava um “ar agudo”.
5. Não há no texto nenhuma descrição de aspecto exterior da personagem.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas
corretas.
Eu e o sertão Sertão, argúem te cantô, Eu sempre tenho cantado E ainda cantando tô, Pruquê, meu torrão amado, Munto te prezo, te quero E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá. Atua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá.
(EU E O SERTÃO - Cante lá que eu canto Cá - Filosofia de um trovador nordestino - Ed.Vozes, Petrópolis, 1982) 0
Sobre o fragmento do texto “Eu e o sertão”, coloque V para as proposições verdadeiras, e Fpara as Falsas.
( ) Alinguagem utilizada no poema é repleta de informalidade, regionalismos, sem seguir a norma padrão, termos aglutinados, com redução fonética, resultado da tentativa de expressar com fidelidade o modo particular de falar do povo, expressão verbal de sua cultura e variação linguística.
( ) Este modelo de registro linguístico mostra a inferioridade e nível baixo de escolaridade de um grupo social.
( ) O texto é um poema com características ditas populares.
( ) O registro dos vocábulos presentes nos versos apontam para a variedade linguística de grupos que habitam determinada região brasileira.
( ) No texto, predomina a valorização da linguagem coloquial, ou seja, aquela usada de modo informal, desrespeitando o padrão culto da língua, este considerado como o único aceitável dentro do recurso estilístico utilizado na linguagem poética.
O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa
Analise as justificativas apresentadas na sequência e assinale V, para Verdadeiro ou F, para Falso.
( ) “Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido.” (Linha 12) O pronome demonstrativo “aquilo” explicita e confirma o que se disse antes.
( ) Ocorre retomada por meio do pronome relativo em destaque no trecho: (linhas 3-4). “De resto não é bem uma greve, é um lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno”.
( ) Em: “Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para...” (linha 16). Os pronomes destacados têm o mesmo referente textual.
( ) Em: “Eu não quis detê-lo....” (Linha 16) Ocorre retomada do pronome pessoal “ele” (linha 16) por meio do pronome oblíquo “o” para evitar repetição e se ajustar à norma culta da língua.
( ) Ocorre retomada por meio do pronome relativo, conforme ilustrado em: “...além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar...” (linha 22).
A sequência CORRETA é:
TEXTO II
Por não estarem distraídos
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos!
Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.
(LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. São Paulo:
Siciliano, 1992.)
TEXTO II
Por não estarem distraídos
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos!
Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.
(LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. São Paulo:
Siciliano, 1992.)




