Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1965798 Português
Texto para a questão



(https:llrosearaujocartum blogspot com/search/label/Ovelha%20Negra)  
A primeira fala da ovelha branca permite inferir que 
Alternativas
Q1965797 Português
Texto para a questão



(https:llrosearaujocartum blogspot com/search/label/Ovelha%20Negra)  
A respeito das falas do quadrinho, analise as afirmativas a seguir:

|. A resposta da ovelha negra não responde de fato ao que foi perguntado pela ovelha branca.
Il. À última fala da ovelha branca apresenta uma resposta e uma correção à fala da ovelha negra.
III. A última fala da ovelha branca constitui exemplo de ambiguidade.

Assinale  
Alternativas
Q1965795 Português
Texto para a questão



(https:llrosearaujocartum blogspot com/search/label/Ovelha%20Negra)  
Em se tratando de ovelhas, a última fala do quadrinho representa a ideia de que 
Alternativas
Q1965792 Português
Texto para a questão



(Rodrigo Zoom. https:/Ayww flickr.com/photos/rodrigozoom/3841392332/in/photostream/) 
A respeito do texto, analise as afirmativas a seguir:

|. Nafala do mestre, há um entendimento de que a desconfiança só poderia ser por conta de a mulher estar fazendo algo que não fosse do conhecimento do marido.
II. Pela segunda fala do rapaz, a noção de errado a que o mestre se refere apresenta conteúdo sexual.
III. Ao usar a palavra “desconfiado”, o mestre só podia entender o teor da mensagem como sendo de conteúdo sexual.

Assinale  
Alternativas
Q1965791 Português
Texto para a questão



(Rodrigo Zoom. https:/Ayww flickr.com/photos/rodrigozoom/3841392332/in/photostream/) 
Nas falas do rapaz, é correto afirmar que há 
Alternativas
Q1965776 Português
Texto para a questão

Perdemos nossas casas em Alcântara para ricaços brincarem de astronautas 


A respeito das ideias do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:

|. Em função da instalação do Centro de Lançamento de Alcântara, os moradores locais vão perder sua maior fonte de renda: a pesca.
Il. Como chegou a pandemia, uma das medidas profiláticas na região de Alcântara foi o projeto de remoção de muitas famílias da região, transferindo a região quilombola para espaços menos poluídos.
III. A instalação de pistas de pouso e decolagem para os aviões de fuselagem dupla em nada interfere na continuidade do projeto espacial brasileiro.

Assinale  
Alternativas
Q1965658 Português
Texto para o item. 



Machado de Assis. A semana. In: Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. III, 1994.
Internet: <machado.mec.gov.br>.
Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

A forma pronominal presente na contração “nele” (linha 11) retoma “paraíso” (linha 10). 
Alternativas
Q1965656 Português
Texto para o item. 



Machado de Assis. A semana. In: Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. III, 1994.
Internet: <machado.mec.gov.br>.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

O questionamento “Quem já morreu de alface?” (linha 24) consiste em uma pergunta capciosa, isto é, uma pergunta que é feita não para se obter uma resposta, de fato, mas para iludir o interlocutor, utilizando-se de ironia. 
Alternativas
Q1965655 Português
Texto para o item. 



Machado de Assis. A semana. In: Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. III, 1994.
Internet: <machado.mec.gov.br>.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

A partir do quinto parágrafo, o narrador deixa de emitir opiniões relacionadas ao vegetarismo, limitando-se a descrever objetivamente os fatos ocorridos desde o dia em que os açougues amanheceram sem carne em sua cidade. 
Alternativas
Q1965654 Português
Texto para o item. 



Machado de Assis. A semana. In: Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. III, 1994.
Internet: <machado.mec.gov.br>.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

No quarto parágrafo, especula-se sobre o motivo de o cão — diferentemente de outros animais amigos do homem — comer carne, fato que constitui uma exceção misteriosa, na visão do narrador. 
Alternativas
Q1965653 Português
Texto para o item. 



Machado de Assis. A semana. In: Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. III, 1994.
Internet: <machado.mec.gov.br>.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

O narrador, no terceiro parágrafo, associa o vegetarismo a uma característica divina, sendo o ato de comer carne, em sua visão, uma ação proibida por Deus no paraíso. 
Alternativas
Q1965652 Português
Texto para o item. 



Machado de Assis. A semana. In: Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. III, 1994.
Internet: <machado.mec.gov.br>.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

No segundo parágrafo, o narrador qualifica o hábito de comer carne como um ato de hediondez, sugerindo que o ser humano não abandona essa prática porque insiste em ignorar que está comendo um pedaço de animal. 
Alternativas
Q1965651 Português
Texto para o item. 



Machado de Assis. A semana. In: Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. III, 1994.
Internet: <machado.mec.gov.br>.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

O desejo do narrador de converter seus concidadãos ao vegetarismo iniciou-se ainda em sua infância, quando ele começou a usar a razão. 
Alternativas
Q1965650 Português
Texto para o item. 



Machado de Assis. A semana. In: Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. III, 1994.
Internet: <machado.mec.gov.br>.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

Depreende-se do segundo parágrafo que o narrador se tornou vegetariano por princípio, adquirindo o hábito de não comer carne logo após formular seu próprio código moral.
Alternativas
Q1965649 Português
Texto para o item. 



Machado de Assis. A semana. In: Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. III, 1994.
Internet: <machado.mec.gov.br>.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

A boa ocasião a que o narrador se refere no primeiro parágrafo é a parede (greve) de açougueiros ocorrida em sua cidade, evento que, de acordo com o texto, foi anunciado pelos jornais no primeiro dia do mês de março. 
Alternativas
Q1965593 Português

Leia a charge a seguir.



 

Só é CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q1965583 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
A passagem do texto que demonstra um diálogo do narrador com o leitor é: 
Alternativas
Q1965582 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
O "ouvido" a que o narrador se refere é: 
Alternativas
Q1965581 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
"EU EXISTO!". A expressão em maiúscula representa, metaforicamente:
Alternativas
Q1965580 Português
TEXTO: OUVIDO

   Quando você cresce, você quer que não seja verdade. Perde a intimidade com os brinquedos. Com os jogos favoritos. Perde a intimidade até consigo mesmo. Um novo ser emerge. E surgem os modelos de desenhos para se tornar alguém frente aos outros. O sorriso já não é o mesmo, o olhar já não é o mesmo. E quando menos se espera já não é possível conhecer-se... Já não há mais qualquer identidade. Apenas o silêncio acompanha, e a raiva se estampa no semblante à guisa de arma. Amarram-se correntes às exigências da vida. As pessoas já não se reconhecem. E você, de repente, se instala num vazio pela angústia do grito entalada na garganta. Deseja derrubar essa muralha que o separa de si mesmo. "EU EXISTO!".

   Um ouvido. Sim, esse é o degrau que você precisa transpor para vencer a muralha. Não querer possuir, mas apenas pegar emprestado por alguns instantes. Um ouvido que possa ouvir a própria cabeça, cheia de medo e confusão. Quando olhar para o seu pai, verá que ele também estará ocupado com os afazeres da própria vida. Na realidade, ele também se ausenta no intuito de preencher o vazio que acredita alimentar a sua alma. Sua mãe parece preocupada com os argumentos da novela. E você já é crescido, dizem. Mas ninguém contou como começar essa nova etapa da vida. Deseja apenas um ouvido. Engraçado, as pessoas têm duas orelhas, empregadas gratuitamente, e não querem ou não sabem mais emprestar sua escuta.

   Apenas um ouvido. Esse é o grande tesouro que se almeja. Poderias me emprestar o teu? Por isso continuo a gritar: "Eu EXISTO!!!".
MENDONÇA, Tulius - Livro Entreatos - p. 43.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
21621: D
21622: B
21623: E
21624: C
21625: C
21626: E
21627: C
21628: E
21629: E
21630: C
21631: C
21632: E
21633: E
21634: E
21635: E
21636: A
21637: D
21638: D
21639: B
21640: A