Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1697778 Português

DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?


Em 1904, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma rebelião inusitada, posteriormente batizada de Revolta da Vacina. A situação sanitária da capital era tão desastrosa na época, que o Brasil era conhecido internacionalmente como o “túmulo de estrangeiros”. Entre as doenças em circulação na época, destaca-se a varíola. Calcula-se que a varíola matava cerca de 400.000 pessoas por ano na Europa do século XVIII. Numa tentativa de erradicar a doença no Rio de Janeiro, o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu que o Congresso aprovasse a “Lei da Vacina Obrigatória”, que autorizava a invasão de domicílios e vacinação forçada.

Naturalmente a maioria da população não tinha nenhum conhecimento sobre vacinas e temia os possíveis efeitos do tratamento desconhecido. Houve protestos e, por razões políticas, a rebelião saiu do controle. O governo foi obrigado a amenizar suas práticas, mas retomou a vacinação e eventualmente a varíola foi eliminada da capital. Ao longo do século XX, a varíola ainda mataria 300 milhões de pessoas no mundo; o triplo das mortes por todos os conflitos do período, incluindo as duas guerras mundiais. O Brasil acabou sendo um dos últimos países onde a doença foi erradicada, na década de 1970, encerrando uma iniciativa global iniciada pela Organização Mundial da Saúde em 1967.

A história da varíola é marcante. Tanto pelo impacto devastador da doença ao longo dos séculos, como pelo inequívoco triunfo da ciência sobre a doença. Evidentemente existem aspectos biológicos deste vírus que facilitaram sua eliminação. Mas a meta só foi alcançada graças a uma campanha global de vacinação. A introdução das vacinas, assim como mais tarde, dos antibióticos, revolucionou a medicina e aumentou drasticamente nossa expectativa de vida. Não há dúvidas sobre o impacto positivo das vacinas e das campanhas de vacinação.

Vivemos hoje na época mais segura da história do ponto de vista de doenças infecciosas. Basta comparar o Rio de Janeiro atual com a descrição de 1904. O problema é que, para algumas camadas da população, o medo das doenças infecciosas acabou ficando no passado, parecendo proporcionalmente pequeno quando comparado ao medo de outros temas mais modernos.

 Nós também vivemos um desequilíbrio entre o acesso fácil à informação e a falta de uma base educacional sólida, que nos permitiria filtrar criticamente o excesso de informação e tomar decisões fundamentadas cientificamente. Isso não significa, de maneira alguma, ser um especialista: é ter a capacidade de identificar fontes confiáveis de informação, de diferenciar fatos de teorias conspiratórias, de aprender com a história. E aqui cabe salientar a responsabilidade dos cientistas profissionais em comunicar bem a ciência, com uso de linguagem clara e acessível.

Esse desequilíbrio nos traz ao fenômeno que alguns veículos brasileiros estão chamando de a “nova revolta da vacina”. Ao contrário da original, em que a suspeita em relação às vacinas partia principalmente da população mais pobre e com menos acesso à informação, o medo, agora, atinge principalmente as classes mais altas. Estas pessoas acreditam que basta se ter uma alimentação saudável (e usar produtos naturais), para se estar protegido contra doenças. Além disso, a ideia de que as vacinas podem conter “químicos” danosos à saúde acaba complementando perfeitamente uma visão de mundo de que devemos priorizar produtos naturais e tratamentos alternativos.

Infelizmente, essas pessoas estão predispostas a apoiar qualquer teoria que valide esta visão de mundo – o que acaba sendo uma receita para o desastre. Não basta ser saudável para se proteger de doenças infecciosas. A varíola é causada por um vírus. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir defesas contra este vírus, agindo de forma preventiva. Quando o vírus entra no organismo vacinado, ele é imediatamente eliminado pela resposta imunológica. 

O movimento anti-vacinação (ou anti-vaxx) ganhou notoriedade nos Estados Unidos, apoiado em dados sem credibilidade científica e teorias conspiratórias que se espalharam por redes sociais. A consequência foi um grande surto de sarampo em 2014 (doença que havia sido eliminada nos EUA em 2000). Agora a mesma coisa ocorre na Europa, com uma epidemia de sarampo que já infectou 7,5 mil pessoas. Logo será a vez do Brasil, onde a adesão a campanhas de vacinação também vem caindo em vários grupos. Mais do que um risco às crianças não vacinadas, este é um risco para toda a população. O controle da doença depende da cobertura da vacinação. Mais do que isso, cada pessoa infectada é uma roleta-russa para a comunidade. Durante a infecção, milhões de novas partículas virais são criadas, com diversas mutações. Estas mutações aleatórias podem deixar o vírus subitamente mais agressivo – ou até mesmo resistente à vacina.

O Brasil tem um excelente programa público de vacinação e as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde são seguras e essenciais. Elas permitem a proteção preventivamente, mas não ajudam depois da infecção. Negar vacinação a seus filhos é um ato irresponsável e perigoso que afeta a todos. Felizmente, podemos aprender com a história e com a ciência contemporânea. Apenas com educação e vacinação será possível controlar esta “nova revolta da vacina” e garantir a nossa contínua proteção contra as doenças infecciosas.


(Adaptado. Revisão linguística. ANTUNES, Dinler Amaral. Da varíola ao anti-vaxx: Por que precisamos de vacinas? Disponível em: http://bit.ly/2VPVlmG)

Com base no texto 'DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?', leia as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que o autor aborda discretamente a teoria da seleção natural, que consiste na adaptação e sobrevivência dos mais fortes. Isto é, enquanto os mais ricos têm acesso a uma melhor alimentação e, portanto, à proteção contra doenças, os mais pobres acreditam que não devem se vacinar; logo, padecem mais rapidamente. II. É possível concluir que a credibilidade das teorias contra a vacinação surgiu em paralelo aos novos paradigmas de alimentação, que passaram a abolir da dieta insumos essenciais ao ser humano. Por causa de uma motivação estética, o movimento enfraqueceu o valor científico das vacinas, o que desencadeou, por exemplo, um grande surto de sarampo em 2014 nos Estados Unidos da América.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697767 Português
Princípios do SUS
Por Geraldo Vieira.

Para prover as condições adequadas à saúde da população brasileira, o Estado deve oferecer condições que assegurem o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde. Para atender a esse princípio, foi criado no Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS). 
O SUS foi instituído pela lei federal nº 8.080, de 1990, com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, assim como de manter um adequado nível de qualidade dos serviços prestados. Para garantir a devida padronização dos serviços, o SUS preza por alguns princípios, alguns dos quais serão explicados a seguir.
UNIVERSALIDADE
Um dos mais importantes princípio do SUS é o da universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. Esse conceito é auto-explicativo, pois deixa claro que todos têm o direito de utilizar o Sistema Único de Saúde. Essa disponibilidade de acesso deve, ainda, ocorrer em todos os níveis: preventivos e curativos; individuais e coletivos; de baixa, media e alta complexidades. 
INTEGRALIDADE DA ASSISTÊNCIA
Esse princípio é entendido como o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do SUS. A integralidade de assistência refere-se, portanto, a um conjunto de ações relacionadas entre si. Ou seja, assim que o paciente procura a rede do SUS para atendimento, todas as ações necessárias ao atendimento da sua demanda devem ser oferecidas.
IGUALDADE
A igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, é um dos mais importantes princípios do SUS, pois permite a esse sistema prover atendimento a pessoas de todas as classes e grupos sociais. Assim, de acordo com a lei de constituição do SUS, todos devem ter o mesmo tratamento na rede pública de serviços de saúde, independente da religião, posição social, situação financeira etc.
EPIDEMIOLOGIA
O SUS prevê a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, para a alocação de recursos e para a orientação programática. A epidemiologia é a ciência das epidemias, que se propõe a estudar quantitativamente a distribuição dos fenômenos de saúde e doença, e seus fatores condicionantes e determinantes, nas populações humanas. Assim, os estudos epidemiológicos são úteis no planejamento de ações prioritárias do sistema.

Disponível em http://bit.ly/34vRRcb (acesso em 05/11/2019). Adaptado.
Com base no texto 'Princípios do SUS', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto permite deduzir que a igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, é um dos princípios menos relevantes do SUS, pois impede esse sistema de prover atendimento às pessoas das classes e grupos sociais menos favorecidos financeiramente. II. O autor aponta que, no contexto do SUS, o princípio da utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades refere-se ao conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso clínico em qualquer nível de complexidade do sistema. III. O texto aponta que a disponibilidade de acesso aos serviços do SUS é limitada aos atendimentos de baixa complexidade, como, por exemplo, os serviços de atendimento ambulatorial, as campanhas setoriais de vacinação, as ações de educação em saúde na escola e a distribuição de medicamentos nas farmácias populares.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697766 Português
Princípios do SUS
Por Geraldo Vieira.

Para prover as condições adequadas à saúde da população brasileira, o Estado deve oferecer condições que assegurem o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde. Para atender a esse princípio, foi criado no Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS). 
O SUS foi instituído pela lei federal nº 8.080, de 1990, com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, assim como de manter um adequado nível de qualidade dos serviços prestados. Para garantir a devida padronização dos serviços, o SUS preza por alguns princípios, alguns dos quais serão explicados a seguir.
UNIVERSALIDADE
Um dos mais importantes princípio do SUS é o da universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. Esse conceito é auto-explicativo, pois deixa claro que todos têm o direito de utilizar o Sistema Único de Saúde. Essa disponibilidade de acesso deve, ainda, ocorrer em todos os níveis: preventivos e curativos; individuais e coletivos; de baixa, media e alta complexidades. 
INTEGRALIDADE DA ASSISTÊNCIA
Esse princípio é entendido como o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do SUS. A integralidade de assistência refere-se, portanto, a um conjunto de ações relacionadas entre si. Ou seja, assim que o paciente procura a rede do SUS para atendimento, todas as ações necessárias ao atendimento da sua demanda devem ser oferecidas.
IGUALDADE
A igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, é um dos mais importantes princípios do SUS, pois permite a esse sistema prover atendimento a pessoas de todas as classes e grupos sociais. Assim, de acordo com a lei de constituição do SUS, todos devem ter o mesmo tratamento na rede pública de serviços de saúde, independente da religião, posição social, situação financeira etc.
EPIDEMIOLOGIA
O SUS prevê a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, para a alocação de recursos e para a orientação programática. A epidemiologia é a ciência das epidemias, que se propõe a estudar quantitativamente a distribuição dos fenômenos de saúde e doença, e seus fatores condicionantes e determinantes, nas populações humanas. Assim, os estudos epidemiológicos são úteis no planejamento de ações prioritárias do sistema.

Disponível em http://bit.ly/34vRRcb (acesso em 05/11/2019). Adaptado.
Com base no texto 'Princípios do SUS', leia as afirmativas a seguir:
I. O autor afirma que a disponibilidade de acesso aos serviços do SUS deve ocorrer, entre outros, nos níveis preventivos e curativos. II. No texto, é possível identificar a ideia de que a universalidade é um dos mais importantes princípios do SUS, pois ele prevê que os usuários do sistema devem ter acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. III. Segundo o autor, de acordo com a lei de constituição do SUS, os serviços da rede pública de saúde são destinados apenas ao atendimento de indivíduos que possuem um registro no cadastro único de pessoas de baixa renda (CADÚnico), não sendo considerada, dentre os indivíduos desses grupos, qualquer diferença de religião, de posição social ou de situação financeira.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697765 Português
Princípios do SUS
Por Geraldo Vieira.

Para prover as condições adequadas à saúde da população brasileira, o Estado deve oferecer condições que assegurem o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde. Para atender a esse princípio, foi criado no Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS). 
O SUS foi instituído pela lei federal nº 8.080, de 1990, com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, assim como de manter um adequado nível de qualidade dos serviços prestados. Para garantir a devida padronização dos serviços, o SUS preza por alguns princípios, alguns dos quais serão explicados a seguir.
UNIVERSALIDADE
Um dos mais importantes princípio do SUS é o da universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. Esse conceito é auto-explicativo, pois deixa claro que todos têm o direito de utilizar o Sistema Único de Saúde. Essa disponibilidade de acesso deve, ainda, ocorrer em todos os níveis: preventivos e curativos; individuais e coletivos; de baixa, media e alta complexidades. 
INTEGRALIDADE DA ASSISTÊNCIA
Esse princípio é entendido como o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do SUS. A integralidade de assistência refere-se, portanto, a um conjunto de ações relacionadas entre si. Ou seja, assim que o paciente procura a rede do SUS para atendimento, todas as ações necessárias ao atendimento da sua demanda devem ser oferecidas.
IGUALDADE
A igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, é um dos mais importantes princípios do SUS, pois permite a esse sistema prover atendimento a pessoas de todas as classes e grupos sociais. Assim, de acordo com a lei de constituição do SUS, todos devem ter o mesmo tratamento na rede pública de serviços de saúde, independente da religião, posição social, situação financeira etc.
EPIDEMIOLOGIA
O SUS prevê a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, para a alocação de recursos e para a orientação programática. A epidemiologia é a ciência das epidemias, que se propõe a estudar quantitativamente a distribuição dos fenômenos de saúde e doença, e seus fatores condicionantes e determinantes, nas populações humanas. Assim, os estudos epidemiológicos são úteis no planejamento de ações prioritárias do sistema.

Disponível em http://bit.ly/34vRRcb (acesso em 05/11/2019). Adaptado.
Com base no texto 'Princípios do SUS', leia as afirmativas a seguir:
I. O tema central do texto é o Sistema Único de Saúde (SUS). Nele, o autor traz informações gerais sobre esse sistema e cita alguns dos seus princípios. No texto, o autor diz que a disponibilidade de acesso aos serviços do SUS deve ocorrer, entre outros, nos níveis individuais e coletivos. II. O texto informa que a integralidade de assistência refere-se a um conjunto desarticulado de ações e serviços de saúde. Ou seja, assim que o paciente procura a rede do SUS para atendimento, ele é responsável por relatar as próprias necessidades, assim como por determinar quais os especialistas que realizarão o seu atendimento. III. Conclui-se do texto que, para prover as condições adequadas à saúde da população brasileira, o Estado deve oferecer condições que assegurem o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para sua promoção, proteção e recuperação da saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697764 Português
Princípios do SUS
Por Geraldo Vieira.

Para prover as condições adequadas à saúde da população brasileira, o Estado deve oferecer condições que assegurem o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde. Para atender a esse princípio, foi criado no Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS). 
O SUS foi instituído pela lei federal nº 8.080, de 1990, com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, assim como de manter um adequado nível de qualidade dos serviços prestados. Para garantir a devida padronização dos serviços, o SUS preza por alguns princípios, alguns dos quais serão explicados a seguir.
UNIVERSALIDADE
Um dos mais importantes princípio do SUS é o da universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. Esse conceito é auto-explicativo, pois deixa claro que todos têm o direito de utilizar o Sistema Único de Saúde. Essa disponibilidade de acesso deve, ainda, ocorrer em todos os níveis: preventivos e curativos; individuais e coletivos; de baixa, media e alta complexidades. 
INTEGRALIDADE DA ASSISTÊNCIA
Esse princípio é entendido como o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do SUS. A integralidade de assistência refere-se, portanto, a um conjunto de ações relacionadas entre si. Ou seja, assim que o paciente procura a rede do SUS para atendimento, todas as ações necessárias ao atendimento da sua demanda devem ser oferecidas.
IGUALDADE
A igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, é um dos mais importantes princípios do SUS, pois permite a esse sistema prover atendimento a pessoas de todas as classes e grupos sociais. Assim, de acordo com a lei de constituição do SUS, todos devem ter o mesmo tratamento na rede pública de serviços de saúde, independente da religião, posição social, situação financeira etc.
EPIDEMIOLOGIA
O SUS prevê a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, para a alocação de recursos e para a orientação programática. A epidemiologia é a ciência das epidemias, que se propõe a estudar quantitativamente a distribuição dos fenômenos de saúde e doença, e seus fatores condicionantes e determinantes, nas populações humanas. Assim, os estudos epidemiológicos são úteis no planejamento de ações prioritárias do sistema.

Disponível em http://bit.ly/34vRRcb (acesso em 05/11/2019). Adaptado.
Com base no texto 'Princípios do SUS', leia as afirmativas a seguir:
I. É possível subentender-se a partir do texto que o SUS busca manter um adequado nível de qualidade dos serviços prestados à população. II. No texto, o autor afirma que a universalidade é um conceito autoexplicativo, pois deixa claro que todos têm o direito de utilizar o Sistema Único de Saúde (SUS). III. Segundo o texto, a epidemiologia é a ciência das epidemias, que se propõe a estudar os efeitos dos medicamentos de uso compulsório nas populações humanas, assim como os efeitos genéticos desses medicamentos e o custo para os cofres públicos da sua distribuição gratuita para os indivíduos de baixa renda.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697763 Português
Princípios do SUS
Por Geraldo Vieira.

Para prover as condições adequadas à saúde da população brasileira, o Estado deve oferecer condições que assegurem o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde. Para atender a esse princípio, foi criado no Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS). 
O SUS foi instituído pela lei federal nº 8.080, de 1990, com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, assim como de manter um adequado nível de qualidade dos serviços prestados. Para garantir a devida padronização dos serviços, o SUS preza por alguns princípios, alguns dos quais serão explicados a seguir.
UNIVERSALIDADE
Um dos mais importantes princípio do SUS é o da universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. Esse conceito é auto-explicativo, pois deixa claro que todos têm o direito de utilizar o Sistema Único de Saúde. Essa disponibilidade de acesso deve, ainda, ocorrer em todos os níveis: preventivos e curativos; individuais e coletivos; de baixa, media e alta complexidades. 
INTEGRALIDADE DA ASSISTÊNCIA
Esse princípio é entendido como o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do SUS. A integralidade de assistência refere-se, portanto, a um conjunto de ações relacionadas entre si. Ou seja, assim que o paciente procura a rede do SUS para atendimento, todas as ações necessárias ao atendimento da sua demanda devem ser oferecidas.
IGUALDADE
A igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, é um dos mais importantes princípios do SUS, pois permite a esse sistema prover atendimento a pessoas de todas as classes e grupos sociais. Assim, de acordo com a lei de constituição do SUS, todos devem ter o mesmo tratamento na rede pública de serviços de saúde, independente da religião, posição social, situação financeira etc.
EPIDEMIOLOGIA
O SUS prevê a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, para a alocação de recursos e para a orientação programática. A epidemiologia é a ciência das epidemias, que se propõe a estudar quantitativamente a distribuição dos fenômenos de saúde e doença, e seus fatores condicionantes e determinantes, nas populações humanas. Assim, os estudos epidemiológicos são úteis no planejamento de ações prioritárias do sistema.

Disponível em http://bit.ly/34vRRcb (acesso em 05/11/2019). Adaptado.
Com base no texto 'Princípios do SUS', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com o texto, para oferecer condições que assegurem o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde, foi criado no Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS). II. Depreende-se do texto que o SUS foi instituído pela lei federal nº 8.080, de 1990, com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços de saúde. III. Infere-se do texto que, para garantir a devida padronização dos serviços, o SUS preza por alguns princípios, como a universalidade, a integralidade da assistência e a igualdade.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697106 Português

A questão desta prova é baseada no texto abaixo.


CIBERCONDRIA e ansiedade

A INTERNET REVOLUCIONOU OS MODELOS DE COMUNICAÇÃO, PERMITINDO NOVAS FORMAS DE ENTRETENIMENTO, E O ACESSO À SAÚDE FOI REFORMULADO PARA NOVOS PADRÕES

Por Igor Lins Lemos

  1. 1º Atualmente, é difícil imaginar a extinção das redes sociais da nossa prática diária de comunicação, modelo praticamente impossível de ser retrocedido. A world wide web remodelou também os antigos padrões de relacionamento, seja através das redes sociais, dos fóruns ou dos programas de interação em tempo real. Não apenas essas modificações foram provocadas pelo avanço da cibercultura, o acesso à saúde também foi reformulado para novos padrões. Atualmente, é possível, por exemplo, verificar resultados de exames de sangue no endereço eletrônico do laboratório, acessar endereços eletrônicos sobre saúde mental e planos de saúde sem sair de casa. Facilidades estas que são consideradas de uso contínuo para as próximas décadas, ou seja, cada vez mais os recursos tecnológicos serão utilizados para esses e outros fins. A era da cibernética é real.

 

2º Apesar dos diversos benefícios da internet para a saúde humana, outra manifestação psicopatológica (vinculada ao campo eletrônico) vem sendo discutida, além do transtorno do jogo pela internet e das dependências de internet, de sexo virtual e de celular: a cibercondria. O nome é um neologismo formado a partir dos termos ciber e hipocondria. A hipocondria refere-se, de forma sucinta, a uma busca constante de reasseguramentos por informações sobre possíveis adoecimentos orgânicos, dúvidas essas que raramente cessam quando o sujeito encontra a possível resposta às suas indagações. E como pensar nesse fenômeno com a proliferação das buscas em relação à saúde na internet?

3º A procura de informações sobre sintomas e doenças na internet é comum e, muitas vezes, serve a propósitos úteis. De acordo com Aiken e Kirwan (2012), a internet é um valioso recurso na busca de informações médicas e continuará sendo por muitos anos. Porém, a web possui, em paralelo, um poder potencial de aumentar a ansiedade dos sujeitos sem treinamento médico, no momento em que estejam buscando diagnósticos em websites. Dessa forma, contemporaneamente, pessoas que são excessivamente angustiadas ou muito preocupadas com a sua saúde realizam pesquisas constantes na internet. Porém, apenas se tornam mais ansiosas ou amedrontadas. Pense por um momento e, em sua reflexão, responda a si se nunca fez uma busca na internet após receber seu exame de sangue ou surgir uma mancha em alguma região do seu corpo. Esse tipo de comportamento é bem frequente, mas apenas uma minoria apresenta uma manifestação patológica (cibercondríaca) desse funcionamento.

4º Fergus (2013) realizou um estudo com 512 participantes nos Estados Unidos; a média de idade foi de 33,4 anos, sendo 55,3% do sexo feminino. O objetivo do trabalho foi verificar o efeito da intolerância à incerteza na relação entre a frequência de buscas por informações médicas na web e a ansiedade com a saúde. Para essa pesquisa, foram aplicados os seguintes instrumentos: a Intolerance of Uncertainty Scale - 12 Item Version (IUS-12), a Short Health Anxiety Inventory (SHAI) e a Positive and Negative Affect Schedule (PANAS). Além disso, foram considerados outros dois pontos: a relação entre a ansiedade com a saúde como um resultado de buscas por informações médicas na internet e a frequência com que esse usuário busca por esse serviço.

5º De acordo com o autor, é comum que as pessoas encontrem e busquem esse tipo de informação na internet. Entretanto, são desconhecidos os motivos que levam uma parcela da população a desenvolver a cibercondria. O estudo em questão, então, seria uma forma de preencher essa lacuna na literatura científica. A pesquisa demonstrou que, quanto maior o nível de intolerância à incerteza, maior a chance de o indivíduo experienciar a cibercondria. Essa ansiedade pode se tornar ainda maior devido ao fato de a internet oferecer diversas informações para o mesmo problema, confundindo o usuário na identificação do seu problema sintomatológico. Além disso, nem todos os usuários são habilidosos em encontrar endereços eletrônicos confiáveis.

6º Dessa forma, cogite, por um momento, se tantas informações disponíveis na internet são fontes de relaxamento após a sua visita ao endereço eletrônico ou se esse ato gera ainda mais ansiedade. É comum, por exemplo, pacientes chegarem ao consultório de Psicologia com diagnósticos já estabelecidos por buscas que fizeram na internet. Resultado: muitas vezes, a informação é incorreta ou mal interpretada. Nunca deixe o profissional da saúde em segundo plano, priorize-o na busca por informações sobre o seu corpo.

Referências:
AIKEN, M.; KIRWAN, G. Prognoses for diagnoses: medical search online and "cyberchondria". BMC Proceedings, v. 6, 2012.
FERGUS, T. A. Cyberchondria and intolerance of uncertainty: examining when individuals experience health anxiety in response to internet searches for medical information. Cyberpsychology, Behavior and Social Networking, v. 16, n. 10, 2013. 


LEMOS, Igor Lins. Cibercondria e ansiedade. Psique. São Paulo, Editora Escala, nº 144, fev. 2018. [Adaptado].

Em sua relação com o texto, o título
Alternativas
Q1696415 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

O aplauso de pé, por Ruy Castro

   Glenda Jackson, a atriz britânica, acaba de estrear com “Rei Lear” na Broadway. Ela é danada. Nos anos 90, trocou sua carreira no cinema e no teatro por uma cadeira no Parlamento, candidatou-se a prefeita de Londres pelos trabalhistas e foi cogitada para o cargo de ________. Voltou ao palco e, ________ tempos, foi homenageada numa cerimônia em que estavam presentes diversas categorias de cabeças coroadas. Quando seu nome foi anunciado e ela surgiu no palco, a ________ a aplaudiu de pé por longos minutos. Glenda esperou os aplausos silenciarem, sorriu e disse: “Em Londres, não aplaudimos de pé”.

   Aplausos, tudo bem – ela diria –, mas ________ de pé? Representar direito o papel é a obrigação do ator. O aplauso sentado é mais que suficiente.

   Sempre foi assim. Ao surgir no cinema, com filmes como “Delírios de Amor” (1969) e “Mulheres Apaixonadas” (1971), de Ken Russell, e “Domingo Maldito” (1971), de John Schlesinger, foi como se viesse de um planeta mais adulto que o nosso. De saída, ganhou dois Oscars – que aceitou, mas não foi receber. E, embora fosse filha de um pedreiro e de uma faxineira, nunca escolheu seus ________ pelo que lhe renderiam em dinheiro, mas pelo que exigiriam dela como atriz. Aliás, o cinema nunca foi sua primeira opção, daí ter feito poucos filmes. O teatro, sim.

   Se fosse uma atriz brasileira de teatro, Glenda Jackson teria de repetir todas as noites sua advertência sobre aplaudir de pé. No Brasil, assim que qualquer espetáculo termina, todos se levantam e, tenham gostado ou não, começam a bater palmas. Se já se começa pelo aplauso de pé, o que será preciso fazer quando tivermos realmente gostado de um espetáculo?

   Neste momento, haverá outra atriz no mundo disposta a encarar o papel de Rei Lear? É uma peça de três horas e meia e serão oito récitas por semana. Glenda está com 82 anos. Isto, sim, é caso para aplaudir de pé.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/04/o-aplauso-de-pe.shtml) 


Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:


1. No primeiro parágrafo, “cabeças coroadas” faz menção a diferentes títulos da nobreza.

2. No início do terceiro parágrafo, a expressão “sempre foi assim” retoma a ideia presente em “o aplauso sentado é mais que suficiente”.

3. No terceiro parágrafo, “de saída” significa que ela foi premiada com o Oscar só mais ao final da carreira.

4. No terceiro parágrafo, o autor fez uso de travessão em vez de vírgula para realçar um gesto importante no processo descritivo da personalidade da atriz.


Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q1696411 Português

Em entrevista à Revista Veja, Claire Wardle, pesquisadora da Universidade de Harvard que lidera o First Draft, projeto de combate à desinformação na internet, fala sobre notícias falsas que circulam na internet. Quanto a um trecho dessa entrevista, numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.


1. Diz a máxima que não existe publicidade ruim. A verificação não pode acabar servindo como divulgação para informações deturpadas?

2. E qual é o ambiente em que essas habilidades deveriam ser ensinadas?

3. A senhora já afirmou que o WhatsApp está sob pressão no Brasil. Como lidar com a questão da poluição informativa na plataforma?

4. Qual foi o ponto de virada que fez o tema da desinformação se tornar tão central?


( ) No Brasil, poderia haver uma telenovela com um enredo sobre isso. Deveríamos falar disso em Hollywood, nas escolas, nas casas de repouso, em todo lugar, porque todo mundo é afetado por isso.

( ) Há muita pesquisa acadêmica que sugere que dar oxigênio a um rumor é danoso. É preciso ter cuidado, porque um rumor sem amplificação não é problemático.

( ) Quando Duterte foi eleito, nas Filipinas, houve um questionamento sobre a desinformação no Facebook, mas poucos pesquisadores estavam examinando a questão de perto. Então Trump foi eleito e as pessoas passaram a se questionar do porquê de um resultado eleitoral tão surpreendente. Começaram a investigar, e encontraram, por exemplo, sites de notícias enganosas feitas por adolescentes macedônios.

( ) Precisamos pensar em um processo de dispersão de baixo para cima, achar influenciadores que tenham participação em muitos grupos de WhatsApp por todo o país. Precisamos mapear o país dessa maneira, de forma mais estratégica.


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 

Alternativas
Q1696110 Português

Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.contioutra.com/os-principais-tipos-de-

relacionamentos-ioio/. Acesso em 26 mar. 2019.

Com base estritamente no que o texto explicita, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1694996 Português

Leia a tirinha para responder à questão.


(Charles M. Schulz. Peanuts: 120 tirinhas.

Porto Alegre, RS: L&PM, 2013)

No trecho do 1° quadrinho “… disse que eu sou a maior implicante do mundo!”, há evidência de que a mãe pretendeu, em relação à filha,
Alternativas
Q1694995 Português

Leia a tirinha para responder à questão.


(Charles M. Schulz. Peanuts: 120 tirinhas.

Porto Alegre, RS: L&PM, 2013)

Conforme a leitura da tirinha, é correto afirmar que
Alternativas
Q1694994 Português

Leia a tirinha para responder à questão.


(Charles M. Schulz. Peanuts: 120 tirinhas.

Porto Alegre, RS: L&PM, 2013)

De acordo com a leitura do trecho contido no 1° quadrinho “… disse que eu sou a maior implicante do mundo!”, pode-se afirmar que a mãe
Alternativas
Q1694991 Português

Leia o texto para responder à questão.


A difícil missão de ensinar limites

aos filhos na primeira infância


     Um dos processos mais complexos que envolvem a educação dos filhos é o de ensinar limites para os pequenos desde a primeira infância. É importante que o contato das crianças com os limites seja iniciado logo nos primeiros meses de vida, quando o filho está conhecendo o mundo ao seu redor.

     Com o passar do tempo, se a criança não compreender que há limites, todas as vezes em que ela for contrariada irá chorar, gritar ou fazer birra por conta da limitação apresentada pelos pais. Em ambientes públicos, esses comportamentos costumam ser bastante observados e até criticados pelas pessoas.

     Se os limites forem ensinados desde que uma criança nasce, o desafio de dizer não quando elas vão crescendo fica mais fácil e as chances desse processo ser tranquilo são muito maiores. 


(Disponível em: http://www.marupiara.com.br.

Acesso em 17.03.2019. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1694990 Português

Leia o texto para responder à questão.


A difícil missão de ensinar limites

aos filhos na primeira infância


     Um dos processos mais complexos que envolvem a educação dos filhos é o de ensinar limites para os pequenos desde a primeira infância. É importante que o contato das crianças com os limites seja iniciado logo nos primeiros meses de vida, quando o filho está conhecendo o mundo ao seu redor.

     Com o passar do tempo, se a criança não compreender que há limites, todas as vezes em que ela for contrariada irá chorar, gritar ou fazer birra por conta da limitação apresentada pelos pais. Em ambientes públicos, esses comportamentos costumam ser bastante observados e até criticados pelas pessoas.

     Se os limites forem ensinados desde que uma criança nasce, o desafio de dizer não quando elas vão crescendo fica mais fácil e as chances desse processo ser tranquilo são muito maiores. 


(Disponível em: http://www.marupiara.com.br.

Acesso em 17.03.2019. Adaptado)

A principal ideia contida no 1° parágrafo é a de que ensinar limites
Alternativas
Q1694983 Português

Leia o texto para responder a questão.


O poder do “não”


    Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

     Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

    A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

     O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.


(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavras ou expressões empregadas no sentido figurado.
Alternativas
Q1694982 Português

Leia o texto para responder a questão.


O poder do “não”


    Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

     Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

    A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

     O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.


(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

A leitura do último parágrafo permite afirmar que dizer “não” aos filhos
Alternativas
Q1694981 Português

Leia o texto para responder a questão.


O poder do “não”


    Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

     Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

    A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

     O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.


(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

Segundo o 3° parágrafo, pode-se afirmar que a mãe teve uma atitude
Alternativas
Q1694980 Português

Leia o texto para responder a questão.


O poder do “não”


    Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

     Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

    A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

     O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.


(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

Conforme o comportamento descrito no 2° parágrafo, é correto afirmar que as atitudes de Pedrinho
Alternativas
Q1694979 Português

Leia o texto para responder a questão.


O poder do “não”


    Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

     Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

    A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

     O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.


(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

É correto afirmar que a descrição da aparência de Pedrinho, no 1° parágrafo, revela
Alternativas
Respostas
30941: D
30942: A
30943: C
30944: C
30945: C
30946: D
30947: D
30948: A
30949: D
30950: D
30951: A
30952: B
30953: A
30954: B
30955: B
30956: E
30957: E
30958: A
30959: C
30960: D