Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Texto I
Escrever
Joaquim Ferreira dos Santos
A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz o gênero fofo. Moleza, disse.
Primeiro, evite estes coloquialismos de “fofo” e “moleza”, passe longe das gírias ainda não
dicionarizadas e de tudo que soe mais falado do que escrito. Isto aqui não é rádio FM. De vez em
quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro
5 gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas,
em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de
um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.
Quando quiser aplicar um “mas”, tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa,
peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador.
10 Dele deve ter vindo a expressão “cheio de mas-mas”, ou seja, uma pessoa cheia de “não é bem
assim”, uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.
Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo
afirmativo, reto no assunto. [...]
[...]
Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical. Evite
15 metáforas complicadas, passe por cima de expressões como “em geral”, como está no primeiro
parágrafo, pois elas têm a mesma função do paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute
para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em
busca do verdadeiro sentido da frase que passou.
Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico
20 gritando a chave para o bom texto. “Deixa solto”.
É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de
escrever.
Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e vírgula, nunca juntos. Faça com que o
primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista Hemingway, só frases curtas. Ouça
25 João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos.
Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência de até três sílabas. “Pormenorizada”, vista de
cima, é um palavrão absurdo. Dispense, sem pormenores.
O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só
confundem os passageiros que quer chegar ao ponto final. Cuidado com o “que quer” da frase
30 anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um “quequerequé” e estará coberto de razão. A
propósito, eu disse para a menina, perca a razão quando lhe aparecer um clichê desses pela frente.
Você já se livrou do “mas”, agora vai cuidar do “que” e em breve ficará livre da tentação de
sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao
diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na
35 moda, como se estivesse em um jornal japonês.
Pode-se escrever baixinho, como faz o Verissimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela
perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que vai na pena
da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a
sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para
40 o vizinho do lado que maluquice é essa de “aprouver”. Fuja da voz passiva, da forma negativa, do
gerundismo e principalmente da voz dos outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com
isso. [...]
De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm a mania de pegar o
bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na
45 viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona. Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a
menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da
frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como “enfaticamente”,
“seriamente”, “bem-humoradamente”. Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras,
e outras a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam
50 limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.
Fonte: adaptado por Augusto Nunes Revista Veja, 31 de julho de 2020. Disponível em: https://veja.abril.com.br/blog/augustonunes/8220-escrever-8221-um-texto-de-joaquim-ferreira-dos-santos/
Com base no Texto I, responda às questões de números 1 a 6. |
No texto I, Joaquim Ferreira dos Santos apresenta algumas orientações sobre como escrever. A partir da leitura do texto, afirma-se que o autor defende o(a):
Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões.
Uma borboleta bate asas na China...
_
...e a situação fica como a teoria do caos gosta: imprevisível
_
Estaria um inimigo invisível e incontrolável perto de retirar o “mandato do céu” de Xi Jinping? Nas entranhas da web, apesar de todos os mecanismos de censura, isso já não é um tabu. O mandato celestial é o milenar conjunto de crenças e tradições filosóficas que sustentava a legitimidade do imperador. Tipo uma pesquisa de opinião: o governante justo podia perder a proteção divina se pisasse na bola. E lá se ia junto o trono do dragão.
O efeito coronavírus, como o bater das asas da borboleta que provoca um tufão do outro lado do mundo, segundo a teoria do caos, está derrubando muitas ideias preconcebidas. Uma das mais arraigadas é que o infinito mar humano da maior população mundial aceita passivamente tudo o que emana de uma liderança que parece inabalável, contanto que o contrato social de melhoria coletiva do padrão de vida seja mantido. Para a eventualidade de não aceitar, a “ditadura perfeita” tem o maior arsenal de controle social de todos os tempos. Inteligência artificial, reconhecimento facial, comando total sobre os megadados. Nos casos específicos, os drones que sobrevoam casas de confinados pela epidemia e avisam que não podem sair, precisam usar máscaras e respeitar as regras. Falhando tudo isso, aparecem policiais que dão umas varadas nos recalcitrantes.
As cenas que rodam a internet são extraordinariamente parecidas, exceto pelos recursos da alta tecnologia, com as da Campanha contra as Quatro Pragas. O imperador era Mao Tsé-tung, a China de 1958 era um desastre de saúde pública e os objetivos eram elevados: eliminar as pragas que espalhavam doenças infecciosas ou comiam os grãos de arroz que mal davam para encher uma pequena tigela, alimentação-padrão da grande maioria na época. O resultado foi orgulhosamente contabilizado: eliminaram-se 1 bilhão de pardais, 1,5 bilhão de ratos, 100 milhões de quilos de moscas e 11 milhões de quilos de pernilongos. Os pardais morriam por exaustão, obrigados a voar, sem parar, por massas incansáveis que batiam panelas e agitavam varas de bambu. Deu em desastre. Outros insetos proliferaram, sem seus predadores naturais. Combinada com o Grande Salto Adiante, o tosco e alucinante plano de coletivização e industrialização do campo, a Campanha contra as Quatro Pragas provocou fome em escala inimaginável. Agricultores eram obrigados, sob tortura, a trabalhar até a morte. Se demorassem, eram enterrados vivos.
A China de hoje é paradisiaca comparada a esse passado nem tão distante. Xi Jinping comanda a arrancada para o posto de superpotência dominante e faz tudo para parecer um “bom imperador”. A demora em reconhecer a gravidade da epidemia já está sendo punida no nível regional. Ele tem a situação sob controle, talvez sua palavra predileta? Impossível responder. A peste negra, que consumiu um terço da população da Europa no século XIV, começou na China, onde são endêmicos os ratos e outros roedores portadores da pulga que transmite a bactéria Yersinia pestis. A epidemia pode ter devorado quase metade da população de 120 milhões de chineses da época, precipitando a queda da dinastia Yuan, fruto do domínio mongol na China. Uma bactéria que derruba impérios é uma metáfora perfeita para a teoria do caos. Quem melhor do que Xi Jinping, o imperador que aposta tudo na estabilidade, para saber disso?
_
(GRYZINSKI, Vilma. Revista Veja. 19.02.2020. p.75)
Segundo o quarto parágrafo, a palavra preferida do imperador chinês é:
Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões.
Uma borboleta bate asas na China...
_
...e a situação fica como a teoria do caos gosta: imprevisível
_
Estaria um inimigo invisível e incontrolável perto de retirar o “mandato do céu” de Xi Jinping? Nas entranhas da web, apesar de todos os mecanismos de censura, isso já não é um tabu. O mandato celestial é o milenar conjunto de crenças e tradições filosóficas que sustentava a legitimidade do imperador. Tipo uma pesquisa de opinião: o governante justo podia perder a proteção divina se pisasse na bola. E lá se ia junto o trono do dragão.
O efeito coronavírus, como o bater das asas da borboleta que provoca um tufão do outro lado do mundo, segundo a teoria do caos, está derrubando muitas ideias preconcebidas. Uma das mais arraigadas é que o infinito mar humano da maior população mundial aceita passivamente tudo o que emana de uma liderança que parece inabalável, contanto que o contrato social de melhoria coletiva do padrão de vida seja mantido. Para a eventualidade de não aceitar, a “ditadura perfeita” tem o maior arsenal de controle social de todos os tempos. Inteligência artificial, reconhecimento facial, comando total sobre os megadados. Nos casos específicos, os drones que sobrevoam casas de confinados pela epidemia e avisam que não podem sair, precisam usar máscaras e respeitar as regras. Falhando tudo isso, aparecem policiais que dão umas varadas nos recalcitrantes.
As cenas que rodam a internet são extraordinariamente parecidas, exceto pelos recursos da alta tecnologia, com as da Campanha contra as Quatro Pragas. O imperador era Mao Tsé-tung, a China de 1958 era um desastre de saúde pública e os objetivos eram elevados: eliminar as pragas que espalhavam doenças infecciosas ou comiam os grãos de arroz que mal davam para encher uma pequena tigela, alimentação-padrão da grande maioria na época. O resultado foi orgulhosamente contabilizado: eliminaram-se 1 bilhão de pardais, 1,5 bilhão de ratos, 100 milhões de quilos de moscas e 11 milhões de quilos de pernilongos. Os pardais morriam por exaustão, obrigados a voar, sem parar, por massas incansáveis que batiam panelas e agitavam varas de bambu. Deu em desastre. Outros insetos proliferaram, sem seus predadores naturais. Combinada com o Grande Salto Adiante, o tosco e alucinante plano de coletivização e industrialização do campo, a Campanha contra as Quatro Pragas provocou fome em escala inimaginável. Agricultores eram obrigados, sob tortura, a trabalhar até a morte. Se demorassem, eram enterrados vivos.
A China de hoje é paradisiaca comparada a esse passado nem tão distante. Xi Jinping comanda a arrancada para o posto de superpotência dominante e faz tudo para parecer um “bom imperador”. A demora em reconhecer a gravidade da epidemia já está sendo punida no nível regional. Ele tem a situação sob controle, talvez sua palavra predileta? Impossível responder. A peste negra, que consumiu um terço da população da Europa no século XIV, começou na China, onde são endêmicos os ratos e outros roedores portadores da pulga que transmite a bactéria Yersinia pestis. A epidemia pode ter devorado quase metade da população de 120 milhões de chineses da época, precipitando a queda da dinastia Yuan, fruto do domínio mongol na China. Uma bactéria que derruba impérios é uma metáfora perfeita para a teoria do caos. Quem melhor do que Xi Jinping, o imperador que aposta tudo na estabilidade, para saber disso?
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(GRYZINSKI, Vilma. Revista Veja. 19.02.2020. p.75)
Sobre o primeiro parágrafo do texto, é inadequado afirmar:
Entendemos o ato não apenas inócuo, mas também deletério.
Entendemos da frase acima, que o ato foi:
Leia a canção a seguir:
O Bem do Mar
O pescador tem dois amor
Um bem na terra, um bem no mar
O pescador tem dois amor
Um bem na terra, um bem no mar
O bem de terra é aquela que fica
Na beira da praia quando a gente sai
O bem de terra é aquela que chora
Mas faz que não chora quando a gente sai
O bem do mar é o mar, é o mar
Que carrega com a gente, pra gente pescar
O bem do mar é o mar, é o mar
Que carrega com a gente, pra gente pescar
(Letra de canção extraída de https://www.youtube.com/watch?v=4FxU8IqwfKs)
As duas próximas questões (12 e 13) tem por base a canção de dorival caymmy, acima:
Podemos afirmar que a canção acima é:
As questões de 01 a 03 dizem respeito à Charge. Leia-a atentamente antes de respondê-las.
(Charge)
Na Charge, “manias de grandezas” foram empregadas pela mãe do menino com a seguinte interpretação:
Podemos afirmar sobre a charge abaixo:
FONTE IMAGEM: Folha de S. Paulo.
Leia o texto, para responder à questão.
Retomada com máscara.
Com o relativo arrefecimento da pandemia e após quase um ano e meio de restrições, compete ao administrador público a tarefa de encontrar um ponto de equilíbrio entre as recomendações mais draconianas de especialistas e o compreensível anseio da população e doa agentes econômicos por um retorno à normalidade.
A manutenção de controles muito rígidos, num momento em que a vacinação avança e o número de óbitos cai, pode provocar aflição e desânimo no público, além de agravar os danos sociais.
Já um relaxamento geral tende a suscitar a sensação triunfalista de que a pandemia está vencida e resultar num repique de infecções e mortes, com a consequente retomada das restrições, como se vê em algumas partes do mundo.
O governo paulista começa uma tentativa de encontrar um meio-termo não sem divergências no colegiado de especialistas que assessora a gestão. Conforme anunciado, foram abolidas as limitações de horário e de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e espetáculos.
A decisão se ampara na redução do número de hospitalizados e no progresso da imunização. A vacinação já atinge com ao menos uma dose 71% dos paulistas, índice semelhante aos de Reino Unido e França.
Porém não pode ser tratado como detalhe o fato de que ainda são registradas cercas de 8000 novas infecções e 250 mortes por dia. Tampouco deve ser ignorado o avanço da variante Delta, mais contagiosa.
Assim, é acertada a decisão estadual de mantes, ao menos até o fim de ano, a obrigatoriedade do uso de máscaras, a mais eficiente medida de prevenção fora a vacina.
A importância cabal do equipamento recomenda um incremento da fiscalização nos estabelecimentos e nas ruas, assim como demanda campanha de conscientização. Deveria ser considerada ainda a distribuição gratuita da proteção em locais de grande circulação.
Por fundamentais em sejam as obrigações do poder público, cabe aos cidadãos também agir com responsabilidade. Só assim se evitará um retrocesso prejudicial a todos.
(Editorial. Folha de S. Paulo. 18.08.2021. Adaptado)
Considere as frases do sexto e sétimo parágrafos, respectivamente:
I. Porém não pode ser tratado como detalhe o fato de que ainda são registradas cerca de 8000 novas infecções...
II. Assim, é acertada a decisão estadual de manter, ao menos até o fim do ano, a obrigatoriedade do uso de máscaras...
Assinale a alternativa que identifica corretamente a relação de sentido que os termos destacados estabeleçam nos respectivos contextos, e apresenta, nos parênteses, expressões que os substituem adequadamente.
Leia o texto, para responder à questão.
Retomada com máscara.
Com o relativo arrefecimento da pandemia e após quase um ano e meio de restrições, compete ao administrador público a tarefa de encontrar um ponto de equilíbrio entre as recomendações mais draconianas de especialistas e o compreensível anseio da população e doa agentes econômicos por um retorno à normalidade.
A manutenção de controles muito rígidos, num momento em que a vacinação avança e o número de óbitos cai, pode provocar aflição e desânimo no público, além de agravar os danos sociais.
Já um relaxamento geral tende a suscitar a sensação triunfalista de que a pandemia está vencida e resultar num repique de infecções e mortes, com a consequente retomada das restrições, como se vê em algumas partes do mundo.
O governo paulista começa uma tentativa de encontrar um meio-termo não sem divergências no colegiado de especialistas que assessora a gestão. Conforme anunciado, foram abolidas as limitações de horário e de lotação para estabelecimentos, à exceção de aglomerações em casas noturnas e espetáculos.
A decisão se ampara na redução do número de hospitalizados e no progresso da imunização. A vacinação já atinge com ao menos uma dose 71% dos paulistas, índice semelhante aos de Reino Unido e França.
Porém não pode ser tratado como detalhe o fato de que ainda são registradas cercas de 8000 novas infecções e 250 mortes por dia. Tampouco deve ser ignorado o avanço da variante Delta, mais contagiosa.
Assim, é acertada a decisão estadual de mantes, ao menos até o fim de ano, a obrigatoriedade do uso de máscaras, a mais eficiente medida de prevenção fora a vacina.
A importância cabal do equipamento recomenda um incremento da fiscalização nos estabelecimentos e nas ruas, assim como demanda campanha de conscientização. Deveria ser considerada ainda a distribuição gratuita da proteção em locais de grande circulação.
Por fundamentais em sejam as obrigações do poder público, cabe aos cidadãos também agir com responsabilidade. Só assim se evitará um retrocesso prejudicial a todos.
(Editorial. Folha de S. Paulo. 18.08.2021. Adaptado)
Leia a tira para responder à questão.

(André Dahmer. Quadrinhos dos anos 10. São Paulo:
Quadrinhos na Cia., 2016)
No contexto da tira, sobressai0se a ideia de que
I. A possibilidade da existência do multiverso (universos paralelos) pode vir a comprometer o método experimental usado pela ciência.
II. O desenvolvimento científico não cresce de modo contínuo e regular; pelo contrário, sofre recuos, devido a testes de comprovação das hipóteses.
III. A existência de cientistas vaidosos, com a pretensão evidente de sobressair, tem afetado o desenvolvimento das pesquisas científicas.
IV. No último parágrafo, o autor acena com a possibilidade de que um dia possamos ter certeza da existência de universos paralelos ao nosso.
V. A ciência, ao longo de seu desenvolvimento, tem cometido mais erros do que acertos, apesar de ser prestigiada.
Assinale a alternativa CORRETA:

Disponível em:<http://engenhariacivilemeioambiente.blogspot.com/2010/05/charge-acimamostra-que-engenharia.html>. Acesso em: 26 de setembro de 2021.
A charge veicula sua crítica à destruição que a construção civil pode causar ao meio ambiente.
Considerando o sentido global do texto, é CORRETO afirmar que a forma em que as linguagem verbal e não-verbal estão associadas para veicular essa crítica é:
Assim como neste fragmento, é CORRETO afirmar que outros trechos da narrativa permitem situar os falantes da obra de Graciliano Ramos sob o aspecto:
Assinale a alternativa que apresenta o sentido global CORRETO desse capítulo
I.Existe uma forte crítica à árvore somente porque ela embute tudo o que pensa.
II.O verbo "houve" no início do (1º§) é impessoal e pede objeto direto.
III.Há elementos textuais que comprovam o desrespeito do homem à natureza, mostrado quando ele amputa os galhos da árvore e prejudica o crescimento natural.
IV.O fato de a árvore ser pensante comprova que ela quer tomar o lugar do homem.
Estão CORRETAS: