Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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|. A resposta da ovelha negra não responde de fato ao que foi perguntado pela ovelha branca.
Il. À última fala da ovelha branca apresenta uma resposta e uma correção à fala da ovelha negra.
III. A última fala da ovelha branca constitui exemplo de ambiguidade.
Assinale


|. Nafala do mestre, há um entendimento de que a desconfiança só poderia ser por conta de a mulher estar fazendo algo que não fosse do conhecimento do marido.
II. Pela segunda fala do rapaz, a noção de errado a que o mestre se refere apresenta conteúdo sexual.
III. Ao usar a palavra “desconfiado”, o mestre só podia entender o teor da mensagem como sendo de conteúdo sexual.
Assinale


|. Em função da instalação do Centro de Lançamento de Alcântara, os moradores locais vão perder sua maior fonte de renda: a pesca.
Il. Como chegou a pandemia, uma das medidas profiláticas na região de Alcântara foi o projeto de remoção de muitas famílias da região, transferindo a região quilombola para espaços menos poluídos.
III. A instalação de pistas de pouso e decolagem para os aviões de fuselagem dupla em nada interfere na continuidade do projeto espacial brasileiro.
Assinale

A forma pronominal presente na contração “nele” (linha 11) retoma “paraíso” (linha 10).

O questionamento “Quem já morreu de alface?” (linha 24) consiste em uma pergunta capciosa, isto é, uma pergunta que é feita não para se obter uma resposta, de fato, mas para iludir o interlocutor, utilizando-se de ironia.

A partir do quinto parágrafo, o narrador deixa de emitir opiniões relacionadas ao vegetarismo, limitando-se a descrever objetivamente os fatos ocorridos desde o dia em que os açougues amanheceram sem carne em sua cidade.

No quarto parágrafo, especula-se sobre o motivo de o cão — diferentemente de outros animais amigos do homem — comer carne, fato que constitui uma exceção misteriosa, na visão do narrador.

O narrador, no terceiro parágrafo, associa o vegetarismo a uma característica divina, sendo o ato de comer carne, em sua visão, uma ação proibida por Deus no paraíso.

No segundo parágrafo, o narrador qualifica o hábito de comer carne como um ato de hediondez, sugerindo que o ser humano não abandona essa prática porque insiste em ignorar que está comendo um pedaço de animal.

O desejo do narrador de converter seus concidadãos ao vegetarismo iniciou-se ainda em sua infância, quando ele começou a usar a razão.

Depreende-se do segundo parágrafo que o narrador se tornou vegetariano por princípio, adquirindo o hábito de não comer carne logo após formular seu próprio código moral.

A boa ocasião a que o narrador se refere no primeiro parágrafo é a parede (greve) de açougueiros ocorrida em sua cidade, evento que, de acordo com o texto, foi anunciado pelos jornais no primeiro dia do mês de março.
Leia a charge a seguir.
