Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325525 Português

Normalmente fazendo uso do humor, para realizar uma crítica ou provocar reflexão acerca de algum tema da atualidade, as charges utilizam tanto a linguagem verbal quanto a não verbal na transmissão da mensagem. Considere a ilustração a seguir e assinale a alternativa que melhor caracterize sua crítica central:

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2019 - IF-PE - Nível Médio |
Q1325440 Português

Leia o TEXTO 3 para responder a questão .

TEXTO 3 


Disponível em: <http://www.mpgo.mp.br/portal/conteudo/campanha-de-combate-ao-bullying#.XbLTVOhKjIU>. Acesso em: 25 out. de 2019. 
O uso da função apelativa é predominante nas campanhas comunitárias. O TEXTO 3, produzido pelo Ministério Público de Goiás, reforça essa função ao priorizar o protagonismo do interlocutor. Isso pode ser comprovado a partir do uso
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Ano: 2019 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2019 - IF-PE - Nível Médio |
Q1325438 Português

Leia o TEXTO 2 para responder a questão..

TEXTO 2

EDUCAÇÃO E COOPERAÇÃO: PRÁTICAS QUE SE RELACIONAM

  A educação e a cooperação são duas práticas sociais em que, sob certos aspectos, uma contém a outra. Na educação, podem-se identificar práticas cooperativas; na cooperação, podem-se identificar práticas educativas. Entrelaçam-se e potencializam-se como processos sociais. A organização da cooperação exige de seus atores uma comunicação de interesses, de objetivos, a respeito dos quais precisam falar, argumentar e decidir. Nesse processo de interlocução de saberes, acontece a educação. Há, portanto, uma estreita relação entre esses dois fenômenos: na prática cooperativa, para além de seus propósitos e interesses específicos, produz-se conhecimento, aprendizagem, educação; na prática educativa, como um processo complexo de relações humanas, produz-se cooperação. Assim, as práticas cooperativas na escola podem constituir-se em privilegiados "espaços pedagógicos", através dos quais os seus sujeitos tomam consciência das diferentes dimensões da vida social.

FRANTZ, Walter. Educação e cooperação: práticas que se relacionam. Sociologias [online]. 2001, n.6, pp.242- 264. ISSN 1517-4522. http://dx.doi.org/10.1590/S1517-45222001000200011. Disponível em:<http://dx.doi.org/10.1590/S1517-45222001000200011> . Acesso em: 27 nov. 2019 (adaptado)

O TEXTO 2 constitui o resumo de um artigo científico, portanto
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2019 - IF-PE - Nível Médio |
Q1325436 Português

Leia o TEXTO 1 para responder a questão.

TEXTO 1

COMO DESENVOLVER UMA CULTURA DE COOPERAÇÃO E AFASTAR O BULLYING

    (1) O desenvolvimento de uma cultura de cooperação está diretamente relacionado ao combate ao bullying. Isso porque entender o processo educacional como uma prática que conduza à cooperação e ao respeito mútuo ataca a raiz dessa violência. Mas quais métodos podem ser adotados para se posicionar contra o bullying? Qual o papel da escola na consolidação dos valores entre seus alunos?

    (2) O desenvolvimento de uma cultura de cooperação, nas instituições de ensino, relaciona-se com o entendimento do espaço escolar não apenas como um local de ensino formal, mas, também, de formação do jovem como cidadão. Em outras palavras, a escola tem papel fundamental no desenvolvimento dos valores dos jovens, estabelecendo conceitos relacionados aos seus direitos e deveres, à cooperação, ao respeito e à solidariedade. Nesse contexto, o bullying vem sendo tratado com cada vez mais seriedade pela comunidade escolar e pelo governo de diversos países. No Brasil, inclusive, já existe uma lei antibullying.

    (3) Apesar de não haver uma fórmula pronta para garantir a não ocorrência dessa prática, algumas medidas para o desenvolvimento de uma cultura de cooperação podem contribuir para evitar esse tipo de violência.

    (4) Nessa perspectiva, é importante que a escola ofereça oportunidades para que os jovens entendam os benefícios do trabalho em equipe e a contribuição de cada um para o sucesso de atividades assim. Os jogos cooperativos são uma excelente ferramenta. Consistem em atividades nas quais é necessário um esforço conjunto para se atingir um objetivo comum, contrariando a estrutura competitiva e incentivando a participação total dos alunos. Desenvolver projetos e trabalhos em conjunto também é uma boa alternativa. Em um projeto anual ou semestral, é possível delegar funções e permitir que os alunos tomem responsabilidades diferentes.

   (5) O mais importante desses processos é o desenvolvimento da comunicação, das trocas de ideias e das bagagens de conhecimento. É nessas trocas do trabalho coletivo que os alunos começam a perceber o impacto de suas diferenças na constituição de um objeto maior.

   (6) Há, ainda, a importância do relacionamento com os alunos, em que professores e gestores podem oferecer oportunidades de diálogo que estimulem a abertura de um relacionamento de confiança e de cooperação. Nesse sentido, é imprescindível que a escola trabalhe temas como bullying e respeito às diferenças em campanhas com apoio da coordenação pedagógica. Aulas expositivas, debates, palestras e outras atividades podem compor a ação.

    (7) Além disso, a comunicação deve ser estendida aos pais, fundamentais para a resolução dos problemas relacionados à educação, cuja participação é imprescindível para o sucesso das práticas adotadas. Os pais devem se envolver ativamente, aproximando-se das ações da escola, entendendo a importância e a necessidade de atuarem junto aos seus filhos no processo educacional.

Disponível em:<https://blog.wpensar.com.br/gestao-escolar/cultura-de-cooperacao-como-acabar-com-o-bullying/> . Acesso em: 27 nov. 2019 (adaptado).

Releia o seguinte trecho, transcrito do 3° parágrafo do TEXTO 1:

“Apesar de não haver uma fórmula pronta para garantir a não ocorrência dessa prática, algumas medidas para o desenvolvimento de uma cultura de cooperação podem contribuir para evitar esse tipo de violência.” (3° parágrafo)

Nele, os elementos destacados estabelecem, entre as orações do período, uma relação sintático-semântica de

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Ano: 2019 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2019 - IF-PE - Nível Médio |
Q1325435 Português

Leia o TEXTO 1 para responder a questão.

TEXTO 1

COMO DESENVOLVER UMA CULTURA DE COOPERAÇÃO E AFASTAR O BULLYING

    (1) O desenvolvimento de uma cultura de cooperação está diretamente relacionado ao combate ao bullying. Isso porque entender o processo educacional como uma prática que conduza à cooperação e ao respeito mútuo ataca a raiz dessa violência. Mas quais métodos podem ser adotados para se posicionar contra o bullying? Qual o papel da escola na consolidação dos valores entre seus alunos?

    (2) O desenvolvimento de uma cultura de cooperação, nas instituições de ensino, relaciona-se com o entendimento do espaço escolar não apenas como um local de ensino formal, mas, também, de formação do jovem como cidadão. Em outras palavras, a escola tem papel fundamental no desenvolvimento dos valores dos jovens, estabelecendo conceitos relacionados aos seus direitos e deveres, à cooperação, ao respeito e à solidariedade. Nesse contexto, o bullying vem sendo tratado com cada vez mais seriedade pela comunidade escolar e pelo governo de diversos países. No Brasil, inclusive, já existe uma lei antibullying.

    (3) Apesar de não haver uma fórmula pronta para garantir a não ocorrência dessa prática, algumas medidas para o desenvolvimento de uma cultura de cooperação podem contribuir para evitar esse tipo de violência.

    (4) Nessa perspectiva, é importante que a escola ofereça oportunidades para que os jovens entendam os benefícios do trabalho em equipe e a contribuição de cada um para o sucesso de atividades assim. Os jogos cooperativos são uma excelente ferramenta. Consistem em atividades nas quais é necessário um esforço conjunto para se atingir um objetivo comum, contrariando a estrutura competitiva e incentivando a participação total dos alunos. Desenvolver projetos e trabalhos em conjunto também é uma boa alternativa. Em um projeto anual ou semestral, é possível delegar funções e permitir que os alunos tomem responsabilidades diferentes.

   (5) O mais importante desses processos é o desenvolvimento da comunicação, das trocas de ideias e das bagagens de conhecimento. É nessas trocas do trabalho coletivo que os alunos começam a perceber o impacto de suas diferenças na constituição de um objeto maior.

   (6) Há, ainda, a importância do relacionamento com os alunos, em que professores e gestores podem oferecer oportunidades de diálogo que estimulem a abertura de um relacionamento de confiança e de cooperação. Nesse sentido, é imprescindível que a escola trabalhe temas como bullying e respeito às diferenças em campanhas com apoio da coordenação pedagógica. Aulas expositivas, debates, palestras e outras atividades podem compor a ação.

    (7) Além disso, a comunicação deve ser estendida aos pais, fundamentais para a resolução dos problemas relacionados à educação, cuja participação é imprescindível para o sucesso das práticas adotadas. Os pais devem se envolver ativamente, aproximando-se das ações da escola, entendendo a importância e a necessidade de atuarem junto aos seus filhos no processo educacional.

Disponível em:<https://blog.wpensar.com.br/gestao-escolar/cultura-de-cooperacao-como-acabar-com-o-bullying/> . Acesso em: 27 nov. 2019 (adaptado).

É CORRETO afirmar que o TEXTO 1 está organizado a partir de uma linguagem
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Ano: 2019 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2019 - IF-PE - Nível Médio |
Q1325434 Português

Leia o TEXTO 1 para responder a questão.

TEXTO 1

COMO DESENVOLVER UMA CULTURA DE COOPERAÇÃO E AFASTAR O BULLYING

    (1) O desenvolvimento de uma cultura de cooperação está diretamente relacionado ao combate ao bullying. Isso porque entender o processo educacional como uma prática que conduza à cooperação e ao respeito mútuo ataca a raiz dessa violência. Mas quais métodos podem ser adotados para se posicionar contra o bullying? Qual o papel da escola na consolidação dos valores entre seus alunos?

    (2) O desenvolvimento de uma cultura de cooperação, nas instituições de ensino, relaciona-se com o entendimento do espaço escolar não apenas como um local de ensino formal, mas, também, de formação do jovem como cidadão. Em outras palavras, a escola tem papel fundamental no desenvolvimento dos valores dos jovens, estabelecendo conceitos relacionados aos seus direitos e deveres, à cooperação, ao respeito e à solidariedade. Nesse contexto, o bullying vem sendo tratado com cada vez mais seriedade pela comunidade escolar e pelo governo de diversos países. No Brasil, inclusive, já existe uma lei antibullying.

    (3) Apesar de não haver uma fórmula pronta para garantir a não ocorrência dessa prática, algumas medidas para o desenvolvimento de uma cultura de cooperação podem contribuir para evitar esse tipo de violência.

    (4) Nessa perspectiva, é importante que a escola ofereça oportunidades para que os jovens entendam os benefícios do trabalho em equipe e a contribuição de cada um para o sucesso de atividades assim. Os jogos cooperativos são uma excelente ferramenta. Consistem em atividades nas quais é necessário um esforço conjunto para se atingir um objetivo comum, contrariando a estrutura competitiva e incentivando a participação total dos alunos. Desenvolver projetos e trabalhos em conjunto também é uma boa alternativa. Em um projeto anual ou semestral, é possível delegar funções e permitir que os alunos tomem responsabilidades diferentes.

   (5) O mais importante desses processos é o desenvolvimento da comunicação, das trocas de ideias e das bagagens de conhecimento. É nessas trocas do trabalho coletivo que os alunos começam a perceber o impacto de suas diferenças na constituição de um objeto maior.

   (6) Há, ainda, a importância do relacionamento com os alunos, em que professores e gestores podem oferecer oportunidades de diálogo que estimulem a abertura de um relacionamento de confiança e de cooperação. Nesse sentido, é imprescindível que a escola trabalhe temas como bullying e respeito às diferenças em campanhas com apoio da coordenação pedagógica. Aulas expositivas, debates, palestras e outras atividades podem compor a ação.

    (7) Além disso, a comunicação deve ser estendida aos pais, fundamentais para a resolução dos problemas relacionados à educação, cuja participação é imprescindível para o sucesso das práticas adotadas. Os pais devem se envolver ativamente, aproximando-se das ações da escola, entendendo a importância e a necessidade de atuarem junto aos seus filhos no processo educacional.

Disponível em:<https://blog.wpensar.com.br/gestao-escolar/cultura-de-cooperacao-como-acabar-com-o-bullying/> . Acesso em: 27 nov. 2019 (adaptado).

Para o desenvolvimento da competência leitora, é essencial compreender a articulação das ideias em um texto, tanto a primária quanto as secundárias, pois estas oferecem suporte àquela. Considerando essa explicação, é CORRETO afirmar que a ideia principal do TEXTO 1 é
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Q1323657 Português

Leia o texto para responder a questão.


CASO DE CANÁRIO

Carlos Drummond de Andrade


    Casara-se havia duas semanas. Por isso, em casa dos sogros, a família resolveu que ele é que daria cabo do canário:

    __ Você compreende. Nenhum de nós teria coragem de sacrificar o pobrezinho, que nos deu tanta alegria. Todos somos muito ligados a ele, seria uma barbaridade. Você é diferente, ainda não teve tempo de afeiçoar-se ao bichinho. Vai ver que nem reparou nele, durante o noivado.

    __ Mas eu também tenho coração, ora essa. Como é que vou matar um pássaro só porque o conheço há menos tempo do que vocês?

    __ Porque não tem cura, o médico já disse. Pensa que não tentamos tudo? É para ele não sofrer mais e não aumentar o nosso sofrimento. Seja bom; vá.

    O sogro e a sogra apelaram no mesmo tom. Os olhos claros de sua mulher pediram-lhe com doçura:

    __ Vai, meu bem.

    Com repugnância pela obra de misericórdia que ia praticar, ele aproximou-se da gaiola. O canário nem sequer abriu o olho. Jazia a um canto, arrepiado, morto-vivo. É, esse está mesmo na última lona, e dói ver a lenta agonia de um ser tão gracioso, que viveu para cantar.

     __ Primeiro me tragam um vidro de éter e algodão. Assim ele não sentirá o horror da coisa.

    Embebeu de éter a bolinha de algodão, tirou o canário para fora com infinita delicadeza, aconchegou-o na palma da mão esquerda e, olhando para outro lado, aplicou-lhe a bolinha no bico. Sempre sem olhar para a vítima, deu-lhe uma torcida rápida e leve, com dois dedos no pescoço.

    E saiu para a rua, pequenino por dentro, angustiado, achando a condição humana uma droga. As pessoas da casa não quiseram aproximar-se do cadáver. Coube à cozinheira recolher a gaiola, para que sua vista não despertasse saudade e remorso em ninguém. Não havendo jardim para sepultar o corpo, depositou-o na lata de lixo.

    Chegou a hora de jantar, mas quem é que tinha fome naquela casa enlutada? O sacrificador, esse ficara rodando por aí, e seu desejo seria não voltar para casa nem para dentro de si mesmo. No dia seguinte, pela manhã, a cozinheira foi ajeitar a lata de lixo para o caminhão, e recebeu uma bicada voraz no dedo.

     __ Ui!

    Não é que o canário tinha ressuscitado, perdão, reluzia vivinho da silva, com uma fome danada?

    __ Ele estava precisando mesmo era de éter - concluiu o estrangulador, que se sentiu ressuscitar, por sua vez.

O trecho “Jazia a um canto, arrepiado, mortovivo.” No texto tem a mesma ideia de
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Q1323494 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
No trecho “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada.” A palavra destacada, de acordo com os níveis de linguagem é
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Q1323492 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
Qual é a principal informação do terceiro parágrafo do texto?
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Q1323491 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
Qual é a melhor justificativa, ou seja, o argumento que sustenta a tese defendida pela autora?  
Alternativas
Q1323490 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
Qual é o fragmento que apresenta a tese defendida pela autora?
Alternativas
Q1323489 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
Qual é a principal finalidade desse texto?
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Q1323247 Português

As pessoas paravam para olhar os belos frutos da mangueira que crescia no jardim, descansando um pouco sob sua frondosa copa. Leia as assertivas:



I. A semântica define termo polissêmico como aquele que tem um significante unitário – uma só forma - com mais de um significado em campos semânticos diferentes.


II. “Copa” é um termo que se encaixa na definição de termo polissêmico.


III. Se pensarmos na frase: “O jardineiro já havia preparado a mangueira para regar as plantas”, e compararmos com o trecho acima, “As pessoas paravam para olhar os belos frutos da mangueira que crescia no jardim”, poderemos ver que a palavra “mangueira” é um termo que se encaixa na definição de termos parônimos, ou seja, palavras que são parecidas na forma, mas diferentes em seu significado.



Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q1323243 Português

Os telefones celulares já são amplamente acessíveis e oferecem muitas possibilidades didáticas - o trabalho com fotos, filmagens, mensagens e mesmo com a internet -, mas a maioria das escolas prefere proibi-los. Vetar o uso não adianta nada porque o aluno vai levar e utilizar ali, embaixo da carteira. É preciso criar estratégias para que os celulares sejam incorporados, pois oferecem vários recursos e não custam nada à escola. A proibição só incentiva o uso escondido e a desatenção na dinâmica da aula. Geralmente os estudantes, inclusive de escolas públicas, têm celular e o levam a todos os lugares. Ele é o instrumento mais usado pela população brasileira. Basta olhar as estatísticas. O que o webcurrículo prevê é o uso integrado da tecnologia. Os alunos, com seu celular, podem fazer o registro daquilo que encontram numa pesquisa de campo. Podem trabalhar textos e fotos e preparar pequenos documentários em vídeo. Isso precisa estar integrado ao conteúdo.

(Fonte: Adaptação da entrevista de Fernandes E. com Almeida, M.E. Disponível em https://gestaoescolar.org.br/conteudo/627/mariaelizabeth-de-almeida-fala-sobre-tecnologia-na-sala-de-aula. Acesso em 29 de junho de 2019)

Leia as assertivas abaixo:

I. Em “Ele é o instrumento mais usado pela população brasileira”, “ele” se refere ao uso da Internet.

II. Em “Vetar o uso não adianta nada”, o texto está se referindo a proibir o uso das tecnologias de maneira geral.

III. Quando o texto diz: “Basta olhar as estatísticas”, se refere a que as estatísticas mostram que o celular é o aparato mais usado pelos brasileiros.

IV. Em “Os alunos, com seu celular, podem fazer registro daquilo que encontram numa pesquisa de campo”. “daquilo” se refere às filmagens.

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto:

Alternativas
Q1323241 Português
Para integrar efetivamente as tecnologias ao currículo escolar e ao projeto pedagógico, a primeira coisa é ter a tecnologia disponível. É por isso que não se observam resultados tão favoráveis quando há apenas um laboratório para toda a escola. A tecnologia tem de estar na sala de aula, à mão no momento da necessidade. Pode ser um pequeno laboratório na sala ou um computador por aluno. Não exclusivamente de computador, mas de diversas tecnologias digitais. A ideia do computador como o único acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação é ultrapassada. Não que o laboratório não deva existir. Ele precisa estar na escola, mas passa a ser ressignificado. O laboratório é para uma atividade mais sofisticada, que exige recursos de uma reconfiguração, digamos, mais pesada e atualizada. Essa tecnologia precisa estar à mão para a produção de conhecimento dos alunos à medida que surja a necessidade. Isso pressupõe um alto investimento, incompatível com a infraestrutura de muitas escolas. O porcentual de alunos em escolas muito precárias é pequeno. Em termos de política pública, não há solução única. É preciso buscar ações diferenciadas. Há que superar esses desafios quase simultaneamente e trabalhar em duas frentes: recuperar atrasos, alguns bem antigos, e inserir essa nova geração na sociedade digital.
(Fonte: Adaptação da entrevista de Fernandes E. com Almeida, M.E. Disponível em https://gestaoescolar.org.br/conteudo/627/mariaelizabeth-de-almeida-fala-sobre-tecnologia-na-sala-de-aula. Acesso em 29 de junho de 2019)

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto acima. O texto acima insiste em um ponto importante:


Alternativas
Q1323239 Português
Webcurrículo é o currículo que se desenvolve por meio das tecnologias digitais de informação e comunicação, especialmente mediado pela internet. Uma forma de trabalhá-lo é informatizar o ensino ao colocar o material didático na rede. Mas o webcurrículo vai além disso: ele implica a incorporação das principais características desse meio digital no desenvolvimento do currículo. Isto é, implica apropriar-se dessas tecnologias em prol da interação, do trabalho colaborativo e do protagonismo entre todas as pessoas para o desenvolvimento do currículo. É uma integração entre o que está no documento prescrito e previsto com uma intencionalidade de propiciar o aprendizado de conhecimentos científicos com base naquilo que o estudante já traz de sua experiência. O webcurrículo está a favor do projeto pedagógico. Não se trata mais do uso eventual da tecnologia, mas de uma forma integrada com as atividades em sala de aula.
(Fonte: Adaptação da entrevista de Fernandes E. com Almeida, M.E. Disponível em https://gestaoescolar.org.br/conteudo/627/mariaelizabeth-de-almeida-fala-sobre-tecnologia-na-sala-de-aula. Acesso em 29 de junho de 2019)
Leia as assertivas abaixo:
I. O texto propõe que o currículo escolar seja desenvolvido a partir da apropriação das tecnologias em benefício da aprendizagem. II. As tecnologias abrem possibilidade para que o currículo seja desenvolvido num processo colaborativo, que implica a participação de todos os envolvidos. III. O webcurrículo propõe o uso da tecnologia de forma desconexa com as atividades didáticas, o que desfavorece um ambiente de aprendizagem. IV. O desenvolvimento do currículo a partir de recursos tecnológicos incentivam o depauperamento das atividades de ensino e aprendizagem.

De acordo com o texto acima, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1323100 Português
Cada vez menores

    No período histórico ____________ como Pleistoceno, que começou há 2,6 milhões de anos e durou até 11.700 anos atrás, a fauna, a flora e o clima do planeta eram completamente diferentes do que vemos e sentimos na atualidade. Há 125.000 anos, os humanos do gênero Homo, que evoluíram de seus ancestrais australopitecos, conviviam com imensos mamíferos que então habitavam a Terra. Mamutes, preguiças-gigantes e tigres-dentes-de-sabre, que agora pareceriam invenções de filmes de ficção científica, dividiam espaço com o mais antigo _______________ de nossos ancestrais na África Subsaariana. Com o transcorrer dos milênios, essas espécies enormes desapareceram gradualmente. Passaram de uma massa média de 69 quilos para os 17 quilos atuais. De acordo com um estudo publicado pela Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, o peso mais comum de um mamífero daqui a 200 anos poderá ser de singelos 7 quilos. E o maior animal terrestre não deverá mais ser um imponente elefante, como hoje, mas uma vaca.
https://veja.abril.com.br/revista-veja/cada-vez-menores/ - adaptado.
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Através dos anos, algumas espécies enormes sumiram. II. Os australopitecos eram os ancestrais dos humanos do gênero Homo.
Alternativas
Q1323061 Português
Por que cortar o dedo com a folha de papel dói tanto?

    Quem nunca se cortou com uma folha de papel? Apesar de ser um objeto aparentemente inofensivo, um corte causado por ele pode provocar dor intensa e até mesmo durar alguns dias. Mas ______ isso acontece? Afinal, a laceração é, na maioria das vezes, pequena e sem profundidade. O site Science Alert decidiu investigar essa questão e descobriu que existem dois principais motivos que elucidam esse fenômeno: o primeiro está relacionado às terminações nervosas dos dedos; o segundo pode ser explicado pela superfície do papel.
    Talvez você nunca tenha percebido isso, mas as pontas dos nossos dedos são mais sensíveis que qualquer outra parte do corpo. Isso ______, no processo evolutivo, elas foram sendo ajustadas para absorver a sensação do toque através das terminações nervosas. De acordo com especialistas, é nessa região do corpo que está a maior concentração de receptores de dor, também chamado de nociceptores. Os nociceptores são responsáveis por alertar o cérebro sobre possíveis perigos, como altas temperaturas, substâncias químicas perigosas e pressão, que podem romper a pele.
    Apesar de, visualmente, ter uma superfície lisa, as bordas do papel são dentadas, portanto, o corte deixado na superfície da pele é irregular, o que poderia atingir mais terminações nervosas em comparação com objetos cortantes de corte preciso. Outro motivo para a causa da dor é a profundidade do ferimento: cortes profundos acionam mecanismos naturais de defesa do corpo – como a coagulação do sangue e a formação de crostas –, que ajudam no processo de reparação da área machucada. No entanto, os superficiais apenas atingem os nociceptores, então, os mecanismos de defesa levam mais tempo para serem acionados, o que deixa as terminações nervosas expostas por mais tempo. Esse atraso no processo de cicatrização também pode causar dor.
https://veja.abril.com.br/saude/por-que-os-cortes... - adaptado.
Assinalar a alternativa cuja informação NÃO consta no texto:
Alternativas
Q1323020 Português

Por que cortar o dedo com a folha de papel dói tanto?

Quem nunca se cortou com uma folha de papel? Apesar de ser um objeto aparentemente inofensivo, um corte causado por ele pode provocar dor intensa e até mesmo durar alguns dias. Mas ______ isso acontece? Afinal, a laceração é, na maioria das vezes, pequena e sem profundidade. O site Science Alert decidiu investigar essa questão e descobriu que existem dois principais motivos que elucidam esse fenômeno: o primeiro está relacionado às terminações nervosas dos dedos; o segundo pode ser explicado pela superfície do papel.


Talvez você nunca tenha percebido isso, mas as pontas dos nossos dedos são mais sensíveis que qualquer outra parte do corpo. Isso ______, no processo evolutivo, elas foram sendo ajustadas para absorver a sensação do toque através das terminações nervosas. De acordo com especialistas, é nessa região do corpo que está a maior concentração de receptores de dor, também chamado de nociceptores. Os nociceptores são responsáveis por alertar o cérebro sobre possíveis perigos, como altas temperaturas, substâncias químicas perigosas e pressão, que podem romper a pele.



Apesar de, visualmente, ter uma superfície lisa, as bordas do papel são dentadas, portanto, o corte deixado na superfície da pele é irregular, o que poderia atingir mais terminações nervosas em comparação com objetos cortantes de corte preciso. Outro motivo para a causa da dor é a profundidade do ferimento: cortes profundos acionam mecanismos naturais de defesa do corpo – como a coagulação do sangue e a formação de crostas –, que ajudam no processo de reparação da área machucada. No entanto, os superficiais apenas atingem os nociceptores, então, os mecanismos de defesa levam mais tempo para serem acionados, o que deixa as terminações nervosas expostas por mais tempo. Esse atraso no processo de cicatrização também pode causar dor. 


https://veja.abril.com.br/saude/por-que-os-cortes... - adaptado.


De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:

I. A laceração decorrente do corte com uma folha de papel é, em geral, pequena e sem profundidade e causa uma dor que pode se estender por dias.

II. Há, nas pontas dos dedos, receptores de dor, denominados nociceptores, que alertam nosso cérebro sobre possíveis perigos que podem romper a pele.

Alternativas
Q1322081 Português

Assistir à Netflix tem alto preço ambiental, dizem especialistas


    Para assistir a um filme em casa, você tinha que dirigir até a locadora de vídeo local para alugar e devolver a fita. Hoje, os provedores de conteúdo de vídeo sob demanda oferecem inúmeras opções dignas de maratona que podem ser acessadas com o toque de um dedo.

    Mas essa facilidade ______ com um alto preço ambiental. Assistir a um episódio de série com meia hora de duração levaria a emissões de 1,6kg de equivalente de dióxido de carbono, isso equivale a dirigir 6,28 quilômetros. “Os vídeos digitais ______ em tamanhos muito grandes e estão ficando maiores a cada nova geração de vídeo em alta definição”, disse Gary Cook, do Greenpeace, que monitora a pegada de energia do setor de TI.

    Grande parte da energia necessária para os serviços de streaming é consumida por data centers (centros de processamento de dados), contribuindo com cerca de 0,3% de todas as emissões de carbono. O tráfego de vídeo on-line deve ser multiplicado por quatro de 2017 a 2022, respondendo por 80% de todo o tráfego da internet até 2022.

    Além disso, os equipamentos para visualizar vídeos estão ficando maiores. O tamanho médio da tela passará para 50 polegadas em 2021. Especialistas sugerem que os espectadores desativem a reprodução automática e assistam aos vídeos com Wi-Fi e em formatos de baixa definição.

    O exercício da responsabilidade coletiva, com indivíduos exigindo que os gigantes da internet façam a transição rápida de seus data centers para energia renovável, tem sido o maior impulsionador até agora.

https://gauchazh.clicrbs.com.br/... - adaptado.

De acordo com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
30941: D
30942: B
30943: C
30944: E
30945: D
30946: D
30947: A
30948: C
30949: A
30950: B
30951: B
30952: C
30953: C
30954: B
30955: A
30956: B
30957: A
30958: D
30959: A
30960: C