Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Texto 13
Cajuína
existirmos, a que será que se destina?
pois quando tu me deste a rosa pequenina
vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
do menino infeliz não se nos ilumina
tampouco turva-se a lágrima nordestina
apenas a matéria vida era tão fina
e éramos olharmo-nos intacta retina
a cajuína cristalina em Teresina VELOSO, Caetano. Cajuína.
Disponível em: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/12502/9814. Acesso em: 29 ago. 2019.
Texto 12
O rei da vela
[...] ABELARDO I – Aqui não há acordo, meu amigo. Há pagamento!
O CLIENTE – Mas eu me acho numa situação triste. Não posso pagar tudo, seu Abelardo. Talvez consiga um adiantamento para liquidar...
ABELARDO I – Apesar da sua impontualidade, examinaremos as suas propostas...
O CLIENTE – Mas eu fui pontual dois anos e meio! Paguei enquanto pude! A minha dívida era de um conto de réis. Só de juros eu lhe trouxe aqui nesta sala mais de dois contos e quinhentos. E até agora não me utilizei da lei contra a usura... [...]
ABELARDO I — Não me fale nessa monstruosidade porque eu o mando executar hoje mesmo.
Tomo-lhe até a roupa, ouviu? A camisa do corpo.
O CLIENTE — Eu não vou me aproveitar, Seu Abelardo. Quero lhe pagar. Mas quero também lhe propor um acordo. A minha situação é triste... Não tenho culpa de ter sido dispensado. Empregueime outra vez. Despediram-me por economia. Não ponho minha filhinha na escola porque não posso comprar sapatos para ela. Não hei de morrer de fome também. Às vezes não temos o que comer em casa. Minha mulher agora caiu doente. No entanto, sou um homem habilitado. Tenho procurado inutilmente emprego por toda a parte. Só tenho recebido nãos enormes. Do tamanho do céu! Agora, aprendi escrituração, estou fazendo umas escritas. Uns biscates. Hei de arribar... Quero ver se adiantam para lhe pagar.
ABELARDO I — Mas, enfim, o que é que o senhor me propõe?
O CLIENTE — Uma pequena redução no capital.
ABELARDO I — No capital! O senhor está maluco! Reduzir o capital? Nunca!
O CLIENTE — Mas eu já paguei mais do dobro do que levei daqui...
ABELARDO I — Me diga uma coisa, Seu Pitanga. Fui eu que fui procurá-lo para assinar este papagaio? Foi o meu automóvel que parou diante do seu casebre para pedir que aceitasse o meu dinheiro? Com que direito o senhor me propõe uma redução no capital que eu lhe emprestei?
O CLIENTE (Desnorteado.) — Eu já paguei duas vezes...
ABELARDO I — Suma-se daqui! (Levanta-se.) Saia ou chamo a polícia. É só dar o sinal de crime neste aparelho. A polícia ainda existe...
O CLIENTE — Para defender os capitalistas! E os seus crimes!
ABELARDO I — Para defender o meu dinheiro. Será executado hoje mesmo. (Toca a campainha.)
Abelardo! Dê ordens para executá-lo! Rua! Vamos. Fuzile-o. É o sistema da casa.
O CLIENTE — Eu sou um covarde! (Vai chorando.) O senhor abusa de um fraco, de um covarde!
ANDRADE, Oswald de. O rei da vela. 11. ed. São Paulo: Globo, 2002, p. 40-41. [Fragmento]
Texto 11
A verdade sobre o dia primeiro de abril
O ano nem sempre foi como nós o conhecemos agora. Por exemplo: no antigo calendário romano, abril era o segundo mês do ano. E na França, até meados do século XVI, abril era o primeiro mês. Como havia o hábito de dar presentes no começo de cada ano, o primeiro dia de abril era, para os franceses da época, o que o Natal é para nós hoje, um dia de alegrias, salvo para quem ganhava meias ou uma água-de-colônia barata. Com a introdução do calendário gregoriano, em 1564, primeiro de janeiro passou a ser o primeiro dia do ano e, portanto, o dia dos presentes. E primeiro de abril passou a ser um falso Natal – o dia de não se ganhar mais nada. Por extensão, o dia de ser iludido. Por extensão, o Dia da Mentira.
VOCÊ ACREDITOU NESSA?
Há outra. No hemisfério Norte, onde tudo é o contrário do hemisfério Sul – inclusive, em muitos países, corrupto vai para a cadeia, imagine! – a primavera está no auge em abril. “Abril” viria, mesmo, do latim “Aprilis”, ou “Abrir”, pois a primavera é a estação em que os botões se abrem, tanto das flores quanto das roupas, e o pólen está no ar, e as abelhas voam, os camponeses correm atrás das camponesas e, como se não bastasse toda esta confusão, os alérgicos espirram e os pássaros cantam. Um dos primeiros pássaros a cantar a chegada da primavera é o cuco, cuja característica é imitar a voz de outros pássaros, tanto que os assim chamados relógios-cucos não deviam ter este nome, já que o que o passarinho canta quando sai da janelinha nunca é o seu próprio canto, é plágio. O primeiro dia de abril, na Europa, era, portanto, o Dia do Cuco, que saía do seu ninho para espalhar a discórdia, já que ora imitava um pássaro, ora imitava outro. E a todas estas horas as camponesas voavam, as abelhas perseguiam os camponeses pelos campos e os alérgicos floriam e as flores espirravam e os padres mandavam parar com essa pouca-vergonha, já! E matem aquele cuco. Primeiro de abril era o Dia do Cuco. O cuco é um pássaro mentiroso. Aliás, até hoje, ninguém, fora alguns parentes mais chegados, sabe como é o canto real de um cuco, já que ele sempre canta como outro. Logo, primeiro de abril ficou como o dia dos mentirosos.
ESSA CONVENCEU?
Aqui vai outra. Na verdade tudo vem da Índia, onde desde tempos imemoráveis existe o Festival de Huli, uma festa que dura um mês e em que tudo é ao contrário, tanto que ela começa no dia 30 de abril e termina no dia primeiro, quando as pessoas entram nas suas casas, de costas e começam a se preparar para a festa que já houve. O último dia do Festival de Huli é reservado para o “Vahila”, que em sânscrito quer dizer “Tirar um Sarro”, que é quando as pessoas recebem incumbências absurdas, como – isto já na época do domínio britânico – levantar a saia da estátua da rainha Vitória para ver se a calcinha também era de bronze. Foram, aliás, os ingleses que levaram a tradição do Huli para a Europa, junto com o curry e a malária.
Uma destas é a verdadeira origem do primeiro de abril. Mas, claro, isto também pode ser mentira...
VERISSIMO, Luis Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 127-129.
Texto 11
A verdade sobre o dia primeiro de abril
O ano nem sempre foi como nós o conhecemos agora. Por exemplo: no antigo calendário romano, abril era o segundo mês do ano. E na França, até meados do século XVI, abril era o primeiro mês. Como havia o hábito de dar presentes no começo de cada ano, o primeiro dia de abril era, para os franceses da época, o que o Natal é para nós hoje, um dia de alegrias, salvo para quem ganhava meias ou uma água-de-colônia barata. Com a introdução do calendário gregoriano, em 1564, primeiro de janeiro passou a ser o primeiro dia do ano e, portanto, o dia dos presentes. E primeiro de abril passou a ser um falso Natal – o dia de não se ganhar mais nada. Por extensão, o dia de ser iludido. Por extensão, o Dia da Mentira.
VOCÊ ACREDITOU NESSA?
Há outra. No hemisfério Norte, onde tudo é o contrário do hemisfério Sul – inclusive, em muitos países, corrupto vai para a cadeia, imagine! – a primavera está no auge em abril. “Abril” viria, mesmo, do latim “Aprilis”, ou “Abrir”, pois a primavera é a estação em que os botões se abrem, tanto das flores quanto das roupas, e o pólen está no ar, e as abelhas voam, os camponeses correm atrás das camponesas e, como se não bastasse toda esta confusão, os alérgicos espirram e os pássaros cantam. Um dos primeiros pássaros a cantar a chegada da primavera é o cuco, cuja característica é imitar a voz de outros pássaros, tanto que os assim chamados relógios-cucos não deviam ter este nome, já que o que o passarinho canta quando sai da janelinha nunca é o seu próprio canto, é plágio. O primeiro dia de abril, na Europa, era, portanto, o Dia do Cuco, que saía do seu ninho para espalhar a discórdia, já que ora imitava um pássaro, ora imitava outro. E a todas estas horas as camponesas voavam, as abelhas perseguiam os camponeses pelos campos e os alérgicos floriam e as flores espirravam e os padres mandavam parar com essa pouca-vergonha, já! E matem aquele cuco. Primeiro de abril era o Dia do Cuco. O cuco é um pássaro mentiroso. Aliás, até hoje, ninguém, fora alguns parentes mais chegados, sabe como é o canto real de um cuco, já que ele sempre canta como outro. Logo, primeiro de abril ficou como o dia dos mentirosos.
ESSA CONVENCEU?
Aqui vai outra. Na verdade tudo vem da Índia, onde desde tempos imemoráveis existe o Festival de Huli, uma festa que dura um mês e em que tudo é ao contrário, tanto que ela começa no dia 30 de abril e termina no dia primeiro, quando as pessoas entram nas suas casas, de costas e começam a se preparar para a festa que já houve. O último dia do Festival de Huli é reservado para o “Vahila”, que em sânscrito quer dizer “Tirar um Sarro”, que é quando as pessoas recebem incumbências absurdas, como – isto já na época do domínio britânico – levantar a saia da estátua da rainha Vitória para ver se a calcinha também era de bronze. Foram, aliás, os ingleses que levaram a tradição do Huli para a Europa, junto com o curry e a malária.
Uma destas é a verdadeira origem do primeiro de abril. Mas, claro, isto também pode ser mentira...
VERISSIMO, Luis Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 127-129.
Texto 10
LEITORES
– de papiros, de sermões nos templos, de poesia em público, de discursos políticos escritos por terceiros, de periódicos lidos em voz alta para os trabalhadores nas fábricas de cigarros;
– de livros, revistas, anedotas, quadrinhos, legendas de filmes, grafites, cartazes publicitários, anúncios luminosos, cartas enviadas pelo correio normal, bulas de remédio, manuais de aparelhos elétricos;
– de informações na internet, blogs, e-mails, faxes, microfilmes, mensagens no celular.
Por que as campanhas de incentivo à leitura são feitas só com livros e tantas bibliotecas incluem somente impressos em papel?
CANCLINI, Néstor García. Leitores, espectadores e internautas. São Paulo: Iluminuras, 2008, p. 56. [Fragmento]
Texto 5
Nossa cultura, ou mais concretamente, as distintas instâncias que cercam a edição para crianças, declara que o material de leitura é crucial para o desenvolvimento e o bem-estar mental e pressiona os autores para que elaborem textos que agradem às crianças, mas que, ao mesmo tempo, obtenham o beneplácito dos adultos enquanto textos de leitura para a infância. Assim, os autores devem comprometer-se com dois destinatários, que podem diferir em seus gostos e em suas normas de interpretação do texto.
COLOMER, Teresa. A formação do leitor literário: narrativa infantil e juvenil atual. São Paulo: Global, 2003, p. 164-165. [Fragmento]
De acordo com o Texto 5, é correto afirmar que:
Eles sentem o que você sente
A foto correu mundo – ou melhor, “viralizou”. Deitado ao lado do caixão de George Bush, que morreu no início de dezembro, o labrador Sully parecia querer transmitir seu luto, sua melancolia. A imagem provocou comoção – mas não exatamente surpresa. Há muito o _________ comum alerta a ciência: os cães esbanjam empatia pelos seres humanos. Quem tem um em casa – mais de 44% dos lares brasileiros, segundo o IBGE – sabe que não é raro vê-los espelhar o estado de espírito dos donos.
O que era apenas uma impressão ganhou agora um patamar científico. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Linköping, na Suécia, revelou uma extraordinária semelhança entre os índices de estresse registrados em cachorros de duas raças bastante distintas e em suas respectivas proprietárias.
O trabalho utilizou 58 cães, 33 deles pastores de shetland e 25 border collies. Os cientistas analisaram os níveis de cortisol – hormônio ______________ ao estresse – presentes nos pelos dos animais e nos cabelos de suas donas e chegaram à conclusão de que eles eram muito parecidos.
A relação mais estreita entre a produção de cortisol de um cão e a verificada em sua dona foi encontrada nos animais do sexo feminino e naqueles que eram treinados para competições diversas. Para o primeiro caso, os cientistas não arriscam justificativas. Já para o segundo, é possível que a explicação esteja nos longos períodos de convivência indispensáveis para um bom adestramento. Outra relevante descoberta foi que aspectos como a idade dos cachorros e a das mulheres não pesavam em nada no nível de cortisol registrado pelos cientistas.
Estudos anteriores já haviam revelado que a proximidade entre cachorros e seres humanos estava estreitamente relacionada a hormônios. Uma pesquisa de 2015 feita no Japão mostrou que um simples olhar entre cães e humanos é ______________ para estimular, em ambos, a produção de oxitocina, substância responsável pela sensação de apego e de prazer.
Não há dúvida de que o trabalho feito na Suécia avançou na constatação científica da existência de empatia entre cães e pessoas. https://veja.abril.com.br/ciencia/... - adaptado.
https://veja.abril.com.br/ciencia/... - adaptado.
Eles sentem o que você sente
A foto correu mundo – ou melhor, “viralizou”. Deitado ao lado do caixão de George Bush, que morreu no início de dezembro, o labrador Sully parecia querer transmitir seu luto, sua melancolia. A imagem provocou comoção – mas não exatamente surpresa. Há muito o _________ comum alerta a ciência: os cães esbanjam empatia pelos seres humanos. Quem tem um em casa – mais de 44% dos lares brasileiros, segundo o IBGE – sabe que não é raro vê-los espelhar o estado de espírito dos donos.
O que era apenas uma impressão ganhou agora um patamar científico. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Linköping, na Suécia, revelou uma extraordinária semelhança entre os índices de estresse registrados em cachorros de duas raças bastante distintas e em suas respectivas proprietárias.
O trabalho utilizou 58 cães, 33 deles pastores de shetland e 25 border collies. Os cientistas analisaram os níveis de cortisol – hormônio ______________ ao estresse – presentes nos pelos dos animais e nos cabelos de suas donas e chegaram à conclusão de que eles eram muito parecidos.
A relação mais estreita entre a produção de cortisol de um cão e a verificada em sua dona foi encontrada nos animais do sexo feminino e naqueles que eram treinados para competições diversas. Para o primeiro caso, os cientistas não arriscam justificativas. Já para o segundo, é possível que a explicação esteja nos longos períodos de convivência indispensáveis para um bom adestramento. Outra relevante descoberta foi que aspectos como a idade dos cachorros e a das mulheres não pesavam em nada no nível de cortisol registrado pelos cientistas.
Estudos anteriores já haviam revelado que a proximidade entre cachorros e seres humanos estava estreitamente relacionada a hormônios. Uma pesquisa de 2015 feita no Japão mostrou que um simples olhar entre cães e humanos é ______________ para estimular, em ambos, a produção de oxitocina, substância responsável pela sensação de apego e de prazer.
Não há dúvida de que o trabalho feito na Suécia avançou na constatação científica da existência de empatia entre cães e pessoas. https://veja.abril.com.br/ciencia/... - adaptado.
https://veja.abril.com.br/ciencia/... - adaptado.
Eles sentem o que você sente
A foto correu mundo – ou melhor, “viralizou”. Deitado ao lado do caixão de George Bush, que morreu no início de dezembro, o labrador Sully parecia querer transmitir seu luto, sua melancolia. A imagem provocou comoção – mas não exatamente surpresa. Há muito o _________ comum alerta a ciência: os cães esbanjam empatia pelos seres humanos. Quem tem um em casa – mais de 44% dos lares brasileiros, segundo o IBGE – sabe que não é raro vê-los espelhar o estado de espírito dos donos.
O que era apenas uma impressão ganhou agora um patamar científico. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Linköping, na Suécia, revelou uma extraordinária semelhança entre os índices de estresse registrados em cachorros de duas raças bastante distintas e em suas respectivas proprietárias.
O trabalho utilizou 58 cães, 33 deles pastores de shetland e 25 border collies. Os cientistas analisaram os níveis de cortisol – hormônio ______________ ao estresse – presentes nos pelos dos animais e nos cabelos de suas donas e chegaram à conclusão de que eles eram muito parecidos.
A relação mais estreita entre a produção de cortisol de um cão e a verificada em sua dona foi encontrada nos animais do sexo feminino e naqueles que eram treinados para competições diversas. Para o primeiro caso, os cientistas não arriscam justificativas. Já para o segundo, é possível que a explicação esteja nos longos períodos de convivência indispensáveis para um bom adestramento. Outra relevante descoberta foi que aspectos como a idade dos cachorros e a das mulheres não pesavam em nada no nível de cortisol registrado pelos cientistas.
Estudos anteriores já haviam revelado que a proximidade entre cachorros e seres humanos estava estreitamente relacionada a hormônios. Uma pesquisa de 2015 feita no Japão mostrou que um simples olhar entre cães e humanos é ______________ para estimular, em ambos, a produção de oxitocina, substância responsável pela sensação de apego e de prazer.
Não há dúvida de que o trabalho feito na Suécia avançou na constatação científica da existência de empatia entre cães e pessoas. https://veja.abril.com.br/ciencia/... - adaptado.
https://veja.abril.com.br/ciencia/... - adaptado.
I. Quanto à produção de cortisol, uma relação estreita – entre cão e dona – foi verificada nos animais treinados para competições, possivelmente devido à grande quantidade de tempo que ficam juntos nos treinamentos.
II. De acordo com a pesquisa, o nível de cortisol é afetado principalmente pela idade dos cachorros e das donas.
( ) Conforme autores de estudo realizado no Reino Unido, é essencial ficar no mínimo duas horas em contato com a natureza por dia.
( ) Além de diminuir a probabilidade de ter obesidade, viver em áreas verdes está relacionado com diminuição dos riscos de asma e diabetes.
Produtos industrializados e ultraprocessados como os biscoitos – tão comuns na alimentação infantil – são ricos em açúcares, gorduras e sal, que aumentam a concentração de colesterol ruim na corrente sanguínea, o qual, quando em excesso, passa a se acumular nas paredes das veias.
(Disponível em: https://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/aprenda-diminuir-colesterol-do-seu-filho-mudando-alimentacao-rv1-1-23476113. html)
A expressão sublinhada no texto faz referência:
I. Um dos motivos para a polonesa Olga Tokarczuk ter ganhado o Nobel de 2018 é devido ao fato de a Academia Sueca ter se comprometido a premiar menos homens do Oeste Europeu.
II. Conforme regras da Academia Sueca, os ganhadores das medalhas são divulgados logo após a liberação da lista de indicados.
( ) Cintia Gama é especialista em história do Egito, mas não em história da gastronomia.
( ) As múmias aparentam ser magras, pois, no processo de mumificação, ocorre uma secagem dos tecidos corpóreos e eles encolhem.
( ) Uma vez que os egípcios eram muito ligados em padrões de beleza, muitos traços não eram desenhados fielmente na pintura bidimensional.
O texto abaixo é referência para a questão.
Na era de ouro da comunicação, pululam informações falsas que buscam difundir crenças sem qualquer base científica. Conceitos consolidados ao longo de séculos, como a esfericidade da Terra, passam a ser questionados de forma simplória e irresponsável. Conteúdos pseudocientíficos na internet desautorizam, por exemplo, a eficácia de vacinas e a utilidade da energia nuclear. Mas conhecer e entender o mundo a partir do método científico é a forma mais eficiente de melhorá-lo.
Um dos conselhos mais conhecidos em divulgação científica é: se há algo importante a ser dito, que seja dito logo. Cumpre-se, então, o conselho: a Terra é redonda. Para um(a) leitor(a) desavisado(a), pode parecer exagero ter de lembrar o formato de nosso planeta, mas os tempos mudam e nem sempre para melhor. Esse fato científico consolidado tem sido questionado em sítios pseudocientíficos na internet. Nossa tarefa aqui é consertar esse equívoco. […]
(Adaptado de: http://cienciahoje.org.br/artigo/a-terra-e-redonda/, acesso em 28, fev. 2019.)

