Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1097866 Português

                 

Segundo o texto, a China
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Q1097865 Português

                 

Conforme o texto, a região (nação ou território) que integra os tigres asiáticos e que teve participação ativa do Estado com vistas ao alcance do desenvolvimento tecnológico e da autonomia econômica foi
Alternativas
Q1097864 Português

                 

A mudança estrutural de que trata o texto advém
Alternativas
Q1097863 Português

                 

Depreende‐se do texto que os tigres asiáticos
Alternativas
Q1097861 Português

                 

Deduz‐se do texto que
Alternativas
Q1097765 Português
De acordo com o texto,
Alternativas
Q1097764 Português
O texto
Alternativas
Q1097613 Português

                      

A respeito de aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1097611 Português

                      

Com relação ao texto, assinale a alternativa correta.
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Q1097382 Português
Assinale a alternativa que apresenta o assunto principal do texto.
Alternativas
Q1097381 Português

Considerando o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:


I. Quando questionado sobre quem era, a pessoa com a qual o autor conversou confundiu seu perfil profissional com sua essência verdadeira.

II. O autor já havia refletido bastante sobre o assunto, mas não conseguia compartilhar suas ideias por considerá-las muito pessoais.

III. O autor mobiliza vários exemplos, como conceitos e falas de pensadores gregos, a fim de sustentar seu argumento central: as pessoas são a posição de poder que ocupam.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1097292 Português

Considerando o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:


I. O autor cita Steve Jobs como um exemplo de fala que desmerece professores.

II. Segundo o autor, a ideia de que a educação deva absorver os pressupostos da tecnologia acaba sendo ditada mais pelos gurus da tecnologia do que pelos educadores.

III. O autor é claramente contrário à invasão das escolas pelas tecnologias digitais.


Quais estão corretas?

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Q1097291 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma ideia que coloque o uso da tecnologia na educação como prioritário.
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Q1097197 Português
São marcas de subjetividade no texto opinativo “Onde anda o Guarda Belo?”:
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Q1097196 Português
Para responder às questões 05 e 06, leia o fragmento abaixo:
    
    “Alta e com postura retilínea, Elza é uma figura imponente. Diz que nunca foi conhecida por ser ‘meiguinha’ – ‘muito pelo contrário, não passo a mão na cabeça, sou meio bruta, tropeços nos ambientes’.
    Essa postura, ressalta, não tem a ver com uma maneira de marcar território em uma instituição historicamente masculina. ‘Não preciso cuspir no chão para mostrar que sou mais capaz que um homem’”. (linhas 14-23)
Expressões como “não passo a mão na cabeça” e “marcar território” são marcas de
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Q1097191 Português
A reportagem sobre Elza Paulina de Souza destaca a desigualdade de gêneros vivida durante sua trajetória profissional. Representa um exemplo dessa desigualdade o seguinte fato citado no texto:
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Q1096565 Português
De 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida

    De fato, entre todos os fatores de risco, o maior previsor de suicídio é a ocorrência de doenças mentais. Segundo a OMS, 90% das pessoas que se suicidam apresentavam algum desequilíbrio, como depressão, transtorno bipolar, dependência de substâncias e esquizofrenia – e 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida.
    Ainda assim, a OMS defende que 90% dos suicídios poderiam ser evitados. O desafio é cuidar das doenças mentais como cuidamos das outras doenças. Cerca de 60% das pessoas que se suicidam nunca se consultaram com um psicólogo ou psiquiatra. Imagine que estranho seria, por exemplo, se seis entre dez pessoas que quebram uma perna simplesmente não fossem a um ortopedista. Doença mental é apenas mais uma doença – e uma que pode causar o suicídio. Parece óbvio que o assunto deve ser visto como um problema de saúde pública.
    “O primeiro passo para a prevenção é falar sobre o suicídio. Ele deveria ser tratado como a aids e o câncer de mama, cujas campanhas de prevenção foram fundamentais para diminuir a incidência das doenças”, diz a psicóloga e coordenadora do Instituto Vita Alere, que faz prevenção ao suicídio, Karen Scavacini. Essa é também a visão da OMS. Em 2013, seus membros se comprometeram a desenvolver estratégias para reduzir a incidência de casos em 10% até 2020.
    O Japão é um exemplo de sucesso – e que tem índices historicamente altos. Até o fim dos anos 1990, o suicídio era considerado tabu. Não se deveria discuti-lo publicamente. Até que, em 1998, a incidência de casos cresceu mais de 8 mil em um ano e beirou as 33 mil mortes. A partir desse pico, filhos de vítimas foram à imprensa pedir atenção para o assunto, e o governo decidiu desenvolver medidas de saúde pública no país, que avaliavam fatores psicológicos, culturais e econômicos. Deu certo. 
  Apesar de ainda ser alto, o número de japoneses que se suicidam ao ano caiu gradativamente, e em 2012 ficou abaixo dos 30 mil pela primeira vez em 14 anos.


A substituição da expressão destacada pela expressão posta entre parênteses mantém a correção gramatical do período e os sentidos originais do texto somente no item:
Alternativas
Q1096560 Português
De 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida

    De fato, entre todos os fatores de risco, o maior previsor de suicídio é a ocorrência de doenças mentais. Segundo a OMS, 90% das pessoas que se suicidam apresentavam algum desequilíbrio, como depressão, transtorno bipolar, dependência de substâncias e esquizofrenia – e 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida.
    Ainda assim, a OMS defende que 90% dos suicídios poderiam ser evitados. O desafio é cuidar das doenças mentais como cuidamos das outras doenças. Cerca de 60% das pessoas que se suicidam nunca se consultaram com um psicólogo ou psiquiatra. Imagine que estranho seria, por exemplo, se seis entre dez pessoas que quebram uma perna simplesmente não fossem a um ortopedista. Doença mental é apenas mais uma doença – e uma que pode causar o suicídio. Parece óbvio que o assunto deve ser visto como um problema de saúde pública.
    “O primeiro passo para a prevenção é falar sobre o suicídio. Ele deveria ser tratado como a aids e o câncer de mama, cujas campanhas de prevenção foram fundamentais para diminuir a incidência das doenças”, diz a psicóloga e coordenadora do Instituto Vita Alere, que faz prevenção ao suicídio, Karen Scavacini. Essa é também a visão da OMS. Em 2013, seus membros se comprometeram a desenvolver estratégias para reduzir a incidência de casos em 10% até 2020.
    O Japão é um exemplo de sucesso – e que tem índices historicamente altos. Até o fim dos anos 1990, o suicídio era considerado tabu. Não se deveria discuti-lo publicamente. Até que, em 1998, a incidência de casos cresceu mais de 8 mil em um ano e beirou as 33 mil mortes. A partir desse pico, filhos de vítimas foram à imprensa pedir atenção para o assunto, e o governo decidiu desenvolver medidas de saúde pública no país, que avaliavam fatores psicológicos, culturais e econômicos. Deu certo. 
  Apesar de ainda ser alto, o número de japoneses que se suicidam ao ano caiu gradativamente, e em 2012 ficou abaixo dos 30 mil pela primeira vez em 14 anos.


Ainda sobre seus objetivos, gerais ou específicos, somente é correto afirmar que o texto:
Alternativas
Q1096559 Português
De 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida

    De fato, entre todos os fatores de risco, o maior previsor de suicídio é a ocorrência de doenças mentais. Segundo a OMS, 90% das pessoas que se suicidam apresentavam algum desequilíbrio, como depressão, transtorno bipolar, dependência de substâncias e esquizofrenia – e 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida.
    Ainda assim, a OMS defende que 90% dos suicídios poderiam ser evitados. O desafio é cuidar das doenças mentais como cuidamos das outras doenças. Cerca de 60% das pessoas que se suicidam nunca se consultaram com um psicólogo ou psiquiatra. Imagine que estranho seria, por exemplo, se seis entre dez pessoas que quebram uma perna simplesmente não fossem a um ortopedista. Doença mental é apenas mais uma doença – e uma que pode causar o suicídio. Parece óbvio que o assunto deve ser visto como um problema de saúde pública.
    “O primeiro passo para a prevenção é falar sobre o suicídio. Ele deveria ser tratado como a aids e o câncer de mama, cujas campanhas de prevenção foram fundamentais para diminuir a incidência das doenças”, diz a psicóloga e coordenadora do Instituto Vita Alere, que faz prevenção ao suicídio, Karen Scavacini. Essa é também a visão da OMS. Em 2013, seus membros se comprometeram a desenvolver estratégias para reduzir a incidência de casos em 10% até 2020.
    O Japão é um exemplo de sucesso – e que tem índices historicamente altos. Até o fim dos anos 1990, o suicídio era considerado tabu. Não se deveria discuti-lo publicamente. Até que, em 1998, a incidência de casos cresceu mais de 8 mil em um ano e beirou as 33 mil mortes. A partir desse pico, filhos de vítimas foram à imprensa pedir atenção para o assunto, e o governo decidiu desenvolver medidas de saúde pública no país, que avaliavam fatores psicológicos, culturais e econômicos. Deu certo. 
  Apesar de ainda ser alto, o número de japoneses que se suicidam ao ano caiu gradativamente, e em 2012 ficou abaixo dos 30 mil pela primeira vez em 14 anos.


Conforme as ideias apresentadas no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
30861: A
30862: C
30863: E
30864: A
30865: D
30866: C
30867: E
30868: D
30869: A
30870: B
30871: E
30872: D
30873: D
30874: A
30875: A
30876: B
30877: B
30878: A
30879: B
30880: C