Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 51.469 questões
Leia a tirinha abaixo para responder a questão.

Disponível em: http://literariaflordelacio.blogspot.com. Acessado em 29/03/2019
De acordo com as marcações feitas, indique a opção cuja sequência corresponda CORRETAMENTE as informações relacionadas ao texto.
ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder a questão.

Martha Medeiros
Disponível em: http://saiavip.com.br/a-mulher-e-a-patroa/
Acessado em 29/03/2018
ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder a questão.

Martha Medeiros
Disponível em: http://saiavip.com.br/a-mulher-e-a-patroa/
Acessado em 29/03/2018
ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder a questão.
QUEM TEM MEDO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/quem-tem-medo-da-inteligencia-artificial/ Acessado em: 29/03/2019
I. Em conformidade com as ideias negativas veiculadas pela ficção cinematográfica, o contexto de pós-singularidade será consequentemente negativo, dada a relação conflituosa e perigosa entre humanos e robôs. II. O contexto de pós-singularidade será benéfico, em decorrência das novas funções emergentes, a serem desempenhadas sem grandes dificuldades, considerando a inata capacidade humana de adaptação. III. Dado o percurso evolutivo da cognição humana ao longo do tempo, o contexto de pós-singularidade será salutar, uma vez que são necessárias tecnologias capazes de materializar as projeções intelectuais humanas.
Com base nos referidos itens, marque a opção CORRETA:
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QUEM TEM MEDO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/quem-tem-medo-da-inteligencia-artificial/ Acessado em: 29/03/2019
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CONTINHO
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:
- Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
- Ela não vai não: nós é que vamos nela.
- Engraçadinho duma figa! Como se chama?
- Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.
(Paulo Mendes Campos. Crônica 1. São Paulo: Ática, 2002.p.76)
ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder a questão.
CONTINHO
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:
- Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
- Ela não vai não: nós é que vamos nela.
- Engraçadinho duma figa! Como se chama?
- Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.
(Paulo Mendes Campos. Crônica 1. São Paulo: Ática, 2002.p.76)



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UM APÓLOGO

Machado de Assis. Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/um-apologo-conto-de-machado-de-assis/ Acessado em 29/03/2019
De acordo com o texto “O Apólogo” de Machado de Assis e com a ilustração abaixo, e levando em consideração as personagens presentes nas narrativas tanto verbal quanto visual, indique a opção em que a fala não é compatível com a associação entre os elementos dos textos:

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UM APÓLOGO

Machado de Assis. Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/um-apologo-conto-de-machado-de-assis/ Acessado em 29/03/2019
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UM APÓLOGO

Machado de Assis. Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/um-apologo-conto-de-machado-de-assis/ Acessado em 29/03/2019
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UM APÓLOGO

Machado de Assis. Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/um-apologo-conto-de-machado-de-assis/ Acessado em 29/03/2019
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UM APÓLOGO

Machado de Assis. Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/um-apologo-conto-de-machado-de-assis/ Acessado em 29/03/2019
Observe atentamente os excertos retirados do texto:
I – “A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.” (L. 6 e 7)
II – “Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo.” (L. 18 e 19)
III – “Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.” (L. 40 e 41)
Quanto à interpretação do texto e à associação de sentimentos humanos aos objetos-personagens do texto, pode-se perceber que as falas acima representam padrões de comportamentos ancorados, respectivamente, nos seguintes temas:
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ANEDOTA
Um músico mambembe resolve ganhar algum dinheiro tocando sanfona no meio da praça. Aparece um fiscal e o interrompe:
– Você tem licença?
– Não.
– Então me acompanhe.
– Claro. E que música o senhor vai cantar?
Brasil: almanaque de cultura popular. São Paulo, n. 97, maio 2007.
Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.
E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS...

Luis Fernando Veríssimo
Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019
Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.
E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS...

Luis Fernando Veríssimo
Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019
Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.
E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS...

Luis Fernando Veríssimo
Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019
